OFERTA FORMATIVA
Não existem ações.
Ref. PND103H-24_25 Inscrições abertas até 06-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1163/2024
Modalidade: Jornada
Duração: 10.0 horas
Início: 07-04-2025
Fim: 09-04-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Básica de Matosinhos
Formador
Ana Paula de Almeida Gomes
Augusta Carmen da Costa Coelho Ramalho Vieira
Miguel Angelo Teixeira Maia
Marta Claudia Ribeiro Marques Valadar
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-04-2025 (Segunda-feira) | 09:30 - 11:30 | 2:00 | Presencial |
2 | 07-04-2025 (Segunda-feira) | 11:30 - 12:30 | 1:00 | Presencial |
3 | 07-04-2025 (Segunda-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 09-04-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
5 | 09-04-2025 (Quarta-feira) | 11:00 - 13:00 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. PND114A-24_25 Inscrições abertas até 06-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1512/2025
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 15.0 horas
Início: 09-04-2025
Fim: 11-04-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Senhora Hora
Formador
Sílvia Maria Ferreira Cardoso Conde
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Este Curso enquadra-se no Plano de Ação para a Transição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas. A formação do pessoal não docente destinada a alargar e consolidar as suas competências digitais é também uma vertente importante da implementação dos processos de digitalização das nossas Escolas. Por outro lado, corresponde a uma necessidade de formação sistematicamente apontada como prioritária nas auscultações feitas a este grupo profissional. Com este Curso pretende-se, assim, contribuir para o desenvolvimento profissional dos não docentes, melhorando a sua integração no ambiente crescentemente digital da Escola, agilizando a comunicação e a colaboração entre todos e, pela via do recurso ao digital, tornando o seu desempenho mais eficiente e eficaz. O pessoal não docente tem demonstrado grande interesse em relação à problemática do uso da tecnologia, no sentido de colmatar os desafios que o mundo digital implica e de usar as suas potencialidades para melhorar o seu nível de desempenho e de participação, quer no aspeto pessoal, quer social e profissional. No contexto que se vive atualmente, de implementação do Plano de Ação para a Transição Digital, considerou-se fundamental contribuir para a capacitação do pessoal não docente nesta área do digital, facilitador de maior conhecimento e de inclusão e promotor de desenvolvimento pessoal e profissional.
Objetivos
Melhorar a literacia digital do pessoal não docente- Desenvolver competências e aptidões digitais básicas ao nível da comunicação, da interação e da colaboração- Explorar ferramentas digitais facilitadoras do desempenho profissional dos participantes - Reconhecer as vantagens das tecnologias de informação e comunicação
Conteúdos
Apresentação e justificação dos conteúdos/competências da formação (1h)Reconhecer as vantagens das TIC(tecnologias de informação e comunicação) (1h)Produtividade, trabalho eficiente, gestão de tempo (1h)Segurança na Internet: prevenção, ameaças e cibercrime (1h)Saber gerir/manipular contas online (email, calendário, contactos…)(3h)Manipular ferramentas digitais – microsoft office, serviços na cloud (5h)Usar vários canais de comunicação e dominar a etiqueta digital (2h)Avaliação (1h)
Bibliografia
Comissão Europeia – Educação e Formação – Plano de Ação para a Educação Digital (2021-2027) –Reconfigurar aEducação e a Formação para a era digital – disponível em: https://ec.europa.eu/education/education-in-theeu/digital education-action-plan_pt Quadro Europeu de Competência Digital para Cidadãos (2017) – disponível em:https://www.erte.dge.mec.pt/sites/default/files/Recursos/Estudos/digcomp2.1_0.pdf Gonçalves, Ana. (2012). O papeldas Tic na escola, na aprendizagem e na educação. Dissertação de Mestrado. ISCTE – IUL. Disponível online:https://repositorio.iscte iul.pt/handle/10071/5146 Moreira, J.A. (2012). Novos cenários e modelos de aprendizagemconstrutivistas em plataformas digitais.Universidade Aberta. Disponível online: ttps://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/2890
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 09-04-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 09-04-2025 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 10-04-2025 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 10-04-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 11-04-2025 (Sexta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
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Ref. PND118A-23_24 Inscrições abertas até 13-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1337/2024
Modalidade: Jornada
Duração: 6.0 horas
Início: 15-04-2025
Fim: 15-04-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Augusto Gomes
Formador
Bárbara Cristina Martins da Costa Ferreira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Esta atividade de formação visa: compreender os fenómenos migratórios, a etnicidade, a globalização e a importância das políticas públicas para o acolhimento e integração de pessoas imigrantes e refugiadas; incrementar a igualdade, o respeito pela diferença social e cultural, o reforço dos processos de inclusão e a adoção de medidas comprometidas com a defesa dos Direitos Humanos; desenvolver as competências fundamentais para uma Educação Intercultural; fomentar a integração social de migrantes e refugiados/as, combatendo os fenómenos de violência e discriminação em contexto escolar e na sociedade em geral.
Objetivos
- Conhecer o Pacto Global para as Migrações Seguras, Ordenadas e Regulares, aprovado pela Assembleia-Geral das Nações Unidas; - Abordar o Plano Nacional de Implementação do Pacto Global das Migrações; - Apresentar a Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural; - Compreender a importância de medidas de integração de estudantes migrantes no sistema educativo e na sociedade em geral, tal como consagrado na legislação portuguesa; - Apresentar os Princípios e as Estratégias (aos níveis da Escola, dos/as Alunos/as, das Famílias, da Língua, da Aprendizagem e Avaliação, e da Comunidade) para o desenvolvimento de respostas adequadas ao acolhimento e inclusão de estudantes migrantes; - Analisar o papel da interculturalidade no processo de integração, reconhecendo as influências mútuas entre culturas e a importância da valorização da diversidade;Fomentar o diálogo intercultural através do desenvolvimento de competências de comunicação eficaz em contextos interculturais e de
Conteúdos
- Definição de conceitos-base como cultura, diversidade, inclusão, migração e interculturalidade; - Identificar os principais desafios e barreiras que os/as migrantes enfrentam durante o processo de acolhimento, incluindo questões legais, linguísticas, sociais e culturais; - Debater conceitos e processos relacionados com estereótipos, preconceitos, discriminação, etnocentrismo, racismo e xenofobia; - Identificar os possíveis obstáculos e desafios presentes em situações interculturais (p.e., o “choque” cultural); - Conhecer estratégias para a comunicação intercultural e promover competências-chave para a adaptação a uma sociedade intercultural; - Educar para a cidadania intercultural e para o respeito pelos direitos humanos.
Bibliografia
- Guia de acolhimento para migrantes. Disponível para https://bussola.gov.pt/Guias%20Prticos/Guia%20de%20Acolhimento%20para%20Migrantes.pdf- Inclusão de alunos migrantes em meio educativo. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/EBasico/PLNM/inclusao_de_alunos_migrantes_em_meio_educativo.pdf
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 15-04-2025 (Terça-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 15-04-2025 (Terça-feira) | 13:00 - 16:00 | 3:00 | Presencial |
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Ref. C1081A-24_25 Inscrições abertas até 13-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128230/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 22-04-2025
Fim: 27-05-2025
Regime: b-learning
Local: ES Augusto Gomes, Moodle e Google Meet
Formador
Sandra Filipa Bizarro Soares Rebelo da Rocha
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A oferta da disciplina de Português Língua Não Materna (PLNM) tem como objetivo a aprendizagem do Português por alunos com outra língua materna (Artigo 10.º e no Artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho). No entanto, o ensino-aprendizagem de PLNM constitui uma área didática que não é contemplada com o mesmo número e diversidade de ações de formação, materiais e recursos se comparada com a área de Português Língua Materna. Atualmente, a escola portuguesa é chamada à responsabilidade de incluir cada vez mais cidadãos migrantes, os quais necessitam de práticas pedagógicas específicas e adaptadas às suas necessidades e ao seu perfil de aprendizagens, para que o sucesso escolar se verifique.
Objetivos
- Desenvolver uma visão sustentada dos diversificados perfis sociolinguísticos, psicolinguísticos e linguísticos dos aprendentes do Português como Língua Não Materna (PLNM); - Compreender os processos de aquisição e aprendizagem de línguas não materna; - Rever os princípios fundamentais de ensino de língua não materna; - Identificar os perfis terminais de nível de proficiência linguística; - Conhecer métodos, abordagens e estratégias de ensino de línguas não maternas; - Conhecer modelos de desenvolvimento/ elaboração de materiais didáticos; - Produzir materiais didáticos cientificamente fundamentados para o ensino de PLNM; - Debater e trocar experiências didáticas, com base nos materiais desenvolvidos nas sessões síncronas e em trabalho autónomo; - Fomentar a partilha de boas práticas de ensino, na área do ensino do PLNM.
Conteúdos
I Clarificação de conceitos-chave relativos ao PLNM II Métodos e abordagens de ensino de PLNM III O ensino e aprendizagem do Português Língua Não Materna: estratégias e tarefas IV Desenvolvimento de materiais didáticos para o PLNM no 1º CEB V- Avaliação
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Albino, S. (2021). O Português Língua Não Materna no Currículo Nacional: Trajetória de uma Política Educativa. Indagatio Didactica, 13(2), 77-93.Bizarro, R., Moreira, M. A. Flores, C. (org.) (2013) Português Língua Não Materna: Investigação e Ensino, LIDELBernardes, C. e Miranda, F.B. (2003) Portefólio - Uma Escola de Competências, Porto, Porto EditoraDireção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. Coord. Leiria, Isabel. (2008) Orientações Programáticas de Português Língua Não Materna (PLNM) Ensino Secundário. Lisboa.Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. Coord. Mateus, Maria Helena Mira, Testes de Diagnóstico de Português Língua Não Materna. Lisboa.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 29-04-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 09-05-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 13-05-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 20-05-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME

Ref. C1056A-24_25 Inscrições abertas até 13-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126438/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 22-04-2025
Fim: 27-05-2025
Regime: b-learning
Local: ES Augusto Gomes, Moodle e Google Meet
Formador
Susana Raquel Marques Pereira Ferreira
Destinatários
Professores dos Grupos 120, 220, 320, 330, 340 e 350
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 120, 220, 320, 330, 340 e 350.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Citando o Guia Prático para a Criação de Escapes Rooms, editado pela Universidade de Aveiro: Uma escape room é um jogo de equipa em tempo real onde os jogadores descobrem pistas, resolvem puzzles e tarefas em uma ou mais salas para atingir um objetivo específico (normalmente escapar da sala) com tempo limitado. Scott Nicholson, 2015 Nicholson, um especialista no cenário das Escape Room e EER, demonstra os elementos chave que devem ser aplicados para estabelecer EERs nas aprendizagens. Resumindo, ER e EERs requerem trabalho de equipa, comunicação, iniciativa e outras competências inerentes a alunos do Ensino superior (por ex. pensamento crítico e atenção ao detalhe) para aplicar uma vasta gama de conhecimentos e de métodos apropriados sob a pressão do tempo. Existem três elementos no design das EERs, sendo eles (i) gamificação, (ii) objetivos de aprendizagem pretendidos, e (iii) elementos pedagógicos. Tercanli et al, 2021 As Escape Rooms Educacionais contêm elementos de gamificação que apoiam os estudantes na concretização dos objetivos de aprendizagem quando interagem com os puzzles no jogo. Escolhas de design baseadas no construtivismo e na teoria do desenvolvimento social são requeridas para determinar o equilíbrio entre elementos de gamificação e os objetivos de aprendizagem. O enquadramento pedagógico das EERs descreve os conhecimentos, competências e atitudes que os educadores podem utilizar para fazer essas decisões de design. Esta oficina visa abordar esta metodologia e as múltiplas formas da sua implementação em contexto educativo.
Objetivos
- Entender os conceitos de Gamificação e de Escape Room. - Compreender os princípios subjacentes à construção de Escape Rooms Educativos. - Conhecer o potencial desta ferramenta como metodologia ativa capaz de melhorar a aprendizagem dos alunos. - Conhecer ferramentas que permitam construir enigmas e puzzles. - Saber construir diferentes Escape Rooms Educativos.
Conteúdos
- Conceitos de Gamificação e de Escape Room. - Benefícios dos Escape Rooms Educativos no processo ensino/aprendizagem. - Princípios da criação de um Escape Room Educativo. - Diferenças entre um Escape Room Educativo físico e digital. - Recursos e ferramentas para desenhar um Escape Room Educativo. - Exemplos de diferentes Escape Rooms Educativos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
FOTARIS, P. & MASTORAS, T. (2019). Escape Rooms for Learning: A Systematic Review. 13th European Conference on Games Based Learning (ECGBL 2019)GUIGON, g., Humeau, J., e Vermeulen, M. (2017). Escape-game classroom: un escape game pour leinseignement. 9éme Colloque Questions de Pedagogie dans lEnseingment Spérieur (QPES, 2017).HAYES, C. (2020). Ludic approaches to teaching and learning: facilating the emotional self at the work in higher education. In I. Ruffin & C. Powell (eds.). The Emotional Self at work in higher education. Hershey, US: IGI Global, pp. 85-103.FADEL, L. M.; ULBRICHT, V. R.; BATISTA, C. R. & VANZIN, T. (2014). Gamificação na Educação. São Paulo: Pimenta Cultural.BORREGO, C., FERNÁNDEZ, C., BLANES, I. E ROBLES, S. (2017). Apprendre avec les serious games? Canopé éditions.
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 29-04-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
3 | 06-05-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 13-05-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 20-05-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 27-05-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME

Ref. C1114A-24_25 Inscrições abertas até 13-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128791/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 22-04-2025
Fim: 27-05-2025
Regime: b-learning
Local: ES Augusto Gomes, Moodle e Google Meet
Formador
Gina Maria Afonso Chaves
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Educação Visual em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento do pensamento reflexivo sobre o objeto artístico e comunicacional e as suas práticas; Refletir sobre a importância dos processos de análise e de estudo comparativo, de seleção e tratamento de objetos artísticos relevantes para a aprendizagem; Problematizar temas relacionados com expressões artísticas, considerando os discursos, conceptual e plástico, inerentes; Desenvolver a reflexão crítica e a sensibilidade estética e artística, incluindo a dimensão intercultural das sociedades contemporâneas na promoção de uma cultura visual abrangente. Refletir sobre o papel da comunicação visual nas suas dimensões comunicativas e expressivas.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Cultura Visual (5 horas) Observar os objetos artísticos de diferentes culturas e períodos históricos, tendo como referência os saberes da História da Arte. Refletir sobre as manifestações culturais do património local e global interrogando os processos artísticos para a compreensão da arte contemporânea. Módulo 3 Linguagens e expressões artísticas (5 horas) Abordagem aos conceitos das linguagens plástica e da comunicação visual em diferentes contextos e modalidades expressivas: pintura, escultura, desenho, design, fotografia, cinema, vídeo, banda desenhada. Refletir sobre a produção de imagens como meios de comunicação de massas, capazes de veicular diferentes significados. Módulo 4 Comunicação Visual (5 horas) Observar a inter-relação dos saberes da comunicação visual nos processos de fruição dos universos culturais. Relacionar o modo como os processos de criação interferem na(s) intencionalidade(s) dos objetos artísticos. Módulo 5 Museologia e Curadoria (5 horas) Explorar os meios diversificados de conceção formal e material em contexto expositivo integrando os processos de pesquisa, investigação e experimentação. Abordagem a diferentes formatos físicos e/ou digitais. Módulo 6 Meios expressivos plásticos e suportes (5 horas) Abordagem aos diferentes modos expressivos e aos seus suportes. Abordagem a diferentes formas exploratórias de acordo com as características específicas e possibilidades técnicas e expressivas de diferentes materiais e suportes. Módulo 7 -Edição digital (5 horas) Abordagem às ferramentas digitais, como processo e técnicas de intencionalidade expressiva, plástica e comunicacional, através de meios digitais de edição de imagem e de desenho vetorial. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Arnheim, R. (1997). Arte & percepção visual: Uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 29-04-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 06-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 10-05-2025 (Sábado) | 10:00 - 13:30 | 3:30 | Presencial |
5 | 13-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 17-05-2025 (Sábado) | 10:00 - 13:30 | 3:30 | Presencial |
7 | 20-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 27-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
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Ref. C1121A-24_25 Inscrições abertas até 06-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125356/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 23-04-2025
Fim: 18-06-2025
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária Augusto Gomes, Moodle e Google Meet
Formador
Maria Inês Loureiro Rodrigues
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta formação decorre da necessidade de introdução de novas metodologias em contexto de sala de aula, veiculado pelos documentos O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Os conteúdos desta oficina centrar-se-ão no cruzamento entre a metodologia da aula invertida e o recurso a diferentes aplicações web, contribuindo para uma otimização do tempo, por parte dos professores, para uma melhoria dos resultados escolares, por parte dos alunos que, neste processo, se tornam os protagonistas das suas próprias aprendizagens.
Objetivos
No final da ação, os formandos devem ser capazes de: Definir o conceito de Flipped Classroom; Diferenciar a metodologia tradicional do modelo de Flipped Classroom; Conhecer e aplicar as diferentes ferramentas necessárias para implementar o Flipped Classroom na sala de aula; Identificar as vantagens e as desvantagens da aplicação da metodologia de sala de aula invertida; Reconhecer o papel do professor e dos alunos na sala de aula invertida; Escolher as ferramentas digitais de sala de aula invertida Discutir sobre as experiências de sucesso nacionais e internacionais sobre a aplicação da metodologia Flipped Classroom Planificar uma sequência de aprendizagem, integrando diferentes competências e aprendizagens essenciais. Desenvolver trabalho colaborativo, contribuindo para a inovação pedagógica. Promover competências relacionadas com a ética e a Cidadania Digital.
Conteúdos
Módulo 1 - Exploração do conceito de Sala de Aula Invertida e do acrónimo BYOD (6 horas) Sessão presencial (3 horas): Apresentação da ação na modalidade de Oficina, conteúdos programáticos e explicitação do modo como se processa a avaliação; Questões de ética na era digital; O conceito de Sala de Aula Invertida; Vantagens e limitações do modelo Sala de Aula Invertida. Sessão síncrona (3 horas): Aplicação prática do modelo de Sala de Aula Invertida; O conceito de BYOD (Bring Your Own Device) Mobile Learning. Módulo 2 - Ferramentas da Web com potencial para a metodologia da Sala de Aula Invertida (9 horas)Sessão presencial (3 horas): Ferramentas baseadas na Web (conceito e potencialidades) Ferramentas para cooperar: Flipgrid; Genially Sessão síncrona (3 horas): Ferramentas baseadas na Web (conceito e potencialidades): Ferramentas para colaborar: Google Slides. Sessão síncrona (3 horas): Ferramentas baseadas na Web (conceito e potencialidades): Ferramentas para avaliar: Plickers Módulo 3 - Planificação de aula(s) com recurso à metodologia da Sala de Aula Invertida; Partilha e reflexão (10 horas) Sessão síncrona (4 horas): Planificação de uma sequência de aprendizagem que tenha por base o modelo de Sala de Aula Invertida. Este trabalho será dinamizado em pequenos grupos. Sessão síncrona (3 horas): Ferramentas nas didáticas específicas de cada grupo de docentes. Sessão presencial (3 horas): Apresentação dos trabalhos implementados pelos formandos, em contexto de sala de aula; Partilha de experiências.
Avaliação
Avaliação contínua tendo em conta os seguintes parâmetros: Participação e empenho nas tarefas propostas 40% Realização das tarefas propostas no decurso das sessões presenciais = 10% Participação na avaliação de pares = 10% Apresentação da sequência de aprendizagem = 20% Produção de um trabalho e/ou reflexão crítica - 60% Qualidade da planificação elaborada = 20% Implementação da sequência de aprendizagem construída = 25% Qualidade do relatório de reflexão crítica = 15% A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.
Bibliografia
Carvalho, A. A. A (2018). Formação docente na era da mobilidade: metodologias e aplicativos para envolver os alunos rentabilizando os seus dispositivos móveis. Tempos e espaços em Educação, 11(01), pp. 25-36. Retirado de https://seer.ufs.br/index.php/revtee/article/view/10047Decreto-Lei n.º 55/2018 de 6 de julho da Presidência do Conselho de Ministros. Diário da República: Série I, n.º 129 (2018). Retirado de: https://dre.pt/home/-/dre/115652962/details/maximized.Martins, G. O., Gomes, C. A. S., Brocado, J. M. L., Pedroso, J. V., Carrillo, J. L. A., Silva, L. M. U., Encarnação, M. M. G. A., Horta, M. J. V., Calçada, M. T. C. S., Nery, R. F. V, & Rodrigues, S. M. C. V. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação e Ciência. Retirado de https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfOCDE (2018). The future of education and skills - Education 2030. Disponível em https://www.oecd.org/education/2030/E2030%20Position%20Paper%20(05.04.2018).pdf Acedido a 12/01/2021.UNESCO (2018). Skills for a connected world report of the UNESCO Mobile learning week 2018. Paris: United Nations Education, Scientific and Cultural Organization. Retirado de http://unesdoc.unesco.org/images/0026/002658/265893E.pdf.
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 23-04-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 07-05-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 14-05-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 21-05-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 28-05-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
7 | 04-06-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
8 | 18-06-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Presencial |
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Ref. C0982A-24_25 Inscrições abertas até 13-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122674/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 23-04-2025
Fim: 02-07-2025
Regime: b-learning
Local: ES Augusto Gomes, Moodle e Google Meet
Formador
Maria Teresa Diogo
Laura Maria Gouveia da Rocha
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto Lei 55/2018, refere-se à Avaliação Formativa como : A avaliação formativa, enquanto principal modalidade de avaliação, integra o processo de ensino e de aprendizagem fundamentando o seu desenvolvimento, considerando os tempos de mudança, nos processo de ensino aprendizagem e nas novas metodologias de trabalho que foram introduzidas pelos condicionalismos dos tempos de pandemia que vivemos, importa pensar como desenvolver e aplicar a Avaliação Formativa num contexto de Ensino à distância para que esta seja a ferramenta que apoia os professores a concretizarem o seu maior objetivo: o sucesso educativo dos seus alunos.
Objetivos
- Planificar numa perspetiva de Ensino à Distância; - Identificar Técnicas de Avaliação Formativa; -Projetar uma avaliação formativa, em contexto digital ,que seja coerente com as aprendizagens realizadas; - Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de aprendizagem e avaliação pedagógica em contexto de ensino à distância; - Elaborar recursos educativos de suporte ao trabalho autónomo; - Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito ensino à distância.
Conteúdos
1. Enquadramento dos documentos de referência relativamente à Avaliação Formativa e ao Ensino à Distância - 3 horas; 2. Avaliação Formativa: Natureza e Técnicas 4 horas; 3. Ensino à Distância: Caraterização e potencialidades 4 horas; 4. Desenvolvimento do processo ensino aprendizagem em contextos educativos digitais com enfase na Avaliação Formativa 5 horas; 5. Avaliar, em ambiente digital, com suporte de técnicas de avaliação formativa diversificadas e coerentes com as aprendizagens realizadas 5 horas 6.Apresentação, discussão e avaliação dos projetos e materiais desenvolvidos no âmbito da oficina 4 horas.
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Lei n.º 54/2018, de 6 de julho Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho Portaria n.º 359/2019, de outubro de 2019 https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/roteiro_avaliacao_ensino_a_distancia.pdfFernandes, D. (2004). Avaliação das aprendizagens: Uma agenda, muitos desafios. Cacém: Texto Editores. http://repositorio.ul.pt/handle/10451/5509https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htm
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 23-04-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 07-05-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 14-05-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 21-05-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 04-06-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
7 | 18-06-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
8 | 02-07-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
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Ref. C1023A-24_25 Inscrições abertas até 20-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122805/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 28-04-2025
Fim: 30-06-2025
Regime: b-learning
Local: ES Augusto Gomes, Moodle e Google Meet
Formador
Susana Maria Almeida Silva Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Internet dá-nos a possibilidade de criar, publicar, distribuir e consumir conteúdos, concedendo-nos, assim, um espaço aberto à participação, e de livre expressão pessoal. Todos podemos participar no ciberespaço, de formas muito diversas, desde o contacto permanente até à partilha de conteúdos e à exploração da nossa capacidade de nos exprimirmos. Este espaço online, dá-nos novas oportunidades, permitindo-nos, por exemplo, juntarmo-nos a outros e aderir a causas com as quais nos identificamos e para as quais queremos dar o nosso contributo. Por outro lado, também podemos ser vítimas, enquanto alvos de abusos e violações dos Direitos Humanos, entre os quais o discurso de ódio, sob diferentes formas, incluindo o Ciberbullying. Por isso, torna-se fundamental capacitar crianças e jovens a tornarem-se agentes de mudança em defesa destes direitos.
Objetivos
- refletir acerca da integração curricular e transversalidade das temáticas relacionadas com a utilização das tecnologias digitais; - debater estratégias de sensibilização, junto dos alunos, no que se refere à importância da Cidadania Digital; - capacitar crianças e jovens a tornarem-se agentes de mudança, ajudando-os a compreender melhor o fenómeno do discurso de ódio online; - disponibilizar ferramentas e promover o uso de estratégias adequadas à prevenção do discurso de ódio online. - criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas; - conceber planos de intervenção que incluam as temáticas relacionadas com o discurso de ódio online, em contexto educativo; - articular as temáticas abordadas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.º Ciclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Cidadania Digital, assim como com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.
Conteúdos
Módulo 1: O discurso de ódio (4 horas 3 horas presenciais + 1 hora assíncrona) conceito de discurso de ódio formas de expressão que propagam, incitam e promovem o ódio e a intolerância: análise e discussão Módulo 2: O Movimento Contra o Discurso de ódio (4 horas 2 horas síncronas + 2 horas assíncrona) estratégias de sensibilização junto dos alunos Ferramentas de prevenção do discurso de ódio online Módulo 3: O projeto SELMA (6 horas 3 horas presenciais + 3 horas síncronas) Objetivos do projeto Conceção de planos de intervenção em contexto educativo Módulo 4: Desenvolvimento de projetos de prevenção e combate ao discurso de ódio online nos seus diversos formatos, incluindo o Cyberbullying na escola (6 horas 3 horas síncronas + 3 horas assíncronas) iniciativas do Centro de Sensibilização SeguraNet iniciativas do Centro Internet Segura Articulação curricular e transversalidade das temáticas Módulo 5: Avaliação e reflexão final (5 horas 3 horas presenciais + 2 horas assíncronas) Apresentação, partilha e reflexão sobre os resultados obtidos nas escolas, após implementação dos planos de intervenção desenvolvidos.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. Disponível em: https://apav.pt/apav_v3/index.php/pt/Movimento Contra o Discurso de Ódio. Disponível em: http://www.odionao.com.ptNo Hate Speech Youth Campaign. Disponível em: https://www.coe.int/en/web/no-hate-campaignSeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptSelma Hacking Hate. Disponível em: https://hackinghate.eu
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 28-04-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 05-05-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 08-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 19-05-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 26-05-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 02-06-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 09-06-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 16-06-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
9 | 30-06-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
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Ref. C1002A-24_25 Inscrições abertas até 20-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122864/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 28-04-2025
Fim: 26-05-2025
Regime: b-learning
Local: ES Augusto Gomes, Moodle e Google Meet
Formador
Laura Maria Gouveia da Rocha
Maria Teresa Diogo
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto Lei 55/2018, refere-se à Avaliação Formativa como : A avaliação formativa, enquanto principal modalidade de avaliação, integra o processo de ensino e de aprendizagem fundamentando o seu desenvolvimento, considerando os tempos de mudança, nos processo de ensino aprendizagem e nas novas metodologias de trabalho que foram introduzidas pelos condicionalismos dos tempos de pandemia que vivemos, importa pensar como desenvolver e aplicar a Avaliação Formativa num contexto de Ensino à distância para que esta seja a ferramenta que apoia os professores a concretizarem o seu maior objetivo: o sucesso educativo dos seus alunos. Num processo de ensino aprendizagem em mudança, não só institucional, mas acima de tudo atitudinal, condicionado por uma sociedade em evolução e onde as novas tecnologias de trabalho nos entram pela sala dentro é importante desenvolver instrumentos de Avaliação Pedagógica que reflitam essas mudanças e motivem os nossos jovens a construir as suas aprendizagens. O Portefólio Digital constitui-se como um instrumento de avaliação que pode e deve ser usado nos diversos contextos de ensino, presencial ou à distância, com o objetivo de apoiar os professores a concretizarem o seu maior objetivo: o sucesso educativo dos seus alunos
Objetivos
- Reconhecer o Portefólio Digital como um instrumento de avaliação pedagógica; - Identificar as etapas estratégicas da sua elaboração; - Avaliar as aprendizagens nele evidenciadas; - Desenhar um processo de monitorização e feedback; - Elaborar Critérios de Avaliação; - Identificar o contributo do Portefólio Digital na auto e heteroavaliação dos alunos.
Conteúdos
1. Definição de Portefólio Digital - 2 horas; 2. Organização de um Portefólio Digital 3 horas; 3. Processo de monitorização e feedback 3 horas; 4. Como avaliar um Portefólio Digital 3 horas; 5. Contributos do Portefólio para auto e heteroavaliação 2 horas 6. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos e materiais desenvolvidos no âmbito da oficina 2 horas.
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/roteiro_avaliacao_ensino_a_distancia.pdfhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Secundario/Documentos/Avaliacao/portefolios.pdfFernandes, D. (2005). Avaliação das Aprendizagens: Desafios às Teorias, Práticas e Políticas. Texto Editores
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 28-04-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 05-05-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 12-05-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 19-05-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 26-05-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME

Formador
Maria José Brites
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Não sendo novo, o fenómeno da desinformação adquiriu na última década uma maior exponenciação e também capacidade de disseminação na sociedade. Sendo um fenómeno de consequências tão graves e tão difícil de identificar, gerir e solucionar é fundamental ser pensado no contexto escolar, para que a comunidade escolar, incluindo alunos, possa ser mais bem preparada. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de planos de intervenção, cujo objetivo é criar alertas e propostas de solução para que a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, reflitam sobre a integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Objetivos
Identificar os sinais de alarme relativamente à desinformação e apresentar, debater e refletir sobre os contextos e as possíveis soluções, assim como sobre o papel da escola. Refletir sobre o impacto da promoção do bom uso da informação, considerando a importância de a verificar antes de considerar ou de partilhar. Conhecer os diversos programas nacionais e europeus que trabalham estas questões. Capacitar para a utilização de diferentes abordagens de preparação para lidar com a desinformação (prebunking) e de reagir à desinformação (debunking).
Conteúdos
Módulo 1 | Introdução (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 1. Desinformação no contexto da história: marcos essenciais 2. Desinformação, má-informação, conteúdo-errado, fake news e desordens informativas: uma trajetória de conceitos e perspetivas 3. Uma tipologia das inverdades online 4. Uma sociedade VUCA 5. Porque a desinformação resulta tão bem? Módulo 2 | Contextos de ação (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 1. Soluções (possíveis) para um problema (viral) 2. Educação para os media: Uma solução entre várias 2.1. Papel da escola 2.2. Papel do cidadão Módulo 3 | Ferramentas (6 horas 3 horas síncronas + 3 horas assíncronas) 1. Verificação de factos 1.1. Vamos fazer de jornalistas 1.2. Fact Checkers 1.3. Usar ferramentas de jornalistas em sala de aula Módulo 4 | Metodologias ativas (6 horas - 3 síncronas + 3 horas assíncronas) 4.1. Análise de planos de aula/ propostas de atividades 4.2. Metodologias sugeridas de atuação 4.3. Como envolver os alunos 4.4. Espaços seguros para diálogo (safe spaces) Módulo 5 |Avaliação e Reflexão (3 horas 3 horas síncronas) 1. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos.
Metodologias
O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning (15h síncronas e 10h assíncronas). As plataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Zoom) para dinamizar as sessões, planificar atividades, tendo em vista a sua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo. Utilizar os conteúdos explorados nas sessões, refletir sobre a importância da integração curricular e da transversalidade do fenómeno da desinformação envolvendo neste processo toda a comunidade educativa. Atividades teóricas: - Ensino dirigido e semi-dirigido (discussão de conceitos, resultados de investigação e experiências de terreno); - Atividades dirigidas de leitura e de reflexão; - Discussão. Atividades práticas: - Aprendizagem experiencial (preparação de propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos para posterior aplicação em contexto letivo); - Aprendizagem cooperativa (contacto entre grupos, acompanhamento por parte do formador e apresentação, pelos formandos, do trabalho desenvolvido).
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final por cada um dos formandos.
Bibliografia
Brites, M. J., Amaral, I., & Catarino, F. (2018). A era das fake news: o digital storytelling como promotor do pensamento crítico. Journal of Digital Media & Interaction, 1(1), 85-98. http://revistas.ua.pt/index.php/jdmi/article/view/11142Brites, M. J., Amaral, I. & Silva, M. T. (Eds.), Literacias cívicas e críticas: refletir e praticar. CECS. http://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/issue/view/258Douven, I., & Hegselmann, R. (2021). Mis- and disinformation in a bounded confidence model. Artificial Intelligence, 291. https://doi.org/10.1016/j.artint.2020.103415EuropeanCommission. (2018). Eurobarómetro 464: Fake news and disinformation online. https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/2d79b85a-4cea-11e8-be1d-01aa75ed71a1/language-enEuropeanCommission. (2018). A multi-dimensional approach to disinformation: Report of the independent High level Group on fake news and online disinformation. https://ec.europa.eu/digital-single-market/en/news/final-report-high-level-expert-group-fake-news-and-online-disinformation
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
2 | 03-05-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
3 | 14-05-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
4 | 17-05-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
5 | 31-05-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
6 | 07-06-2025 (Sábado) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Online síncrona |

Ref. C1124A-24_25 Inscrições abertas até 20-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133387/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 30-04-2025
Fim: 28-05-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Augusto Gomes
Formador
Filomena Morais
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Este curso de Inglês Nível A2 (de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas - QECR) tem como finalidade desenvolver a competência comunicativa dos formandos, permitindo-lhes comunicar em contexto de sala de aula com alunos de línguas maternas diferentes da Língua Portuguesa, desenvolver conversas simples e compreender expressões de uso diário facilitando, por exemplo, potenciando a participação em projetos Erasmus.
Objetivos
- Aprender a apresentar-se, cumprimentar e despedir-se de forma adequada. - Descrever pessoas próximas (família e amigos) usando vocabulário básico. - Falar sobre as rotinas diárias e descrever atividades comuns. - Descrever locais (casa, cidade) e dar direções. - Desenvolver habilidades para interagir em situações de compra e pedir informações. - Falar sobre atividades de lazer e passatempos.
Conteúdos
1. Apresentações e Cumprimentos (4 horas) - Verbos "to be" e "to have" (ser/estar e ter) - Pronomes pessoais e possessivos - Estruturas de frases afirmativas, negativas e interrogativas simples - Diálogo prático: apresentar-se e perguntar nome, nacionalidade, idade - Exercício: Role-play de apresentação entre colegas. 2. Falar Sobre a Família e Amigos (4 horas) - Vocabulário: membros da família, adjetivos para descrever pessoas (alturas, cores de cabelo, personalidades) - Verbos no presente simples - Posse: "have got" vs "has got" - Exercício: Descrever verbalmente um membro da família ou amigo. 3. Rotinas Diárias e Hábitos (4 horas) - Vocabulário: atividades do quotidiano (ex.: levantar-se, trabalhar, cozinhar, praticar desporto) - Presente simples para ações habituais - Advérbios de frequência (always, usually, sometimes, never) - Exercício: Criar uma tabela de rotinas diárias e descrever oralmente um dia típico. 4. Descrever Lugares e Dar Direções (4 horas) - Vocabulário: lugares da cidade, mobília da casa - Preposições de lugar (in, on, under, next to) - Frases de orientação (turn left, go straight, on the corner) - Exercício: Criar um mapa simples e praticar dar direções em pares. 5. Fazer Compras e Pedir Informações (4 horas) - Vocabulário: roupas, alimentos, números e preços - Frases úteis para fazer compras (How much is it? I would like to buy ) - Pedir e dar informações em lojas, restaurantes ou cafés - Exercício: Role-play de compras num supermercado ou loja de roupa. 6. Tempo Livre e Passatempos (5 horas) - Vocabulário: hobbies (reading, sports, watching movies, cooking) - Conjunções básicas (and, but, because) para unir ideias - Exercício: Falar sobre os passatempos preferidos, utilizando o vocabulário estudado.
Metodologias
- Aulas Práticas e Interativas: Os alunos serão incentivados a participar ativamente em simulações, role-plays e discussões em pequenos grupos. - Atividades Orais: Durante as aulas, haverá foco na prática oral para garantir que os alunos desenvolvam confiança na comunicação. - Recursos Didáticos: Fichas de atividades, vídeos curtos e gravações de áudio para a prática de compreensão auditiva.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Bailey, K. M. (2005). Practical English language teaching: Speaking. McGraw-Hill ESL/ELT.Celce-Murcia, M., Brinton, D. M., & Snow, M. A. (2014). Teaching English as a second orforeign language (4ª ed.). National Geographic Learning/Cengage Learning.Davies, P., & Pearse, E. (2000). Success in English teaching. Oxford University Press.Richards, J. C. (2008). Teaching listening and speaking: From theory to practice. CambridgeUniversity Press.
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 20:30 | 4:00 | Presencial |
2 | 07-05-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 09-05-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 14-05-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 16-05-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
6 | 21-05-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 23-05-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 28-05-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 02-05-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 14-05-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
3 | 23-05-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 26-05-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 02-06-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 09-06-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 16-06-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
8 | 30-06-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
9 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |

Ref. C1065A-24_25 Inscrições abertas até 27-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127113/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 03-05-2025
Fim: 07-06-2025
Regime: Presencial
Local: Sala de Formação das Oficinas da CMM
Formador
Noémia Coleta
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O motivo que determina a ação de formação é a existência de um número significativo de alunos com esta problemática e a carência de instrumentos (material estruturado e não estruturado) por parte dos profissionais de educação para intervir com estes alunos, assim como, a necessidade de capacitar/sensibilizar os agentes da comunidade educativa para a PEA. O plano de atividades, do Programa Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar de Carrazeda de Ansiães, pretende assim abrir portas a novas metodologias de intervenção, fomentando novas práticas, adequadas a esta nova realidade escolar.
Objetivos
Responder às necessidades atuais dos Agrupamentos, face à temática em curso, e aos desafios que se colocam com as novas políticas educativas; Contribuir para o aperfeiçoamento do desempenho profissional do pessoal docente permitindo o aprofundamento de conhecimentos e competências no que concerne à Perturbação do Espectro Do Autismo (PEA); Promover o sucesso educativo e a qualidade das experiências de ensino e das aprendizagens em alunos com PEA; Partilhar experiências, ideias e materiais, potenciadores do desenvolvimento de uma prática de inovação educacional; Estimular processos de mudança na comunidade educativa, suscetíveis de gerar dinâmicas formativas; Valorizar a Escola enquanto local de trabalho e de formação/investigação.
Conteúdos
(4h): - Apresentação; - Enquadramento histórico da PEA; - Enquadramento científico da PEA; - Manifestações clinicas da PEA na infância, adolescência e vida adulta; - Diagnóstico de PEA; (4h): - O que é o autismo; - Quais os sinais de alerta; - A importância da Intervenção Precoce; (4h) - As rotinas no autismo; - O ensino estruturado; - O autismo e o Dec. Lei nº 54/2018; (4h) - Entender o conceito da inclusão o que é incluir? ; - A inclusão no Dec. Lei nº 54/2018; (4h) - Visualizar situações de inclusão e exclusão; - Quais as vantagens da inclusão; - Estratégias a utilizar em salas de aula inclusivas; (4h) - Métodos e estratégias de Intervenção na PEA; - Construção de materiais psicoeducativos de intervenção na PEA; (1H) - Avaliação;
Metodologias
Exposição histórica/científica do PEA; Abordagem teórico-prática e demonstrativa; Discussão e análise de materiais de intervenção da prática pessoal/profissional; Trabalho individual e em grupo com construção de materiais de intervenção com crianças com PEA;
Avaliação
A Avaliação dos formandos obedece aos seguintes critérios: - Participação (40%); - Produção de trabalhos/materiais (60%). A Avaliação dos Formandos é uma avaliação individual que contempla uma Classificação Quantitativa na Escala de 1 a 10, conforme o previsto no ECD, devendo constar do respectivo Certificado, de acordo com a seguinte escala: Excelente de 9 a 10 valores; Muito Bom de 8 a 8,9 valores; Bom de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores
Bibliografia
Bandeira de Lima, C. (2012). Perturbações do Espectro do Autismo Manual prático de intervenção. Lisboa: Lidel.Correia, M. (2014). Autismo e atraso de desenvolvimento um estudo de caso. Lordelo: Fundação A Lord.Hewitt, S. (2006). Compreender o autismo estratégias para alunos com autismo nas escolas regulares. Porto: Porto editora.Mineau, S., Duquette, A., Elkouby, K., Jacques, C., Ménard, A., Nérette, P-A., Pelletier, S., & Thermidor, G. (2013). L'enfant autiste Stratégies d'intervention psychoéducatives. Montréal: Editions du CHU Sainte-Justine.Decreto-Lei nº 54/2018
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-05-2025 (Sábado) | 15:00 - 20:00 | 5:00 | Presencial |
2 | 24-05-2025 (Sábado) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
3 | 31-05-2025 (Sábado) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
4 | 07-06-2025 (Sábado) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
5 | 14-06-2025 (Sábado) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
6 | 21-06-2025 (Sábado) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME

Ref. C927C-24_25 Inscrições abertas até 27-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-119205/23
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 15.0 horas
Início: 06-05-2025
Fim: 17-06-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Augusto Gomes
Formador
Franklim Alberto Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Atualmente, a atividade docente está profundamente marcada pelas TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação), havendo cada vez mais a necessidade de compreender os processos de transformação dos dados em bruto em conhecimento utilizável, tanto nos processos pedagógicos e didáticos, como nos que dizem respeito a tarefas de organização do trabalho na escola. O manuseamento de dados faz parte do nosso quotidiano, aparecendo diariamente nos meios de comunicação social em atividades da mais variada natureza, no desporto, na política, na educação, etc., elaborando-se notícias, tomando-se decisões e fazendo-se previsões utilizando processos ou técnicas estatísticas que recorrem à folha de cálculo. É de importância capital a utilização de ferramentas computacionais no tratamento de dados, de ajuda à atividade docente, quer seja na capacidade de resposta às necessidades dos nossos alunos no seu desenvolvimento sócio educativo, ou nas atividades de coordenação e gestão fora da sala de aula, inerentes aos cargos desempenhados pelos docentes. Este curso pretende produzir respostas pedagógicas cada vez mais ajustadas às características, necessidades e interesses dos docentes e das competências que terão de desenvolver nos alunos e que estão previstas no seu perfil à saída da escolaridade obrigatória.
Objetivos
. Promover a utilização de recursos computacionais para melhorar a qualidade de ensino; . Adquirir e/ou ampliar o leque de conhecimentos ferramenta informática Folha de Cálculo; . Adquirir e/ou ampliar o leque de conhecimentos estatísticos; . Melhorar a competência profissional nos vários domínios da sua atividade; . Aplicar os materiais produzidos na disciplina, área disciplinar lecionada ou direção/coordenação de atividades docentes. . Sensibilizar para as vantagens da utilização da folha de cálculo Excel, de modo a que os agentes educativos promovam respostas pedagógicas cada vez mais ajustadas; . Facultar a percepção do significado, vantagens e desvantagens associados aos conceitos estatísticos usados com mais frequência; . Permitir a tomada de conhecimento das diversas formas de organização e apresentação de informação (dados) fornecidas pelo Excel; . Refletir sobre a necessidade do levantamento e tratamento estatístico de dados no campo educativo; . Produzir relatórios estatísticos.
Conteúdos
Introdução e Manipulação de Dados: Contacto com o conceito Folha de Cálculo; Apresentação e configuração da interface da folha de cálculo; Estrutura da folha de cálculo - livro, folha e célula; Conceito de endereço; Manipulação de ficheiros; Conceito de tipos de conteúdos das células; Manipulação simples de dados e células; Manipulação de folhas; Formatação do nome das folhas e da cor; Esconder e mostrar linhas e colunas; Esconder e mostrar folhas; Navegação entre folhas e livros; Atalhos. Formatação; Fórmulas e Funções: Tipo de conteúdo da célula; Alinhamento do texto; Tipos de letra e estilos; Limites; Preenchimento; Proteção; Formatações automáticas; Manipulação de linhas e colunas; Cópia de formatações; Conceito de fórmula; Construção de fórmulas; Conceito de função; Funções embebidas da folha de cálculo; Conceito de referência; Utilização de referências; Endereços relativos, mistos e absolutos; Fórmulas com células entre folhas. Gráficos: Criação de gráficos na folha dos dados ou numa nova folha; Tipos de gráficos; Formatação de gráficos; Apresentação de gráficos; Impressão: Configuração da área de impressão; Configuração da impressão; Pré-Visualização; Cabeçalho e Rodapé; Impressão. Avaliação da ação/Preenchimento da documentação.
Metodologias
1º Momento: Este curso de formação pretende desenvolver e aprofundar o ensino e a aprendizagem da aplicação da folha de cálculo. Assim, serão abordados, através da pesquisa, realização de trabalhos práticos e reflexões individuais e de grupo, em sala de formação, os conceitos e termos estatísticos, a recolha, organização, interpretação e apresentação de dados. 2.º Momento: Partindo do aprofundamento das temáticas abordadas, os formandos aplicarão, no seu quotidiano de sala de aula e/ou de escola, os procedimentos/ materiais construídos em sala de formação, com vista a assegurar a funcionalidade (utilidade) dos produtos obtidos na oficina para as práticas no terreno. 3.º Momento: Far-se-á uma reflexão sobre o desenrolar da aplicabilidade prática em sala de aula com os alunos e nas tarefas de direcção/coordenação na Escola e, procurar-se-á introduzir as alterações tidas por convenientes consolidando e melhorando assim as práticas da actividade docente.
Avaliação
A avaliação será expressa nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º, do Despacho n.º 4595/2015, e terá em consideração:Qualidade da participação dos formandos nas sessões de trabalho; qualidade dos trabalhos práticos realizados ao longo das sessões; reflexão crítica individual final
Bibliografia
Coelho, José - Folha de calculo: utilizando Microsoft Excel. Lisboa: Universidade Aberta, 2010, 50 p.http://hdl.handle.net/10400.2/1797
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 06-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 13-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 20-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 27-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 17-06-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
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Ref. C1049C-24_25 Inscrições abertas até 27-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125374/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 07-05-2025
Fim: 09-07-2025
Regime: e-learning
Local: Moodle e Google Meet
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE_Matosinhos - Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.
Objetivos
Conhecer alguns dos conceitos sobre IA; Identificar diferentes tipos de IA; Conhecer diferentes aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; Identificar os grandes inconvenientes da IA; Desenvolver propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Conteúdos
Módulo 1 | Introdução à IA (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 1.1 Definição e história da IA 1.2 Conceitos sobre IA 1.3 Exploração dos diferentes tipos de IA Módulo 2 | Aplicações Generativas suportadas por IA (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 2.1 O que são aplicações generativas suportadas por IA? 2.2 Exemplos de aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras). 2.3 Exploração de ferramentas IA generativas em contexto educativo. Módulo 3 | IA e a Ética (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 3.1 Introdução à Ética da IA: Exploração dos princípios éticos e morais envolvidos no desenvolvimento, implementação e uso da IA. 3.2 Quais os grandes inconvenientes da IA? 3.3 Recomendações para o seu uso em contexto educativo. Módulo 4 | Projeto Educativo envolvendo IA generativa (5 horas - 3 síncronas + 2 horas assíncronas) 4.1 Definição de objetivos do projeto educativo de IA generativa e escolha do domínio criativo. 4.2 Experimentação e iteração com a(s) ferramenta(s). 4.3 Reflexão ética e social. Módulo 5 |Avaliação e Reflexão (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 5.1. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos.
Metodologias
O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning com 15h síncronas e 10h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Google Meet) para dinamizar as sessões/planificar atividades, tendo em vista a sua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões, refletindo sobre a importância da integração curricular e da transversalidade destas temáticas. Atividades teóricas: ensino dirigido/semi-dirigido (discussão de conceitos, resultados de investigação e experiências de terreno); atividades dirigidas de leitura/reflexão; discussão. Atividades práticas: aprendizagem experiencial (no terreno, o que é abordado na ação, reflexão permanente ao longo do processo); aprendizagem cooperativa (contacto entre grupos, acompanhamento por parte do formador e apresentação, pelos formandos, do trabalho desenvolvido).
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final de cada um dos formandos.
Bibliografia
Supporting global cooperation on artificial intelligence, United Nations: https://www.un.org/techenvoy/content/artificial-intelligenceArtificial Intelligence and Education, A critical view through the lens of human rights, democracy and the rule of law, Council of Europe: https://rm.coe.int/prems-092922-gbr-2517-ai-and-education-txt-16x24-web/1680a956e3Orientações Éticas para Educadores sobre a utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem, Comissão Europeia: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/d81a0d54-5348-11ed-92ed-01aa75ed71a1/language-enArtificial Intelligence and the future of education, European Commission: https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_6338Beijing Consensus on Artificial Intelligence and Education, UNESCO: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368303
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-05-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 14-05-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 21-05-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 29-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 04-06-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 11-06-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 25-06-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
8 | 02-07-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
9 | 10-07-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
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Ref. C1068A-24_25 Inscrições abertas até 29-04-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127221/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 08-05-2025
Fim: 10-07-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Augusto Gomes
Formador
António Fernando Amaral Penas Nabais dos Santos
Destinatários
Professores do Grupo 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Devido a constrangimentos de vária ordem, os professores raramente têm tempo suficiente para se juntarem e pensarem sobre questões científicas e didácticas, expondo dúvidas e incertezas ou partilhando conhecimentos e experiências. A formação contínua pode e deve servir para suprir todas essas insuficiências. O domínio da Educação Literária na disciplina de Português do Ensino Secundário constitui-se, de certa maneira, como o centro das Aprendizagens Essenciais de Português do Ensino Secundário, pelo que constitui, muitas vezes, o ponto de partida para as aprendizagens dos restantes domínios.
Objetivos
- Analisar criticamente o "Sermão de Santo António aos Peixes" de Padre António Vieira, identificando seus principais recursos literários, relevância histórica e social, e impacto na cultura portuguesa. - Compreender a peça "Frei Luís de Sousa" de Almeida Garrett, aprofundando a análise dos personagens, do conflito central, da linguagem poética e do contexto histórico. - Analisar comparativamente as narrativas românticas "Viagens na Minha Terra" de Almeida Garrett, "Amor de Perdição" de Camilo Castelo Branco e "A Abóbada" de Eça de Queirós, identificando semelhanças e diferenças na abordagem de temas como o amor, a morte, Analisar a obra de Eça de Queirós, aprofundando-se em seus principais romances e características literárias, inserindo-o no contexto do Realismo Português. Analisar a obra poética de Antero de Quental e Cesário Verde, aprofundando-se em seus principais temas, estilos literários e inserindo-os no contexto da Geração de 70.
Conteúdos
1. Sermão de Santo António aos Peixes (5 horas) 2. Frei Luís de Sousa (5 horas) 3. Narrativas do Romantismo (Viagens na Minha Terra, Amor de Perdição e A Abóbada) (5 horas) 4. Eça de Queirós (5 horas) 5. Antero de Quental e Cesário Verde (5 horas)
Metodologias
Na primeira sessão de cada unidade (2,5h), começará por haver uma exposição sobre os principais aspectos científicos e didácticos. Seguidamente, haverá lugar ao esclarecimento de dúvidas e consequente debate em grande grupo que servirá para propor e discutir ideias que conduzirão à criação de materiais didácticos. A segunda sessão de cada uma das unidades será de carácter prático. Os formandos trabalharão em pequenos grupos e criarão materiais didácticos de que todos poderão vir a beneficiar num futuro próximo.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
BAPTISTA, Abel Barros. 1988. Camilo e a Revolução Camiliana. Lisboa: QuetzalBERNARDES, José Augusto Cardoso. 2005. A Literatura no Ensino Secundário: Outros Caminhos. Porto: Areal Editores.BERNARDES, José Augusto Cardoso e Rui Afonso MATEUS. 2013. Literatura e Ensino do Português. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.BUESCU, Helena Carvalhão. 1990. Incidência do Olhar: Percepção. Caminho.CEIA, Carlos. 2002. O que é ser Professor de Literatura. Lisboa: Colibri.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-05-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 12-05-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
3 | 19-05-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
4 | 26-05-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
5 | 02-06-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
6 | 09-06-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
7 | 16-06-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
8 | 26-06-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
9 | 30-06-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
10 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
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Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122771/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 08-05-2025
Fim: 10-07-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Augusto Gomes
Formador
Franklim Alberto Silva
Destinatários
Educadores de InfânciaEducadores de Infância;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de InfânciaEducadores de Infância;.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos Educadores de Infância (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. 1. Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. 2. Discussão, renovação e inovação na prática profissional. 3. Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, docentes e alunos/crianças digitalmente competentes. 4. Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. 5. Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. 6. Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. 7. Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. 8. Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 15-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 22-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 29-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 12-06-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
6 | 26-06-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
7 | 03-07-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
8 | 10-07-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
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Ref. C952A-24_25 Inscrições abertas até 04-05-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122688/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 24.0 horas (12.0 horas presenciais + 12.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 08-05-2025
Fim: 05-06-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Augusto Gomes
Formador
Daniela Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei nº 55/2018 visa institucionalizar e ampliar o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular às demais escolas, a partir do ano letivo 2018/2019. O trabalho subjacente a esta ação tem a intenção de mobilizar e suscitar reflexões sobre a relevância da implementação do PAFC de maneira articulada à sua operacionalização por meio de metodologias ativas de ensino, aprendizagem e avaliação. É de sublinhar que para que haja o desenvolvimento das competências estabelecidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, de maneira que sejam realizadas aprendizagens significativas, devemos repensar o estatuto dos alunos e dos professores no âmbito dos projetos de educação escolar, bem como o estatuto do património de informações, instrumentos, procedimentos e atitudes que constitui a referência do trabalho a promover numa sala de aula (Cosme, 2018, p. 8). É neste sentido que esta ação é pertinente, uma vez que visa refletir sobre a conceção de ensino, aprendizagem e avaliação subjacente ao PAFC. De certo que os obstáculos não se eternizam, debateremos desafios e possibilidades que emergem com a proposta. É de discutir, portanto, a pluralidade de maneiras de organização do trabalho pedagógico. Neste sentido, apresentaremos, com base no documento o Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, propostas de ação pedagógica - metodologias ativas de ensino, aprendizagem e avaliação.
Objetivos
O1) Aprofundar o conhecimento dos docentes acerca da estrutura escolar e dos paradigmas pedagógicos. O2) Compreensão das concepções de Ensino, Aprendizagem e Avaliação subjacentes ao Decreto-Lei 54/2018 e ao Decreto-Lei 55/2018. O3) Apresentação de algumas possibilidades de Metodologias ativas para a operacionalização do Decreto-Lei 54/2018 e do Decreto-Lei 55/2018. O4) Planificação das aulas em contexto de colaboração e cooperação. O5) Sensibilização dos docentes para aplicarem a planificação construída no grupo de trabalho do curso com seus alunos, para posterior partilha com o grupo.
Conteúdos
I Situando a aprendizagem (Sinopse: Uma reflexão sobre a aprendizagem e como esta deve nortear as metodologias de ensino e avaliação) a. Inquietações e perspectivas b. Por que se aprende? Como se aprende? Por que se ensina? c. O aluno como construtor do conhecimento II Decreto-Lei 54/2018 e Decreto-Lei 55/2018 (Sinopse: Compreensão das concepções de Ensino, Aprendizagem e Avaliação subjacentes ao Decreto-Lei 54/2018 e Decreto-Lei 55/2018.) III Metodologias ativas: A operacionalização do Decreto-Lei 54/2018 e do Decreto-Lei 55/2018 (Sinopse: Apresentação de algumas possibilidades de Metodologias ativas para a operacionalização dos Decreto-Lei 54/2018 e do Decreto-Lei 55/2018.) IV Planejando a ação (Sinopse: Planificação da ação a partir das reflexões realizadas) V Trabalho autónomo (Sinopse: Realização da planificação individual da actividade, adequando às necessidades da sua turma, bem como adaptação do problema, se necessário. Aplicação da actividade aos seus alunos). VI - Apresentação, reflexão e análise sobre o trabalho autónomo desenvolvido. É importante salientarmos que o período de implementação da tarefa em sala de aula, construída e planejada em conjunto no decorrer do curso, conforme o planejamento acima menciona, será definido em conjunto com os professores de maneira que não haja perturbações no decurso normal das actividades letivas.
Metodologias
Esta ação permitirá uma articulação entre momentos práticos e momentos teórico-práticos. O planeamento dos conteúdos da ação, conforme mencionado anteriormente, totalizam 12 horas de formação de carácter teórico-prático em modalidade de presencial, incluindo momentos de trabalho autónomo. Nas sessões de trabalho autónomo, os formandos aplicarão os conhecimentos construídos nas sessões presenciais, espaço em que também partilharão as experiências da aplicação com os seus alunos em sala de aula
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
CAI, J.; LESTER, F. Por que o ensino com resolução de problemas é importante para a aprendizagem do aluno? Boletim GEPEM, v. 60, p. 147-162, 2012.CORTESÃO, L. Guliver entre gigantes: Na tensão entre estrutura e agência, que significados para a educação? Educação, Sociedade & Culturas, v. 39, p. 22, 2013.COSME, A.; TRINDADE, R. Organização e gestão do trabalho pedagógico: perspetivas, questões, desafios e respostas. Porto: Mais Leituras Editora, 2013.FERNANDES, D. Avaliação das Aprendizagens: Reflectir, Agir e Transformar. In: EVENTOS, I. F. C. E. (Ed.). Livro do 3.º Congresso Internacional Sobre Avaliação na Educação. Curitiba: Futuro Eventos, 2005. p.65-78.SHULMAN, L. S. Those Who Understand: Knowledge Growth in Teaching. Educational Researcher, v. 15, n. 2, p. 4-14, 1986. Disponível em: < http://links.jstor.org/sici?sici=0013-189X%28198602%2915%3A2%3C4%3ATWUKGI%3E2.0.CO%3B2-X >.
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-05-2025 (Quinta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 15-05-2025 (Quinta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 22-05-2025 (Quinta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 05-06-2025 (Quinta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 09-05-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 16-05-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 23-05-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 30-05-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
5 | 06-06-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 13-06-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 27-06-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
8 | 04-07-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |

Ref. C1024C-24_25 Inscrições abertas até 18-05-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122703/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 28-05-2025
Fim: 23-07-2025
Regime: b-learning
Local: ES Augusto Gomes, Moodle e Google Meet
Formador
Franklim Alberto Silva
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O recurso a plataformas de suporte ao ensino não presencial, que podem servir como meio de divulgação, partilha de conteúdos pedagógicos, de interação entre os utilizadores, tem vindo a ser cada mais frequente por parte dos diferentes agentes educativos. Contudo, a sua utilização implica a recolha e o tratamento de um conjunto alargado de informação relativa aos utilizadores, devendo garantir-se a proteção desses mesmos utilizadores. Com esta ação, pretende-se que os formandos implementem junto da comunidade educativa projetos de intervenção, cujo objetivo é a sensibilização para as questões relativas à Proteção de Dados e à Cibersegurança na escola refletindo acerca da integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Objetivos
.Desenvolver práticas de referência respeitantes a proteção de dados, designadamente abstendo-se de tratar dados pessoais que não sejam essenciais para a finalidade pedagógica e adotando comportamentos responsáveis, quando se tem acesso a dados pessoais de alunos, professores e outros titulares dos dados; criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção, que abordem estas temáticas em contexto educativo; articular as temáticas propostas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.º Ciclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Segurança, Responsabilidade e Respeito em Ambientes Digitais, assim como com a ENEC, nomeadamente nos domínios Segurança, Defesa e Paz e Media. Debater estratégias de sensibilização junto dos alunos para a importância da Cidadania Digital, destacando as áreas da Cibersegurança e da Proteção de Dados.
Conteúdos
Módulo 1:Proteção de dados em contexto escolar (4horas 3 horas presenciais+1 hora assíncrona) Reflexão e análise de documentação de referência; desenvolver, em contexto educativo, práticas relativas à proteção de dados na escola Módulo 2: A Cibersegurança na Escola (3 horas 2 horas síncronas+1hora assíncrona) As plataformas digitais e as recomendações de segurança Desenvolver, em contexto educativo, práticas relativas à Cibersegurança na escola Módulo 3:Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas:(8horas - 3 horas presenciais+3horas síncronas+2 horas assíncronas) Iniciativas e campanhas do Centro de Sensibilização SeguraNet; Iniciativas e campanhas do Centro Nacional de Cibersegurança O Selo de Segurança Digital. A integração curricular e transversalidade das temáticas Módulo 4:Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados na escola (5 horas - 3horas síncronas+2horas assíncronas) Análise de projetos existentes no âmbito da Cibersegurança e de proteção de dados Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando Módulo 5: Avaliação e reflexão (5horas - 3 horas presenciais+2 assíncronas) Apresentação, partilha e reflexão sobre os resultados obtidos nas escolas, após implementação dos planos de intervenção desenvolvidos na oficina de formação.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.ptComissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.ptSeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptRede europeia de Centros Internet Segura Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/homeDireção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/home
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 28-05-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 11-06-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 19-06-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 25-06-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 02-07-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 09-07-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
7 | 16-07-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Online síncrona |
8 | 23-07-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME

Ref. PND117B-24_25 Inscrições abertas até 29-06-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1187/2024
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 15.0 horas
Início: 01-07-2025
Fim: 03-07-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Básica Prof. Óscar Lopes
Formador
Joana Cristina da Costa Fonseca
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com o Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
Em função do plano de atividades: No contexto educativo, convivem diversas pessoas com necessidades, interesses, capacidades e potencialidades específicas, nem sempre sendo fácil compreender e responder adequadamente às necessidades de cada um/a. Para promover um ambiente pacífico/de convivência cooperativa e ser uma referência relacional, é fundamental saber escutar ativamente as crianças e jovens e compreender as suas necessidades e sentimentos. É, igualmente, essencial saber expressar e partilhar as suas próprias necessidades e sentimentos. Todos os comportamentos baseiam-se em necessidades humanas, que todos procuramos preencher (M. Rosemberg). De facto, compreendendo as necessidades de cada um/a e desenvolvendo competências pessoais e interpessoais (PASEO), as relações são mais satisfatórias e profundas, permitindo consequentemente maior bem-estar, inclusão e sucesso. Para concretizar o nosso plano de atividade, necessitamos de apostar cada vez mais nas relações humanas e no desenvolvimento de competências pessoais. Em função dos destinatários: Para conseguirmos promover estas competências pessoais e interpessoais nas crianças e jovens, é essencial explorar e desenvolver as mesmas nos profissionais que integram o contexto educativo, nomeadamente nos docentes e não docentes, que são referências relacionais no contexto educativo. Neste Curso de formação, a/os assistentes operacionais e a/os coordenadore/as técnica/os terão oportunidade de desenvolver competências de comunicação, nomeadamente assertiva e não violenta, de escuta ativa, relacionais e de gestão e mediação de conflitos, num espaço relacional. Estas competências irão facilitar a gestão das relações no contexto educativo e promover maior reconhecimento, inclusão, bem-estar e sucesso de toda a comunidade educativo
Objetivos
Reconhecer os problemas de convivência no contexto educativo; Definir o conflito; Reconhecer a importância da autorregulação emocional; Descobrir o Modelo de convivência integrada; Valorizar a convivência cooperativa para a transformação e gestão positiva dos conflitos; Reconhecer a importância do desenvolvimento de competências facilitadoras do relacionamento interpessoal; Ser uma referência relacional educacional; Comunicar de forma assertiva, não violenta e na mensagem no “eu”; Reconhecer a importância de exprimir factos, sentimentos, necessidades e pedidos sem julgamento; Ter uma atitude compreensiva e empática; Escutar ativamente; Valorizar o compromisso e a colaboração como estilos de gestão de conflitos; Mediar conflitos.
Conteúdos
4 horas: Apresentação da ação de formação, dos parâmetros de avaliação, dos objetivos da ação de formação e do grupo de formação (formandos e formadora); Convivência cooperativa no contexto educativo; Problemas de convivência (conflito, indisciplina e violência); Conflito; Análise das posições, interesses e necessidades; Gestão das emoções associadas – autorregulação emocional: 3 horas 1/2: Modelo da convivência integrada; Valorização da cultura de convivência para a transformação positiva dos conflitos; Importância do desenvolvimento de competências facilitadoras do relacionamento interpessoal; Eu/Nós como referência educacional relacional. 4 horas: Comunicação assertiva, não violenta e na mensagem no “eu”; Atitude compreensiva-empática; Comunicação e expressão dos factos, sentimentos, necessidades e pedido, sem julgamento; Escuta ativa; Etapas da mesma. 3 horas 1/2: Valorização do compromisso e da colaboração com estilos de gestão de conflitos; Gestão e mediação de conflitos; Partilha das reflexões finais; Síntese; Esclarecimento de dúvida; Avaliação do curso de formação; Conclusão da formação; Abertura em relação à próximas ações
Bibliografia
Chávez, A. Forns, J. (2018). Educação Relacional – Dez chaves para uma pedagogia do reconhecimento. IPAV. - Pinto da Costa, Elisabete (2019). Mediação de Conflitos na Escola: da Teoria à Prática. Edições Universitárias Lusófonas. Rosário, Pedro (2005). Motivação e aprendizagem: uma rota de leitura. In M. Taveira (Coord.), Temas de Psicologia Escolar: Contributos de um projecto científico-pedagógico (pp. 23-60). Coimbra: Quarteto Editora. Rosemberg, M. (2021). Comunicação não violenta – O segredo para comunicar com sucesso. Alma em desenvolvimento. Torrego, Juan Carlos (2001). Mediação de Conflitos em Instituições Educativas – Manual para Formação de Mediadores. Tradução José Carlos Eufrásio. Edições ASA.
INSCREVER-ME

Ref. PND091A-24_25 Inscrições abertas até 13-07-2025 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ENT-AE-1363/20
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 15.0 horas
Início: 14-07-2025
Fim: 18-07-2025
Regime: Presencial
Local: Escola Básica de Matosinhos
Formador
Joana Cristina da Costa Fonseca
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A reforma curricular em curso veio trazer às escolas e aos seus agentes desafios acrescidos nomeadamente nos domínios da relação com os alunos, da inclusão e do relacionamento entre todos os intervenientes no processo educativo. Importa refletir sobre esses novos desafios e sobre os novos papéis que cabem a cada um perspetivando mudanças tendo em vista a promoção do sucesso educativo.
Objetivos
Relação positiva com os alunos - Construir uma relação positiva com os alunos para uma escola inclusiva. Inclusão - Conhecer o Dec-lei 54/2018, 6 julho Analisar o papel do assistente operacional na melhoria da inclusão de todas as crianças e jovens na escola. Gestão de conflitos - Distinguir situações de conflito de situações de indisciplina. Utilizar a mediação como estratégia de gestão de conflito. Utilizar estratégias de comunicação positiva e assertiva para a prevenção de situações de conflito.
Conteúdos
- Relação positiva com os alunos (5 horas) - A relação positiva com os alunos. - Comunicação e coerência para a relação pedagógica positiva. - A liderança e a autoridade com os alunos para a sua mudança positiva. - Casos práticos.Inclusão (5 horas)- Os Direitos famílias e crianças; - O assistente operacional como ator da operacionalização do Dec-lei 54/2018, 6 julho.Gestão de conflitos (5 horas) - O que é o conflito. - A mediação com estratégia de gestão de conflitos. - Estratégias de assertividade (Escuta, Mensagens Eu, Perguntas Abertas, Reconhecimento).
Bibliografia
- Cunha, M. Rego, A. Cunha, R. Cardoso, C. (2007). Manual de Comportamento Organizacional e Gestão. Damaia: Editora RH - Catalão, J.A: & Pequim, A. (2008). Ferramentas de Coaching. Editora Lidel - Convenção dos Direitos da Criança, ratificada por Portugal, Resolução da AR n.º20/90 de 12 de setembro. - Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, ONU, Resolução AR n.º56/2009, 30 de julho e Protocolo Opcional, Resolução AR n.º57/2009, 30 de julho. - Declaração de Salamanca,UNESCO,1994; - Carita, A.; & Fernandes, G. (2002). Indisciplina na Sala de Aula. Barcarena: Editorial Presença - Fachada, M. O. (2003). Psicologia das Relações Interpessoais. Lisboa: Edições RumoGROP (2010). Actividades para o Desenvolvimento da Inteligência Emocional. Lisboa: Arte Plural
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 14-07-2025 (Segunda-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 14-07-2025 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
3 | 18-07-2025 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
4 | 18-07-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. C1028B-24_25 A decorrer
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122711/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 12-03-2025
Fim: 21-05-2025
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária João Gonçalves Zarco, Moodle e Google Meet
Formador
Ana Isabel Nogueira de Moura
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio da Aprendizagem Baseada em Projetos suportada por ferramentas digitais. Pretende-se reforçar a necessidade de desenvolver metodologias de trabalho de natureza colaborativa, cooperativa e reflexiva.
Objetivos
- Compreender os fundamentos e metodologias associados à aprendizagem baseada em projetos. - Desenvolver projetos de trabalho suportados por ferramentas digitais. - Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados. - Organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados, incidindo no uso de ferramentas digitais. - Organizar atividades cooperativas online de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes. - Apoiar o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem e na construção da sua autonomia para aprender. - Fomentar atividades cooperativas de aprendizagem com explicitação de papéis e responsabilidades. - Criar e aplicar instrumentos diversificados de avaliação com recurso a ferramentas digitais.
Conteúdos
1. Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). (10 horas) - princípios e caracterização; - organização do processo de ensino/aprendizagem; - definição dos papéis do professor e do aluno; - monitorização do processo de desenvolvimento do projeto; - avaliação. 2. Ferramentas digitais para apoiar o desenvolvimento dos projetos (5 horas): - em cada uma das etapas do projeto; - para promover o desenvolvimento de diferentes competências: pensamento crítico e reflexivo, comunicação oral e escrita, colaboração, criatividade, gestão de tempo, gestão de conflitos, resiliência, cidadania e ética, etc.
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Buck Institute for Education, 2009. Aprendizagem baseada em projetos. 2.ª Edição. Penso Editora. Disponível em: http://books.google.pt/booksHelle, L., Tynjälä, P., & Olkinuora, E. (2006). Project Based Learning in PostSecundary Education Theory, Practice and Rubber Sling Shots. Higher Education. Vol. 51, No. 2 (Mar., 2006), pp. 287 314.Noordin, M., Nasir, A., Ali, D., & Nordin, M. (2011). Problem-Based Learning (PBL) and Project-Based Learning (PjBL) in engineering education: a comparison. Proccedings of the IETEC11 Conference, Kuala Lumpur, Malasysia.Ribeiro, C. (2006). Aprendizagem cooperativa na sala de aula: Uma estratégia para aquisição de algumas Competências cognitivas e atitudinais definidas pelo ministério da educação. Um estudo com alunos do 9º ano de escolaridade. Dissertação de mestrado em Biologia e geologia para o ensino. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 12-03-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
2 | 26-03-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
3 | 23-04-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 07-05-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 21-05-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |

Formador
Susana Patrícia de Sousa Arouca
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Ciências Naturais, Biologia e Geologia, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover a familiarização dos professores com as propostas de atividades práticas/experimentais que constam dos documentos curriculares, de forma que reconheçam as suas reais potencialidades no âmbito do ensino das ciências; Incentivar a reflexão sobre o papel essencial do professor na formação de cidadãos críticos e ativos na sociedade; Promover a abordagem holística de problemas e desafios socioambientais.
Conteúdos
Módulo (M)1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares: (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/desenvolvimento de competências digitais dos alunos) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos M2 - Genética e intervenção biotecnológica (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: manipulação da fertilidade, controlo de natalidade das populações humanas e resolução de problemas de infertilidade - processos biotecnológicos natureza e carácter hereditário dos genes, a sua regulação e alteração, com implicações na qualidade de vida dos indivíduos e da biodiversidade genes como património evolutivo das espécies e como campo de intervenção biotecnológica Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática M3: Saúde e Alterações climáticas (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos à temática: pandemia e alterações climáticas - conceitos pandemias relacionadas com alterações climáticas fatores de risco evidências científicas ações para a redução dos riscos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática Elaboração de projeto de intervenção na comunidade para promover a saúde e reduzir os riscos das alterações climáticas M4 Recursos Geológicos e Sustentabilidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: relação entre dinâmica litosférica e mudanças climáticas atividades antropogénicas e mudanças ambientais exploração de recursos geológicos através de tecnologias específicas contaminação de recursos geológicos e possíveis cenários de futuro, como consequência do aquecimento global e de mudanças ambientais Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M5 Biodiversidade e Geodiversidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: conceitos básicos de biodiversidade e geodiversidade: definição, importância, níveis de organização, ameaças e estratégias de conservação áreas importantes para a conservação a nível nacional - identificação geodiversidade na sustentação da biodiversidade impactos da perda de biodiversidade e da geodiversidade Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas, de campo e experimentais Elaboração de projeto de educação ambiental. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfOrganização Mundial da Saúde (OMS): https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/climate-change-and-healthPainel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC): https://www.ipcc.ch/
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 11-03-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 18-03-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Online síncrona |
3 | 27-03-2025 (Quinta-feira) | 17:45 - 21:15 | 3:30 | Presencial |
4 | 22-04-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Online síncrona |
5 | 29-04-2025 (Terça-feira) | 17:45 - 21:15 | 3:30 | Presencial |
6 | 08-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
7 | 15-05-2025 (Quinta-feira) | 17:45 - 21:15 | 3:30 | Presencial |

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-03-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 17-03-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
3 | 24-03-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 23-04-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
6 | 07-05-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 14-05-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 21-05-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
9 | 28-05-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Franklim Alberto Silva
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Rede das Bibliotecas Escolares em parceria com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
A crescente facilidade de acesso a equipamentos, redes e fontes de informação online tem reorientado as expetativas e as necessidades dos utilizadores, impulsionando a mudança das bibliotecas escolares no sentido do reforço do seu papel educativo e formativo. Na base do seu trabalho continua a estar a informação e o acesso à informação, pelo que o tratamento documental da coleção continua a ser um dos elementos cruciais para a qualidade dos serviços que a biblioteca escolar. O tratamento documental e a construção de um catálogo da Biblioteca é uma tarefa a que o professor bibliotecário tem que dedicar uma parte do seu tempo e implica um conjunto de procedimentos de carácter técnico que exigem a aquisição de competências digitais específicas.
Objetivos
- Reconhecer a importância do tratamento documental em ordem à recuperação da informação. - Conhecer as diferentes etapas do circuito do documento desde a sua aquisição até à sua disponibilização ao público - Distinguir entre análise documental e análise de conteúdo de um documento - Dominar o processo de catalogação dos diversos tipos de documentos e a inserção dos dados nos diferentes Software de gestão bibliográfica. - Dominar o processo de classificação dos diferentes tipos de documentos usando as respetivas tabelas (CDU, TCDM e FIAF) - Dominar o processo de indexação dos documentos usando listas de cabeçalhos e o sistema SIPORBASE - Dominar o processo de registo e cotação dos diferentes tipos de documentos - Saber recuperar a informação a partir do catálogo - Disponibilizar o catálogo na internet - Construir um manual de procedimentos para a Biblioteca Escolar
Conteúdos
Módulo I - 5 horas (3 horas síncronas + 2 assíncronas) Apresentação da ação: programa, desenvolvimento e avaliação Conceito de tratamento documental e sua importância no contexto das Bibliotecas Escolares Conceitos básicos: Documento, Tipo de documento, Fundo documental, Circuito do documento, Catalogação, Classificação, Indexação, Registo, Citação, Etiquetagem, Arrumação e Catálogo. Módulo II - 3 horas síncronas Apresentação dos referenciais a utilizar: Regras Portuguesas de Catalogação, ISBD, UNIMARC, Tabelas de Classificação, Listagens de cabeçalhos e Sistema SIPORBASE. Módulo III - 14 horas (3 horas síncronas + 11 assíncronas) Importação e exportação de registos. Catalogação de monografias impressas Catalogação de periódicos Catalogação de material não livro (Registos vídeo, eletrónicos e sonoros) Catalogação de recursos digitais Módulo IV - 10 horas (3 horas síncronas + 7 horas assíncronas) Classificação usando a tabela CDU Classificação de material não livro usando CDU, TCDM e FIAF Módulo V - 10 horas (3 horas síncronas + 7 horas assíncronas) Indexação documental com recurso a listas de cabeçalhos Sistema SIPORBASE de indexação Módulo VI - 5 horas (2 horas síncronas + 3 horas assíncronas) Procedimentos de registo, cotação, carimbagem e arrumação dos documentos Técnicas de pesquisa e recuperação da informação em catálogo Módulo VII - 2 horas síncronas Importância e estrutura de um Manual de Procedimentos Disponibilização de acesso ao catálogo no servidor da RBE: criação da base online e exportação de registos. Módulo VIII - 1 hora síncrona Avaliação
Metodologias
As sessões terão um carácter teórico-prático. Para cada tópico serão disponibilizadas documentação e bibliografia específicas. Em cada sessão, o trabalho dos formandos organizar-se-á de acordo com uma apresentação dos conteúdos e um guia de tarefas, quer as sessões síncrona quer as restantes assíncronas. Os formandos terão oportunidades de trabalho individual e em grupo, privilegiando-se o tratamento de propostas integradoras de carácter prático, em ligação com os contextos de cada escola/agrupamento, as experiências e conhecimentos prévios dos formandos e os programas de catalogação disponíveis nas escolas. As sessões incluirão, ainda, momentos e espaços de partilha de experiências e de discussão.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em:https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfComissão Europeia (2015). Promoting Effective Digital-Age Learning: A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations, disponível em https://ec.europa.eu/jrc/en/publication/eur-scientific-and-technical-research-reports/promoting-effective-digital-age-learning-european-framework-digitally-competent-educationalMinistério da Educação. (2017). Aprender com a biblioteca escolar. Referencial de aprendizagens associadas ao trabalho das bibliotecas escolares na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário. RBE. Disponível em http://www.rbe.mec.pt/np4/referencial_2017.html
Formador
Teresa Maria Novais Moreira
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 400
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 400.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de História, História A e História B, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento do pensamento histórico; Refletir sobre a importância dos processos de seleção e tratamento de fontes e/ou informação relevante para a aprendizagem; Problematizar temas da História, integrando as relações passado-presente, pensados em articulação com o PA; Refletir sobre os contributos da História para o exercício de uma cidadania ativa.
Conteúdos
Módulo(M) 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M2- A Pré-História e a Proto-História (5 horas) O Paleolítico: os caçadores-recolectores Mesolítico O Neolítico: as sociedades produtoras Megalitismo O Bronze Final e as Idades do Ferro: as sociedades metalúrgicas A Proto-História na Península Ibérica M3 A Herança do Mediterrâneo Antigo (5 horas) O Modelo Ateniense: legado político e cultural O Modelo Romano O Império A organização política e social Instrumentos de aculturação: a Península Ibérica Contributos da civilização romana M4 A Europa Ocidental: séculos XII a XIV (5 horas) A formação de uma matriz identitária europeia Desenvolvimento económico, relações sociais e poder político Portugal: a importância das comunidades judaica e muçulmana M5 A Abertura Europeia ao Mundo (5 horas) Portugal na abertura europeia ao mundo Mutações culturais Colonialismo e o tráfico de pessoas escravizadas M6 A Europa nos séculos XVI a XVIII (5 horas) Estados absolutos e Parlamentos Portugal no contexto europeu Economia pré-industrial M7 O Liberalismo; ideologia e revoluções (5 horas) Fundamentos do Liberalismo Contributos das Revoluções Liberais M8 A Civilização Industrial (5 horas) As transformações na Europa e no Mundo Os diferentes ritmos de industrialização Modelo económico de organização do trabalho e a sociedade industrial O caso português M9 Portugal, a Europa e o Mundo na Contemporaneidade (5 horas) As transformações nas primeiras décadas do século XX Portugal; da Primeira República ao Estado Novo Os regimes fascista e nazi: repressão e políticas raciais Do Segundo Pós-Guerra aos Desafios do Nosso Tempo Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Cameron, Rondo & Neal, Larry (2019). História Económica do Mundo. Do Paleolítico ao Presente. Forte da Casa: Escolar Editora.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 21-02-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
2 | 07-03-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
3 | 14-03-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
4 | 21-03-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
5 | 28-03-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
6 | 04-04-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Online síncrona |
7 | 09-05-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Esnsinos Básicos e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Objetivos
- Criar uma comunidade de prática entre escolas que colaboram entre si, promovendo o apoio e a entreajuda na resolução de problemas. - Aprofundar o conceito de aprendizagem ativa, refletindo sobre a importância de criar espaços de aprendizagem flexíveis e inovadores. - Implementar atividades de aprendizagem ativa em ambientes de aprendizagem inovadores, com apoio das tecnologias digitais, manuais escolares digitais e outros recursos educativos digitais (RED). - Dinamizar sessões de partilha e reflexão entre escolas, focando as metodologias ativas, os ambientes enriquecidos com a tecnologia e a gestão flexível do espaço de aprendizagem. - Refletir criticamente sobre as potencialidades educativas da utilização de manuais digitais e de outros RED, em ambientes de aprendizagem inovadores. - Contribuir para o desenvolvimento profissional docente, através da aprendizagem em rede entre escolas que partilham práticas e colaboram entre si.
Conteúdos
Módulo 1 - Introdução (5 horas: 3P + 2S) Colaboração entre escolas: porquê e como? Criar uma comunidade de prática que colabora entre si. Definição da rede de colaboração entre escolas. Módulo 2 - Mentoria e colaboração entre escolas (3 horas: 3Ass) Tipos e modelos de colaboração entre escolas. Um projeto de colaboração entre escolas: o caso Living Schools Lab (LSL) Um projeto de mentorias entre escolas: o caso Mentoring for School Improvement (MenSI) Fatores de sucesso no trabalho em rede entre escolas. Condições que podem apoiar/facilitar a colaboração intencional entre escolas. Módulo 3 Desenvolvimento do currículo através de metodologias ativas (6 horas: 6S) Aprofundar o conceito de aprendizagem ativa e as oportunidades que esta proporciona. Explorar técnicas e estratégias de aprendizagem ativa. Refletir sobre os desafios das abordagens de aprendizagem ativa e formas de os ultrapassar. Compreender o que são espaços flexíveis de aprendizagem e os seus benefícios no processo de aprendizagem. Planificar e implementar atividades de aprendizagem ativa, em ambientes de aprendizagem inovadores, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências inscritas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória Módulo 4 - Partilha de estratégias pedagógicas entre escolas que colaboram entre si. (6 horas: 6S) Implementação de estratégias pedagógicas suportadas por metodologias ativas, em espaços flexíveis de aprendizagem. Planificação das sessões de partilha entre escolas, através do desenvolvimento de um plano STEPS mostrar, demonstrar, validar, focando as metodologias ativas, os ambientes enriquecidos com a tecnologia e a gestão flexível do espaço de aprendizagem. Dinamização de sessões de partilha e reflexão entre escolas, através da apresentação de práticas com apoio das tecnologias digitais, manuais escolares digitais e outros recursos educativos digitais (REDs). Reflexão crítica sobre as potencialidades educativas das atividades implementadas, em ambientes de aprendizagem inovadores. Módulo 5 - Apresentação e reflexão sobre a implementação (5 horas: 3P + 2S) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.
Avaliação
O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.
Bibliografia
MenSi (2021) D2.1 School-to-school mentoring in Europe: Models of whole-school peer networking. Results - MenSi (eun.org)MenSi (2022) D5.1 Final report: Documentation and analysis of mentoring practice (Parts A & B) Results - MenSi (eun.org)Living Schools Lab (2014). A whole school approach to technology supported change. Summary of the living schools lab results. European Schoolnet. https://www.academia.edu/13538650/Living_Schools_Lab_Summary_ReportDesigning Future Innovative Learning Spaces (DESIGN FILS). http://www.ie.ulisboa.pt/projetos/design-filsNovigado project (2021). Guidelines in Learning Space Innovations, June 2021.https://erte.dge.mec.pt/sites/default/files/noticias/novigado_guidelines_pt.pdf
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 20-02-2025 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 06-03-2025 (Quinta-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 20-03-2025 (Quinta-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 27-03-2025 (Quinta-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 03-04-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 08-05-2025 (Quinta-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Online síncrona |
7 | 15-05-2025 (Quinta-feira) | 16:45 - 20:15 | 3:30 | Presencial |
8 | 22-05-2025 (Quinta-feira) | 16:45 - 20:15 | 3:30 | Presencial |

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-02-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 26-02-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 19-03-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 26-03-2025 (Quarta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
5 | 02-04-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 18:00 | 3:30 | Presencial |
6 | 23-04-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Sandra Filipa Bizarro Soares Rebelo da Rocha
Destinatários
Professores do Grupo 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A oferta da disciplina de Português Língua Não Materna (PLNM) tem como objetivo a aprendizagem do Português por alunos com outra língua materna (Artigo 10.º e no Artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho). No entanto, o ensino-aprendizagem de PLNM constitui uma área didática que não é contemplada com o mesmo número e diversidade de ações de formação, materiais e recursos se comparada com a área de Português Língua Materna. Atualmente, a escola portuguesa é chamada à responsabilidade de incluir cada vez mais cidadãos migrantes, os quais necessitam de práticas pedagógicas específicas e adaptadas às suas necessidades e ao seu perfil de aprendizagens, para que o sucesso escolar se verifique.
Objetivos
- Desenvolver uma visão sustentada dos diversificados perfis sociolinguísticos, psicolinguísticos e linguísticos dos aprendentes do Português como Língua Não Materna (PLNM); - Compreender os processos de aquisição e aprendizagem de línguas não materna; - Rever os princípios fundamentais de ensino de língua não materna; - Identificar os perfis terminais de nível de proficiência linguística; - Conhecer métodos, abordagens e estratégias de ensino de línguas não maternas; - Conhecer modelos de desenvolvimento/ elaboração de materiais didáticos; - Produzir materiais didáticos cientificamente fundamentados para o ensino de PLNM; - Debater e trocar experiências didáticas, com base nos materiais desenvolvidos nas sessões síncronas e em trabalho autónomo; - Fomentar a partilha de boas práticas de ensino, na área do ensino do PLNM.
Conteúdos
I Clarificação de conceitos-chave relativos ao PLNM II Métodos e abordagens de ensino de PLNM III O ensino e aprendizagem do Português Língua Não Materna: estratégias e tarefas IV Desenvolvimento de materiais didáticos para o PLNM no 1º CEB V- Avaliação
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Albino, S. (2021). O Português Língua Não Materna no Currículo Nacional: Trajetória de uma Política Educativa. Indagatio Didactica, 13(2), 77-93.Bizarro, R., Moreira, M. A. Flores, C. (org.) (2013) Português Língua Não Materna: Investigação e Ensino, LIDELBernardes, C. e Miranda, F.B. (2003) Portefólio - Uma Escola de Competências, Porto, Porto EditoraDireção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. Coord. Leiria, Isabel. (2008) Orientações Programáticas de Português Língua Não Materna (PLNM) Ensino Secundário. Lisboa.Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. Coord. Mateus, Maria Helena Mira, Testes de Diagnóstico de Português Língua Não Materna. Lisboa.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-02-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 25-02-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 11-03-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 18-03-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
5 | 25-03-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
6 | 01-04-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 14-02-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 18-02-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
3 | 25-02-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 20-03-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 27-03-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 03-04-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 07-04-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
8 | 09-04-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |

Formador
Alexandra Margarida Loureiro de Oliveira Calado
Destinatários
Educadores de Infância
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O teatro e as suas técnicas são ferramentas complementares largamente utilizadas em contexto de jardim de infância, a maioria das vezes de forma empírica. Largamente utilizados pela psicologia e pela pedagogia o teatro e as suas técnicas podem ser aplicados em dinâmicas de grupo, técnicas vocais, relaxamento, posturas, atividades para despertar a criatividade, a autodescoberta e o desenvolvimento pessoal. Esta ação pretende dar a conhecer, explorar e desenvolver as técnicas de teatro que se afiguram mais ajustadas e aplicáveis em contexto de jardim de infância.
Objetivos
- Desenvolver a socialização. - Estimular a desinibição e a auto confiança. - Exercitar a liberdade com responsabilidade, partilha e interatividade. - Desenvolver o potencial criativo individual e coletivo. - Desenvolver capacidades físicas, vocais e expressivas - Estimular a autodescoberta, a capacidade de expressão e comunicação. - Desenvolver a perceção dos movimentos, do ritmo e do equilíbrio. . - Estimular a perceção sensitiva e a relação com o espaço. - Potencializar a linguagem verbal e não verbal. - Desenvolver e potenciar o teatro a partir do contexto de jardim de infância.
Conteúdos
- Corpo e máscaras. - Fisicalidades (gesto, movimento e espaço). - Voz / respiração. - Emotividades. - Ver, sentir, investigar e materializar. - Relação com o espaço real e imaginário. - Jogos dramáticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes na s ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Jogos Teatrais, Viola SpolinImprovisação para o teatro, Viola Spolin
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 12-02-2025 (Quarta-feira) | 17:45 - 20:45 | 3:00 | Presencial |
2 | 19-02-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 26-02-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 12-03-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 19-03-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
6 | 26-03-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 02-04-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 23-04-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Presencial |
9 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Presencial |

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-02-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 10-02-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
3 | 17-02-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 24-03-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
5 | 31-03-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
6 | 07-04-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 08-04-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 21-04-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
9 | 28-04-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Luis Filipe Sarmento Verissimo
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Filosofia, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Desenvolver competências nos domínios da planificação didática das AE da disciplina de Filosofia, bem como das atividades de ensino-aprendizagem, das metodologias de trabalho filosófico e de uma avaliação para as aprendizagens; Discutir criticamente os critérios de seleção de recursos para o ensino da Filosofia; Desenvolver competências didáticas que permitam uma fundamentação didática e filosófica das ações pedagógicas; Identificar os principais métodos no ensino da Filosofia.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 (5 h) Didática da Filosofia Planificação pedagógica, didática e científica e sua fundamentação racional Módulo 3 (5 h) Filosofia do Conhecimento - Descrição e interpretação da atividade cognoscitiva Análise comparativa de 2 teorias do conhecimento (Descartes / Hume) Clarificação de conceitos, teses e argumentos de ambas as teorias Módulo 4 - (5 h) Filosofia da Arte - Análise e compreensão da experiência estética Propostas de definição de arte (teorias essencialistas e não essencialistas) Conceitos, teses e argumentos das diferentes teorias de arte Módulo 5 - (5 h) Racionalidade argumentativa da Filosofia e a dimensão discursiva do trabalho filosófico Tese, argumentos, validade, verdade e solidez. Quadrado da oposição. Inferências válidas. Falácias formais Falácias formais e não formais na verificação da estrutura e qualidade argumentativa Argumentos formais e não formais na análise crítica do pensamento filosófico e expressão do próprio pensamento Módulo 6 - (5 h) Filosofia da Religião - Análise e compreensão da experiência religiosa Problema da existência de Deus. O conceito teísta Enunciar, analisar e discutir argumentos: Cosmológico, Teleológico, Ontológico Caracterizar criticamente fideísmo de Pascal e argumento do mal -Leibniz Módulo 7 - (5 h) Filosofia da Ciência - O estatuto do conhecimento científico Demarcação do conhecimento científico e verificação das hipóteses científicas-Popper Evolução da ciência e da objetividade do conhecimento científico. Conceitos, teses e argumentos das teorias de Popper e Kuhn Módulo 8 - (5 h) Filosofia Política - Ética, direito e política; liberdade e justiça social; igualdade e diferenças; justiça e equidade Organização de uma sociedade justa -John Rawls Conceitos, teses e argumentos da teoria de John Rawls, confronto com as críticas de Sandel e Nozick Módulo 9 - (5 h) Ética - A dimensão ético-política. Análise e compreensão da experiência convivencial Fundamentação da moral -Kant e Mill Conceitos, teses e argumentos. Discutir ambas as éticas Módulo 10 - (5 h) Temas problemas do mundo contemporâneo / Temas problemas da cultura científico-tecnológica, de arte e de religião Ações para o desenvolvimento de competências: problematização, conceptualização e argumentação - produção de um ensaio filosófico Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0BOAVIDA, J. (2010). Educação Filosófica sete ensaios. Imprensa da Univ. de Coimbra.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 31-01-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 14-02-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Presencial |
3 | 21-02-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 28-02-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 07-03-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 14-03-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 28-03-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 09-05-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Online síncrona |
9 | 16-05-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Online síncrona |
10 | 30-05-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Presencial |

Formador
Gina Maria Afonso Chaves
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das diferentes áreas da Educação Artística do 1.º CEB (Artes Visuais, Dança, Música, Expressão Dramática/Teatro), orientada numa perspetiva holística e em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Estimular a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, tendo em consideração as aprendizagens a desenvolver nas diferentes áreas artísticas, as necessidades dos alunos e a consecução de um ensino de qualidade; Valorizar o papel da Educação Artística como promotor do desenvolvimento global dos alunos, na sua relação consigo, com os outros e com o meio; Valorizar cada área artística na sua individualidade, na relação entre si e com as demais áreas do conhecimento.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos? Módulo 2 Narrativas visuais (Artes Visuais 5h) Utilizar a linguagem das artes visuais (cor, forma, linha, textura, padrão, proporção e desproporção, plano, luz, espaço, volume, movimento, ritmo, matéria, entre outros), na construção de projetos multiculturais (através da transformação gráfica, construção de formas, texturas, padrões, objetos e ambientes). Módulo 3 Comunicar através da dança (Dança 5 h) Consciência e domínio do corpo: corpo, movimento, tempo e dinâmica. As possibilidades de movimento e a sua expressividade. Módulo 4 Interpretação e Comunicação musical (Música 5 h) A voz (falada e cantada) e o corpo (corpo e movimento): seleção, audição e interpretação de canções/peças musicais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas, adaptadas a diferentes contextos. O movimento como forma de comunicação musical. Módulo 5 Expressão dramática como meio de comunicação (Exp. Dramática/Teatro 5h) O corpo como meio de expressão, comunicação e criação: Exploração e desenvolvimento das possibilidades motoras e expressivas do corpo (corpo, voz e movimento/gesto/objetos/ improvisação). Módulo 6 Exploração de materiais (Artes Visuais 5h) Exploração de diferentes materiais/objetos e de técnicas de expressão (pintura, desenho, entre outras), nas suas formas físicas ou digitais, para a reinvenção/criação de novas imagens. Módulo 7 Exploração do corpo e do espaço (Dança 5h) O corpo e o trajeto no espaço: direções de movimento no espaço; Corpo e relações: ocupação/evolução /progressão no espaço (próprio ou partilhável). Sequência de movimentos, performance/coreografia. Diferentes estilos, formas e géneros de dança (referências de exemplos na dança). Módulo 8 Exploração de materiais para produção musical (Música 5h) Utilização da voz, corpo e/ou objetos para exploração/criação sonoro-musical, com formas, estilos, géneros diferenciados: improvisação e interpretação. Módulo 9 Os materiais na exploração da expressão dramática (Exp. Dramática/ Teatro 5h) Jogo Dramático: Linguagem Verbal e Não-Verbal: improvisação (Improvisar palavras, sons, gestos e ações, a partir de diferentes estímulos: ambientes, temas ou ideias) e dramatização (Explorar e/ou criar histórias /analisar textos para a construção de personagens e suas interações, em situações distintas e com diferentes finalidades). Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018)..Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Plataforma Digital de recursos artísticos e pedagógicos: www.cantarmais.pt.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 30-01-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 06-02-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 13-02-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 20-02-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
5 | 22-02-2025 (Sábado) | 10:00 - 13:30 | 3:30 | Presencial |
6 | 13-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 20-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
8 | 27-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
9 | 24-04-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 29-01-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 05-02-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
3 | 12-02-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 19-02-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 26-02-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
6 | 12-03-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 19-03-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
8 | 26-03-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
9 | 02-04-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Eva Susana de Brito Araújo Zorzan
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 110 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática no Ensino Básico, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.
Objetivos
No final da formação, os professores participantes devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; - Estar dotados do conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; - Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 1.º ciclo do Ensino Básico.
Conteúdos
Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais e nas sessões síncronas, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.
Bibliografia
Canavarro, A. P. (2009). O pensamento algébrico na aprendizagem da Matemática dos primeiros anos. Quadrante, 16(2), 81-118.Canavarro, A. P., Oliveira, H., & Menezes, L. (2012). Práticas de ensino exploratório da matemática: O caso de Célia. In A. P. Canavarro, L. Santos, A. Boavida, H. Oliveira, L. Menezes, & S. Carreira (Eds.), Investigação em Educação Matemática Práticas de ensino da Matemática, Livro de Atas do Encontro de Investigação em Educação Matemática EIEM2012 (pp. 255-266). Castelo de Vide: SPIEM.Educação e Matemática, 2022, nº 162 (número temático sobre pensamento computacional)Henriques, A., & Oliveira, H. (2012). Investigações estatísticas. Um caminho a seguir? Educação e Matemática, 120, 3-8.NCTM (2017). Princípios para a Ação. Lisboa: APM.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 13-01-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 27-01-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 10-02-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
4 | 24-02-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
5 | 10-03-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
6 | 24-03-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 28-04-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
8 | 12-05-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
9 | 26-05-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
10 | 09-06-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 10:00 - 11:00 | 1:00 | Presencial |
2 | 19-12-2024 (Quinta-feira) | 11:30 - 13:30 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
4 | 19-03-2025 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 12:00 - 13:00 | 1:00 | Presencial |
2 | 08-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
3 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
4 | 19-03-2025 (Quarta-feira) | 16:01 - 17:01 | 1:00 | Online síncrona |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 13:00 - 14:00 | 1:00 | Presencial |
2 | 21-11-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 04-12-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 31-10-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-11-2024 (Terça-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
2 | 08-01-2025 (Quarta-feira) | 15:30 - 17:30 | 2:00 | Presencial |
3 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 21-11-2024 (Quinta-feira) | 14:45 - 16:45 | 2:00 | Presencial |
2 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 14-11-2024 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
2 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Presencial |
3 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 09:00 - 10:00 | 1:00 | Presencial |
2 | 08-01-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
3 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 09:00 - 10:00 | 1:00 | Presencial |
2 | 02-12-2024 (Segunda-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento de competências digitais nos alunos, mas também nos docentes e restantes profissionais de educação, é crucial para a concretização de aprendizagens significativas de qualidade, facto que está alinhado com os referenciais europeus DigCompOrg e DigCompEdu. Os Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDEs) são ferramentas chave para impulsionar essa transformação, promovendo uma pedagogia inovadora e inclusiva. Para garantir a efetividade dos PADDEs, é fundamental que as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDDs) apresentem planos concretos e acompanhem de perto a sua implementação. Este acompanhamento inclui a monitorização contínua das ações, registo de dados baseado em indicadores e implementação de medidas quando necessário. Além disso, é essencial refletir sobre o impacto das novas tecnologias no contexto escolar, procurando entender os desafios e oportunidades para promover um ambiente de aprendizagem produtivo e seguro. A divulgação de boas práticas e a troca de experiências entre escolas afiguram-se igualmente fundamentais para o sucesso da implementação dos PADDEs.
Objetivos
- Apoiar as EDDs na criação e execução de Planos de Ação PADDE exequíveis e concretizáveis e monitorizar a sua implementação efetiva no AE/Escola. - Fomentar a reflexão sobre o uso de tecnologias na escola, incluindo riscos e benefícios. - Promover a integração da tecnologia em metodologias de ensino que melhorem a aprendizagem dos alunos. - Promover a criação de redes de comunicação entre AE/Escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Divulgar boas práticas na e-Revista do CFAE - a OZARFAXINARS - e em encontros presenciais com AE/Escolas com projetos referência.
Conteúdos
1. Elaboração e Implementação de Planos de Ação PADDE Apoio às EDD na construção/reconstrução de Planos de Ação PADDE: Orientação na definição de objetivos SMART (Específicos, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes e Temporais). Identificação de ações concretas e recursos necessários. Elaboração de cronogramas e definição de responsáveis. Monitorização e Avaliação da Implementação: Criação de mecanismos de registo de evidências tendo em vista o acompanhamento contínuo das ações. Recolha de dados e indicadores de progresso. Análise dos resultados e implementação de medidas corretivas. 2. Reflexão sobre o Uso de Tecnologias na Escola Discussão sobre os impactos das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem: Identificação de desafios e oportunidades. Abordagem de questões éticas e de segurança. Promoção do uso responsável e crítico das tecnologias. 3. Integração da Tecnologia nas Metodologias de Ensino Exploração de ferramentas e recursos digitais: Apresentação de plataformas e aplicativos educacionais. Desenvolvimento de atividades práticas que integrem a tecnologia. Fomento da colaboração e da criatividade através do uso de ferramentas digitais. 4. Divulgação de Boas Práticas Criação de espaços para partilha de experiências: Publicação de artigos na e-Revista do CFAE - OZARFAXINARS. Organização de encontros presenciais em AE/Escolas com projetos de referência. Incentivo à criação de redes de colaboração entre AE/Escolas. 5. Desenvolvimento Profissional Contínuo Oferta de formação e workshops: Capacitação das EDD para a elaboração e implementação dos PADDEs. Abordagem de temas relacionados com a integração das tecnologias em contextos educativos. Promoção da aprendizagem ao longo da vida para todos os membros da comunidade escolar.
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 15:00 - 16:00 | 1:00 | Presencial |
2 | 10-12-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
José António Pimentel da Silva
helder filipe paiva araujo
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
AE Padrão da Légua, Associação de Ténis do Porto, Fomento do Ténis - Norte de Portugal e Estrela Vigorosa Sport em colaboração com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A modalidade de Ténis, estando enquadrada na Sub-área de Raquetas da Área das Atividades Físicas das Competências Essenciais de Educação Física, é quase sempre negligênciada para segundo plano, muitas vezes com recurso a justificações que do ponto de vista didático-metodológico são incorretas. Neste sentido, pretende-se desmistificar o paradigma das condições minimas necessárias para que a modalidade seja abordada na Escola, recorrendo a um conjunto de estratégias para a sua abordagem de forma universal, alicerçadas nas suas valências pedagógicas de desenvolvimento do aluno como um todo. Assim, a implementação do programa” A minha escola tem ténis”, assume um papel importante na promoção de hábitos de vida saudáveis e, consequentemente o desenvolvimento físico, motor e psicossocial dos alunos. Esta ACD dá resposta às prioridades/objetivos do Projeto Educativo do Agrupamento no que diz respeito à promoção na integração da Escola na comunidade, no estabelecimento de parcerias com entidades locais e na abertura dos espaços escolares à comunidade envolvente. A existência de espaços físicos envolventes à escola, torna pertinente a rentabilização destes espaços, por parte da comunidade escolar, bem como a implementação de uma ação que pretende ser um ponto de partida e um impulso importante para a prática desta modalidade desportiva.
Objetivos
Dotar os docentes de ferramentas didático-metodológicas para abordar a iniciação ao Ténis na Escola; Incentivar a inclusão do Ténis no programa disciplinar de EF, como uma alternativa da subárea de raquetas; Incentivar a abertura de grupo/equipa de Ténis no Desporto Escolar; Criar canais de colaboração entre a escola e os clubes de ténis, em especial o Estrela Vigorosa Sport.
Conteúdos
Apresentação do Programa "A Minha Escola tem Ténis"; Criar relação de afinidade entre os professores e o ténis; Introduzir a coordenação dinâmica geral e as capacidades motoras essenciais para a aprendizagem dos gestos técnicos básicos do ténis.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 26-03-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Carlos Miguel Ferreira Marinho
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A ESAG – Escola Secundária augusto Gomes através do seu grupo disciplinar de matemática celebra o Dia Internacional da Matemática 2025 cujo tema é a criatividade da matemática na descoberta e na arte através de um Congresso Nacional “Matemática Tem Magia!”. A ideia passa por explicar a todos onde a matemática se revela fundamental em contexto da vida real. Mensagem de Audrey Azoulay , Diretora Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional da Matemática, 14 de março de 2023
Objetivos
Promover a Matemática de qualidade.
Conteúdos
Matemática; Magia; Sobredotação.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 14-03-2025 (Sexta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Luísa Maria Seara Moreira Carneiro Aires
Ana Cristina Maia Nunes e Seabra
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Encontrando-se o processo de ADD – Avaliação Externa 2023 no CFAE_Matosinhos aproximadamente a meio do seu curso, importa monitorizar a primeira parte que se concretizou até à conclusão da observação de aulas e refletir e perspetivar a segunda parte do processo que visa converter o observado em classificação final. Este webinar constitui a segunda parte da formação prevista para Avaliadores Externos em 2022-23.
Objetivos
- Revisitar o enquadramento da ADD – Avaliação Externa. - Analisar Critérios, Parâmetros e Níveis de desempenho da ADD – Avaliação Externa. - Analisar o Preenchimento do Anexos I, II e Parecer, documentos de ADD – Avaliação Externa. - Refletir sobre harmonias e coerências no que concerne à classificação final da ADD – Avaliação Externa e documentos que a suportam. - Analisar o conjunto de procedimentos de ADD – Avaliação Externa após a observação de aulas. até à finalização do processo.
Conteúdos
1. ADD - AE – Revisitar o enquadramento. 2. ADD - AE – Dimensão Científica e Pedagógica - Critérios, Parâmetros e Níveis de desempenho 3. ADD - AE – Preenchimento dos Anexos I, II e Parecer. 4. ADD - AE – Classificação final – Harmonias e Coerências. 5. ADD - AE – Procedimentos relativos à Observação de Aulas - O que falta concretizar.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 13-03-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Ana Teresa Salgueiro Mendes Juanico
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Com a internacionalização e a Acreditação Erasmus+ até 2027, o AEIP tem como objetivo a continuação da criação de uma comunidade escolar mais Solidária, Utópica e Crítica (uma Escola SUC) mas sempre virada para o mundo real em permanente mudança. O desenvolvimento de competências digitais nos professores contribui para a formação do aluno SUC do AEIP, melhor preparado para o digital e mais dinâmico em relação ao mundo que o circunda. As metas definidas nos cinco objetivos da Acreditação Erasmus+ estão diretamente ligadas ao Projeto Educativo do AEIP e a vinda deste perito convidado no âmbito do Programa Erasmus+ (“Invited Expert”) insere-se num desses objectivos – Incorporar práticas digitais dinâmicas no processo de ensino-aprendizagem. Num mundo cada vez mais digital, a capacitação em ferramentas e estratégias digitais torna-se essencial para a adaptação e inovação em diversas áreas profissionais. Este workshop visa dotar os professores participantes de conhecimentos práticos e atualizados sobre de INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, permitindo-lhes explorar novas metodologias e aplicações no seu contexto de trabalho. A formação combina uma abordagem teórica com atividades interativas e práticas. Este evento reunirá professores participantes do AEIP e colegas de outros agrupamentos que pretendam desenvolver competências digitais nesta área.
Objetivos
- Compreender os conceitos fundamentais da Inteligência Artificial (IA) e o seu impacto; - Explorar a aplicação da IA na fotografia digital; - Compreender os princípios da fotografia digital e o surgimento da IA na sua aplicação.
Conteúdos
- Inteligência artificial; - IA em Fotografia e Edição de Imagem; - Explorar a geração de imagens por IA.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 12-03-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Teresa Salgueiro Mendes Juanico
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Com a internacionalização e a Acreditação Erasmus+ até 2027, o AEIP tem como objetivo a continuação da criação de uma comunidade escolar mais Solidária, Utópica e Crítica (uma Escola SUC) mas sempre virada para o mundo real em permanente mudança. O desenvolvimento de competências digitais nos professores contribui para a formação do aluno SUC do AEIP, melhor preparado para o digital e mais dinâmico em relação ao mundo que o circunda. As metas definidas nos cinco objetivos da Acreditação Erasmus+ estão diretamente ligadas ao Projeto Educativo do AEIP e a vinda deste perito convidado no âmbito do Programa Erasmus+ (“Invited Expert”) insere-se num desses objectivos – Incorporar práticas digitais dinâmicas no processo de ensino-aprendizagem. Num mundo cada vez mais digital, a capacitação em ferramentas e estratégias digitais torna-se essencial para a adaptação e inovação em diversas áreas profissionais. Este workshop visa dotar os professores participantes de conhecimentos práticos e atualizados sobre de FOTOGRAFIA DIGITAL, permitindo-lhes explorar novas metodologias e aplicações no seu contexto de trabalho. A formação combina uma abordagem teórica com atividades interativas e práticas. Este evento reunirá professores participantes do AEIP e colegas de outros agrupamentos que pretendam desenvolver competências digitais nesta área.
Objetivos
- Aprender os princípios da fotografia digital; - Explorar técnicas de composição e enquadramento; - Aprender a trabalhar com a luz; - Desenvolver competências de edição de imagem; - Usar aplicações através de exercícios práticos.
Conteúdos
- Fotografia digital; - Princípios da fotografia digital e o surgimento da IA na sua aplicação; - Composição e Narrativa Visual: Como criar imagens que contem histórias e despertem emoções.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 12-03-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Daniela Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação tem como destinatários os educadores e docentes e tem como objetivo estimular as escolas a refletir sobre a inclusão de todas as crianças e jovens. A diversidade de alunos e alunas que hoje frequentam as escolas e a publicação de um documento como o Decreto-Lei n.º 54/2018 leva-nos a refletir sobre os princípios e as possibilidades da construção de uma escola inclusiva. Pretende-se que, a partir dos diferentes normativos legais, os educadores e docentes reflitam e deliberem sobre as questões: «O que podemos fazer para incluir e integrar todas as nossas crianças e jovens?», «como criar uma ação integrada e partilhada entre os diferentes parceiros da comunidade?» de modo a que, posteriormente, possam inventariar as soluções curriculares e pedagógicas mais adequadas, a construção de ambientes educativos promotores de mais aprendizagens, bem como o desenho de situações de aprendizagens desafiantes e integradoras.
Objetivos
1. Refletir sobre as possibilidades de gestão curricular e pedagógica previstas nos DL 54/2019 e DL 55/2019 no âmbito da inclusão das crianças e jovens; 2. Sensibilizar as escolas para a ação e intervenção das comissões de promoção e proteção de crianças e jovens; 3. Sensibilizar para a importância da rede e da cooperação no sistema de educativo e social; 4. Criar redes de cooperação na comunidade de modo a apoiar a educação e desenvolvimento das crianças e jovens.
Conteúdos
Enquadramento Jurídico e funcionamento do Sistema de Promoção e proteção Português A intervenção com as Crianças e os Jovens A ação da Escola A comunidade e a criação de redes
Metodologias
O planeamento dos conteúdos da ação, conforme mencionado anteriormente, totaliza 15 horas de formação de carácter teórico-prático em regime de par pedagógico. Sempre que se justifique as sessões contarão com a participação de convidados que ajudem a enriquecer a reflexão e discussão conjuntas. Assim, espera-se que este curso seja um espaço de debate e troca entre professores e dirigentes escolares de diferentes instituições sobre as formas como os mesmos podem envolver, de forma significativa e eficaz a todos os membros das comunidades escolares, na decisão e ação das escolas com vista à promoção da inclusão e sucessos educativos das suas crianças e jovens.
Avaliação
De acordo com a legislação em vigor, isto é, o Decreto-lei nº 22/2014 de 11 de fevereiro e a Carta Circular CCPFC-1/2014 de abril de 2014, a avaliação será efetuada com base nos seguintes indicadores e respetiva ponderação, sendo expressa na escala de 1 a 10: 1) Participação e realização das tarefas nas sessões (presenciais e autónomas): 70%; 2) Reflexão crítica: 30% (relatório individual sobre o curso de formação). Considera-se excluído o formando que não cumpra o regime de assiduidade obrigatória (2/3 do n.º de horas presenciais de duração da ação), não devendo por isso ser avaliado quantitativamente.
Bibliografia
Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo. (1999)Estratégia Nacional para os Direitos da Criança (Resolução do Conselho de Ministros n.º 112/2020 de 18 de dezembro)FERREIRA, Daniela, & COSME, Ariana. (2021). Os percursos escolares das crianças e jovens em acolhimento residencial na escola pública portuguesa. Arquivos Analíticos de Políticas Educativas, 29 (87). Retirado de: https://doi.org/10.14507/epaa.29.5530FREIRE, Paulo (1996). Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra.STAPLEY, Lionel (2014). Conhecer a criança e desenvolver uma relação. In Tiago de Sousa Mendes & Pedro Vaz Santos (Eds.), Acolhimento de crianças e jovens em perigo (pp. 73-90). Lisboa: Climepsi Editores.
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 06-03-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 10-03-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
3 | 13-03-2025 (Quinta-feira) | 15:00 - 18:30 | 3:30 | Presencial |
4 | 17-03-2025 (Segunda-feira) | 15:00 - 18:30 | 3:30 | Presencial |
5 | 20-03-2025 (Quinta-feira) | 15:00 - 18:30 | 3:30 | Presencial |
6 | 24-03-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
7 | 27-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |

Formador
Marisa Sofia Dias Moniz
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Direção-Geral da Educação em colaboração com os Centros de Competência TIC e em parceria com os CFAE Matosinhos
Enquadramento
A Direção-Geral da Educação (DGE), em estreita colaboração com os Centros de Competência TIC e em parceria com os Centros de Formação de Associações de Escolas (CFAE), irá realizar um ciclo de Eventos Regionais sob o título “Capacitação Digital das Escolas - Potenciar Aprendizagens com o Digital: Estratégias, Práticas e Monitorização”. Estes eventos são dirigidos às lideranças das escolas e aos elementos das Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD), contando igualmente com a presença de representantes de Centros de Formação (Diretores, Embaixadores Digitais, Representantes AFC). Pretende-se, com esta iniciativa, fomentar a partilha e a construção de ações de caráter prático de desenvolvimento digital das escolas, no quadro do previsto no Plano de Transição Digital. O objetivo é promover a partilha de experiências e a criação de redes de apoio entre escolas, bem como apoiar as escolas na integração de práticas digitais como parte do seu quotidiano pedagógico e organizacional, com particular foco na utilização dos Laboratórios de Educação Digital (LED) em contexto de sala de aula e no desenvolvimento das competências digitais dos alunos.
Objetivos
Garantir a sustentabilidade do plano de transição digital; • Estimular a reflexão conjunta sobre a monitorização do desenvolvimento digital das escolas, envolvendo as redes DGE-CC TIC-CFAE-ED-EDD e apresentando resultados decorrentes da implementação dos PADDE das escolas de cada região. • Apoiar as escolas na integração de práticas digitais como parte do seu quotidiano pedagógico e organizacional, com particular foco na utilização dos Laboratórios de Educação Digital (LED) em contexto de sala de aula e em atividades de desenvolvimento das aprendizagens pelos alunos no desenvolvimento das competências digitais dos alunos e na garantia de equidade aquando da realização de provas / exames em ambiente digital. • Fomentar a troca de experiências e soluções entre as lideranças escolares e as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD). • Dar visibilidade a práticas e a soluções de referência das unidades orgânicas. • Consolidar as redes regionais de apoio mútuo, fortalecendo a comunidade digital educativa.
Conteúdos
Capacitação Digital das Escolas Potenciar Aprendizagens com o Digital: Estratégias, Práticas e Monitorização
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 27-02-2025 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 27-02-2025 (Quinta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. De acordo com o artigo 15.º da Portaria n.º 192-A/2015, de 29 de junho, esta ação de formação releva para a progressão da carreira dos professores bibliotecários, incluindo-se na dimensão científica e pedagógica.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Associação Rumo à Vida em colaboração com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
Implementação das medidas da autoproteção.
Objetivos
Habilitar os formandos com conhecimentos básicos, que lhes permitam atuar, com meios de primeira intervenção, perante focos de incêndio.
Conteúdos
Fenomenologia da combustão, classes de fogo, métodos de extinção, meios de primeira intervenção, agentes extintores, demonstração de casos de mau uso dos meios de 1ª intervenção.
Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 29-01-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 31-01-2025 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
3 | 04-02-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 10-02-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 17-02-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 20-02-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 24-02-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
8 | 10-03-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
9 | 17-03-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Filomena Morais
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar, para proporcionar uma aprendizagem globalizante aos alunos de cada ano de escolaridade, refletindo as suas propostas, os seus interesses e as suas preferências; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) - Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) - O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); - As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Características dos alunos dos 1.º e 2.º CEB e metodologias (5h) - Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos - Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo - Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e gestão de comportamento. Módulo 3 Competência comunicativa: Oralidade (10h) - Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de distintos textos orais; atividades práticas com áudio/vídeo autêntico; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. - Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas preparatórias de apresentação/debate; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 Competência comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) - Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com distintos tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. - Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, disciplinares ou interdisciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 Mediação (5h) -no contexto das línguas -nos documentos de referência: PA e AE -na prática letiva: exemplos de atividades Módulo 6 CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 Competência intercultural (5h) - Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa; -Identificar e analisar picturebooks adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural; -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes; -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf ,DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Brewster, J., Ellis G. & Girard, D. (2002). The Primary English Teacher's Guide (New Edition). Harlow: Pearson Education Limited.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-01-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 30-01-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
3 | 05-02-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 12-02-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 19-02-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 26-02-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 06-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 12-03-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
9 | 19-03-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
10 | 26-03-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |

Formador
António Fernando Amaral Penas Nabais dos Santos
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Português (2.º ciclo), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento, de forma articulada, dos domínios da Oralidade, Leitura, Educação Literária, Escrita e Gramática. - Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias integradas nas áreas críticas do Português; - Associar as AE da disciplina de Português ao desenvolvimento das áreas de competências do PA; - Refletir sobre os contributos da disciplina de Português para o exercício de uma cidadania ativa.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Escrita e Leitura: da teoria do texto (texto e textualidade) às técnicas de escrita criativa (desbloqueadores de criatividade, modelos de escrita): clube de leitura; dramatizações; jornal escolar. (5 horas) Módulo 3 Leitura e Educação Literária: da teoria do texto (pragmática; retórica / argumentação) ao projeto de leitura (dinamização do processo; interdisciplinaridade): criação de antologias; tertúlia literária dialógica; plataformas digitais de suporte literário. (5 horas) Módulo 4 Escrita e Educação Literária: das técnicas de escrita (escrita para transmissão de conhecimento e para defesa de opinião fundamentada) à valorização de culturas, vivências e mundivisões na Literatura(s) para a infância: oficinas poéticas; ebook de texto criativo; oficina de escrita. (5 horas) Módulo 5 Escrita e Gramática: das técnicas de escrita (planificação, textualização e revisão) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (plano sintático, plano semântico e plano textual-discursivo, observando áreas críticas - regências verbos/preposições; coesão e coerência textual ): plano esquemático; técnicas de revisão linguística; recursos interativos digitais. (5 horas) Módulo 6 Leitura e Gramática: da semântica do texto (sentido global, inferências, tema, ideias principais, pontos de vista e estrutura) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (morfologia e classes de palavras, observando áreas críticas - pronominalização, processos de formação de palavras ): campeonato de gramática; recursos interativos digitais; workshop de ortografia. (5 horas) Módulo 7 Oralidade e Escrita: da comunicação e interação discursivas (ato de fala; processos interpretativos e inferenciais; géneros formais e públicos; intenção comunicativa: pertinência da informação) à escrita de textos de caráter narrativo e de textos de opinião: exposição, reconto, resumo, tomada de posição; guiões de apoio à oralidade; clube de debate. (5 horas) Módulo 8 Oralidade e Leitura: das técnicas performativas na oralidade (processos de escuta; produção discursiva planificada, espontânea e interativa; retórica da oralidade (postura corporal, expressão) à análise textual e procedimentos de registo e tratamento de informação: técnicas de anotação; webinars; workshop sobre performance. (5 horas) Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Costa, A. et al. (2010). Muitas ideias, um mar de palavras propostas para o ensino da escrita. Fundação Calouste Gulbenkian
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 21-01-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 28-01-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 04-02-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
4 | 11-02-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 18-02-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 25-02-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 11-03-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 18-03-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
9 | 25-03-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
10 | 01-04-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |

Formador
Susana Patrícia de Sousa Arouca
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Ciências Naturais, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico e a comunicação; Partilhar práticas e aceder a recursos didáticos de referência, adequados a um contexto específico de aprendizagem, ensino e avaliação.
Conteúdos
Módulo (M)1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M2 - Rochas e Solo - materiais terrestres (10 horas) Recursos geológicos - potencialidades Rochas e minerais Distinção entre mineral e rocha e indicar exemplo de rochas de cada grupo Aplicação de rochas no quotidiano Solo Agentes biológicos e atmosféricos - importância na génese do solo Solo - conservação Sustentabilidade na agricultura e avanço científico e tecnológico Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema. M3 - Água e Ar (10 horas) Água e seres vivos Disponibilidade e circulação de água na Terra - Informação Gestão sustentável da água na sua utilização, exploração e proteção - importância Atmosfera terrestre - funções Propriedades do ar e seus constituintes Atividades humanas na qualidade do ar - impactos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema. M4 - Processos vitais comuns aos seres vivos Animais (10 horas) Alimentação Riscos e benefícios dos aditivos alimentares Ciência e da tecnologia na evolução dos produtos alimentares - importância Sustentabilidade do Organismo Respiração Distinção entre respirações externa e celular Ciência e da tecnologia na identificação das principais causas das doenças respiratórias mais comuns - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema. M5 - Processos vitais comuns aos seres vivos Plantas (10 horas) Fotossíntese e Respiração nas plantas Fotossíntese para a obtenção de alimento nas plantas - importância Influência de fatores que intervêm no processo fotossintético Importância das plantas na vida na Terra e medidas de conservação da floresta autóctone Relação entre os produtos da fotossíntese e a respiração celular Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema. M6 - Agressões do meio e integridade do organismo (10 horas) Ciência e tecnologia na descoberta dos microrganismos - importância Medidas de higiene que contribuam para a prevenção de doenças infeciosas Vacinas e uso adequado de antibióticos e medicamentos de venda livre - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Martins, I. P., Tenreiro-Vieira, C., Vieira, R., Sá, P., Rodrigues, A. V., Teixeira, F., Couceiro, F., Veiga, M. L. & Neves, C. (2012). Avaliação do Impacte do Programa de Formação em Ensino Experimental das Ciências: Um estudo de âmbito nacional. Lisboa: Ministério da Educação e Ciência, Direção Geral de Educação
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 21-01-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Online síncrona |
2 | 28-01-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 21:15 | 3:45 | Online síncrona |
3 | 06-02-2025 (Quinta-feira) | 17:45 - 21:30 | 3:45 | Presencial |
4 | 11-02-2025 (Terça-feira) | 17:45 - 21:00 | 3:15 | Online síncrona |
5 | 20-02-2025 (Quinta-feira) | 17:45 - 21:15 | 3:30 | Presencial |
6 | 25-02-2025 (Terça-feira) | 17:45 - 21:30 | 3:45 | Online síncrona |
7 | 13-03-2025 (Quinta-feira) | 17:45 - 21:15 | 3:30 | Presencial |

Formador
Benedita Carvalho Kendall
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 240, 400, 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 240, 400, 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Formação visa fomentar a integração da arte contemporânea nas práticas e didáticas dos educadores e professores. Pretende-se contribuir para a formulação de estratégias e recursos pedagógicos inovadores, capazes de despertar nas crianças e jovens a criatividade, a reflexão e a crítica sobre o mundo atual. O percurso formativo foi desenhado entre a teoria e prática, de modo a proporcionar aos formandos uma ampla e diversificada experimentação e aquisição de conhecimentos, que se traduzam na criação de atividades e projetos com futuro. Os conteúdos, em linha com as recomendações da UNESCO sobre a centralidade da arte e do património na educação e na vida comunitária, visam reforçar a presença das artes nas escolas de forma diversificada, incluindo a sua utilização como recurso pedagógico, criativo e transversal na abordagem aos conteúdos das diferentes disciplinas.
Objetivos
- Demonstrar a importância da cultura e da arte contemporânea na criação de práticas pedagógicas alternativas, capazes de despertar a consciência, a capacidade de pensar e interpretar o mundo atual. - Capacitar os formandos para a integração das obras de arte contemporânea nas suas atividades pedagógicas. - Fomentar a compreensão dos processos criativos, utilizados pelos artistas da contemporaneidade. - Capacitar os formandos para a articulação dos fenómenos artísticos e culturais, com as recomendações da UNESCO sobre a centralidade da arte e do património na educação e na vida comunitária. - Incentivar a criação de atividades didáticas, capazes de melhorar o sistema de ensino, tornando-o mais transdisciplinar e aberto a diferentes perfis de aprendizagem. - Criação de manual de boa-práticas e recursos didáticos, que traduza as aprendizagens adquiridas no decurso da formação.
Conteúdos
1. Motivação - Enquadramento e perspetiva histórica das principais referências artísticas da Arte Contemporânea (dos anos 60 até à atualidade). - Novos Media - Formas Não-Tradicionais de Expressão Artística. - Manifestações artísticas inconformadas: Performences e Hapennings. - Articulação dos conteúdos com as orientações curriculares e metodológicas. - Apresentação comentada de projetos diversos de Arte Contemporânea. - Indicações estratégicas sobre as práticas a implementar nas atividades com os alunos. Estudo de Casos - Case Study I - Novos Media; Case Study II Fotografia. 2. Experimentação - Experimentação de diferentes processos de análise, interpretação e compreensão das obras de arte contemporâneas. - Exploração de abordagens metodológicas diversas, que permitam o entendimento da relação entre observação, documentação e levantamento com objetivo de desenvolver recursos pedagógicos inovadores. - Visualização orientada e comentada de exemplos artísticos significativos. - Criação / experimentação de atividades pedagógicas de articulação entre as práticas artísticas e as atividades didáticas. - Compreensão e experimentação dos processos criativos, que integram e incentivam dinâmicas transdisciplinares. - Ampliação de conceitos, práticas e processos artísticos e pedagógicos como forma de mobilização de conteúdos-chave inscritos nas recomendações da UNESCO sobre a centralidade da arte e do património na educação e na vida comunitária. 3. Socialização do conhecimento - Reflexão partilhada sobre as temáticas e atividades realizadas no decurso das sessões de formação. As experiências individuais de cada formando. Reflexão sobre as metodologias de trabalho colaborativo. - Criação coletiva de manual de boas-práticas e recursos didáticos, explorando as aprendizagens as linguagens experimentadas no decurso das sessões. - Socialização e partilha do conhecimento, através da apresentação dos trabalhos realizados. - Definição de estratégias pedagógicas a implementar em sala de aula, indicação de trabalhos futuros.
Metodologias
A formação irá decorrer através da aplicação de uma estrutura metodológica que privilegia a articulação entre três dimensões cruciais, a motivação para a participação coletiva, a experimentação orientada e a partilha do conhecimento produzido. O modelo de ação foi concebido para estimular o trabalho colaborativo, pelo que, em cada sessão serão encorajadas as relações e a criação de empatia entre pares, através da concretização de uma série de atividades e desafios. Pretende-se mobilizar, em cada sessão, um conjunto de boas-práticas, por forma a envolver os formandos em processos e experiências pedagógicas inspiradoras.
Avaliação
A avaliação dos formandos é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação a utilizar são: qualidade da participação no contexto dos objetivos / efeitos a produzir e a qualidade do trabalho individual final. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Charlot, B. & Silva, V., A. (2000). De Abelardo até à classificação de Xangai: As universidades e a formação de docentes. Educar em Revista, Curitiba. 37, 39-58.Charréu, L. (2009). Para uma Educação Artística em artes Visuais enfocada na contemporaneidade. In E., Rodrigues, & H., Assis (Orgs.) (2009). O Ensino das Artes Visuais: Desafios e possibilidades contemporâneas (pp.25-32). Goiânia: Grafset Ed./ Secretaria de Educação do Governo do Estado de Goiás. Delors, J. (Coord.) (1996). Educação, um Tesouro a Descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI. Porto: ASA.Eça, T., Agra-Pardiñas, M. J., Trigo, C. & Pimentel, L. (2010). Desafios da educação artística em contextos ibero americanos. Porto: APECV.Efland, A., Freedman, & K., Sthur, P. (2003). La educación en el Arte Posmoderno. Barcelona: Paidos.Franz, T. (2003). Educação para uma Compreensão Crítica da Arte. Florianópolis: Letras Contemporâneas.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-01-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 23-01-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
3 | 30-01-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
4 | 06-02-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
5 | 13-02-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
6 | 20-02-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
7 | 27-02-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
8 | 06-03-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
9 | 13-03-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
10 | 20-03-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |

Formador
Rui Filipe Pires Fernandes
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 250 e 610
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 250 e 610.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Educação Musical (2.º ciclo) e Música (3.º ciclo), orientada numa perspetiva holística e em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação, de dispositivos e instrumentos com diversidade sonora/musical que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Estimular a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, tendo em consideração as aprendizagens a desenvolver e as necessidades dos alunos e a consecução de um ensino de qualidade; Valorizar o papel da Música como promotor do desenvolvimento global dos alunos, na sua relação consigo, com os outros e com o meio; Valorizar a disciplina de Educação Musical / Música na sua individualidade e na relação com as demais áreas do conhecimento.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 Experimentação e criação (5h) Experimentação, improvisação sonoro/musical através da voz, corpo, ou outra fonte sonora acústica, analógica ou digital, combinando e manipulando os vários elementos da música. Exploração / criação sonoro-musical com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas. Módulo 3 Corpo e Voz na interpretação Musical (5h) Estratégias de interpretação vocal (voz falada e cantada). Música de conjunto em repertórios de diferentes géneros, estilos, épocas e tecnologias. O corpo como instrumento. O gesto e o movimento na interpretação de canções. Módulo 4 - Prática instrumental (5h) Prática instrumental em contexto escolar: utilização de objetos e instrumentos musicais acústicos e eletrónicos e/ou virtuais, em repertório variado. Módulo 5 - Projeto de performance musical Refletir a sua experiência musical na: a) Criação de um concerto / audição, em repertório variado; ou b) Criação / Partilha de um projeto interdisciplinar: refletindo os elementos musicais em contextos interdisciplinares. Módulo 6- A música e o Digital (5h) Utilização de ferramentas digitais de edição, criação ou execução musical. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Plataforma Digital de recursos artísticos e pedagógicos: www.cantarmais.pt.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-01-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 23-01-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 30-01-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
4 | 13-02-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
5 | 20-02-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 27-02-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 06-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
8 | 13-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
9 | 20-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
10 | 27-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |

Formador
Filomena Morais
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar tendo por base as diversas áreas de competência e domínios das aprendizagens essenciais de inglês, refletindo a voz dos alunos; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Características dos alunos dos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário e metodologias (5h) -Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos -Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo -Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e comportamento. Módulo 3 Competência comunicativa: Oralidade (10h) -Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de diferentes tipos de textos orais; atividades práticas com áudios/vídeos autênticos; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. -Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas de preparação para apresentações/debates; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 Competência Comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) -Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com diferentes tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. -Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, (inter)disciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 Mediação (5h) -No contexto das línguas -Nos documentos de referência: PA e AE -Na prática letiva - Exemplos de atividades. Módulo 6 CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 Competência Intercultural (5h) -Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa -Identificar e analisar textos literários adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Short, K, Day, D. & Schroeder, J. (2016). Teaching Globally. Reading the World Through Literature. Portland: Stenhouse Publishers.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-01-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 17-01-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
3 | 24-01-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 31-01-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 07-02-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 14-02-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 21-02-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 28-02-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
9 | 07-03-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Online síncrona |
10 | 21-03-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-01-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 17-01-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 24-01-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 31-01-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
5 | 07-02-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 14-02-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 01-04-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 04-04-2025 (Sexta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
António Fernando Amaral Penas Nabais dos Santos
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 300, 310 e 320
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 300, 310 e 320.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) das disciplinas de Português e de Literatura Portuguesa, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - O lugar da gramática no ensino do Português (3.º CEB e ES - 5h) Abordagem dos principais marcos do desenvolvimento linguístico (lexical, fonológico, morfológico e sintático): o Dicionário Terminológico O ensino da gramática no contexto da didática do português e dos documentos de referência para a disciplina de Português O processo de transposição didática no ensino da gramática, envolvendo as competências de leitura, escrita, de compreensão oral e expressão oral. Módulo 3 - A inferência na análise textual (3.º CEB e ES 5h) Tipos de inferências As inferências na compreensão de textos escritos (ler, compreender e inferir) Trabalho experimental: textos de tipologias variadas; estrutura de questionários e tipos de perguntas. Módulo 4 - A argumentação: compreensão do oral, leitura e escrita (3.º CEB e ES 5h) O papel de Aristóteles na conceção da argumentação Tipologia de argumentos A argumentação nos atos oral e escrito nas aulas de Português e de Literatura Portuguesa. Módulo 5 - O ensino e a aprendizagem do texto poético (3.º CEB e ES 5h) A poesia ensina-se? Códigos poéticos: fónico-rítmico; estilístico; semântico-pragmático Estratégias de ensino da poesia. Módulo 6 - O ensino e a aprendizagem do texto narrativo (3.º CEB e ES 5h) A compreensão leitora em textos narrativos Estratégias de ensino do texto narrativo Desenvolvimento de técnicas de aperfeiçoamento de escrita de texto narrativo (produção e revisão de texto narrativo). Módulo 7 - O lugar da leitura nas aulas de Português e de Literatura Portuguesa (3.º CEB/ES 5h) Dinâmicas de leitura e de audição (tipologias textuais das Aprendizagens Essenciais) Avaliação da leitura. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Dicionário Terminológico - https://dt.dge.mec.pt/index.php?id=n318
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 09-01-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 23-01-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 30-01-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
4 | 06-02-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 13-02-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 20-02-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 27-02-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 13-03-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
9 | 20-03-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
10 | 27-03-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |

Formador
José Paulo Angeiras de Sousa Santos
Destinatários
Professores dos Grupos 230,500,510,540 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230,500,510,540 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Atualmente, nos mais variados níveis práticos do ensino nas áreas científicas, a linguagem de programação Python é largamente utilizada. Sendo uma linguagem de programação com aplicação e alcance de largo espectro e de fácil iniciação, no entanto é relativamente recente. Este facto leva a que a grande maioria dos docentes não tenha ainda tido oportunidade de contacto com a referida linguagem de programação. Esta Ação visa contribuir para desenvolver as competências dos docentes de todas as áreas científicas, numa perspetiva de utilização prática, viabilizando a aplicação na atual programação dos mais variados dispositivos digitais, desde as máquinas de calcular programáveis até aos computadores de vários tipos de sistemas operativos e configurações. Trata-se de uma iniciação prática e abrangente que promove e enriquece a possibilidade de desenvolvimento de uma abordagem inovadora em contexto digital da atividade docente com os alunos.
Objetivos
- Desenvolver competências e conhecimentos de utilização da linguagem de programação Python. São objetivos específicos: - Compreender o conceito de programação e elaboração de programas com uso da linguagem Python; - Iniciar a aprendizagem prática de programação; - Desenvolver autonomia na elaboração de programas simples; - Desenvolver competências e conhecimentos que permitam a evolução no desenvolvimento autónomo de programas de complexidade crescente.
Conteúdos
1. Noções gerais de programação e conceito de programas; 2. Introdução da linguagem Python; 3. Apresentação de diversas plataformas e instâncias de desenvolvimento de programas em Python; 4. Iniciação prática das várias estruturas de programação procedimental, com exemplos explicativos; 5. Desenvolvimento gradual na autonomia de programação; 6. Apresentação de exercícios exemplificativos de complexidade crescente; 7. Resolução de exercícios em programação em Python.
Metodologias
Todas as sessões serão síncronas destinadas à apresentação dos conteúdos, esclarecimento de dúvidas, desenvolvimento gradual de autonomia com acompanhamento do formador, comunicação e partilha de competências adquiridas e de conhecimentos aplicados. Ao longo das sessões , estimular-se-á a criação, participação e colaboração em comunidade de aprendizagem.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Lutz, M. (2023). Aprenda Python em 1 Dia: Domine a linguagem de programação mais popular do mundo em 24 horas. Casa dos Livros.Matthes, E. (2015). Python para Todos: Programando com Diversão. Casa das Livros.Menezes, N. N. C. (2022). Introdução à Programação com Python: Algoritmos e Lógica de Programação para Iniciantes. Brasport.Ramalho, L. (2020). Python Fluente: A Linguagem de Programação do Futuro. Novatec Editora.Python Software Foundation. (n.d.). Documentação Oficial da Linguagem Python. https://www.python.org/.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 09-01-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
2 | 13-01-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
3 | 16-01-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
4 | 20-01-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
5 | 23-01-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
6 | 27-01-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
7 | 30-01-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
8 | 03-02-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 18:30 | 1:00 | Online assíncrona |

Formador
Gina Maria Afonso Chaves
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso, de dispositivos e instrumentos com diversidade gráfica e expressiva que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Desenvolver atividades específicas que incentivem a uma abordagem pedagógica centrada na pesquisa, na experiência e na exploração de ambientes diferenciados; Valorizar o papel das Artes como promotor do desenvolvimento integral dos alunos, na sua relação consigo, com os outros e com o meio; Valorizar as disciplinas de educação visual e educação tecnológica na sua individualidade e na relação com as demais áreas do conhecimento.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Narrativas visuais (5h) Apropriação e reflexão: Utilizar a linguagem das artes visuais (cor, forma, linha, textura, padrão, proporção e desproporção, plano, luz, espaço, volume, movimento, ritmo, matéria, entre outros), na construção de projetos multiculturais (estilos e movimentos artísticos, épocas e geografias). Módulo 3 Diversidade cultural (5h) Apropriação e reflexão: contextualização de manifestações culturais do património selecionado (obras e artefactos de arte pintura, escultura, desenho, assemblage, colagem, fotografia; instalação, land´art, banda desenhada, design, arquitetura, artesanato, multimédia ou linguagens cinematográficas) para a construção de projetos. Módulo 4 Olhar, ver e fazer (5h) Interpretação e comunicação: Utilização de diferentes meios e processos (pintura, escultura, desenho, fotografia, multimédia, entre outros) na transformação de narrativas visuais, criando modos de interpretação. Módulo 5 - Interpretação Visual na comunidade (5h) Interpretação e comunicação: Aplicação dos conceitos da comunicação visual para analisar, interpretar e intervir na comunidade, reconhecendo o papel das artes nas mudanças sociais. Módulo 6 - Exploração de materiais (5h) Experimentação e criação: Exploração de diversos materiais do quotidiano para a criação de produtos de comunicação visual, explorando conceitos de (luz, cor, espaço, forma, movimento, ritmo; proporção, desproporção, entre outros). Módulo 7 Planear e registar (5h) Exploração e criação: exploração de diferentes processos de registo (ex.: diários gráficos), e de planeamento (ex.: projeto, portefólio). Seleção de um processo de planeamento e registo em trabalhos interdisciplinares. Módulo 8 Ferramentas Digitais (5h) Abordagem às ferramentas digitais como processo de intencionalidades expressivas e tecnológicas, através de meios digitais de edição de imagem e de edição 3D. Módulo 9 Exploração de Linguagens e Recursos na Educação Tecnológica (5h) A sustentabilidade ambiental: seleção de materiais para criação de soluções tecnológicas através da reutilização ou reciclagem de materiais. Partilha de projetos. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGECURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Arnheim, R. (1997). Arte & percepção visual: Uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-01-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 18-01-2025 (Sábado) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
4 | 22-01-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 25-01-2025 (Sábado) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Online síncrona |
6 | 12-02-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 19-02-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
8 | 26-02-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 13-01-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 20-01-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
3 | 27-01-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 05-02-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 12-02-2025 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Presencial |
6 | 20-02-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 27-02-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 06-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
9 | 13-03-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |

Formador
Marta Sofia Lopes Lira
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 350
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 350.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Espanhol em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Promover a valorização dos diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura hispânica e à língua espanhola, dos espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural; - Rever a linguagem e os papéis da interação organizacional na sala de aula para uma comunicação simples e eficaz (instruções, trabalho de pares/grupo, etc.); - Encorajar o trabalho colaborativo, a partilha de ideias e práticas e o acesso a recursos didáticos de referência.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Competência Intercultural (5 horas) Descrição de elementos culturais, de identidade e língua por oposição à cultura hispânica e à língua espanhola; Estratégias de inclusão das artes no ensino de ELE; Identificação de exemplos de atitudes de tolerância e respeito interculturais para consolidação de práticas de relacionamento interpessoal. Módulo 3 Competência Comunicativa: interação oral e escrita (5 horas) Fatores subjacentes às carências/falhas na comunicação e/ou no processo de interação oral e escrita; fatores emocionais implicados/superação; Estratégias de promoção de autonomia e de trabalho colaborativo. Módulo 4 Competência Comunicativa e géneros textuais (5 horas) Produção escrita (técnicas; fases; estruturação textual, centrada na coerência e progressão temáticas); interferências (derivadas da proximidade linguística) e as suas implicações didáticas; ultrapassar a fossilização linguística; o erro ao serviço da aprendizagem; estratégias na aquisição de ELE: a avaliação da interlíngua do aluno no contexto de uma língua próxima Géneros textuais. Módulo 5 Competência Comunicativa: produção oral (5 horas) Técnicas; interferências linguísticas e as suas implicações didáticas; transferência de conceitos e procedimentos próprios da comunicação oral, entre a LM e o espanhol; o erro ao serviço da aprendizagem: ultrapassar a fossilização linguística frequente em ELE; estratégias na aquisição de ELE: a avaliação da interlíngua do aluno (proximidade). Módulo 6 Competência Comunicativa: compreensão oral e escrita (5 horas) Compreensão oral (técnicas de audição/ compreensão em diferentes contextos; métodos para avaliar e melhorar a CO; estratégias de comunicação e estilos de aprendizagem: adequação das estratégias didáticas e dos recursos de aprendizagem aos perfis dos alunos); Compreensão escrita (técnicas de CE: a importância das palavras-chave, o resumo, o papel dos conectores; estratégias de metacognição adequadas aos contextos). Módulo 7 Criação e prática: projetos interdisciplinares (5 horas) Criação e prática de projetos interdisciplinares no ensino de ELE: intercompreensão entre o Espanhol e outras áreas disciplinares. Módulo Final (2,5 horas) Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-01-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 14-01-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 21-01-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 28-01-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 04-02-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 11-02-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
7 | 18-02-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
8 | 25-02-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |

Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
José António Teixeira Dias
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Após três anos de capacitação digital para os docentes e a implementação nas escolas dos Laboratórios de Educação Digital (LED), pelo Ministério da Educação, é essencial aprimorar o domínio das ferramentas digitais para incentivar os professores a integrá-las de forma eficaz ao ensino. Isso requer a exploração dos LED para: Integrar adequadamente as tecnologias ao serviço de melhor ensino; oferecer desenvolvimento profissional contínuo; promover a aprendizagem ativa; diversificar as estratégias de ensino; preparar os alunos para o futuro digital; estimular a criatividade e inovação e, aumentar a eficiência e eficácia do ensino. Em suma, a formação nos Laboratórios de Educação Digital permitirá capacitar os professores a utilizar eficazmente a tecnologia no ensino, para a promoção de práticas pedagógicas avançadas e a preparação dos alunos para um mundo digital.
Objetivos
− Desenvolver competências em Tecnologia Avançada: Capacitar professores no uso de ferramentas como robótica, multimédia e STEAM, incluindo impressoras 3D e softwares de desenho; − Promover a aprendizagem interdisciplinar: introduzir abordagens STEAM na prática pedagógica, fundindo conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos educativos. − Fomentar colaboração e trabalho em equipa: estimular a cooperação entre alunos na conceção e apresentação de projetos STEAM; − Desenvolver competências digitais e tecnológicas: aprimorar habilidades dos professores no uso de equipamentos para enriquecer o ensino. − Estimular pensamento crítico e resolução de problemas: aplicar competências de resolução de problemas em projetos utilizando equipamentos STEAM. − Preparar alunos para o mercado de trabalho do Século XXI: dotar alunos com pensamento computacional e competências técnicas em STEAM. − Promover inclusão e diversidade: garantir acesso equitativo aos equipamentos, promovendo inclusão e diversidade na educação.
Conteúdos
− Introdução aos Laboratórios Digitais: Conceito e aplicabilidade de laboratórios digitais; Benefícios e propósitos do uso de laboratórios digitais na educação. (1h) − Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (2h30m) − Impressão 3D: Funcionamento e princípios básicos da impressão 3D; Demonstração e prática de modelagem 3D e operação de impressoras 3D. (3h) − Multimédia e Design Gráfico: Operação de uma máquina fotográfica e princípios fundamentais da fotografia; Ferramentas e softwares de design gráfico (como Canva, Gimp, etc ). (3h) − Multimédia e Vídeo: Princípios fundamentais do vídeo. Produção e edição de vídeo. Ferramentas de edição de Vídeo (CapCut, VSDC, etc ); produção de vídeos e princípios fundamentais do vídeo. (3h) − Introdução à Robótica e STEAM: conceitos básicos de robótica e STEAM; importância da integração da robótica e STEAM na educação. Equipamentos e Ferramentas de Robótica: Tipos de robôs educacionais (como kits LEGO Mindstorms, Arduino, Raspberry Pi, etc.). (1h) − Programação e Codificação por blocos: Introdução à programação e codificação; prática de programação utilizando linguagens como Scratch, Micro:bit, Lego, Arduino entre outras. (3h) − Programação e Codificação: introdução às linguagens de programação C++ e Python para plataformas robóticas; Micro:bit, BotnRoll, Arduino, Raspberry. (4h) − Programação e STEAM na Prática: Projetos STEAM integrados que abordam problemas do mundo real; Aplicação de conceitos de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos práticos. Integração Curricular: estratégias para integrar a robótica, multimídia e STEAM em diferentes disciplinas curriculares; desenvolvimento de planos de aula e atividades STEAM alinhados aos objetivos de aprendizagem. Desenvolvimento Profissional Contínuo: recursos e estratégias para o desenvolvimento profissional contínuo em robótica, multimídia e STEAM; participação em comunidades de prática e redes profissionais para compartilhar recursos e melhores práticas. (4h30m)
Metodologias
O curso de formação será desenvolvido em 8 sessões de cariz teórico/práticas. Para cada tópico serão exploradas as ferramentas, com as devidas explicações e discussão sobre a sua aplicabilidade de acordo com a tipologia de disciplinas/turmas de cada formando. Serão disponibilizados os endereços de plataformas online, assim como tutoriais e bibliografia específica.
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6 do mesmo diploma e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: - Envolvimento, qualidade e participação nas atividades/tarefas das sessões 40% - Relatório reflexivo ( ) 60% Nota-As faltas dos participantes são limitadas a um terço das horas de formação.
Bibliografia
Sequeira, Elrid. 3D Printing and Maker Lab for Kids. Quarry Books, MRKEAN-9781631597992Direção-Geral da Educação. (s.d.). Como criar um objeto 3D utilizando o Autodesk Tinkercad. Recuperado de https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/como-criar-um-objeto-3d-utilizando-o-autodesk-tinkercadArduino.Micro:bit Educational Foundation.Lima, Ana Filipa. (2023)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 14:45 - 18:15 | 3:30 | Presencial |
3 | 22-01-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 29-01-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 05-02-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 12-02-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 19-02-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
8 | 26-02-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
9 | 12-03-2025 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |

Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A festa da poesia pretende celebrar a poesia e os poetas nacionais através de oficinas, performances apresentações de livros, cursos de poesia e mesas de debate onde se conversa sobre poetas e escrita
Objetivos
Promoção do livro e da literatura, divulgação da poesia e poetas nacionais; Divulgação e promoção da escrita.
Conteúdos
Cultura geral, literatura portuguesa
Anexo(s)
Observações
O único inscrito faltou.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-12-2024 (Domingo) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 08-12-2024 (Domingo) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Artur Jorge Mimoso Guindeira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com o CFAE de Matosinhos
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A Folha de Cálculo vem dar resposta às necessidades formativas dos profissionais que exercem atividade na área administrativa e operacional das escolas associadas ao CFAE Em função dos destinatários: Esta ação permitirá que o pessoal administrativo e operacional, no âmbito da sua formação contínua, aperfeiçoei /atualize os conhecimentos necessários ao seu exercício profissional.
Objetivos
No final da ação de formação, os formandos devem ser capazes de construir, editar e imprimir folhas de cálculo, utilizar fórmulas, funções, gráficos e desenhos em folhas de cálculo.
Conteúdos
Automatização e aperfeiçoamento dos cálculos e o tratamento de dados; Criação de tabelas de previsão; Importação e organização dados; Realização de operações de pesquisa e de extrações.
Avaliação
Ponderação participação: 20 Ponderação assiduidade: 10 Ponderação testes/trabalhos escritos: 70
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 28-11-2024 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 05-12-2024 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 12-12-2024 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 19-12-2024 (Quinta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 09-01-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 16-01-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 23-01-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
8 | 30-01-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |

Formador
Ana Isabel Lage Ferreira
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Escola é cada vez mais um espaço relacional, onde dimensões como o bem-estar, o sentido de pertença, a sensação de segurança e aceitação são fundamentais para a aprendizagem e para o desenvolvimento saudável. Neste contexto, é imperativo o domínio com agilidade de ferramentas de comunicação que possam ser usadas de forma intencional e com o propósito de criar ambientes de aprendizagem que favoreçam igualmente o bem-estar.
Objetivos
- Conhecer e integrar princípios básicos da comunicação interpessoal no processo de ensino-aprendizagem. - Utilizar técnicas específicas de gestão de sala de aula. - Utilizar técnicas de comunicação para a gestão de comportamentos disruptivos.
Conteúdos
1. Apresentação. O perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. O perfil do aluno desta Escola. Associar aos projetos e boas práticas que fazem parte da cultura da escola. (3 horas) 2. A adolescência - Desafios e oportunidades para a aprendizagem. Avaliação do risco. A Regulação Emocional: Consciência emocional; Como funciona; Como se pode desenvolver em sala de aula. (3 horas) 3. Comunicação - Consciência do seu perfil de comunicação. Competências de comunicação na sala de aula. Gerir situações de conflito. Definir limites e mantê-los. (3 horas) 4. Liderança - O poder na sala de aula. Assertividade. Empatia. Celebrar. Aprendizagem e motivação. Estratégias para a sala de aula (metodologias ativas). Planeamento e consistência. Mindset (crescimento e fixo). (3 horas) 5. Partilha dos resultados das tarefas desenvolvidas em contexto no âmbito do trabalho autónomo. (3 horas)
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Carita, A. & Fernandes, G. (2002). Indisciplina na Sala de Aula. Lisboa Editorial PresençaCrehan, L. (2016). Clever Lands. London: UnboundGordon, T. (2003). Teacher Effectiveness Training. New York: Three Rivers PressLopes, J. & Santos Silva, H. (2009). A Aprendizagem Cooperativa na Sala de Aula. Lisboa: LidelVieira, H. (2000). A Comunicação na Sala de Aula. Lisboa: Editorial Presença
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-09-2024 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 12-09-2024 (Quinta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 20-09-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 29-11-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 10-01-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Ana Isabel Lage Ferreira
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Escola é cada vez mais um espaço relacional, onde dimensões como o bem-estar, o sentido de pertença, a sensação de segurança e aceitação são fundamentais para a aprendizagem e para o desenvolvimento saudável. Neste contexto, é imperativo o domínio com agilidade de ferramentas de comunicação que possam ser usadas de forma intencional e com o propósito de criar ambientes de aprendizagem que favoreçam igualmente o bem-estar.
Objetivos
- Conhecer e integrar princípios básicos da comunicação interpessoal no processo de ensino-aprendizagem. - Utilizar técnicas específicas de gestão de sala de aula. - Utilizar técnicas de comunicação para a gestão de comportamentos disruptivos.
Conteúdos
1. Apresentação. O perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. O perfil do aluno desta Escola. Associar aos projetos e boas práticas que fazem parte da cultura da escola. (3 horas) 2. A adolescência - Desafios e oportunidades para a aprendizagem. Avaliação do risco. A Regulação Emocional: Consciência emocional; Como funciona; Como se pode desenvolver em sala de aula. (3 horas) 3. Comunicação - Consciência do seu perfil de comunicação. Competências de comunicação na sala de aula. Gerir situações de conflito. Definir limites e mantê-los. (3 horas) 4. Liderança - O poder na sala de aula. Assertividade. Empatia. Celebrar. Aprendizagem e motivação. Estratégias para a sala de aula (metodologias ativas). Planeamento e consistência. Mindset (crescimento e fixo). (3 horas) 5. Partilha dos resultados das tarefas desenvolvidas em contexto no âmbito do trabalho autónomo. (3 horas)
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Carita, A. & Fernandes, G. (2002). Indisciplina na Sala de Aula. Lisboa Editorial PresençaCrehan, L. (2016). Clever Lands. London: UnboundGordon, T. (2003). Teacher Effectiveness Training. New York: Three Rivers PressLopes, J. & Santos Silva, H. (2009). A Aprendizagem Cooperativa na Sala de Aula. Lisboa: LidelVieira, H. (2000). A Comunicação na Sala de Aula. Lisboa: Editorial Presença
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 09-09-2024 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 11-09-2024 (Quarta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
3 | 16-09-2024 (Segunda-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
4 | 17-09-2024 (Terça-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
5 | 20-09-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
6 | 25-10-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
7 | 10-01-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |

Formador
Ana Isabel Lage Ferreira
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Escola é cada vez mais um espaço relacional, onde dimensões como o bem-estar, o sentido de pertença, a sensação de segurança e aceitação são fundamentais para a aprendizagem e para o desenvolvimento saudável. Neste contexto, é imperativo o domínio com agilidade de ferramentas de comunicação que possam ser usadas de forma intencional e com o propósito de criar ambientes de aprendizagem que favoreçam igualmente o bem-estar.
Objetivos
- Conhecer e integrar princípios básicos da comunicação interpessoal no processo de ensino-aprendizagem. - Utilizar técnicas específicas de gestão de sala de aula. - Utilizar técnicas de comunicação para a gestão de comportamentos disruptivos.
Conteúdos
1. Apresentação. O perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. O perfil do aluno desta Escola. Associar aos projetos e boas práticas que fazem parte da cultura da escola. (3 horas) 2. A adolescência - Desafios e oportunidades para a aprendizagem. Avaliação do risco. A Regulação Emocional: Consciência emocional; Como funciona; Como se pode desenvolver em sala de aula. (3 horas) 3. Comunicação - Consciência do seu perfil de comunicação. Competências de comunicação na sala de aula. Gerir situações de conflito. Definir limites e mantê-los. (3 horas) 4. Liderança - O poder na sala de aula. Assertividade. Empatia. Celebrar. Aprendizagem e motivação. Estratégias para a sala de aula (metodologias ativas). Planeamento e consistência. Mindset (crescimento e fixo). (3 horas) 5. Partilha dos resultados das tarefas desenvolvidas em contexto no âmbito do trabalho autónomo. (3 horas)
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Carita, A. & Fernandes, G. (2002). Indisciplina na Sala de Aula. Lisboa Editorial PresençaCrehan, L. (2016). Clever Lands. London: UnboundGordon, T. (2003). Teacher Effectiveness Training. New York: Three Rivers PressLopes, J. & Santos Silva, H. (2009). A Aprendizagem Cooperativa na Sala de Aula. Lisboa: LidelVieira, H. (2000). A Comunicação na Sala de Aula. Lisboa: Editorial Presença
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 09-09-2024 (Segunda-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 11-09-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 20-09-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 25-10-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 10-01-2025 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Gabinete de Segurança e Proteção Civil da Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A temática da Proteção Civil e da Resiliência assume uma importância crescente no contexto educativo atual. Em Portugal, a Estratégia Nacional de Proteção Civil 2030 coloca a ênfase na necessidade de "reforçar a literacia e a cultura de segurança e de resiliência da população", reconhecendo o papel crucial da educação e formação na construção de comunidades mais seguras e resilientes. As escolas desempenham um papel fundamental na promoção da cultura de segurança e na preparação dos jovens para a adoção de comportamentos adequados em situações de emergência. Para que este objetivo seja alcançado, é essencial que os docentes estejam devidamente capacitados para integrar as temáticas da Proteção Civil e da Resiliência nas suas práticas pedagógicas.
Objetivos
Sensibilizar os docentes para a importância da temática da Proteção Civil e da Resiliência no contexto escolar. Apresentar estratégias e recursos pedagógicos para a integração da temática da Proteção Civil e da Resiliência nas diferentes áreas curriculares. Promover a partilha de experiências e a reflexão sobre o papel dos docentes na construção de uma cultura de segurança e resiliência na comunidade escolar.
Conteúdos
Conceitos básicos de Proteção Civil e Resiliência. Riscos e ameaças em Portugal: sismos, incêndios florestais, inundações, etc. O papel da escola na promoção da cultura de segurança e resiliência. Planos de emergência e medidas de autoproteção em contexto escolar. Estratégias pedagógicas para a integração da temática da Proteção Civil e da Resiliência nas diferentes áreas curriculares. Recursos educativos e materiais de apoio para docentes.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 14-10-2024 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Marta Claudia Ribeiro Marques Valadar
Paula Cristina Moreira Machado Santos
Miguel Angelo Teixeira Maia
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-03-2025 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 03-03-2025 (Segunda-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 05-03-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
4 | 05-03-2025 (Quarta-feira) | 11:00 - 13:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Augusta Carmen da Costa Coelho Ramalho Vieira
Miguel Angelo Teixeira Maia
Ana Paula de Almeida Gomes
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-03-2025 (Segunda-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 05-03-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
3 | 05-03-2025 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Rita Cordovil Matos
Sara Diana Leal dos Santos
Destinatários
Professores dos grupos disciplinares 160, 260 e 620
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Federação Portuguesa de Futebol em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A literacia motora é um dos fatores essenciais para sociedades ativas e prósperas. Essa competência resulta de políticas e programas educativos que começam na infância e continuam nos anos subsequentes, promovendo o desenvolvimento de aptidões, habilidades, valores e comportamentos. Apesar disso, diversas organizações médico-científicas internacionais alertam que mais de 50% da população mundial tem um estilo de vida sedentário. Além disso, é estimado que mais de 80% das crianças no mundo inteiro não apresentam níveis adequados de atividade física para um crescimento saudável, e apenas 40% delas revelam uma competência motora satisfatória. Perante este cenário alarmante, as organizações salientam a necessidade urgente de implementar programas eficazes em diferentes faixas etárias e contextos de prática. A escola, reconhecida como um ambiente privilegiado para a formação integral, desempenha um papel crucial na promoção da competência motora. É nos primeiros anos da educação, da pré-escola ao 1º CEB, que tais programas devem ser prioritariamente implementados. Assim, a escola emerge como um agente fundamental na formação de estilos de vida ativos e no desenvolvimento de valores, comportamentos, habilidades e aptidões, proporcionando uma base sólida para um crescimento saudável.
Objetivos
Para que esse objetivo seja alcançado, e com o intuito de apoiar os professores no ensino da educação física no 1º ciclo do ensino básico, foi desenvolvido este programa formativo. Os objetivos da formação incluem: - Descrever o desenvolvimento motor de crianças entre 5 e 10 anos, proporcionando conhecimento sobre o crescimento físico, maturação biológica e desempenho motor. - Descrever a competência motora e apresentar conteúdos gerais e específicos a serem propostos no ensino das habilidades motoras e das primeiras formas de jogo. - Explicar as metodologias didáticas a serem utilizadas na transmissão e operacionalização dos conteúdos abordados. - Destacar as preocupações pedagógicas que devem ser consideradas pelos professores ao lecionar o processo formativo para crianças.
Conteúdos
A Criança e o seu desenvolvimento motor - Características do desenvolvimento motor - Crescimento, maturação e aprendizagem - A pirâmide do desenvolvimento motor - Constrangimentos atuais ao desenvolvimento motor das crianças A competência motora em crianças - Conceitos, fundamentos e avaliação Habilidades motoras fundamentais e jogos lúdico-desportivos - Contextos de aprendizagem e de desenvolvimento - As primeiras abordagens ao jogo
Metodologias
Durante esta ação, os formadores utilizarão uma variedade de métodos de ensino adaptados aos conteúdos abordados. A formação incluirá 3 sessões online (síncronas), dedicadas à apresentação e discussão dos conteúdos teóricos e práticos dos módulos temáticos, através de tarefas individuais e em grupo, promovendo tanto o trabalho autónomo quanto colaborativo. O formando deverá possuir computador com câmara para permitir o acesso direto às sessões e para controlo visual presencial pela organização da formação. Informação detalhada aos(às) formandos(as) inscritos(as) nos cursos será emitida posteriormente.
Modelo
O curso não incluirá uma avaliação formal, mas a participação ativa é uma exigência. É obrigatória a frequência de pelo menos 90% do total de horas do curso para garantir que todos os participantes tenham acesso completo aos conteúdos abordados e possam beneficiar plenamente da formação, preparando aulas que contribuam para a melhoria da competência motora das crianças.
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 04/02/2025.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 27-01-2025 (Segunda-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
2 | 28-01-2025 (Terça-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 29-01-2025 (Quarta-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Sara Diana Leal dos Santos
Rita Cordovil Matos
Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
Federação Portuguesa de Futebol em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A literacia motora é um dos fatores essenciais para sociedades ativas e prósperas. Essa competência resulta de políticas e programas educativos que começam na infância e continuam nos anos subsequentes, promovendo o desenvolvimento de aptidões, habilidades, valores e comportamentos. Apesar disso, diversas organizações médico-científicas internacionais alertam que mais de 50% da população mundial tem um estilo de vida sedentário. Além disso, é estimado que mais de 80% das crianças no mundo inteiro não apresentam níveis adequados de atividade física para um crescimento saudável, e apenas 40% delas revelam uma competência motora satisfatória. Perante este cenário alarmante, as organizações salientam a necessidade urgente de implementar programas eficazes em diferentes faixas etárias e contextos de prática. A escola, reconhecida como um ambiente privilegiado para a formação integral, desempenha um papel crucial na promoção da competência motora. É nos primeiros anos da educação, da pré-escola ao 1º CEB, que tais programas devem ser prioritariamente implementados. Assim, a escola emerge como um agente fundamental na formação de estilos de vida ativos e no desenvolvimento de valores, comportamentos, habilidades e aptidões, proporcionando uma base sólida para um crescimento saudável.
Objetivos
Para que esse objetivo seja alcançado, e com o intuito de apoiar os professores no ensino da educação física no 1º ciclo do ensino básico, foi desenvolvido este programa formativo. Os objetivos da formação incluem: - Descrever o desenvolvimento motor de crianças entre 5 e 10 anos, proporcionando conhecimento sobre o crescimento físico, maturação biológica e desempenho motor. - Descrever a competência motora e apresentar conteúdos gerais e específicos a serem propostos no ensino das habilidades motoras e das primeiras formas de jogo. - Explicar as metodologias didáticas a serem utilizadas na transmissão e operacionalização dos conteúdos abordados.
Conteúdos
A Criança e o seu desenvolvimento motor - Características do desenvolvimento motor - Crescimento, maturação e aprendizagem - A pirâmide do desenvolvimento motor - Constrangimentos atuais ao desenvolvimento motor das crianças A competência motora em crianças - Conceitos, fundamentos e avaliação Habilidades motoras fundamentais e jogos lúdico-desportivos - Contextos de aprendizagem e de desenvolvimento - As primeiras abordagens ao jogo
Metodologias
Durante esta ação, os formadores utilizarão uma variedade de métodos de ensino adaptados aos conteúdos abordados. A formação incluirá 3 sessões online (síncronas), dedicadas à apresentação e discussão dos conteúdos teóricos e práticos dos módulos temáticos, através de tarefas individuais e em grupo, promovendo tanto o trabalho autónomo quanto colaborativo. O formando deverá possuir computador com câmara para permitir o acesso direto às sessões e para controlo visual presencial pela organização da formação. Informação detalhada aos(às) formandos(as) inscritos(as) nos cursos será emitida posteriormente.
Avaliação
O curso não incluirá uma avaliação formal, mas a participação ativa é uma exigência. É obrigatória a frequência de pelo menos 90% do total de horas do curso para garantir que todos os participantes tenham acesso completo aos conteúdos abordados e possam beneficiar plenamente da formação, preparando aulas que contribuam para a melhoria da competência motora das crianças.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 27-01-2025 (Segunda-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
2 | 28-01-2025 (Terça-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 29-01-2025 (Quarta-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Joana Cristina da Costa Fonseca
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com o Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
Em função do plano de atividades: No contexto educativo, convivem diversas pessoas com necessidades, interesses, capacidades e potencialidades específicas, nem sempre sendo fácil compreender e responder adequadamente às necessidades de cada um/a. Para promover um ambiente pacífico/de convivência cooperativa e ser uma referência relacional, é fundamental saber escutar ativamente as crianças e jovens e compreender as suas necessidades e sentimentos. É, igualmente, essencial saber expressar e partilhar as suas próprias necessidades e sentimentos. Todos os comportamentos baseiam-se em necessidades humanas, que todos procuramos preencher (M. Rosemberg). De facto, compreendendo as necessidades de cada um/a e desenvolvendo competências pessoais e interpessoais (PASEO), as relações são mais satisfatórias e profundas, permitindo consequentemente maior bem-estar, inclusão e sucesso. Para concretizar o nosso plano de atividade, necessitamos de apostar cada vez mais nas relações humanas e no desenvolvimento de competências pessoais. Em função dos destinatários: Para conseguirmos promover estas competências pessoais e interpessoais nas crianças e jovens, é essencial explorar e desenvolver as mesmas nos profissionais que integram o contexto educativo, nomeadamente nos docentes e não docentes, que são referências relacionais no contexto educativo. Neste Curso de formação, a/os assistentes operacionais e a/os coordenadore/as técnica/os terão oportunidade de desenvolver competências de comunicação, nomeadamente assertiva e não violenta, de escuta ativa, relacionais e de gestão e mediação de conflitos, num espaço relacional. Estas competências irão facilitar a gestão das relações no contexto educativo e promover maior reconhecimento, inclusão, bem-estar e sucesso de toda a comunidade educativo
Objetivos
Reconhecer os problemas de convivência no contexto educativo; Definir o conflito; Reconhecer a importância da autorregulação emocional; Descobrir o Modelo de convivência integrada; Valorizar a convivência cooperativa para a transformação e gestão positiva dos conflitos; Reconhecer a importância do desenvolvimento de competências facilitadoras do relacionamento interpessoal; Ser uma referência relacional educacional; Comunicar de forma assertiva, não violenta e na mensagem no “eu”; Reconhecer a importância de exprimir factos, sentimentos, necessidades e pedidos sem julgamento; Ter uma atitude compreensiva e empática; Escutar ativamente; Valorizar o compromisso e a colaboração como estilos de gestão de conflitos; Mediar conflitos.
Conteúdos
4 horas: Apresentação da ação de formação, dos parâmetros de avaliação, dos objetivos da ação de formação e do grupo de formação (formandos e formadora); Convivência cooperativa no contexto educativo; Problemas de convivência (conflito, indisciplina e violência); Conflito; Análise das posições, interesses e necessidades; Gestão das emoções associadas – autorregulação emocional: 3 horas 1/2: Modelo da convivência integrada; Valorização da cultura de convivência para a transformação positiva dos conflitos; Importância do desenvolvimento de competências facilitadoras do relacionamento interpessoal; Eu/Nós como referência educacional relacional. 4 horas: Comunicação assertiva, não violenta e na mensagem no “eu”; Atitude compreensiva-empática; Comunicação e expressão dos factos, sentimentos, necessidades e pedido, sem julgamento; Escuta ativa; Etapas da mesma. 3 horas 1/2: Valorização do compromisso e da colaboração com estilos de gestão de conflitos; Gestão e mediação de conflitos; Partilha das reflexões finais; Síntese; Esclarecimento de dúvida; Avaliação do curso de formação; Conclusão da formação; Abertura em relação à próximas ações
Bibliografia
Chávez, A. Forns, J. (2018). Educação Relacional – Dez chaves para uma pedagogia do reconhecimento. IPAV. - Pinto da Costa, Elisabete (2019). Mediação de Conflitos na Escola: da Teoria à Prática. Edições Universitárias Lusófonas. Rosário, Pedro (2005). Motivação e aprendizagem: uma rota de leitura. In M. Taveira (Coord.), Temas de Psicologia Escolar: Contributos de um projecto científico-pedagógico (pp. 23-60). Coimbra: Quarteto Editora. Rosemberg, M. (2021). Comunicação não violenta – O segredo para comunicar com sucesso. Alma em desenvolvimento. Torrego, Juan Carlos (2001). Mediação de Conflitos em Instituições Educativas – Manual para Formação de Mediadores. Tradução José Carlos Eufrásio. Edições ASA.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-01-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 22-01-2025 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
3 | 23-01-2025 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
4 | 23-01-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |

Formador
José António Pimentel da Silva
António José Mendes da Fonseca Marques Antunes
Destinatários
Professores dos Grupos 260, 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260, 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O atletismo é uma modalidade desportiva extremamente rica no seu reportório de movimentos de base e que proporciona às crianças e aos jovens um desenvolvimento motor, também ele muito rico e transversal a todas as modalidades desportivas (correr, saltar e lançar). Por outro lado, é uma modalidade cuja prática em contexto de estado de emergência (COVID-19 ou semelhante), pode ser efetuada com um baixo grau de risco e com ligeiras alterações na sua dinâmica. No entanto, é ainda muitas vezes um conteúdo pouco privilegiado, abordado superficialmente, devido a falhas na formação inicial dos professores, apesar de, atualmente, a grande maioria das escolas estar razoavelmente equipadas para a abordagem plena dos conteúdos constantes no programa dos vários anos de escolaridade. Assim, pretende-se capacitar os professores com ferramentas específicas e especiais da construção do conhecimento na modalidade, para uma abordagem dos seus diversos conteúdos em contexto de aula, e/ou treino, do Desporto Escolar. Utilizando métodos ajustados e recursos disponíveis e/ou construídos, promover um confronto individual e coletivo do aluno, com os gestos técnicos fundamentais (correr, saltar e lançar) cuja necessidade histórica de os dominar tecnicamente, para garantir a sobrevivência da espécie, se vem perdendo com o afastamento das crianças e jovens da escola da motricidade de rua e do contacto com a natureza. O atletismo é a modalidade olímpica número um em Portugal, pois é a única onde já se obtiveram medalhas de ouro - quatro!
Objetivos
Então, através do desenvolvimento da aprendizagem técnica desses gestos motores, pretende-se promover nos alunos uma consciência e domínio do corpo, como um sistema integrado, capaz de ser utilizado e ajustado a diferentes contextos. Por outro lado, a consciencialização das suas capacidades e limites, da noção de superação e de resiliência como fatores de desenvolvimento, sairão reforçados, nesta abordagem. Pretende-se ainda, desenvolver nos alunos, a capacidade de: a) construção de um plano pessoal de treino; b) plano este que visa a manutenção de uma condição física e um estilo de vida saudável em situações diversas; c) desenvolver competências que visem o desenvolvimento pessoal, a autonomia e a autoestima; d) a mobilização de conhecimentos e saberes, promovendo-se uma interdisciplinaridade efetiva e colocada em contexto real/prático. Aos professores envolvidos, proporcionar modelos pedagógicos, fruto da experiência dos formadores, no âmbito da escola e do Desporto Federado.
Conteúdos
Dia 1 (3,5h+3,5h) - Aquecimento (ativação cardiorrespiratória, mobilidade articular e alongamento muscular) - Técnica de corrida (variantes) - Velocidade (jogos de velocidade, reação, partidas, aceleração, velocidade máxima, velocidade prolongada) - Barreiras (técnica e ritmo) - Estafetas (jogos, técnicas) Dia 2 (3,5h+3,5h) - Improvisação de materiais - Articulação disciplinar - Marcha atlética - Multi saltos - Salto em Comprimento - Triplo-salto e interdependências - Salto em altura (tesoura e fosbury flop) Dia 3 (3,5h+3,5h) - Corrida contínua - Multi lançamentos - Lançamento do Peso - Lançamento do Disco - Lançamento do Dardo (bola, foguete, vortex e dardo) Dia 4 (4h) - Apresentação e execução de propostas de planos de aula, unidades didáticas e planos de treino.
Metodologias
Exposição teórico/prática e experimentação dos conteúdos. Visualização de vídeos e outros documentos. Construção de planos de aula, unidades didáticas e planos de treino (Desporto Escolar)
Avaliação
Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões efectuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Federação Portuguesa de Atletismo (2012) Atletismo: Dossier do Professor, 127 pág.Direção Técnica Nacional: Manual de Treinadores Nível I e II. Federação Portuguesa de AtletismoIAAF (2001): IAAF Kids Athletics Um evento para crianças. Tradução de José Augusto Reis. Supervisão de José Barros, em maio de 2002
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-01-2025 (Sábado) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
2 | 18-01-2025 (Sábado) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
3 | 25-01-2025 (Sábado) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
4 | 25-01-2025 (Sábado) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
5 | 01-02-2025 (Sábado) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
6 | 01-02-2025 (Sábado) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
7 | 08-02-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |

Formador
Dioclecia Maria da Silva Melo
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O Pickleball e uma é nova proposta para a abordagem as modalidades de raquetes no contexto escolar. Modalidades esta em grande crescimento, pelo que é relevante atualizar o conhecimento teórico e prático dos docentes da disciplina.
Objetivos
● Divulgar e promover a prática da modalidade na escola; ● Integrar, no âmbito do Desporto Escolar, a modalidade como prática regular nas atividades desenvolvidas no âmbito do Plano Anual das Escolas; ● Sensibilizar e formar para a modalidade, em contexto escolar; ● Criar ligações com outras entidades, nomeadamente, com o Plano de Ética Desportiva para o desenvolvimento das modalidades.
Conteúdos
Aprofundar os conhecimentos teóricos e práticos da modalidade
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 04/02/2025.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 17-01-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
ESAG em parceria com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
Num contexto educativo cada vez mais digital e colaborativo, o domínio das ferramentas Google Workspace torna-se essencial para otimizar o tempo, organizar o trabalho e facilitar a comunicação entre docentes. Esta ação de curta duração visa demomnstar como os participantes podem utilizar as ferramentas Gmail, Chat, Calendário e Drive de forma eficiente, promovendo a produtividade, a colaboração e a organização do seu dia a dia profissional.
Objetivos
Demonstrar as funcionalidades do Gmail, Chat, Calendário e Drive para otimizar a gestão de tempo, a partilha de recursos e o trabalho colaborativo entre docentes.
Conteúdos
Gestão do email institucional Utilização do chat para comunicação entre pares Gestão do tempo com o calendário Google Partilha de ficheiros no Drive
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 04/02/2025.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-01-2025 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Professores dos grupos 200, 400, 420 e 430
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 200, 400, 420 e 430.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A formação de professores, ao ampliar o conhecimento do território em que é desenvolvida a sua atividade profissional, vai potenciar o acesso dos alunos ao conhecimento geográfico, histórico, económico, paisagístico, da fauna e da flora (articulando o conhecimento entre várias componentes do currículo), permitindo uma coesão global articulada e coerente de aprendizagens essenciais, constituindo uma forma de combater o insucesso escolar e o abandono escolar, conduzindo ao aumento da motivação dos alunos. Os ODS da ONU para 2030 relacionam-se com a educação de qualidade, as energias renováveis e acessíveis, o crescimento económico, a produção e o consumo sustentáveis, bem como com a ação climática, o que evidencia uma conexão muito forte com os objetivos desta ação de formação. Por outro lado, é potenciado o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, mediante a exploração holística dos princípios, valores e áreas de competências, no âmbito de diversas componentes do currículo, permitindo uma coesão global articulada e coerente, pois o conhecimento não é estanque e segmentado entre disciplinas, mas sim interdependente. Cada vez mais, as componentes do currículo são abordadas de uma forma holística, pelo que se encontram reunidos os fundamentos para que os centros de formação proporcionem adequada capacitação dos professores, em articulação com vários domínios científicos, potenciando o conhecimento, o empreendedorismo e a criação de riqueza no nosso país.
Objetivos
A formação de professores, ao ampliar o conhecimento do território em que é desenvolvida a sua atividade profissional, vai potenciar o acesso dos alunos ao conhecimento geográfico, histórico, económico, paisagístico, da fauna e da flora (articulando o conhecimento entre várias componentes do currículo), permitindo uma coesão global articulada e coerente de aprendizagens essenciais, constituindo uma forma de combater o insucesso escolar e o abandono escolar, conduzindo ao aumento da motivação dos alunos. Os ODS da ONU para 2030 relacionam-se com a educação de qualidade, as energias renováveis e acessíveis, o crescimento económico, a produção e o consumo sustentáveis, bem como com a ação climática, o que evidencia uma conexão muito forte com os objetivos desta ação de formação. Por outro lado, é potenciado o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, mediante a exploração holística dos princípios, valores e áreas de competências, no âmbito de diversas componentes do currículo, permitindo uma coesão global articulada e coerente, pois o conhecimento não é estanque e segmentado entre disciplinas, mas sim interdependente.
Conteúdos
O litoral português. A diversidade física do litoral norte. Degradação do litoral e erosão costeira. A pesca, a tipologia de pesca e a sua relevância histórica e económica. A prosperidade económica e a sociedade de consumo. Aspetos demográficos, sociais e económicos com reflexo na organização do território. A relevância histórica da concentração de população e de atividades económicas no litoral de Portugal. Setores de atividade económica no litoral norte (os casos da pesca, da indústria conserveira, das energias renováveis e do turismo balnear). O contributo das ciências sociais para a educação e para a cidadania. A articulação de conhecimento e cooperação entre ciências sociais. Vantagens de abordagens científicas interdisciplinares.
Metodologias
Adoção de uma metodologia ativa, baseada no trabalho de campo (entre a foz do rio Douro e a foz do rio Lima), com a participação contínua dos formandos, a qual favorece a compreensão dos conteúdos da ação e a aquisição de competências. Sessões teóricas (com recurso a meios audiovisuais) e práticas, com a exploração presencial da orla litoral, percorrendo (a pé e por rodovia) alguns troços do litoral norte. Visita a locais especialmente afetados pela erosão costeira no litoral norte. Identificar espécies da fauna e da flora do litoral norte, equacionando o seu potencial económico. Visita a núcleos urbanos no litoral norte, evidenciando a sua relevância para a fixação da população e para a dinamização das atividades económicas. Visita a portos de pesca e a lotas de pesca, assistindo a leilões de pescado, a fim de evidenciar a capacidade de empreendedorismo e o potencial de criação de riqueza. Visita a unidades industriais, evidenciando a retenção de talento e o potencial económico. Localização absoluta dos fenómenos estudados, fazendo uso de recursos digitais (telemóveis e tablets).
Avaliação
Participação (40%), de acordo com os seguintes parâmetros: dinâmica da participação, qualidade das intervenções, execução de tarefas e relacionamento interpessoal. Trabalho individual (60%), de acordo com os seguintes parâmetros: estrutura, rigor na conceção, apresentação, autoavaliação, reflexão e impacto da formação.
Bibliografia
CLAVAL, Paul (1987). Geografia do homem. Coimbra: Livraria AlmedinaGOMES, Pedro T.; BOTELHO, Ana C.; CARVALHO, Gaspar S. (2002). Sistemas dunares do litoral de Esposende. Braga: Universidade do MinhoMILL, Alfred (2022). Economia - Tudo o que Precisa de Saber. Lisboa: Marcador.LAINS, Pedro; SILVA, Álvaro (2005). História económica de Portugal 1700 2000. Lisboa: Imprensa de Ciências SociaisSTRAHLER, Arthur N.; STRAHLER, Alan H. (2000). Geografía física. Barcelona: Ediciones Omega.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-01-2025 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 11-01-2025 (Sábado) | 09:00 - 15:00 | 6:00 | Presencial |
3 | 18-01-2025 (Sábado) | 09:00 - 15:00 | 6:00 | Presencial |
4 | 25-01-2025 (Sábado) | 09:00 - 15:00 | 6:00 | Presencial |
5 | 29-01-2025 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:30 | 4:00 | Presencial |

Formador
Carolina Fernanda Almeida Correia
Destinatários
Pessoal não docente;
Enquadramento
A presente ação de formação surge da necessidade de reforçar o papel crucial dos Assistentes Operacionais no contexto educativo. Estes profissionais desempenham um papel fundamental no dia-a-dia das escolas, impactando diretamente o bem-estar e a segurança de alunos e restante comunidade educativa. É imperativo que os Assistentes Operacionais compreendam o seu papel enquanto profissionais da educação, com um conjunto de responsabilidades e deveres éticos específicos. Esta formação visa, assim, promover: - O reconhecimento da sua importância: A ação visa consolidar a importância do papel do Assistente Operacional, não como um mero executor de tarefas, mas como parte integrante da equipa educativa, que com o seu trabalho contribui para a criação de um ambiente escolar positivo e seguro. - A construção de identidade profissional: É fundamental que estes profissionais desenvolvam uma identidade profissional sólida, baseada no conhecimento dos seus direitos, deveres e responsabilidades. - A interiorização de valores éticos: A ação visa sensibilizar os participantes para a importância de uma conduta ética e profissional, alinhada com os princípios da administração pública e os valores da organização.
Objetivos
- Entender a importância e âmbito de atuação do Assistente Operacional - Perceber a construção da identidade profissional de assistente operacional - Entender o que é a ética profissional - Conhecer os Princípios éticos - carta ética da administração pública - Refletir sobre os Direitos e Deveres do trabalhador - Entender o conceito de dilemas éticos - Conhecer e implementar o Código de conduta e ética - Conhecer a Missão, valores e visão da organização - Desenvolver competências de gestão comportamental e de comunicação em contexto escolar - Adotar atitudes reflexivas acerca de contextos de trabalho e da sua área de intervenção
Conteúdos
O papel do Assistente Operacional no contexto escolar Ética profissional A organização escolar Comunicação e gestão comportamental Reflexão sobre a prática profissional
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 20-12-2024 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 27-12-2024 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria Graça Teixeira Fonseca
Ana Carina Rodrigues Marques
Miguel Angelo Teixeira Maia
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-12-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 19-12-2024 (Quinta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
3 | 03-01-2025 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Carolina Fernanda Almeida Correia
Destinatários
Pessoal não docente;
Enquadramento
A presente ação de formação surge da necessidade de reforçar o papel crucial dos Assistentes Operacionais no contexto educativo. Estes profissionais desempenham um papel fundamental no dia-a-dia das escolas, impactando diretamente o bem-estar e a segurança de alunos e restante comunidade educativa. É imperativo que os Assistentes Operacionais compreendam o seu papel enquanto profissionais da educação, com um conjunto de responsabilidades e deveres éticos específicos. Esta formação visa, assim, promover: - O reconhecimento da sua importância: A ação visa consolidar a importância do papel do Assistente Operacional, não como um mero executor de tarefas, mas como parte integrante da equipa educativa, que com o seu trabalho contribui para a criação de um ambiente escolar positivo e seguro. - A construção de identidade profissional: É fundamental que estes profissionais desenvolvam uma identidade profissional sólida, baseada no conhecimento dos seus direitos, deveres e responsabilidades. - A interiorização de valores éticos: A ação visa sensibilizar os participantes para a importância de uma conduta ética e profissional, alinhada com os princípios da administração pública e os valores da organização.
Objetivos
- Entender a importância e âmbito de atuação do Assistente Operacional - Perceber a construção da identidade profissional de assistente operacional - Entender o que é a ética profissional - Conhecer os Princípios éticos - carta ética da administração pública - Refletir sobre os Direitos e Deveres do trabalhador - Entender o conceito de dilemas éticos - Conhecer e implementar o Código de conduta e ética - Conhecer a Missão, valores e visão da organização - Desenvolver competências de gestão comportamental e de comunicação em contexto escolar - Adotar atitudes reflexivas acerca de contextos de trabalho e da sua área de intervenção
Conteúdos
O papel do Assistente Operacional no contexto escolar Ética profissional A organização escolar Comunicação e gestão comportamental Reflexão sobre a prática profissional
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-12-2024 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 23-12-2024 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Catarina de Magalhães Claro Prior Pereira Coutinho
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
BIAL, Sociedade Portuguesa de Défice de Atenção em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Identificação de necessidade de aquisição de mais conhecimentos básicos nesta área.
Objetivos
- Adquirir conhecimentos básicos acerca dos sinais e sintomas de alerta relacionados com a PHDA na infância - Partilhar algumas estratégias de gestão comportamental em contexto escolar
Conteúdos
Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) na infância – sinais, sintomas e estratégias de gestão em contexto escolar
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-12-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Carina Rodrigues Marques
Maria Graça Teixeira Fonseca
Maria de Fátima Almeida Fernandes de Sousa
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-12-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 18-12-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
3 | 02-01-2025 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A festa da poesia pretende celebrar a poesia e os poetas nacionais através de oficinas, performances apresentações de livros, cursos de poesia e mesas de debate onde se conversa sobre poetas e escrita
Objetivos
Promoção do livro e da literatura, divulgação da poesia e poetas nacionais; Divulgação e promoção da escrita.
Conteúdos
Cultura geral, literatura portuguesa
Anexo(s)
Observações
O único inscrito faltou.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-12-2024 (Sábado) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Daniela Filipa Lopes Oliveira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A festa da poesia pretende celebrar a poesia e os poetas nacionais através de oficinas, performances apresentações de livros, cursos de poesia e mesas de debate onde se conversa sobre poetas e escrita
Objetivos
Promoção do livro e da literatura, divulgação da poesia e poetas nacionais; Divulgação e promoção da escrita.
Conteúdos
Cultura geral, literatura portuguesa
Anexo(s)
Observações
Não houve inscrições.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-12-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
ESAG em parceria com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
No contexto profissional atual, a utilização eficiente de ferramentas digitais de colaboração e comunicação é essencial para o sucesso individual e organizacional. O Google Workspace, com as suas aplicações, oferece um conjunto de recursos poderosos para otimizar o fluxo de trabalho, a comunicação e a gestão de tempo. Esta ACD visa demonstrar como os participantes podem utilizar estas ferramentas de forma eficaz para tarefas como, por exemplo, utilização do protótipo da grelha de classificação, elaboração colaborativa de atas de reuniões e recursos educativos, etc..
Objetivos
Desenvolver as competências dos docentes na utilização do Google Workspace, nomeadamente: utilização do protótipo da grelha de classificação no Google Sheets; redação colaborativa de atas de reuniões no Google Docs e riação de recursos educativos digitais.
Conteúdos
Atas e outros documentos partilhados com edição simultânea utilizando o Google Workspace Breve demonstração de como utilizar o protótipo da grelha de classificação
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 17/12/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 29-11-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
José António Marques Moreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Num mundo cada vez mais moldado pela Inteligência Artificial (IA), torna-se crucial que os docentes compreendam esta tecnologia emergente e o seu impacto na educação. Dominar o conceito de IA, reconhecer as suas potencialidades e desafios, e saber como a integrar pedagogicamente são fatores essenciais para o sucesso educativo no século XXI.
Objetivos
Compreender o conceito de IA e a sua relevância na educação. Identificar as potencialidades e os desafios da IA na educação. Demonstrar funcionalidades de algumas ferramentas de IA com aplicação prática em contexto educativo.
Conteúdos
1ª parte Contextualização, potencialidades e desafios. 2ª parte Casos práticos de potencial aplicação em contexto educativo.
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 17/12/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 20-11-2024 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Susana Patrícia de Sousa Arouca
Destinatários
Professores dos Grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Ciência, como verdade absoluta que não se questiona mas apenas se aceita deixou, há algum tempo, de fazer parte das preocupações dos docentes. Os alunos, sob o ponto de vista das novas pedagogias, devem ser capazes de raciocinar, de criticar e avaliar informações que lhes chegam pelos diferentes meios, sugerir novos métodos de abordagem, para que se tornem cidadãos atentos, mas conhecedores dos avanços que a Ciência torna cada vez mais céleres. Para alcançar estes objetivos deveremos intervir de forma precoce e ativa na vida escolar das nossas crianças contribuindo desta forma para a um reforço da familiarização com a ciência tanto no jardim de infância como no 1.º ciclo do ensino básico. Esta preocupação encontra-se expressa, teoricamente nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar do Ministério da Educação que incluem a área do Conhecimento do Mundo que se enraíza na curiosidade natural da criança e no seu desejo de saber e compreender porquê. Esta área surge como uma sensibilização às ciências que pretende a introdução de aspetos relativos a diferentes domínios do conhecimento humano: a história, a sociologia, a geografia, a física, a química e a biologia..., no que diz respeito ao 1.º ciclo do básico, a importância do ensino experimental surge explanado na área curricula de Estudo do Meio que: é apresentado como uma área para a qual concorrem conceitos e métodos de várias disciplinas científicas como a História, a Geografia, as Ciências da Natureza, a Etnografia, entre outras, procurando-se, assim, contribuir para a compreensão progressiva das inter-relações entre a Natureza e a Sociedade.
Objetivos
- Aumentar o conhecimento relativamente à prática de atividades experimentais; - Fomentar novas formas de atuação e intervenção com alunos em situações de ensino das ciências; - Perceber a importância do desenvolvimento de atividades experimentais em idades precoces como motivação para o ensino das ciências; - Contribuir para uma mudança gradual nas práticas docentes; - Promover a reflexão sistemática sobre a sua prática pedagógica; - Fomentar a investigação de práticas pedagógicas inovadoras, eficazes e eficientes; - Desenvolver a aquisição de novos conhecimentos e competências; - Analisar criticamente informação, organizar e apresentar dados de forma clara e organizada; - Exercitar novas práticas cooperativas que conduzam à implementação da pluri, inter e transdisciplinaridade; - Envolver docentes e alunos na resolução de problemas; - Fomentar o hábito da avaliação sistemática de estratégias pedagógicas; - Fomentar o desenvolvimento de estratégias com vista à moderação de conflitos; - Promover práticas pedagógicas inovadoras; - Reconhecer o papel dos docentes na educação científica de futuras gerações.
Conteúdos
1. Enquadramento do Programa de Formação delineado. 2. A Educação Científica em Portugal: evolução e perspetivas atuais. 3. A abordagem experimental das ciências no pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico: importância para o processo de educação científica nos anos seguintes. 4. Quadros de referência e Metodologias a privilegiar na Educação em Ciências e Trabalho científico nos primeiros anos de escolaridade. 5. Exploração de temas pertinentes, para a exploração experimental, na educação em Ciências para o pré-escolar e 1º CEB. 5.1. Enquadramento curricular e conceptual dos temas. 5.2. Realização de atividades práticas sobre os temas. 5.2.1. Levantamento e caracterização das conceções alternativas das várias temáticas. 5.2.2. Formulação de questões-problema. 5.2.3. Planificação das atividades. 5.2.4. Tipologias de registo a realizar pelos alunos tendo em conta a sua faixa etária. 5.2.5. Apresentação e discussão de resultados e conclusões. 5.3. Implementação de atividades práticas em contexto de sala de aula. 5.4. Partilha e análise das atividades práticas implementadas em contexto de sala de aula. 6. Avaliação das aprendizagens dos alunos no Ensino Experimental.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Gestão Curricular, Fundamentos e Práticas - Maria do Céu RoldãoEstratégias Construtivistas e Investigativas no Ensino das Ciências - Jorge ValadaresApresentação sobre Objecto de Estudo e Problematização - Deolinda SilvaCadernos Didácticos de CiênciasFormação no Ensino Experimental das Ciências - Formação de Acompanhantes
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 14-11-2024 (Quinta-feira) | 17:45 - 21:30 | 3:45 | Presencial |
2 | 21-11-2024 (Quinta-feira) | 17:45 - 21:30 | 3:45 | Presencial |
3 | 28-11-2024 (Quinta-feira) | 17:45 - 21:30 | 3:45 | Presencial |
4 | 05-12-2024 (Quinta-feira) | 17:45 - 21:30 | 3:45 | Presencial |

Formador
Mariana Nunes Espogeira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Fomento do Ténis - Norte de Portugal e Academia de Ténis de Matosinhos em parceria com CFAE Matosinhos
Enquadramento
Potenciar e ampliar os conhecimentos dos professores; Permitir e construir um ensino de Ténis atual de qualidade e excelência; Implementar a modalidade como unidade curricular da matriz; Desenvolver um programa colaborativo entre Academia de Ténis de Matosinhos e professores.
Objetivos
Apresentação do Programa "A Minha Escola tem Ténis". Criar relação de afinidade entre os professores e o ténis. Introduzir a coordenação dinâmica geral e as capacidades motoras essenciais para a aprendizagem dos gestos técnicos básicos do ténis.
Conteúdos
Presencial com abordagem prática. A implementação do programa” A minha escola tem ténis”, assume um papel importante na promoção de hábitos de vida saudáveis e, consequentemente o desenvolvimento físico, motor e psicossocial dos alunos. Esta ACD dá resposta às prioridades/objetivos do Projeto Educativo do Agrupamento no que diz respeito à promoção na integração da Escola na comunidade, no estabelecimento de parcerias com entidades locais e na abertura dos espaços escolares à comunidade envolvente. A existência de espaços físicos envolventes à escola, torna pertinente a rentabilização destes espaços, por parte da comunidade escolar, bem como a implementação de uma ação que pretende ser um ponto de partida e um impulso importante para a prática desta modalidade desportiva.
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 17/12/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 13-11-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Cristina Sofia Oliveira da Costa Reis
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio da utilização de plataformas digitais em contexto escolar - Google Classroom (Sala de aula).
Objetivos
- Conhecer o Google Classroom (GC) enquanto plataforma digital utilizável em contexto escolar. - Conhecer as áreas e funcionalidade do GC. - Comunicar usando o GC. - Utilizar os tipos de trabalhos disponíveis no GC. - Avaliar trabalhos e questões e fornecer feedback usando o GC. - Criar, configurar e gerir turmas no GC. - Integrar o GC com outras plataformas digitais.
Conteúdos
1. Introdução ao Google Classroom (Sala de aula) (GC). Definição. Metáfora que preside à organização e estrutura. Aceder ao GC. 2. O ambiente de trabalho da turma em GC. Áreas e funcionalidades: Stream, Trabalhos da turma, Pessoas, Classificações. 3. Comunicar usando o GC. Convidar alunos. Associar outros docentes à turma. Enviar anúncios e e-correio. Usar o Google Meet. 4. Associar materiais à turma em GC. 5. Trabalhos no GC. Tipos de trabalhos: trabalhos e questões. Criar e calendarizar trabalhos e questões. Criar uma rubrica para um trabalho ou questão. Usar Google Forms a partir do GC. 6. Avaliar trabalhos e questões e fornecer feedback usando o GC. Estabelecer critérios de avaliação para um trabalho ou questão. Avaliar um trabalho ou questão. Fornecer feedback. 7. Criar, configurar e gerir turmas no GC. 8. Integração do GC com outras plataformas digitais (Ex: Edpuzzle).
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Heggart, K.H & Yoo, J. Getting the Most from Google Classroom: A Pedagogical Framework for Tertiary Educators, Disponível em https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ1174198.pdfIftakhar, S. GOOGLE CLASSROOM: WHAT WORKS AND HOW?, Disponível em http://jesoc.com/wp-content/uploads/2016/03/KC3_35.pdfStudents Acceptance of Google Classroom: An Exploratory Study using PLS-SEM Approach, Disponível em https://onlinejour.journals.publicknowledgeproject.org/index.php/i-jet/article/view/8275/4996
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-11-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 15-11-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 22-11-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 06-12-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 13-12-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A presença online é fundamental para as escolas na era digital. Um site institucional bem estruturado permite uma comunicação eficaz com a comunidade escolar, apresentando informações relevantes sobre a escola, os seus projetos e eventos, promovendo a imagem da escola que reflita e suporte o seu modelo pedagógico. No entanto, muitas escolas ainda não possuem um site ou têm sites desatualizados e pouco funcionais. A presente proposta enquadra-se no plano de atividades da entidade proponente, que se foca na atualização e desenvolvimento de competências digitais dos professores, essenciais para a modernização e inovação pedagógica.
Objetivos
- Capacitar educadores e professores na criação de sites institucionais que reflitam a estrutura e o modelo pedagógico dos AE/Escolas, personalizando-o e ajustando-o às necessidades da instituição. - Desenvolver competências para a gestão de conteúdo e atualização regular do site. - Desenvolver competências para a utilização de ferramentas e tecnologias essenciais para a criação de sites institucionais (ex. WordPress).
Conteúdos
- Introdução aos sites institucionais e o seu papel nas escolas (30 min) - Visão geral do de um editor de sites - instalação, configuração e interface (1 hora) - Estrutura e organização de um site institucional (1 hora) - Criação e personalização de páginas e posts (4 horas) - Gestão de multimédia e galerias (2 horas) - Plugins e funcionalidades avançadas (2 horas e 30 min) - Otimização para motores de busca (SEO) (1 hora) - Soluções de alojamento e manutenção (1 hora) - Boas práticas de design responsivo e usabilidade web (1 hora)
Metodologias
A plataforma Moodle será utilizada para suporte pedagógico à formação. Os participantes terão acesso a materiais didáticos, fóruns de discussão e atividades práticas. Será utilizada uma metodologia ativa e participativa, com foco na construção do conhecimento através da interação entre os participantes. Os participantes serão incentivados a partilhar as suas experiências e trocar ideias, criando um ambiente de aprendizagem colaborativo.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Centro Nacional de Cibersegurança, 2022, Guia para Gestão dos Riscos em matérias de Segurança da Informação e Cibersegurança, v1.1 dezembro 2022.Learn WordPress, https://learn.wordpress.org/ (visto em 28/05/2024)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-11-2024 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 21-11-2024 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 05-12-2024 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online síncrona |
4 | 19-12-2024 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 16-01-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O Projeto Piloto de Manuais Digitais (PPMD), a decorrer na Escola João Gonçalves Zarco durante o 2024/2025, implica a necessidade de capacitar os docentes envolvidos na utilização de metodologias ativas no contexto da aprendizagem inclusiva e interativa, utilizando os manuais digitais como ferramentas centrais no processo de ensino-aprendizagem. Nesta formação serão exploradas as ferramentas da Aula Digital e manuais interativos num contexto de aprendizagem inclusiva, colaborativa e centrada no aluno. Esta formação, embora pensada para os docentes que integram o PPMD, é alargada a todos os outros do ensino básico e secundário interessados na aplicação de metodologias ativas no seu processo de ensino aprendizagem utilizando a plataforma Aula Digital.
Objetivos
Aplicar metodologias ativas em contextos educativos, a partir da utilização dos manuais digitais e interativos. Explorar formas de promover uma aprendizagem inclusiva, atendendo à diversidade dos alunos. Familiarizar-se com as funcionalidades da Aula Digital e dos Manuais Interativos. Desenvolver estratégias para criar ambientes de aprendizagem interativa, fomentando o envolvimento ativo dos alunos.
Conteúdos
A Aula Digital e os Manuais Interativos como Ferramentas de Aprendizagem - Introdução à Aula Digital: Como funciona, principais funcionalidades, como aceder e recursos disponíveis. - Exploração dos Manuais Interativos: Ferramentas de navegação, interatividade, recursos multimédia e exercícios práticos. - Como utilizar a Aula Digital e os Manuais Interativos para facilitar a aprendizagem baseada em projeto e outras metodologias ativas. - Explorar estratégias que promovam o pensamento crítico, autonomia e envolvimento dos alunos. - Inclusão na Aprendizagem Ativa: Adaptação das metodologias para atender à diversidade na sala de aula (alunos com dificuldades de aprendizagem, necessidades especiais, ritmos de aprendizagem diferenciados).
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 17/12/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 06-11-2024 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
SFM - CFAE Matosinhos
Enquadramento
A Plataforma de Gestão da Formação (PGF) do CFAE Matosinhos é uma ferramenta essencial para a Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD), pois simplifica todo o processo, tornando a gestão da avaliação mais eficiente e organizada. Através da PGF, os Diretores de Agrupamentos de Escolas e das Escolas Não Agrupadas (AE/ENA), o CFAE, os Avaliadores Externos e Internos, e os próprios docentes avaliados podem aceder facilmente a informações importantes, documentos e procedimentos relativos à AEDD. Esta ACD irá fornecer aos Diretores de AE/ENA o conhecimento e as competências necessárias para utilizar a PGF de forma eficaz na gestão da AEDD.
Objetivos
Utilizar a PGF do CFAE Matosinhos para gerir as diferentes etapas da AEDD, incluindo a submissão de requerimentos, a nomeação de avaliadores internos, a articulação entre avaliadores internos e externos, e a finalização do processo. Aceder e gerir na PGF os dados dos docentes avaliados, incluindo informação sobre o seu grupo de recrutamento, escalão e ano letivo a que se refere a avaliação.
Conteúdos
Submissão de requerimentos na PGF: pedidos de avaliação, nomeação de avaliadores internos, articulação com o CFAE. Acompanhamento do processo de AEDD na PGF: consulta do estado dos processos, acesso a documentos e relatórios, comunicação com os intervenientes. Gestão de dados dos docentes avaliados na PGF: grupo de recrutamento, escalão, ano letivo a que se refere a avaliação. Ferramentas da PGF para a AEDD: geração de relatórios (lista de docentes avaliados e respetivos avaliadores, lista de processos de avaliação), comunicação com o CFAE.
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 12/11/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 06-11-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Filomena Morais
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Um curso de inglês focado na conversação é particularmente importante, pois, ao promover a prática oral, os professores podem melhorar a sua capacidade de comunicação em contextos formais e informais, como reuniões pedagógicas, colaborações internacionais e interações com pais e estudantes estrangeiros. Além disso, também capacita os docentes a utilizarem novas metodologias e recursos tecnológicos, muitos dos quais são desenvolvidos ou disponibilizados exclusivamente nesta língua, reforçando a inovação e a adaptabilidade no ensino. Por fim, o desenvolvimento da fluência em inglês através de um curso de conversação promove a autoconfiança dos professores, preparando-os para enfrentar desafios em eventos internacionais, formações no estrangeiro ou projetos colaborativos.
Objetivos
Desenvolver habilidades de conversação em inglês, focando em vocabulário, fluência e compreensão auditiva. o Introduzir o curso e praticar cumprimentos e apresentações. o Praticar perguntas e respostas simples em conversas diárias. o Discutir temas comuns do cotidiano e aprender vocabulário específico. o Conversar sobre ambiente de trabalho e estudos. o Conversar sobre saúde e bem-estar. o Conversar sobre cultura e atividades de lazer o Compartilhar experiências de viagens e planear novas o Participar de reuniões e discussões em inglês.
Conteúdos
1. Introdução e Cumprimentos (2h) - Cumprimentos e despedidas. - Apresentações pessoais. - Perguntas básicas (How are you? Where are you from?). 2. Noções Básicas de Conversação (3h) - Perguntas sobre atividades diárias e rotinas. - Expressões de tempo e frequência. 3. Temas do Dia a Dia (3h) - Compras e restaurantes. - Transportes e direções. - Tempo e clima. 4. Trabalhar e Estudar (3h) - Descrição de profissões e tarefas. - Discussão sobre estudos e experiências académicas 5. Saúde e Bem-Estar (3h) - Vocabulário relacionado com a saúde e problemas médicos. - Conversas sobre hábitos saudáveis e exercício físico. 6. Cultura e Entretenimento (3h) - Filmes, música, e livros. - Festivais e eventos culturais. 7. Viagens e Experiências (3h) - Vocabulário de viagem e turismo. - Compartilhamento de experiências pessoais de viagem. 8. Reuniões e Discussões (3h) - Vocabulário de reuniões e debates. - Estruturas de discussões e apresentações. 9. Revisão e Prática Final (2h) - Revisão de vocabulário e estruturas. - Prática de conversação abrangente.
Metodologias
Prática Intensiva: ênfase na prática oral através de role-plays e simulações. Atividades Interativas: uso de jogos e debates para envolver os formandos. Feedback Contínuo: correção de erros e sugestões para melhoria constante.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Bailey, K. M. (2005). Practical English language teaching: Speaking. McGraw-Hill ESL/ELT. Celce-Murcia, M., Brinton, D. M., & Snow, M. A. (2014). Teaching English as a second or foreign language (4ª ed.). National Geographic Learning/Cengage Learning. Davies, P., & Pearse, E. (2000). Success in English teaching. Oxford University Press. Richards, J. C. (2008). Teaching listening and speaking: From theory to practice. Cambridge University Press. Thornbury, S. (2005). How to teach speaking. Pearson Education ESL.
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 05-11-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 08-11-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
3 | 12-11-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
4 | 19-11-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
5 | 22-11-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
6 | 26-11-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
7 | 29-11-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
8 | 03-12-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
9 | 06-12-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
10 | 10-12-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |

Formador
Franklim Alberto Silva
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O recurso a plataformas de suporte ao ensino não presencial, que podem servir como meio de divulgação, partilha de conteúdos pedagógicos, de interação entre os utilizadores, tem vindo a ser cada mais frequente por parte dos diferentes agentes educativos. Contudo, a sua utilização implica a recolha e o tratamento de um conjunto alargado de informação relativa aos utilizadores, devendo garantir-se a proteção desses mesmos utilizadores. Com esta ação, pretende-se que os formandos implementem junto da comunidade educativa projetos de intervenção, cujo objetivo é a sensibilização para as questões relativas à Proteção de Dados e à Cibersegurança na escola refletindo acerca da integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Objetivos
.Desenvolver práticas de referência respeitantes a proteção de dados, designadamente abstendo-se de tratar dados pessoais que não sejam essenciais para a finalidade pedagógica e adotando comportamentos responsáveis, quando se tem acesso a dados pessoais de alunos, professores e outros titulares dos dados; criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção, que abordem estas temáticas em contexto educativo; articular as temáticas propostas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.º Ciclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Segurança, Responsabilidade e Respeito em Ambientes Digitais, assim como com a ENEC, nomeadamente nos domínios Segurança, Defesa e Paz e Media. Debater estratégias de sensibilização junto dos alunos para a importância da Cidadania Digital, destacando as áreas da Cibersegurança e da Proteção de Dados.
Conteúdos
Módulo 1:Proteção de dados em contexto escolar (4horas 3 horas presenciais+1 hora assíncrona) Reflexão e análise de documentação de referência; desenvolver, em contexto educativo, práticas relativas à proteção de dados na escola Módulo 2: A Cibersegurança na Escola (3 horas 2 horas síncronas+1hora assíncrona) As plataformas digitais e as recomendações de segurança Desenvolver, em contexto educativo, práticas relativas à Cibersegurança na escola Módulo 3:Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas:(8horas - 3 horas presenciais+3horas síncronas+2 horas assíncronas) Iniciativas e campanhas do Centro de Sensibilização SeguraNet; Iniciativas e campanhas do Centro Nacional de Cibersegurança O Selo de Segurança Digital. A integração curricular e transversalidade das temáticas Módulo 4:Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados na escola (5 horas - 3horas síncronas+2horas assíncronas) Análise de projetos existentes no âmbito da Cibersegurança e de proteção de dados Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando Módulo 5: Avaliação e reflexão (5horas - 3 horas presenciais+2 assíncronas) Apresentação, partilha e reflexão sobre os resultados obtidos nas escolas, após implementação dos planos de intervenção desenvolvidos na oficina de formação.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.ptComissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.ptSeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptRede europeia de Centros Internet Segura Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/homeDireção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/home
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Professor consciente, futuro sustentável: Dê o exemplo, opte pelo transporte público!
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 30-10-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 06-11-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 13-11-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 20-11-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 27-11-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 04-12-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
7 | 11-12-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
8 | 17-12-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |

Formador
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio dos Ambientes Educativos Inovadores
Objetivos
- Compreender o conceito de Ambientes Educativos Inovadores. - Compreender a organização de espaços designados por Sala de aula do futuro. - Aplicar dinâmicas pedagógicas inovadoras e ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro. - Compreender o papel do aluno numa Sala do futuro. - Compreender o papel do professor numa Sala do futuro. - Explorar estratégias de trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. - Explorar fatores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro.
Conteúdos
1. Ambientes Educativos Inovadores Conceito e fundamentação. (1 hora) 2. Sala de aula do futuro Espaço físico 6 áreas Criação, Desenvolvimento, Investigação, Apresentação, Interação e Colaboração. (2 horas) 3. Dinâmicas pedagógicas inovadoras assentes em: Aprendizagem por projetos, Aprendizagem colaborativa, Aula invertida, Programação e robótica, Avaliação formativa. (2 horas) 4. Ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro inseridas no processo de ensino e aprendizagem seguindo o modelo SMAR (Substitution, Augmentation, Modification, Redefinition) (3 horas) 5. O papel do aluno numa Sala do futuro Desenvolvimento de competências: Literacia cívica, Consciência global, Literacia ambiental, Literacia financeira, Literacia na saúde, Literacia nos Media, Literacia de informação, Literacia nas TIC, Criatividade, Pensamento crítico, Colaboração, Comunicação, Produtividade, Prestação de contas, Liderança, Responsabilidade, Adaptação, Flexibilidade, Competências sociais e de articulação cultural, Iniciativa, Determinação. (3 horas) 6. O papel do professor numa Sala do futuro. (2 horas) 7. O trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. (1 hora) 8. Factores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro. (1 hora)
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 29-10-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 05-11-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 12-11-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 19-11-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 03-12-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A presença online é fundamental para as escolas na era digital. Um site institucional bem estruturado permite uma comunicação eficaz com a comunidade escolar, apresentando informações relevantes sobre a escola, os seus projetos e eventos, promovendo a imagem da escola que reflita e suporte o seu modelo pedagógico. No entanto, muitas escolas ainda não possuem um site ou têm sites desatualizados e pouco funcionais. A presente proposta enquadra-se no plano de atividades da entidade proponente, que se foca na atualização e desenvolvimento de competências digitais dos professores, essenciais para a modernização e inovação pedagógica.
Objetivos
- Capacitar educadores e professores na criação de sites institucionais que reflitam a estrutura e o modelo pedagógico dos AE/Escolas, personalizando-o e ajustando-o às necessidades da instituição. - Desenvolver competências para a gestão de conteúdo e atualização regular do site. - Desenvolver competências para a utilização de ferramentas e tecnologias essenciais para a criação de sites institucionais (ex. WordPress).
Conteúdos
- Introdução aos sites institucionais e o seu papel nas escolas (30 min) - Visão geral do de um editor de sites - instalação, configuração e interface (1 hora) - Estrutura e organização de um site institucional (1 hora) - Criação e personalização de páginas e posts (4 horas) - Gestão de multimédia e galerias (2 horas) - Plugins e funcionalidades avançadas (2 horas e 30 min) - Otimização para motores de busca (SEO) (1 hora) - Soluções de alojamento e manutenção (1 hora) - Boas práticas de design responsivo e usabilidade web (1 hora)
Metodologias
A plataforma Moodle será utilizada para suporte pedagógico à formação. Os participantes terão acesso a materiais didáticos, fóruns de discussão e atividades práticas. Será utilizada uma metodologia ativa e participativa, com foco na construção do conhecimento através da interação entre os participantes. Os participantes serão incentivados a partilhar as suas experiências e trocar ideias, criando um ambiente de aprendizagem colaborativo.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Centro Nacional de Cibersegurança, 2022, Guia para Gestão dos Riscos em matérias de Segurança da Informação e Cibersegurança, v1.1 dezembro 2022.Learn WordPress, https://learn.wordpress.org/ (visto em 28/05/2024)
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Professor consciente, futuro sustentável: Dê o exemplo, opte pelo transporte público!
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 24-10-2024 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 14-11-2024 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 28-11-2024 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 02-12-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 12-12-2024 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Susana Patrícia de Sousa Arouca
Rita Margarida Carvalho Simas Bonança
Destinatários
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Perafita em Parceria com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
No âmbito da implementação do Decreto-Lei 54 de 2018, torna-se necessário a criação de uma cultura de inclusão e o desenvolvimento de respostas educativas que facilitem e promovam o sucesso educativo dos discentes. Dotar os professores dos procedimentos a adotar de acordo com a legislação e de ferramentas que facilitem e promovam a inclusão.
Objetivos
Melhorar as práticas dos docentes ao nível dos documentos e procedimentos adotados pelo Agrupamento, no âmbito do DL N.º54/2018, de 6 de julho Clarificar o processo de identificação, aplicação, monitorização e avaliação das medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão Estratégias que facilitam e promovem a inclusão. Aperfeiçoar/atualizar o conhecimento concetual base.
Conteúdos
Inclusão, diversidade e equidade Princípios orientadores da educação inclusiva Recursos específicos de apoio à aprendizagem e à Inclusão Papel do professor de Educação Especial Centro de Apoio à Aprendizagem Medidas de Suporte à Aprendizagem e à Inclusão Plano de Saúde Individual Adaptações ao processo de avaliação Como operacionalizar Desenho Universal da Aprendizagem Estratégias promotoras da Inclusão Elaborar um Relatório Técnico Pedagógico (RTP) e Programa Educativo Individual (PEI)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 12/11/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 23-10-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 30-10-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Susana Patrícia de Sousa Arouca
Rita Margarida Carvalho Simas Bonança
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Perafita em Parceria com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
No âmbito da implementação do Decreto-Lei 54 de 2018, torna-se necessário a criação de uma cultura de inclusão e o desenvolvimento de respostas educativas que facilitem e promovam o sucesso educativo dos discentes. Dotar os professores dos procedimentos a adotar de acordo com a legislação e de ferramentas que facilitem e promovam a inclusão.
Objetivos
Melhorar as práticas dos docentes ao nível dos documentos e procedimentos adotados pelo Agrupamento, no âmbito do DL N.º54/2018, de 6 de julho Clarificar o processo de identificação, aplicação, monitorização e avaliação das medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão Estratégias que facilitam e promovem a inclusão. Aperfeiçoar/atualizar o conhecimento concetual base.
Conteúdos
Inclusão, diversidade e equidade Princípios orientadores da educação inclusiva Recursos específicos de apoio à aprendizagem e à Inclusão Papel do professor de Educação Especial Centro de Apoio à Aprendizagem Medidas de Suporte à Aprendizagem e à Inclusão Plano de Saúde Individual Adaptações ao processo de avaliação Como operacionalizar Desenho Universal da Aprendizagem Estratégias promotoras da Inclusão Elaborar um Relatório Técnico Pedagógico (RTP) e Programa Educativo Individual (PEI)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 12/11/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 23-10-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 30-10-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE_Matosinhos - Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.
Objetivos
Conhecer alguns dos conceitos sobre IA; Identificar diferentes tipos de IA; Conhecer diferentes aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; Identificar os grandes inconvenientes da IA; Desenvolver propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Conteúdos
Módulo 1 | Introdução à IA (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 1.1 Definição e história da IA 1.2 Conceitos sobre IA 1.3 Exploração dos diferentes tipos de IA Módulo 2 | Aplicações Generativas suportadas por IA (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 2.1 O que são aplicações generativas suportadas por IA? 2.2 Exemplos de aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras). 2.3 Exploração de ferramentas IA generativas em contexto educativo. Módulo 3 | IA e a Ética (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 3.1 Introdução à Ética da IA: Exploração dos princípios éticos e morais envolvidos no desenvolvimento, implementação e uso da IA. 3.2 Quais os grandes inconvenientes da IA? 3.3 Recomendações para o seu uso em contexto educativo. Módulo 4 | Projeto Educativo envolvendo IA generativa (5 horas - 3 síncronas + 2 horas assíncronas) 4.1 Definição de objetivos do projeto educativo de IA generativa e escolha do domínio criativo. 4.2 Experimentação e iteração com a(s) ferramenta(s). 4.3 Reflexão ética e social. Módulo 5 |Avaliação e Reflexão (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 5.1. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos.
Metodologias
O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning com 15h síncronas e 10h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Google Meet) para dinamizar as sessões/planificar atividades, tendo em vista a sua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões, refletindo sobre a importância da integração curricular e da transversalidade destas temáticas. Atividades teóricas: ensino dirigido/semi-dirigido (discussão de conceitos, resultados de investigação e experiências de terreno); atividades dirigidas de leitura/reflexão; discussão. Atividades práticas: aprendizagem experiencial (no terreno, o que é abordado na ação, reflexão permanente ao longo do processo); aprendizagem cooperativa (contacto entre grupos, acompanhamento por parte do formador e apresentação, pelos formandos, do trabalho desenvolvido).
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final de cada um dos formandos.
Bibliografia
Supporting global cooperation on artificial intelligence, United Nations: https://www.un.org/techenvoy/content/artificial-intelligenceArtificial Intelligence and Education, A critical view through the lens of human rights, democracy and the rule of law, Council of Europe: https://rm.coe.int/prems-092922-gbr-2517-ai-and-education-txt-16x24-web/1680a956e3Orientações Éticas para Educadores sobre a utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem, Comissão Europeia: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/d81a0d54-5348-11ed-92ed-01aa75ed71a1/language-enArtificial Intelligence and the future of education, European Commission: https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_6338Beijing Consensus on Artificial Intelligence and Education, UNESCO: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368303
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Professor consciente, futuro sustentável: Dê o exemplo, opte pelo transporte público!
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 23-10-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 30-10-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 06-11-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 20-11-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 27-11-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 04-12-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
7 | 09-12-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 11-12-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
9 | 06-01-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |

Formador
Norberto Correia Costa
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Atualmente, a atividade docente está profundamente marcada pelas TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação), havendo cada vez mais a necessidade de compreender os processos de transformação dos dados em bruto em conhecimento utilizável, tanto nos processos pedagógicos e didáticos, como nos que dizem respeito a tarefas de organização do trabalho na escola. O manuseamento de dados faz parte do nosso quotidiano, aparecendo diariamente nos meios de comunicação social em atividades da mais variada natureza, no desporto, na política, na educação, etc., elaborando-se notícias, tomando-se decisões e fazendo-se previsões utilizando processos ou técnicas estatísticas que recorrem à folha de cálculo. É de importância capital a utilização de ferramentas computacionais no tratamento de dados, de ajuda à atividade docente, quer seja na capacidade de resposta às necessidades dos nossos alunos no seu desenvolvimento sócio educativo, ou nas atividades de coordenação e gestão fora da sala de aula, inerentes aos cargos desempenhados pelos docentes. Este curso pretende produzir respostas pedagógicas cada vez mais ajustadas às características, necessidades e interesses dos docentes e das competências que terão de desenvolver nos alunos e que estão previstas no seu perfil à saída da escolaridade obrigatória.
Objetivos
. Promover a utilização de recursos computacionais para melhorar a qualidade de ensino; . Adquirir e/ou ampliar o leque de conhecimentos ferramenta informática Folha de Cálculo; . Adquirir e/ou ampliar o leque de conhecimentos estatísticos; . Melhorar a competência profissional nos vários domínios da sua atividade; . Aplicar os materiais produzidos na disciplina, área disciplinar lecionada ou direção/coordenação de atividades docentes. . Sensibilizar para as vantagens da utilização da folha de cálculo Excel, de modo a que os agentes educativos promovam respostas pedagógicas cada vez mais ajustadas; . Facultar a percepção do significado, vantagens e desvantagens associados aos conceitos estatísticos usados com mais frequência; . Permitir a tomada de conhecimento das diversas formas de organização e apresentação de informação (dados) fornecidas pelo Excel; . Refletir sobre a necessidade do levantamento e tratamento estatístico de dados no campo educativo; . Produzir relatórios estatísticos.
Conteúdos
Introdução e Manipulação de Dados: Contacto com o conceito Folha de Cálculo; Apresentação e configuração da interface da folha de cálculo; Estrutura da folha de cálculo - livro, folha e célula; Conceito de endereço; Manipulação de ficheiros; Conceito de tipos de conteúdos das células; Manipulação simples de dados e células; Manipulação de folhas; Formatação do nome das folhas e da cor; Esconder e mostrar linhas e colunas; Esconder e mostrar folhas; Navegação entre folhas e livros; Atalhos. Formatação; Fórmulas e Funções: Tipo de conteúdo da célula; Alinhamento do texto; Tipos de letra e estilos; Limites; Preenchimento; Proteção; Formatações automáticas; Manipulação de linhas e colunas; Cópia de formatações; Conceito de fórmula; Construção de fórmulas; Conceito de função; Funções embebidas da folha de cálculo; Conceito de referência; Utilização de referências; Endereços relativos, mistos e absolutos; Fórmulas com células entre folhas. Gráficos: Criação de gráficos na folha dos dados ou numa nova folha; Tipos de gráficos; Formatação de gráficos; Apresentação de gráficos; Impressão: Configuração da área de impressão; Configuração da impressão; Pré-Visualização; Cabeçalho e Rodapé; Impressão. Avaliação da ação/Preenchimento da documentação.
Metodologias
1º Momento: Este curso de formação pretende desenvolver e aprofundar o ensino e a aprendizagem da aplicação da folha de cálculo. Assim, serão abordados, através da pesquisa, realização de trabalhos práticos e reflexões individuais e de grupo, em sala de formação, os conceitos e termos estatísticos, a recolha, organização, interpretação e apresentação de dados. 2.º Momento: Partindo do aprofundamento das temáticas abordadas, os formandos aplicarão, no seu quotidiano de sala de aula e/ou de escola, os procedimentos/ materiais construídos em sala de formação, com vista a assegurar a funcionalidade (utilidade) dos produtos obtidos na oficina para as práticas no terreno. 3.º Momento: Far-se-á uma reflexão sobre o desenrolar da aplicabilidade prática em sala de aula com os alunos e nas tarefas de direcção/coordenação na Escola e, procurar-se-á introduzir as alterações tidas por convenientes consolidando e melhorando assim as práticas da actividade docente.
Avaliação
A avaliação será expressa nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º, do Despacho n.º 4595/2015, e terá em consideração:Qualidade da participação dos formandos nas sessões de trabalho; qualidade dos trabalhos práticos realizados ao longo das sessões; reflexão crítica individual final
Bibliografia
Coelho, José - Folha de calculo: utilizando Microsoft Excel. Lisboa: Universidade Aberta, 2010, 50 p.http://hdl.handle.net/10400.2/1797
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Professor consciente, futuro sustentável: Dê o exemplo, opte pelo transporte público!
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 23-10-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 30-10-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 06-11-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 13-11-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 20-11-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Susana Patrícia de Sousa Arouca
Rita Margarida Carvalho Simas Bonança
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Perafita em Parceria com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
No âmbito da implementação do Decreto-Lei 54 de 2018, torna-se necessário a criação de uma cultura de inclusão e o desenvolvimento de respostas educativas que facilitem e promovam o sucesso educativo dos discentes. Dotar os professores dos procedimentos a adotar de acordo com a legislação e de ferramentas que facilitem e promovam a inclusão.
Objetivos
Melhorar as práticas dos docentes ao nível dos documentos e procedimentos adotados pelo Agrupamento, no âmbito do DL N.º54/2018, de 6 de julho Clarificar o processo de identificação, aplicação, monitorização e avaliação das medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão Estratégias que facilitam e promovem a inclusão. Aperfeiçoar/atualizar o conhecimento concetual base.
Conteúdos
Inclusão, diversidade e equidade Princípios orientadores da educação inclusiva Recursos específicos de apoio à aprendizagem e à Inclusão Papel do professor de Educação Especial Centro de Apoio à Aprendizagem Medidas de Suporte à Aprendizagem e à Inclusão Plano de Saúde Individual Adaptações ao processo de avaliação Como operacionalizar Desenho Universal da Aprendizagem Estratégias promotoras da Inclusão Elaborar um Relatório Técnico Pedagógico (RTP) e Programa Educativo Individual (PEI)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 23-10-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 30-10-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Carla Assunção Breda da Cruz
Destinatários
Professores dos grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
ESE – Escola Superior de Educação do Porto em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A revolução digital que se verificou nas últimas décadas democratizou e massificou o acesso aos mais diversos dispositivos tecnológicos, tornando-os ferramentas essenciais nas rotinas diárias. Na Educação Pré-Escolar a utilização dos meios tecnológicos e informáticos é valorizada, sendo estes, como referido nas OCEPE, recursos de aprendizagem que contribuem para a maior igualdade de oportunidades. No que respeita ao 1.o CEB, a Direção Geral da Educação promove e incentiva o desenvolvimento do pensamento computacional, da literacia digital e das competências transversais. O saber científico, técnico e tecnológico é também uma das áreas de competências do Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, onde se sugere o desenvolvimento de literacias múltiplas. Neste contexto, esta ação de formação contribuirá para que educadores e professores sejam capazes de integrar instrumentos tecnológicos diversos numa abordagem STEAM, proporcionando um processo de ensino e aprendizagem mais holístico e dinâmico e preparando os alunos para enfrentar os desafios do mundo tecnológico contemporâneo.
Objetivos
- Promover o contacto com a diversidade de recursos didáticos eletrónicos, explorando as suas vertentes lúdica e educativa; - Aprofundar o conhecimento pedagógico de conteúdo, tendo como referência as OCEPE e as orientações curriculares para o 1.o CEB, designadamente das áreas do Conhecimento do Mundo, Estudo do Meio e TIC; - Aprofundar conceitos e desenvolver competências para a elaboração de propostas didáticas que promovam o desenvolvimento de capacidades associadas ao pensamento computacional, programação, robótica e literacia digital, fomentando competências transversais; - Colmatar as necessidades de formação de educadores e professores nas áreas de Programação e Robótica, motivando-os a idealizarem estratégias didáticas para o ensino de conteúdos relacionados com o Conhecimento do Mundo, Estudo do Meio e TIC, em atividades ou sala de aula.
Conteúdos
Os conteúdos a desenvolver permitirão uma exploração conceptual e experimental de tópicos teóricos diversos, de acordo com interesses e necessidades dos formandos: a) Ensino STEAM: decifrar uma abordagem inovadora A revolução tecnológica gerou inovação nos modelos educativos. A abordagem de STEAM assenta num modelo pedagógico transversal a diferentes áreas do saber, de forma a reunir 5 áreas: Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. Ao integrar a abordagem STEAM no processo de ensino e aprendizagem é possível proporcionar experiências educativas mais holísticas, promovendo o pensamento crítico, a resolução de problemas, a criatividade, a curiosidade e a compreensão do mundo natural. b) Pensamento computacional como ferramenta para resolução de problemas STEAM. Muitas das competências ligadas ao Pensamento Computacional são trabalhadas no modelo STEAM através da incorporação de conceitos ligados às Ciências da Computação, como por exemplo, decomposição, abstração, generalização de padrões, algoritmia, representação de dados e pensamento iterativo. Estes conceitos são geralmente trabalhados através de metodologias baseadas em realização de projetos (Project-Based Learning) e na resolução de problemas do quotidiano ou relacionados com o meio envolvente. c) Linguagens de Programação Visuais: vantagens das plataformas de codificação por blocos A transcrição de um programa para um dispositivo eletrónico é geralmente realizada através da escrita de um código numa linguagem de programação que permita a comunicação com o dispositivo em causa. Muitas das dificuldades e frustrações sentidas por iniciantes ou utilizadores pouco avançados advêm do facto da sintaxe associada a estas linguagens ser inicialmente complexa. A codificação por blocos permite uma abordagem simplificada, facilitando a aprendizagem de conceitos complexos de programação por parte das crianças de forma lúdica e envolvente. d) Brinquedos programáveis: ferramentas para conhecer o mundo e estudar o meio Vários estudos demonstram as vantagens da robótica no ensino STEAM e no processo de aprendizagem dos alunos, destacando o seu impacto na educação formal e não formal. O desenvolvimento das competências associadas ao Pensamento Computacional nos alunos depende em larga medida das ferramentas utilizadas, podendo estas passar por microprocessadores, sensores, drones e robôs. Através da sua utilização os alunos podem interagir e experimentar conceitos na prática, estimulando a criatividade e pensamento crítico e desenvolvendo competências como a resolução de problemas. e) Laboratórios de Fabricação Os laboratórios de fabricação (Fab Labs) são espaços de aprendizagem equipados com ferramentas e máquinas de fabricação digital, como impressoras 3D, corte laser e CNC e outras tecnologias de prototipagem. Mesmo sendo mais comuns no ensino superior ou profissional, a presença destes espaços está a expandir-se na Educação Pré-escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico, sendo adequados às necessidades das crianças desta faixa etária. Neste contexto, os laboratórios de fabricação têm como principal objetivo fomentar a criatividade, a experimentação e o pensamento crítico, integrando diferentes áreas de conhecimento (STEAM). Assim, com um ambiente prático e “hands-on”, é possível aos alunos explorarem ideias, criarem protótipos e desenvolverem projetos tangíveis.
Metodologias
Enquadramento Teórico (3 horas) Exploração conceptual sobre Pensamento Computacional e Programação, Abordagens STEAM, Programação Desconectada e Linguagens de Programação Visuais. Exploração de projetos de referência. Atividade práticas (6 horas) Realização de atividades que incluam a utilização de recursos programáveis (brinquedos ou outros artefactos) com procedimentos simples, tendo por base tópicos curriculares. Desenho e avaliação de propostas didáticas (12 h) Conceção de propostas de atividade que integrem aspetos relacionados com: pensamento computacional, utilização de recursos programáveis e as valências de um Laboratórios de Fabricação. Apresentação das propostas desenvolvidas (4 horas) Sessão dedicada à apresentação dos trabalhos dos formandos aos restantes colegas e ao formador, à qual se seguirá um momento de discussão. Os formandos desenvolverão atividades nos seus contextos educativos, orientadas pelo formador nas sessões dedicadas. Levarão a cabo pesquisas para aprofundamentos teórico-práticos com as especificidades as atividades que vierem a desenvolver.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações do CFAE_Matosinhos é contínua, participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação e o trabalho individual, na modalidade curso, e, a participação, os resultados do trabalho autónomo e o trabalho individual nas modalidades oficina de formação, círculo de estudos e projetos. Para mais esclarecimentos sugere-se a consulta do Regulamento Interno do CFAE_Matosinhos – https://www.cfaematosinhos.eu/CFAE_Matosinhos_RI_2016_06%20Dez.pdf com especial atenção para o capítulo dedicado à Avaliação dos formandos docentes. A avaliação da ação é feita através do preenchimento pelo formando de um documento que lhe é fornecido no primeiro dia. Elaboração de um relatório detalhado referente ao tratamento dos dados recolhidos.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-10-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 29-10-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 05-11-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 12-11-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 19-11-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
6 | 26-11-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 03-12-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 10-12-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Ana Isabel Nogueira de Moura
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio da Aprendizagem Baseada em Projetos suportada por ferramentas digitais. Pretende-se reforçar a necessidade de desenvolver metodologias de trabalho de natureza colaborativa, cooperativa e reflexiva.
Objetivos
- Compreender os fundamentos e metodologias associados à aprendizagem baseada em projetos. - Desenvolver projetos de trabalho suportados por ferramentas digitais. - Organizar o ensino com base em materiais e recursos diversificados. - Organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados, incidindo no uso de ferramentas digitais. - Organizar atividades cooperativas online de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes. - Apoiar o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem e na construção da sua autonomia para aprender. - Fomentar atividades cooperativas de aprendizagem com explicitação de papéis e responsabilidades. - Criar e aplicar instrumentos diversificados de avaliação com recurso a ferramentas digitais.
Conteúdos
1. Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). (10 horas) - princípios e caracterização; - organização do processo de ensino/aprendizagem; - definição dos papéis do professor e do aluno; - monitorização do processo de desenvolvimento do projeto; - avaliação. 2. Ferramentas digitais para apoiar o desenvolvimento dos projetos (5 horas): - em cada uma das etapas do projeto; - para promover o desenvolvimento de diferentes competências: pensamento crítico e reflexivo, comunicação oral e escrita, colaboração, criatividade, gestão de tempo, gestão de conflitos, resiliência, cidadania e ética, etc.
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Buck Institute for Education, 2009. Aprendizagem baseada em projetos. 2.ª Edição. Penso Editora. Disponível em: http://books.google.pt/booksHelle, L., Tynjälä, P., & Olkinuora, E. (2006). Project Based Learning in PostSecundary Education Theory, Practice and Rubber Sling Shots. Higher Education. Vol. 51, No. 2 (Mar., 2006), pp. 287 314.Noordin, M., Nasir, A., Ali, D., & Nordin, M. (2011). Problem-Based Learning (PBL) and Project-Based Learning (PjBL) in engineering education: a comparison. Proccedings of the IETEC11 Conference, Kuala Lumpur, Malasysia.Ribeiro, C. (2006). Aprendizagem cooperativa na sala de aula: Uma estratégia para aquisição de algumas Competências cognitivas e atitudinais definidas pelo ministério da educação. Um estudo com alunos do 9º ano de escolaridade. Dissertação de mestrado em Biologia e geologia para o ensino. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-10-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 29-10-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 12-11-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 26-11-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 03-12-2024 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Maria Joana Mesquita Cruz Barbosa de Carvalho
Ana Raquel Rocha Barbosa
Andreia Isabel Nogueira Pizarro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ACD surge como como forma de satisfazer uma necessidade cada vez mais evidente duma sociedade envelhecida, e assim, dar resposta a um novo e importante campo de trabalho para os profissionais da educação física e das ciências do desporto. Entre outras, o Walking Football (WF) tem-se revelado uma atividade desportiva de elevado valor para os adultos mais velhos, promovendo a saúde física e mental, estimulando a socialização e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida. Com uma abordagem adaptada e inclusiva, esta ACD destaca-se, assim, como uma resposta proativa para promover um envelhecimento ativo e saudável, formando e sensibilizando os profissionais de EF para esta nova área profissional de valor acrescido, estando, assim, enquadrada num contexto com inequívoco interesse social. Uma formação específica sobre o ensino do WF permitirá aos professores adquirir competências técnicas e pedagógicas necessárias para adaptar os exercícios e as dinâmicas de jogo às capacidades e limitações dos adultos mais velhos, garantindo assim uma prática desportiva segura, inclusiva e eficaz.
Objetivos
(1) Capacitar os professores com um entendimento abrangente das regras, estratégias, programas e conteúdos que lhes permitam ensinar o WF nas suas atividades letivas; (2) Capacitar os professores com conhecimentos que lhes permitam adaptar o WF a diferentes necessidades, contextos, estados de saúde, habilidades e aptidões dos alunos, garantindo uma experiência inclusiva e satisfatória para todos; (3) Capacitar os professores com ferramentas e recursos para integrar o WF de forma consistente e significativa no currículo escolar (4) Capacitar os professores com estratégias para liderar e motivar os participantes durante as atividades de WF, promovendo um ambiente positivo, inclusivo e estimulante de aprendizagem; (5) Fornecer aos professores práticas eficazes para avaliar e monitorizar o desempenho motor, a aptidão física, o bem-estar e a qualidade de vida dos participantes no WF, permitindo-lhes ajustar as sessões conforme as necessidades de cada um.
Conteúdos
1. Exercício físico em idades avançadas - Benefícios do exercício físico para a saúde física e mental dos adultos mais velhos - Benefícios específicos do Walking Football para a população mais velha - Barreiras para a prática de exercício físico nos adultos mais velhos 2. Cuidados de segurança para a prática - Prevenção de lesões - Adaptações necessárias para garantir a segurança dos participantes 3. Programas de exercício físico para adultos mais velhos - Desenvolvimento de programas adaptados às necessidades dos participantes - Princípio FITT-VP - Estratégias para promover a progressão, a adesão e motivação para a prática - Programas específicos do Walking Football 4. Organização e estruturação das aulas/sessões - Estruturação das aulas/sessões - Parte inicial, parte fundamental e parte final 5. Conteúdos das aulas/sessões - Exercícios de aquecimento - Exercícios de reforço muscular - Exercícios aeróbicos - Exercícios de relação com a bola - Exercícios lúdicos - Jogos 6. Avaliação e monitorização aptidão física e funcional - Avaliar as componentes da aptidão física relacionadas com a saúde - Avaliar a mobilidade funcional e o risco de queda - Avaliação da autonomia para as atividades básicas da vida diária
Metodologias
Durante esta ação, os formadores utilizarão uma variedade de métodos de ensino adaptados aos conteúdos abordados. A formação incluirá 3 sessões online (síncronas), dedicadas à apresentação e discussão dos conteúdos teóricos e práticos dos módulos temáticos, através de tarefas individuais e em grupo, promovendo tanto o trabalho autónomo quanto colaborativo. O formando deverá possuir computador com câmara para permitir o acesso direto às sessões e para controlo visual presencial pela organização da formação. Informação detalhada aos(às) formandos(as) inscritos(as) nos cursos será emitida posteriormente.
Modelo
O curso não incluirá uma avaliação formal, mas a participação ativa é uma exigência. É obrigatória a frequência de pelo menos 90% do total de horas do curso para garantir que todos os participantes tenham acesso completo aos conteúdos abordados e possam beneficiar plenamente da formação, preparando aulas que contribuam para a melhoria da competência motora das crianças.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 17/12/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-10-2024 (Terça-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online síncrona |
2 | 23-10-2024 (Quarta-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 25-10-2024 (Sexta-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Ana Raquel Rocha Barbosa
Andreia Isabel Nogueira Pizarro
Maria Joana Mesquita Cruz Barbosa de Carvalho
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Esta ACD surge como como forma de satisfazer uma necessidade cada vez mais evidente duma sociedade envelhecida, e assim, dar resposta a um novo e importante campo de trabalho para os profissionais da educação física e das ciências do desporto. Entre outras, o Walking Football (WF) tem-se revelado uma atividade desportiva de elevado valor para os adultos mais velhos, promovendo a saúde física e mental, estimulando a socialização e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida. Com uma abordagem adaptada e inclusiva, esta ACD destaca-se, assim, como uma resposta proativa para promover um envelhecimento ativo e saudável, formando e sensibilizando os profissionais de EF para esta nova área profissional de valor acrescido, estando, assim, enquadrada num contexto com inequívoco interesse social. Uma formação específica sobre o ensino do WF permitirá aos professores adquirir competências técnicas e pedagógicas necessárias para adaptar os exercícios e as dinâmicas de jogo às capacidades e limitações dos adultos mais velhos, garantindo assim uma prática desportiva segura, inclusiva e eficaz.
Objetivos
(1) Capacitar os professores com um entendimento abrangente das regras, estratégias, programas e conteúdos que lhes permitam ensinar o WF nas suas atividades letivas; (2) Capacitar os professores com conhecimentos que lhes permitam adaptar o WF a diferentes necessidades, contextos, estados de saúde, habilidades e aptidões dos alunos, garantindo uma experiência inclusiva e satisfatória para todos; (3) Capacitar os professores com ferramentas e recursos para integrar o WF de forma consistente e significativa no currículo escolar (4) Capacitar os professores com estratégias para liderar e motivar os participantes durante as atividades de WF, promovendo um ambiente positivo, inclusivo e estimulante de aprendizagem; (5) Fornecer aos professores práticas eficazes para avaliar e monitorizar o desempenho motor, a aptidão física, o bem-estar e a qualidade de vida dos participantes no WF, permitindo-lhes ajustar as sessões conforme as necessidades de cada um.
Conteúdos
1. Exercício físico em idades avançadas - Benefícios do exercício físico para a saúde física e mental dos adultos mais velhos - Benefícios específicos do Walking Football para a população mais velha - Barreiras para a prática de exercício físico nos adultos mais velhos 2. Cuidados de segurança para a prática - Prevenção de lesões - Adaptações necessárias para garantir a segurança dos participantes 3. Programas de exercício físico para adultos mais velhos - Desenvolvimento de programas adaptados às necessidades dos participantes - Princípio FITT-VP - Estratégias para promover a progressão, a adesão e motivação para a prática - Programas específicos do Walking Football 4. Organização e estruturação das aulas/sessões - Estruturação das aulas/sessões - Parte inicial, parte fundamental e parte final 5. Conteúdos das aulas/sessões - Exercícios de aquecimento - Exercícios de reforço muscular - Exercícios aeróbicos - Exercícios de relação com a bola - Exercícios lúdicos - Jogos 6. Avaliação e monitorização aptidão física e funcional - Avaliar as componentes da aptidão física relacionadas com a saúde - Avaliar a mobilidade funcional e o risco de queda - Avaliação da autonomia para as atividades básicas da vida diária
Metodologias
Durante esta ação, os formadores utilizarão uma variedade de métodos de ensino adaptados aos conteúdos abordados. A formação incluirá 3 sessões online (síncronas), dedicadas à apresentação e discussão dos conteúdos teóricos e práticos dos módulos temáticos, através de tarefas individuais e em grupo, promovendo tanto o trabalho autónomo quanto colaborativo. O formando deverá possuir computador com câmara para permitir o acesso direto às sessões e para controlo visual presencial pela organização da formação. Informação detalhada aos(às) formandos(as) inscritos(as) nos cursos será emitida posteriormente.
Modelo
O curso não incluirá uma avaliação formal, mas a participação ativa é uma exigência. É obrigatória a frequência de pelo menos 90% do total de horas do curso para garantir que todos os participantes tenham acesso completo aos conteúdos abordados e possam beneficiar plenamente da formação, preparando aulas que contribuam para a melhoria da competência motora das crianças.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-10-2024 (Terça-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online síncrona |
2 | 23-10-2024 (Quarta-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 25-10-2024 (Sexta-feira) | 20:30 - 22:30 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Susana Maria Almeida Silva Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Quando é utilizada de forma adequada e transversal, a Internet pode mudar a vida das crianças e jovens, especialmente dos mais vulneráveis, de meios socioeconómicos desfavorecidos e isolados. Efetivamente, o uso das tecnologias pode dar-lhes acesso a um manancial de conteúdos e de oportunidades, no entanto importa reforçar que a Internet e o seu uso não estão isentos de riscos, especialmente para as crianças e jovens, podendo torná-las mais expostas e suscetíveis a diferentes formas de violência. Fenómenos como o Sexting, Sextortion, Grooming, Ciberbullying, entre outros, cresceram exponencialmente, devido à massificação da Internet, contribuindo para pôr em causa a segurança de crianças e jovens.
Objetivos
Debater e analisar os comportamentos de Risco Online (Grooming, Ciberbullying, Sexting, Sextortion, outros) e a importância do papel da Escola na capacitação de crianças e jovens, na prevenção e combate a estes fenómenos; Criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção que envolvam estas temáticas, em contexto educativo; Articular as temáticas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.º Ciclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Cidadania Digital, assim como com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, nomeadamente nos domínios Direitos Humanos, Media, Sexualidade e Saúde. Pretende-se, ainda, debater estratégias de sensibilização, junto dos alunos, para a Cidadania Digital, nomeadamente no que se refere aos comportamentos de risco online.
Conteúdos
Módulo 1: Comportamentos de Risco Online Grooming, Ciberbullying, Sexting, Sextortion, entre outros (7 horas 3 horas presenciais + 2 horas síncronas + 2 horas assíncronas) O papel da comunidade escolar na prevenção e combate destes fenómenos Reflexão e análise Módulo 2: Os serviços de apoio (6 horas 2 horas síncronas +2 horas síncronas + 2 horas assíncronas) Linha de apoio e linha de denúncia Internet Segura Linha SOS Criança Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República As redes internacionais Insafe e Inhope Módulo 3: Desenvolvimento de projetos de prevenção e combate a Comportamentos de Risco Online na escola. (7 horas 3 horas presenciais + 2 horas síncronas + 2 horas assíncronas) As iniciativas da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima; As iniciativas do Centro de Sensibilização SeguraNet; As iniciativas do Centro Internet Segura e da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (O Selo Protetor). Módulo 4: Avaliação e reflexão (5 horas 3 horas presenciais + 2 horas assíncronas)
Metodologias
Sessões: o Curso irá decorrer na modalidade de b-Learning com sessões presenciais, síncronas e assíncronas, com a seguinte distribuição: 9h presenciais, 8h síncronas e 8h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas Moodle e de videoconferência para dinamizar as sessões. Apresentação, partilha e reflexão dos planos desenvolvidos pelos formandos durante o curso.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. Disponível em: https://apav.ptGabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República. Disponível em: https://www.ministeriopublico.pt/contato/gabinete-cibercrimeLinha SOS Criança. Disponível em: https://iacrianca.pt/intervencao/sos-crianca/ SeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptRede europeia de Centros Internet Segura Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/homeSeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.pt
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 21-10-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 23-10-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 28-10-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 06-11-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 11-11-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 25-11-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 02-12-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
9 | 05-12-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Professores dos grupos 230, 500, 510, 520, 530 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 230, 500, 510, 520, 530 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
ESE – Escola Superior de Educação do Porto em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A revolução digital verificada nos últimos anos massificou o acesso aos mais diversos dispositivos tecnológicos e a um vasto leque de oportunidades no que respeita a novas formas de ensinar e aprender. A educação STEAM (Science, Technology Engineering, Arts, Mathematics) surge nesse contexto e pela necessidade de se formarem jovens e agentes educativos que possam dar resposta aos desafios de um mundo cada vez mais tecnológico e digital, requerendo abordagens interdisciplinares e pensamento crítico. Integrada na abordagem STEAM, esta formação tem como objetivo oferecer propostas, alinhadas com as orientações curriculares, que desenvolvam igualmente múltiplas literacias, fomentando valores como cidadania, participação e inovação, previstos no Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória. Esta ação de formação visa capacitar professores para uma prática pedagógica inovadora, integrando a tecnologia de forma consciente e sustentável, com o intuito de preparar os alunos para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e promover uma educação mais holística, dinâmica e adaptada às necessidades da sociedade atual.
Objetivos
- Promover o contacto com o conceito de Educação STEAM e com as suas aplicações nos diferentes contextos; - Desenvolver competências para a criação de propostas educativas que promovam a inclusão de conceitos/áreas de conhecimento relacionadas com programação, pensamento lógico, literacia e fabricação digital; - Colmatar as necessidades de formação de educadores e professores nas áreas de Programação e Robótica, motivando-os a idealizarem estratégias didáticas para o ensino de conteúdos relacionados com as Ciências Naturais, Física e Química e Biologia e Geologia, em atividades ou sala de aula; - Fomentar a criatividade, inovação e espírito crítico no desenvolvimento de propostas educativas baseadas na abordagem STEAM. - Disseminar a utilização da robótica e de ferramentas controladas por computador em contexto de sala de aula como uma ferramenta pedagógica eficaz em diferentes áreas.
Conteúdos
Os conteúdos a desenvolver permitirão uma exploração conceptual e experimental de tópicos teóricos diversos, de acordo com interesses e necessidades dos formandos: a) Ensino STEAM: decifrar uma abordagem inovadora A revolução tecnológica gerou inovação nos modelos educativos. A abordagem de STEAM assenta num modelo pedagógico transversal a diferentes áreas do saber, de forma a reunir 5 áreas: Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. A integração da abordagem STEAM no processo de ensino e aprendizagem proporciona experiências educativas mais abrangentes, estimulando o pensamento crítico, a resolução de problemas, a criatividade, a curiosidade e a compreensão do mundo natural, preparando os alunos para os desafios contemporâneos e futuros. b) Pensamento computacional como ferramenta para resolução de problemas STEAM Muitas das competências ligadas ao Pensamento Computacional são trabalhadas no modelo STEAM através da incorporação de conceitos ligados às Ciências da Computação, como por exemplo, decomposição, abstração, generalização de padrões, algoritmia, representação de dados e pensamento iterativo. Estes conceitos são geralmente trabalhados através de metodologias baseadas em realização de projetos (Project-Based Learning) e na resolução de problemas do quotidiano ou relacionados com o meio envolvente. c) Linguagens de Programação Visuais: vantagens das plataformas de codificação por blocos A codificação por blocos permite estimular múltiplas aprendizagens, desenvolver competências essenciais e preparar os alunos para um futuro cada vez mais tecnológico. A utilização de interfaces gráficas e blocos de código possibilita a fácil compreensão da lógica de programação sem a complexidade da sintaxe de línguas tradicionais. A codificação por blocos pode ser utilizada de forma interdisciplinar permitindo aos alunos mobilizar conhecimentos de várias áreas nas suas criações e projetos, estruturando algoritmos para desenvolver soluções originais para problemas e projetos. d) Brinquedos programáveis: ferramentas para conhecer o mundo e estudar o meio Os brinquedos programáveis, como robôs, drones, microprocessadores e sensores são ferramentas valiosas no ensino, proporcionando experiências práticas e enriquecedoras no contexto STEAM e permitindo aos alunos explorar e compreender conceitos tecnológicos e científicos de forma concreta. Com o recursos a estes equipamentos, para além do desenvolvimento de várias competências, é possível fazer com que a aprendizagem seja mais significativa, uma vez que os alunos podem observar os resultados das suas ações em tempo real, tornando o processo de ensino e aprendizagem mais envolvente e motivador. e) Laboratórios de Fabricação Os laboratórios de fabricação (FabLabs) podem desempenhar um papel elementar no ensino STEAM, tratando-se de espaços que oferecem aos alunos a oportunidade de explorar e experimentar com diversas tecnologias e ferramentas, numa abordagem prática e “hands-on”. Estes espaços oferecem aos alunos o acesso a equipamentos como impressoras 3D, máquinas de corte laser e CNC, entre outros, ferramentas estas que permitem aos alunos criar protótipos, projetos e objetos reais a partir das suas ideias e designs. Os laboratórios de fabricação são, portanto, ambientes ricos em oportunidades educacionais uma vez que promovem a aprendizagem prática, a resolução de problemas, o trabalho colaborativo, a integração de todas as áreas STEAM e o espírito empreendedor.
Metodologias
Presencial: Enquadramento Teórico (3 h) Exploração conceptual sobre Pensamento Computacional e Programação, Abordagens STEAM, Programação Desconectada e Linguagens de Programação Visuais. Exploração de projetos de referência. Atividade práticas (6 h) Realização de atividades que incluam a utilização de recursos programáveis (brinquedos ou outros artefactos) com procedimentos simples, tendo por base tópicos curriculares. Desenho e avaliação de propostas didáticas (12 h) Conceção de propostas de atividade que integrem aspetos relacionados com: pensamento computacional, utilização de recursos programáveis e as valências de um Laboratórios de Fabricação. Apresentação das propostas desenvolvidas (4 h) Sessão dedicada à apresentação dos trabalhos dos formandos aos restantes colegas e ao formador, à qual se seguirá um momento de discussão
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações do CFAE_Matosinhos é contínua, participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação e o trabalho individual, na modalidade curso, e, a participação, os resultados do trabalho autónomo e o trabalho individual nas modalidades oficina de formação, círculo de estudos e projetos. Para mais esclarecimentos sugere-se a consulta do Regulamento Interno do CFAE_Matosinhos – https://www.cfaematosinhos.eu/CFAE_Matosinhos_RI_2016_06%20Dez.pdf com especial atenção para o capítulo dedicado à Avaliação dos formandos docentes. A avaliação da ação é feita através do preenchimento pelo formando de um documento que lhe é fornecido no primeiro dia. Elaboração de um relatório detalhado referente ao tratamento dos dados recolhidos.
Anexo(s)
Observações
Ao CFAE_Matosinhos cabe somente a responsabilidade de divulgação e inscrição na ação. O restante processo administrativo e pedagógico é da responsabilidade da ESE-Porto.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-10-2024 (Quarta-feira) | 15:45 - 18:45 | 3:00 | Presencial |
2 | 23-10-2024 (Quarta-feira) | 15:45 - 18:45 | 3:00 | Presencial |
3 | 30-10-2024 (Quarta-feira) | 15:45 - 18:45 | 3:00 | Presencial |
4 | 06-11-2024 (Quarta-feira) | 15:45 - 18:45 | 3:00 | Presencial |
5 | 13-11-2024 (Quarta-feira) | 15:45 - 18:45 | 3:00 | Presencial |
6 | 20-11-2024 (Quarta-feira) | 15:45 - 18:45 | 3:00 | Presencial |
7 | 27-11-2024 (Quarta-feira) | 14:45 - 18:45 | 4:00 | Presencial |
Formador
Cristiana Raquel Loureiro Coelho
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Matosinhos em pareceria com o Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
O CLE – Centro de leitura especial, dando continuidade ao projeto “Bibliotecas mais Inclusivas” e no âmbito do Dia Mundial da Dislexia (10out.), onde se pretende sensibilizar para esta perturbação do neuro desenvolvimento, propõe um conjunto de iniciativas onde se pretende abordar os sinais de alerta na identificação de eventuais dificuldades de aprendizagem, entender o papel do terapeuta da fala e do professor e apontar estratégias para a aprendizagem da leitura e da escrita para alunos com Dislexia.
Objetivos
Contribuir para a construção de uma sociedade inclusiva para todos; Contribuir para um maior conhecimento da Dislexia; Promover o gosto pela leitura nas pessoas com esta perturbação.
Conteúdos
Definição de Dislexia, sinais de alerta, avaliação e diagnóstico, estratégias para a aprendizagem da leitura.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-10-2024 (Quinta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Professores dos grupos 230, 500, 510, 520, 530 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 230, 500, 510, 520, 530 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
ESE – Escola Superior de Educação do Porto em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A revolução digital verificada nos últimos anos massificou o acesso aos mais diversos dispositivos tecnológicos e a um vasto leque de oportunidades no que respeita a novas formas de ensinar e aprender. A educação STEAM (Science, Technology Engineering, Arts, Mathematics) surge nesse contexto e pela necessidade de se formarem jovens e agentes educativos que possam dar resposta aos desafios de um mundo cada vez mais tecnológico e digital, requerendo abordagens interdisciplinares e pensamento crítico. Integrada na abordagem STEAM, esta formação tem como objetivo oferecer propostas, alinhadas com as orientações curriculares, que desenvolvam igualmente múltiplas literacias, fomentando valores como cidadania, participação e inovação, previstos no Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória. Esta ação de formação visa capacitar professores para uma prática pedagógica inovadora, integrando a tecnologia de forma consciente e sustentável, com o intuito de preparar os alunos para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e promover uma educação mais holística, dinâmica e adaptada às necessidades da sociedade atual.
Objetivos
- Promover o contacto com o conceito de Educação STEAM e com as suas aplicações nos diferentes contextos; - Desenvolver competências para a criação de propostas educativas que promovam a inclusão de conceitos/áreas de conhecimento relacionadas com programação, pensamento lógico, literacia e fabricação digital; - Colmatar as necessidades de formação de educadores e professores nas áreas de Programação e Robótica, motivando-os a idealizarem estratégias didáticas para o ensino de conteúdos relacionados com as Ciências Naturais, Física e Química e Biologia e Geologia, em atividades ou sala de aula; - Fomentar a criatividade, inovação e espírito crítico no desenvolvimento de propostas educativas baseadas na abordagem STEAM. - Disseminar a utilização da robótica e de ferramentas controladas por computador em contexto de sala de aula como uma ferramenta pedagógica eficaz em diferentes áreas.
Conteúdos
Os conteúdos a desenvolver permitirão uma exploração conceptual e experimental de tópicos teóricos diversos, de acordo com interesses e necessidades dos formandos: a) Ensino STEAM: decifrar uma abordagem inovadora A revolução tecnológica gerou inovação nos modelos educativos. A abordagem de STEAM assenta num modelo pedagógico transversal a diferentes áreas do saber, de forma a reunir 5 áreas: Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. A integração da abordagem STEAM no processo de ensino e aprendizagem proporciona experiências educativas mais abrangentes, estimulando o pensamento crítico, a resolução de problemas, a criatividade, a curiosidade e a compreensão do mundo natural, preparando os alunos para os desafios contemporâneos e futuros. b) Pensamento computacional como ferramenta para resolução de problemas STEAM Muitas das competências ligadas ao Pensamento Computacional são trabalhadas no modelo STEAM através da incorporação de conceitos ligados às Ciências da Computação, como por exemplo, decomposição, abstração, generalização de padrões, algoritmia, representação de dados e pensamento iterativo. Estes conceitos são geralmente trabalhados através de metodologias baseadas em realização de projetos (Project-Based Learning) e na resolução de problemas do quotidiano ou relacionados com o meio envolvente. c) Linguagens de Programação Visuais: vantagens das plataformas de codificação por blocos A codificação por blocos permite estimular múltiplas aprendizagens, desenvolver competências essenciais e preparar os alunos para um futuro cada vez mais tecnológico. A utilização de interfaces gráficas e blocos de código possibilita a fácil compreensão da lógica de programação sem a complexidade da sintaxe de línguas tradicionais. A codificação por blocos pode ser utilizada de forma interdisciplinar permitindo aos alunos mobilizar conhecimentos de várias áreas nas suas criações e projetos, estruturando algoritmos para desenvolver soluções originais para problemas e projetos. d) Brinquedos programáveis: ferramentas para conhecer o mundo e estudar o meio Os brinquedos programáveis, como robôs, drones, microprocessadores e sensores são ferramentas valiosas no ensino, proporcionando experiências práticas e enriquecedoras no contexto STEAM e permitindo aos alunos explorar e compreender conceitos tecnológicos e científicos de forma concreta. Com o recursos a estes equipamentos, para além do desenvolvimento de várias competências, é possível fazer com que a aprendizagem seja mais significativa, uma vez que os alunos podem observar os resultados das suas ações em tempo real, tornando o processo de ensino e aprendizagem mais envolvente e motivador. e) Laboratórios de Fabricação Os laboratórios de fabricação (FabLabs) podem desempenhar um papel elementar no ensino STEAM, tratando-se de espaços que oferecem aos alunos a oportunidade de explorar e experimentar com diversas tecnologias e ferramentas, numa abordagem prática e “hands-on”. Estes espaços oferecem aos alunos o acesso a equipamentos como impressoras 3D, máquinas de corte laser e CNC, entre outros, ferramentas estas que permitem aos alunos criar protótipos, projetos e objetos reais a partir das suas ideias e designs. Os laboratórios de fabricação são, portanto, ambientes ricos em oportunidades educacionais uma vez que promovem a aprendizagem prática, a resolução de problemas, o trabalho colaborativo, a integração de todas as áreas STEAM e o espírito empreendedor.
Metodologias
Presencial: Enquadramento Teórico (3 h) Exploração conceptual sobre Pensamento Computacional e Programação, Abordagens STEAM, Programação Desconectada e Linguagens de Programação Visuais. Exploração de projetos de referência. Atividade práticas (6 h) Realização de atividades que incluam a utilização de recursos programáveis (brinquedos ou outros artefactos) com procedimentos simples, tendo por base tópicos curriculares. Desenho e avaliação de propostas didáticas (12 h) Conceção de propostas de atividade que integrem aspetos relacionados com: pensamento computacional, utilização de recursos programáveis e as valências de um Laboratórios de Fabricação. Apresentação das propostas desenvolvidas (4 h) Sessão dedicada à apresentação dos trabalhos dos formandos aos restantes colegas e ao formador, à qual se seguirá um momento de discussão
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações do CFAE_Matosinhos é contínua, participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação e o trabalho individual, na modalidade curso, e, a participação, os resultados do trabalho autónomo e o trabalho individual nas modalidades oficina de formação, círculo de estudos e projetos. Para mais esclarecimentos sugere-se a consulta do Regulamento Interno do CFAE_Matosinhos – https://www.cfaematosinhos.eu/CFAE_Matosinhos_RI_2016_06%20Dez.pdf com especial atenção para o capítulo dedicado à Avaliação dos formandos docentes. A avaliação da ação é feita através do preenchimento pelo formando de um documento que lhe é fornecido no primeiro dia. Elaboração de um relatório detalhado referente ao tratamento dos dados recolhidos.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-10-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 17-10-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 24-10-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 31-10-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 07-11-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
6 | 14-11-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 21-11-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 28-11-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
ESE – Escola Superior de Educação do Porto em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A revolução digital que se verificou nas últimas décadas democratizou e massificou o acesso aos mais diversos dispositivos tecnológicos, tornando-os ferramentas essenciais nas rotinas diárias. Na Educação Pré-Escolar a utilização dos meios tecnológicos e informáticos é valorizada, sendo estes, como referido nas OCEPE, recursos de aprendizagem que contribuem para a maior igualdade de oportunidades. No que respeita ao 1.o CEB, a Direção Geral da Educação promove e incentiva o desenvolvimento do pensamento computacional, da literacia digital e das competências transversais. O saber científico, técnico e tecnológico é também uma das áreas de competências do Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, onde se sugere o desenvolvimento de literacias múltiplas. Neste contexto, esta ação de formação contribuirá para que educadores e professores sejam capazes de integrar instrumentos tecnológicos diversos numa abordagem STEAM, proporcionando um processo de ensino e aprendizagem mais holístico e dinâmico e preparando os alunos para enfrentar os desafios do mundo tecnológico contemporâneo.
Objetivos
- Promover o contacto com a diversidade de recursos didáticos eletrónicos, explorando as suas vertentes lúdica e educativa; - Aprofundar o conhecimento pedagógico de conteúdo, tendo como referência as OCEPE e as orientações curriculares para o 1.o CEB, designadamente das áreas do Conhecimento do Mundo, Estudo do Meio e TIC; - Aprofundar conceitos e desenvolver competências para a elaboração de propostas didáticas que promovam o desenvolvimento de capacidades associadas ao pensamento computacional, programação, robótica e literacia digital, fomentando competências transversais; - Colmatar as necessidades de formação de educadores e professores nas áreas de Programação e Robótica, motivando-os a idealizarem estratégias didáticas para o ensino de conteúdos relacionados com o Conhecimento do Mundo, Estudo do Meio e TIC, em atividades ou sala de aula.
Conteúdos
Os conteúdos a desenvolver permitirão uma exploração conceptual e experimental de tópicos teóricos diversos, de acordo com interesses e necessidades dos formandos: a) Ensino STEAM: decifrar uma abordagem inovadora A revolução tecnológica gerou inovação nos modelos educativos. A abordagem de STEAM assenta num modelo pedagógico transversal a diferentes áreas do saber, de forma a reunir 5 áreas: Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. Ao integrar a abordagem STEAM no processo de ensino e aprendizagem é possível proporcionar experiências educativas mais holísticas, promovendo o pensamento crítico, a resolução de problemas, a criatividade, a curiosidade e a compreensão do mundo natural. b) Pensamento computacional como ferramenta para resolução de problemas STEAM. Muitas das competências ligadas ao Pensamento Computacional são trabalhadas no modelo STEAM através da incorporação de conceitos ligados às Ciências da Computação, como por exemplo, decomposição, abstração, generalização de padrões, algoritmia, representação de dados e pensamento iterativo. Estes conceitos são geralmente trabalhados através de metodologias baseadas em realização de projetos (Project-Based Learning) e na resolução de problemas do quotidiano ou relacionados com o meio envolvente. c) Linguagens de Programação Visuais: vantagens das plataformas de codificação por blocos A transcrição de um programa para um dispositivo eletrónico é geralmente realizada através da escrita de um código numa linguagem de programação que permita a comunicação com o dispositivo em causa. Muitas das dificuldades e frustrações sentidas por iniciantes ou utilizadores pouco avançados advêm do facto da sintaxe associada a estas linguagens ser inicialmente complexa. A codificação por blocos permite uma abordagem simplificada, facilitando a aprendizagem de conceitos complexos de programação por parte das crianças de forma lúdica e envolvente. d) Brinquedos programáveis: ferramentas para conhecer o mundo e estudar o meio Vários estudos demonstram as vantagens da robótica no ensino STEAM e no processo de aprendizagem dos alunos, destacando o seu impacto na educação formal e não formal. O desenvolvimento das competências associadas ao Pensamento Computacional nos alunos depende em larga medida das ferramentas utilizadas, podendo estas passar por microprocessadores, sensores, drones e robôs. Através da sua utilização os alunos podem interagir e experimentar conceitos na prática, estimulando a criatividade e pensamento crítico e desenvolvendo competências como a resolução de problemas. e) Laboratórios de Fabricação Os laboratórios de fabricação (Fab Labs) são espaços de aprendizagem equipados com ferramentas e máquinas de fabricação digital, como impressoras 3D, corte laser e CNC e outras tecnologias de prototipagem. Mesmo sendo mais comuns no ensino superior ou profissional, a presença destes espaços está a expandir-se na Educação Pré-escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico, sendo adequados às necessidades das crianças desta faixa etária. Neste contexto, os laboratórios de fabricação têm como principal objetivo fomentar a criatividade, a experimentação e o pensamento crítico, integrando diferentes áreas de conhecimento (STEAM). Assim, com um ambiente prático e “hands-on”, é possível aos alunos explorarem ideias, criarem protótipos e desenvolverem projetos tangíveis.
Metodologias
Enquadramento Teórico (3 horas) Exploração conceptual sobre Pensamento Computacional e Programação, Abordagens STEAM, Programação Desconectada e Linguagens de Programação Visuais. Exploração de projetos de referência. Atividade práticas (6 horas) Realização de atividades que incluam a utilização de recursos programáveis (brinquedos ou outros artefactos) com procedimentos simples, tendo por base tópicos curriculares. Desenho e avaliação de propostas didáticas (12 h) Conceção de propostas de atividade que integrem aspetos relacionados com: pensamento computacional, utilização de recursos programáveis e as valências de um Laboratórios de Fabricação. Apresentação das propostas desenvolvidas (4 horas) Sessão dedicada à apresentação dos trabalhos dos formandos aos restantes colegas e ao formador, à qual se seguirá um momento de discussão. Os formandos desenvolverão atividades nos seus contextos educativos, orientadas pelo formador nas sessões dedicadas. Levarão a cabo pesquisas para aprofundamentos teórico-práticos com as especificidades as atividades que vierem a desenvolver.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações do CFAE_Matosinhos é contínua, participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação e o trabalho individual, na modalidade curso, e, a participação, os resultados do trabalho autónomo e o trabalho individual nas modalidades oficina de formação, círculo de estudos e projetos. Para mais esclarecimentos sugere-se a consulta do Regulamento Interno do CFAE_Matosinhos – https://www.cfaematosinhos.eu/CFAE_Matosinhos_RI_2016_06%20Dez.pdf com especial atenção para o capítulo dedicado à Avaliação dos formandos docentes. A avaliação da ação é feita através do preenchimento pelo formando de um documento que lhe é fornecido no primeiro dia. Elaboração de um relatório detalhado referente ao tratamento dos dados recolhidos.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-10-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 14-10-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 21-10-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 28-10-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 04-11-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
6 | 11-11-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 18-11-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 25-11-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Sara Diana Leal dos Santos
Rita Cordovil Matos
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Federação Portuguesa de Futebol em parceria com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
A literacia motora é um dos fatores essenciais para sociedades ativas e prósperas. Essa competência resulta de políticas e programas educativos que começam na infância e continuam nos anos subsequentes, promovendo o desenvolvimento de aptidões, habilidades, valores e comportamentos. Apesar disso, diversas organizações médico-científicas internacionais alertam que mais de 50% da população mundial tem um estilo de vida sedentário. Além disso, é estimado que mais de 80% das crianças no mundo inteiro não apresentam níveis adequados de atividade física para um crescimento saudável, e apenas 40% delas revelam uma competência motora satisfatória. Perante este cenário alarmante, as organizações salientam a necessidade urgente de implementar programas eficazes em diferentes faixas etárias e contextos de prática. A escola, reconhecida como um ambiente privilegiado para a formação integral, desempenha um papel crucial na promoção da competência motora. É nos primeiros anos da educação, da pré-escola ao 1º CEB, que tais programas devem ser prioritariamente implementados. Assim, a escola emerge como um agente fundamental na formação de estilos de vida ativos e no desenvolvimento de valores, comportamentos, habilidades e aptidões, proporcionando uma base sólida para um crescimento saudável.
Objetivos
- Descrever o desenvolvimento motor de crianças entre 5 e 10 anos, proporcionando conhecimento sobre o crescimento físico, maturação biológica e desempenho motor. - Descrever a competência motora e apresentar conteúdos gerais e específicos a serem propostos no ensino das habilidades motoras e das primeiras formas de jogo. - Explicar as metodologias didáticas a serem utilizadas na transmissão e operacionalização dos conteúdos abordados. - Destacar as preocupações pedagógicas que devem ser consideradas pelos professores ao lecionar o processo formativo para crianças.
Conteúdos
A Criança e o seu desenvolvimento motor - Características do desenvolvimento motor - Crescimento, maturação e aprendizagem - A pirâmide do desenvolvimento motor - Constrangimentos atuais ao desenvolvimento motor das crianças A competência motora em crianças - Conceitos, fundamentos e avaliação Habilidades motoras fundamentais e jogos lúdico-desportivos - Contextos de aprendizagem e de desenvolvimento - As primeiras abordagens ao jogo
Metodologias
Durante esta ação, os formadores utilizarão uma variedade de métodos de ensino adaptados aos conteúdos abordados. A formação incluirá 3 sessões online (síncronas), dedicadas à apresentação e discussão dos conteúdos teóricos e práticos dos módulos temáticos, através de tarefas individuais e em grupo, promovendo tanto o trabalho autónomo quanto colaborativo. O formando deverá possuir computador com câmara para permitir o acesso direto às sessões e para controlo visual presencial pela organização da formação. Informação detalhada aos(às) formandos(as) inscritos(as) nos cursos será emitida posteriormente.
Modelo
A formação não incluirá uma avaliação formal, mas a participação ativa é uma exigência. É obrigatória a frequência de pelo menos 90% do total de horas do curso para garantir que todos os participantes tenham acesso completo aos conteúdos abordados e possam beneficiar plenamente da formação, preparando aulas que contribuam para a melhoria da competência motora das crianças.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 17/12/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-10-2024 (Segunda-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
2 | 09-10-2024 (Quarta-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 11-10-2024 (Sexta-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Rita Cordovil Matos
Sara Diana Leal dos Santos
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Federação Portuguesa de Futebol em parceria com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
A literacia motora é um dos fatores essenciais para sociedades ativas e prósperas. Essa competência resulta de políticas e programas educativos que começam na infância e continuam nos anos subsequentes, promovendo o desenvolvimento de aptidões, habilidades, valores e comportamentos. Apesar disso, diversas organizações médico-científicas internacionais alertam que mais de 50% da população mundial tem um estilo de vida sedentário. Além disso, é estimado que mais de 80% das crianças no mundo inteiro não apresentam níveis adequados de atividade física para um crescimento saudável, e apenas 40% delas revelam uma competência motora satisfatória. Perante este cenário alarmante, as organizações salientam a necessidade urgente de implementar programas eficazes em diferentes faixas etárias e contextos de prática. A escola, reconhecida como um ambiente privilegiado para a formação integral, desempenha um papel crucial na promoção da competência motora. É nos primeiros anos da educação, da pré-escola ao 1º CEB, que tais programas devem ser prioritariamente implementados. Assim, a escola emerge como um agente fundamental na formação de estilos de vida ativos e no desenvolvimento de valores, comportamentos, habilidades e aptidões, proporcionando uma base sólida para um crescimento saudável.
Objetivos
- Descrever o desenvolvimento motor de crianças entre 5 e 10 anos, proporcionando conhecimento sobre o crescimento físico, maturação biológica e desempenho motor. - Descrever a competência motora e apresentar conteúdos gerais e específicos a serem propostos no ensino das habilidades motoras e das primeiras formas de jogo. - Explicar as metodologias didáticas a serem utilizadas na transmissão e operacionalização dos conteúdos abordados. - Destacar as preocupações pedagógicas que devem ser consideradas pelos professores ao lecionar o processo formativo para crianças.
Conteúdos
A Criança e o seu desenvolvimento motor - Características do desenvolvimento motor - Crescimento, maturação e aprendizagem - A pirâmide do desenvolvimento motor - Constrangimentos atuais ao desenvolvimento motor das crianças A competência motora em crianças - Conceitos, fundamentos e avaliação Habilidades motoras fundamentais e jogos lúdico-desportivos - Contextos de aprendizagem e de desenvolvimento - As primeiras abordagens ao jogo
Metodologias
Durante esta ação, os formadores utilizarão uma variedade de métodos de ensino adaptados aos conteúdos abordados. A formação incluirá 3 sessões online (síncronas), dedicadas à apresentação e discussão dos conteúdos teóricos e práticos dos módulos temáticos, através de tarefas individuais e em grupo, promovendo tanto o trabalho autónomo quanto colaborativo. O formando deverá possuir computador com câmara para permitir o acesso direto às sessões e para controlo visual presencial pela organização da formação. Informação detalhada aos(às) formandos(as) inscritos(as) nos cursos será emitida posteriormente.
Modelo
A formação não incluirá uma avaliação formal, mas a participação ativa é uma exigência. É obrigatória a frequência de pelo menos 90% do total de horas do curso para garantir que todos os participantes tenham acesso completo aos conteúdos abordados e possam beneficiar plenamente da formação, preparando aulas que contribuam para a melhoria da competência motora das crianças.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-10-2024 (Segunda-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
2 | 09-10-2024 (Quarta-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
3 | 11-10-2024 (Sexta-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Eliana Nuñez
Inês Riesenberger Lourenço
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Casa da Arquitetura – Centro Português de Arquitetura em colaboração com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
A arquitetura permite estabelecer ligações com a arte, a geometria, as ciências, a história, o património, a paisagem e o território, devido à congregação de saberes e valores que corporiza, constituindo-se como meio educativo privilegiado. Esta formação pretende sensibilizar a comunidade docente para o caráter interdisciplinar da arquitetura e para a possibilidade de aplicação e exploração dos conteúdos escolares das mais diversas áreas através das atividades educativas de arquitetura. O programa escolar 2024-2025 do Serviço Educativo será também apresentado nesta formação, explicando as propostas para cada área do conhecimento, partilhando com os docentes as metodologias e objetivos de cada oficina. A formação contará com convidados da arquitetura e da educação, bem como do Plano Nacional das Artes, que complementarão o programa orientando a importância da arquitetura nas disciplinas.
Objetivos
Explorar a Arquitetura como Ferramenta Pedagógica Sensibilizar para a importância da aprendizagem no local e com recurso a objetos Sensibilizar para a importância e significado da educação no contexto do museu Motivar a comunidade escolar para adotar estratégias interdisciplinares Expor o programa anual do Serviço Educativo da Casa da Arquitetura sobre o tema Arquitetura: Ferramenta Educativa Interdisciplinar Desafiar os professores a abordarem o tema em sala de aula Partilhar conhecimentos sobre arquitetura e educação
Conteúdos
Metodologias Interdisciplinares Desenvolvimento de Projetos Educacionais Desenvolvimento Profissional Proposta Educativa da Casa da Arquitetura para escolas
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 12/11/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 04-10-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Eliana Nuñez
Inês Riesenberger Lourenço
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Casa da Arquitetura – Centro Português de Arquitetura em colaboração com o CFAE Matosinhos
Enquadramento
A arquitetura permite estabelecer ligações com a arte, a geometria, as ciências, a história, o património, a paisagem e o território, devido à congregação de saberes e valores que corporiza, constituindo-se como meio educativo privilegiado. Esta formação pretende sensibilizar a comunidade docente para o caráter interdisciplinar da arquitetura e para a possibilidade de aplicação e exploração dos conteúdos escolares das mais diversas áreas através das atividades educativas de arquitetura. O programa escolar 2024-2025 do Serviço Educativo será também apresentado nesta formação, explicando as propostas para cada área do conhecimento, partilhando com os docentes as metodologias e objetivos de cada oficina. A formação contará com convidados da arquitetura e da educação, bem como do Plano Nacional das Artes, que complementarão o programa orientando a importância da arquitetura nas disciplinas.
Objetivos
Explorar a Arquitetura como Ferramenta Pedagógica Sensibilizar para a importância da aprendizagem no local e com recurso a objetos Sensibilizar para a importância e significado da educação no contexto do museu Motivar a comunidade escolar para adotar estratégias interdisciplinares Expor o programa anual do Serviço Educativo da Casa da Arquitetura sobre o tema Arquitetura: Ferramenta Educativa Interdisciplinar Desafiar os professores a abordarem o tema em sala de aula Partilhar conhecimentos sobre arquitetura e educação
Conteúdos
Metodologias Interdisciplinares Desenvolvimento de Projetos Educacionais Desenvolvimento Profissional Proposta Educativa da Casa da Arquitetura para escolas
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 12/11/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 04-10-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Carla Assunção Breda da Cruz
Rita Gouveia Pacheco
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O Homem existe tal como o conhecemos, porque vive em sociedade. Por isso, relaciona-se com o meio que o envolve, manifestando-se, comunicando e expressando-se. A Educação reflete o que a sociedade é e, simultaneamente, procura dar resposta ao que a sociedade precisa. Ao contrário do que à partida pode parecer, não potencia a evolução, representa um conceito muito mais vasto que abrange todas as formas de o Homem percecionar e estruturar o mundo, agir sobre o mesmo e sobre os outros e transmitir informações, saberes, conhecimentos, sentimentos, emoções, opiniões, visões do mundo, etc. Assim, importa refletir como se posicionam os docentes na vastidão de metodologias vigentes?
Objetivos
Definir Práticas Educativas Tradicionais e Práticas Educativas Ativas Fundamentar as opções curriculares e pedagógicas docentes Escolher estratégias de ação educativa
Conteúdos
Práticas Educativas Tradicionais Metodologias Ativas Paradigmas educativos existentes Estratégias de ação mais adequadas à Escola atual
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 03/10/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 02-10-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Carla Margarida Ferreira da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Necessidade de capacitar as direções das escolas de Matosinhos nas novidades implementadas no âmbito do Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho (SIADAP), tendo por base o DL nº 12/2024, de 10.1, que procede à revisão do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública.
Objetivos
Proporcionar aos Formandos a oportunidade de esclarecer dúvidas quanto às novidades legislativas no âmbito do Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho (SIADAP), tendo por base o DL nº 12/2024, de 10.1, que procede à revisão do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública.
Conteúdos
Alterações introduzidas à Lei 66-B/2007 pelo DL 12/2024, de 10 de janeiro: Novidades com impacto na avaliação em curso – biénio 2023/2024; Novidades a partir de 2025. Relacionar a avaliação dos trabalhadores (SIADAP 3) com o posicionamento remuneratório: Obrigatória com 10 pontos e 8 pontos (LTFP e DL 12/2024); Com 6 pontos e 18 anos de antiguidade (DL 75/2023). Procedimentos a considerar no último trimestre de 2024 para preparar a avaliação do biénio
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 03/10/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 13-09-2024 (Sexta-feira) | 08:30 - 12:30 | 4:00 | Presencial |

Formador
Carla Luciana da Cunha Dias
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
As mudanças sociais e emergentes das dinâmicas da atualidade colocam novos desafios à comunidade escolar e levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas politicas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Como tal, pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola responsiva, flexível e democrática, onde o clima escolar seja facilitador de melhores aprendizagens.
Objetivos
- Conhecer a organização das escolas e das lideranças formais e informais - Perceber o enquadramento legal da identidade profissional do assistente operacional ‐ Compreender o processo de desenvolvimento da criança e do adolescente - Desenvolver competências de gestão comportamental e de comunicação em contexto escolar - Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção - Implementar atividades junto das crianças e alunos, articuladas com os docentes.
Conteúdos
1. Organização do Sistema Educativo Português. 2. Caraterização da Rede Escolar do Concelho. 3. O Papel e o perfil do AO em contexto escolar. 4. O papel do AO agente ativo na modelação dos comportamentos dos alunos. 5. Estilos Comunicacionais e atitudes facilitadoras da comunicação. 6. Estratégias comunicacionais para mediação e gestão de conflitos.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-09-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 10-09-2024 (Terça-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
Formador
Sara Lima de Oliveira
Ana Catarina de Magalhães Claro Prior Pereira Coutinho
Inês Reis Elias
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
BIAL, Sociedade Portuguesa de Défice de Atenção em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Identificação de necessidade de aquisição de mais conhecimentos básicos nesta área.
Objetivos
- Adquirir conhecimentos básicos acerca dos sinais e sintomas de alerta relacionados com a PHDA na infância - Partilhar algumas estratégias de gestão comportamental em contexto escolar
Conteúdos
Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) na infância – sinais, sintomas e estratégias de gestão em contexto escolar
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 03/10/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 06-09-2024 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Catarina Silva Afonso
Augusta Carmen da Costa Coelho Ramalho Vieira
Maria de Fátima Almeida Fernandes de Sousa
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 05-09-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 05-09-2024 (Quinta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
3 | 06-09-2024 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
4 | 06-09-2024 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Marta Claudia Ribeiro Marques Valadar
Paula Cristina Moreira Machado Santos
Sandra da Conceição Rodrigues Ferreira dos Santos
Maria de Fátima Almeida Fernandes de Sousa
Sérgio Bruno Santos Sousa
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 04-09-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 04-09-2024 (Quarta-feira) | 11:00 - 13:00 | 2:00 | Presencial |
3 | 04-09-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
4 | 06-09-2024 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio dos Ambientes Educativos Inovadores
Objetivos
- Compreender o conceito de Ambientes Educativos Inovadores. - Compreender a organização de espaços designados por Sala de aula do futuro. - Aplicar dinâmicas pedagógicas inovadoras e ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro. - Compreender o papel do aluno numa Sala do futuro. - Compreender o papel do professor numa Sala do futuro. - Explorar estratégias de trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. - Explorar fatores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro.
Conteúdos
1. Ambientes Educativos Inovadores Conceito e fundamentação. (1 hora) 2. Sala de aula do futuro Espaço físico 6 áreas Criação, Desenvolvimento, Investigação, Apresentação, Interação e Colaboração. (2 horas) 3. Dinâmicas pedagógicas inovadoras assentes em: Aprendizagem por projetos, Aprendizagem colaborativa, Aula invertida, Programação e robótica, Avaliação formativa. (2 horas) 4. Ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro inseridas no processo de ensino e aprendizagem seguindo o modelo SMAR (Substitution, Augmentation, Modification, Redefinition) (3 horas) 5. O papel do aluno numa Sala do futuro Desenvolvimento de competências: Literacia cívica, Consciência global, Literacia ambiental, Literacia financeira, Literacia na saúde, Literacia nos Media, Literacia de informação, Literacia nas TIC, Criatividade, Pensamento crítico, Colaboração, Comunicação, Produtividade, Prestação de contas, Liderança, Responsabilidade, Adaptação, Flexibilidade, Competências sociais e de articulação cultural, Iniciativa, Determinação. (3 horas) 6. O papel do professor numa Sala do futuro. (2 horas) 7. O trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. (1 hora) 8. Factores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro. (1 hora)
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 04-09-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 05-09-2024 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 09-09-2024 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 10-09-2024 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 25-09-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Norberto Correia Costa
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Atualmente, a atividade docente está profundamente marcada pelas TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação), havendo cada vez mais a necessidade de compreender os processos de transformação dos dados em bruto em conhecimento utilizável, tanto nos processos pedagógicos e didáticos, como nos que dizem respeito a tarefas de organização do trabalho na escola. O manuseamento de dados faz parte do nosso quotidiano, aparecendo diariamente nos meios de comunicação social em atividades da mais variada natureza, no desporto, na política, na educação, etc., elaborando-se notícias, tomando-se decisões e fazendo-se previsões utilizando processos ou técnicas estatísticas que recorrem à folha de cálculo. É de importância capital a utilização de ferramentas computacionais no tratamento de dados, de ajuda à atividade docente, quer seja na capacidade de resposta às necessidades dos nossos alunos no seu desenvolvimento sócio educativo, ou nas atividades de coordenação e gestão fora da sala de aula, inerentes aos cargos desempenhados pelos docentes. Este curso pretende produzir respostas pedagógicas cada vez mais ajustadas às características, necessidades e interesses dos docentes e das competências que terão de desenvolver nos alunos e que estão previstas no seu perfil à saída da escolaridade obrigatória.
Objetivos
. Promover a utilização de recursos computacionais para melhorar a qualidade de ensino; . Adquirir e/ou ampliar o leque de conhecimentos ferramenta informática Folha de Cálculo; . Adquirir e/ou ampliar o leque de conhecimentos estatísticos; . Melhorar a competência profissional nos vários domínios da sua atividade; . Aplicar os materiais produzidos na disciplina, área disciplinar lecionada ou direção/coordenação de atividades docentes. . Sensibilizar para as vantagens da utilização da folha de cálculo Excel, de modo a que os agentes educativos promovam respostas pedagógicas cada vez mais ajustadas; . Facultar a percepção do significado, vantagens e desvantagens associados aos conceitos estatísticos usados com mais frequência; . Permitir a tomada de conhecimento das diversas formas de organização e apresentação de informação (dados) fornecidas pelo Excel; . Refletir sobre a necessidade do levantamento e tratamento estatístico de dados no campo educativo; . Produzir relatórios estatísticos.
Conteúdos
Introdução e Manipulação de Dados: Contacto com o conceito Folha de Cálculo; Apresentação e configuração da interface da folha de cálculo; Estrutura da folha de cálculo - livro, folha e célula; Conceito de endereço; Manipulação de ficheiros; Conceito de tipos de conteúdos das células; Manipulação simples de dados e células; Manipulação de folhas; Formatação do nome das folhas e da cor; Esconder e mostrar linhas e colunas; Esconder e mostrar folhas; Navegação entre folhas e livros; Atalhos. Formatação; Fórmulas e Funções: Tipo de conteúdo da célula; Alinhamento do texto; Tipos de letra e estilos; Limites; Preenchimento; Proteção; Formatações automáticas; Manipulação de linhas e colunas; Cópia de formatações; Conceito de fórmula; Construção de fórmulas; Conceito de função; Funções embebidas da folha de cálculo; Conceito de referência; Utilização de referências; Endereços relativos, mistos e absolutos; Fórmulas com células entre folhas. Gráficos: Criação de gráficos na folha dos dados ou numa nova folha; Tipos de gráficos; Formatação de gráficos; Apresentação de gráficos; Impressão: Configuração da área de impressão; Configuração da impressão; Pré-Visualização; Cabeçalho e Rodapé; Impressão. Avaliação da ação/Preenchimento da documentação.
Metodologias
1º Momento: Este curso de formação pretende desenvolver e aprofundar o ensino e a aprendizagem da aplicação da folha de cálculo. Assim, serão abordados, através da pesquisa, realização de trabalhos práticos e reflexões individuais e de grupo, em sala de formação, os conceitos e termos estatísticos, a recolha, organização, interpretação e apresentação de dados. 2.º Momento: Partindo do aprofundamento das temáticas abordadas, os formandos aplicarão, no seu quotidiano de sala de aula e/ou de escola, os procedimentos/ materiais construídos em sala de formação, com vista a assegurar a funcionalidade (utilidade) dos produtos obtidos na oficina para as práticas no terreno. 3.º Momento: Far-se-á uma reflexão sobre o desenrolar da aplicabilidade prática em sala de aula com os alunos e nas tarefas de direcção/coordenação na Escola e, procurar-se-á introduzir as alterações tidas por convenientes consolidando e melhorando assim as práticas da actividade docente.
Avaliação
A avaliação será expressa nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º, do Despacho n.º 4595/2015, e terá em consideração:Qualidade da participação dos formandos nas sessões de trabalho; qualidade dos trabalhos práticos realizados ao longo das sessões; reflexão crítica individual final
Bibliografia
Coelho, José - Folha de calculo: utilizando Microsoft Excel. Lisboa: Universidade Aberta, 2010, 50 p.http://hdl.handle.net/10400.2/1797
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-09-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 04-09-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 05-09-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 09-09-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 11-09-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE_Matosinhos - Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.
Objetivos
Conhecer alguns dos conceitos sobre IA; Identificar diferentes tipos de IA; Conhecer diferentes aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; Identificar os grandes inconvenientes da IA; Desenvolver propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Conteúdos
Módulo 1 | Introdução à IA (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 1.1 Definição e história da IA 1.2 Conceitos sobre IA 1.3 Exploração dos diferentes tipos de IA Módulo 2 | Aplicações Generativas suportadas por IA (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 2.1 O que são aplicações generativas suportadas por IA? 2.2 Exemplos de aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras). 2.3 Exploração de ferramentas IA generativas em contexto educativo. Módulo 3 | IA e a Ética (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 3.1 Introdução à Ética da IA: Exploração dos princípios éticos e morais envolvidos no desenvolvimento, implementação e uso da IA. 3.2 Quais os grandes inconvenientes da IA? 3.3 Recomendações para o seu uso em contexto educativo. Módulo 4 | Projeto Educativo envolvendo IA generativa (5 horas - 3 síncronas + 2 horas assíncronas) 4.1 Definição de objetivos do projeto educativo de IA generativa e escolha do domínio criativo. 4.2 Experimentação e iteração com a(s) ferramenta(s). 4.3 Reflexão ética e social. Módulo 5 |Avaliação e Reflexão (5 horas 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 5.1. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos.
Metodologias
O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning com 15h síncronas e 10h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Google Meet) para dinamizar as sessões/planificar atividades, tendo em vista a sua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões, refletindo sobre a importância da integração curricular e da transversalidade destas temáticas. Atividades teóricas: ensino dirigido/semi-dirigido (discussão de conceitos, resultados de investigação e experiências de terreno); atividades dirigidas de leitura/reflexão; discussão. Atividades práticas: aprendizagem experiencial (no terreno, o que é abordado na ação, reflexão permanente ao longo do processo); aprendizagem cooperativa (contacto entre grupos, acompanhamento por parte do formador e apresentação, pelos formandos, do trabalho desenvolvido).
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final de cada um dos formandos.
Bibliografia
Supporting global cooperation on artificial intelligence, United Nations: https://www.un.org/techenvoy/content/artificial-intelligenceArtificial Intelligence and Education, A critical view through the lens of human rights, democracy and the rule of law, Council of Europe: https://rm.coe.int/prems-092922-gbr-2517-ai-and-education-txt-16x24-web/1680a956e3Orientações Éticas para Educadores sobre a utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem, Comissão Europeia: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/d81a0d54-5348-11ed-92ed-01aa75ed71a1/language-enArtificial Intelligence and the future of education, European Commission: https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_6338Beijing Consensus on Artificial Intelligence and Education, UNESCO: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368303
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 02-09-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 03-09-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 04-09-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
4 | 05-09-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 06-09-2024 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 09-09-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 10-09-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
8 | 11-09-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
9 | 12-09-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Franklim Alberto Silva
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O recurso a plataformas de suporte ao ensino não presencial, que podem servir como meio de divulgação, partilha de conteúdos pedagógicos, de interação entre os utilizadores, tem vindo a ser cada mais frequente por parte dos diferentes agentes educativos. Contudo, a sua utilização implica a recolha e o tratamento de um conjunto alargado de informação relativa aos utilizadores, devendo garantir-se a proteção desses mesmos utilizadores. Com esta ação, pretende-se que os formandos implementem junto da comunidade educativa projetos de intervenção, cujo objetivo é a sensibilização para as questões relativas à Proteção de Dados e à Cibersegurança na escola refletindo acerca da integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Objetivos
.Desenvolver práticas de referência respeitantes a proteção de dados, designadamente abstendo-se de tratar dados pessoais que não sejam essenciais para a finalidade pedagógica e adotando comportamentos responsáveis, quando se tem acesso a dados pessoais de alunos, professores e outros titulares dos dados; criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção, que abordem estas temáticas em contexto educativo; articular as temáticas propostas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.º Ciclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Segurança, Responsabilidade e Respeito em Ambientes Digitais, assim como com a ENEC, nomeadamente nos domínios Segurança, Defesa e Paz e Media. Debater estratégias de sensibilização junto dos alunos para a importância da Cidadania Digital, destacando as áreas da Cibersegurança e da Proteção de Dados.
Conteúdos
Módulo 1:Proteção de dados em contexto escolar (4horas 3 horas presenciais+1 hora assíncrona) Reflexão e análise de documentação de referência; desenvolver, em contexto educativo, práticas relativas à proteção de dados na escola Módulo 2: A Cibersegurança na Escola (3 horas 2 horas síncronas+1hora assíncrona) As plataformas digitais e as recomendações de segurança Desenvolver, em contexto educativo, práticas relativas à Cibersegurança na escola Módulo 3:Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas:(8horas - 3 horas presenciais+3horas síncronas+2 horas assíncronas) Iniciativas e campanhas do Centro de Sensibilização SeguraNet; Iniciativas e campanhas do Centro Nacional de Cibersegurança O Selo de Segurança Digital. A integração curricular e transversalidade das temáticas Módulo 4:Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados na escola (5 horas - 3horas síncronas+2horas assíncronas) Análise de projetos existentes no âmbito da Cibersegurança e de proteção de dados Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando Módulo 5: Avaliação e reflexão (5horas - 3 horas presenciais+2 assíncronas) Apresentação, partilha e reflexão sobre os resultados obtidos nas escolas, após implementação dos planos de intervenção desenvolvidos na oficina de formação.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.ptComissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.ptSeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptRede europeia de Centros Internet Segura Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/homeDireção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/home
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 02-09-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 03-09-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 04-09-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 05-09-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
5 | 06-09-2024 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 09-09-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 10-09-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
8 | 11-09-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
9 | 12-09-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
10 | 13-09-2024 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |

Formador
Susana Maria Almeida Silva Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Quando é utilizada de forma adequada e transversal, a Internet pode mudar a vida das crianças e jovens, especialmente dos mais vulneráveis, de meios socioeconómicos desfavorecidos e isolados. Efetivamente, o uso das tecnologias pode dar-lhes acesso a um manancial de conteúdos e de oportunidades, no entanto importa reforçar que a Internet e o seu uso não estão isentos de riscos, especialmente para as crianças e jovens, podendo torná-las mais expostas e suscetíveis a diferentes formas de violência. Fenómenos como o Sexting, Sextortion, Grooming, Ciberbullying, entre outros, cresceram exponencialmente, devido à massificação da Internet, contribuindo para pôr em causa a segurança de crianças e jovens.
Objetivos
Debater e analisar os comportamentos de Risco Online (Grooming, Ciberbullying, Sexting, Sextortion, outros) e a importância do papel da Escola na capacitação de crianças e jovens, na prevenção e combate a estes fenómenos; Criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção que envolvam estas temáticas, em contexto educativo; Articular as temáticas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.º Ciclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Cidadania Digital, assim como com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, nomeadamente nos domínios Direitos Humanos, Media, Sexualidade e Saúde. Pretende-se, ainda, debater estratégias de sensibilização, junto dos alunos, para a Cidadania Digital, nomeadamente no que se refere aos comportamentos de risco online.
Conteúdos
Módulo 1: Comportamentos de Risco Online Grooming, Ciberbullying, Sexting, Sextortion, entre outros (7 horas 3 horas presenciais + 2 horas síncronas + 2 horas assíncronas) O papel da comunidade escolar na prevenção e combate destes fenómenos Reflexão e análise Módulo 2: Os serviços de apoio (6 horas 2 horas síncronas +2 horas síncronas + 2 horas assíncronas) Linha de apoio e linha de denúncia Internet Segura Linha SOS Criança Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República As redes internacionais Insafe e Inhope Módulo 3: Desenvolvimento de projetos de prevenção e combate a Comportamentos de Risco Online na escola. (7 horas 3 horas presenciais + 2 horas síncronas + 2 horas assíncronas) As iniciativas da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima; As iniciativas do Centro de Sensibilização SeguraNet; As iniciativas do Centro Internet Segura e da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (O Selo Protetor). Módulo 4: Avaliação e reflexão (5 horas 3 horas presenciais + 2 horas assíncronas)
Metodologias
Sessões: o Curso irá decorrer na modalidade de b-Learning com sessões presenciais, síncronas e assíncronas, com a seguinte distribuição: 9h presenciais, 8h síncronas e 8h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas Moodle e de videoconferência para dinamizar as sessões. Apresentação, partilha e reflexão dos planos desenvolvidos pelos formandos durante o curso.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. Disponível em: https://apav.ptGabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República. Disponível em: https://www.ministeriopublico.pt/contato/gabinete-cibercrimeLinha SOS Criança. Disponível em: https://iacrianca.pt/intervencao/sos-crianca/ SeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptRede europeia de Centros Internet Segura Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/homeSeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.pt
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 02-09-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 04-09-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 05-09-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 06-09-2024 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
5 | 09-09-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 10-09-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
7 | 11-09-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 12-09-2024 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
9 | 13-09-2024 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Augusta Carmen da Costa Coelho Ramalho Vieira
Catarina Silva Afonso
Miguel Angelo Teixeira Maia
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 02-09-2024 (Segunda-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 02-09-2024 (Segunda-feira) | 11:00 - 13:00 | 2:00 | Presencial |
3 | 02-09-2024 (Segunda-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
4 | 04-09-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Carla Luciana da Cunha Dias
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
As mudanças sociais e emergentes das dinâmicas da atualidade colocam novos desafios à comunidade escolar e levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas politicas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Como tal, pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola responsiva, flexível e democrática, onde o clima escolar seja facilitador de melhores aprendizagens.
Objetivos
- Conhecer a organização das escolas e das lideranças formais e informais - Perceber o enquadramento legal da identidade profissional do assistente operacional ‐ Compreender o processo de desenvolvimento da criança e do adolescente - Desenvolver competências de gestão comportamental e de comunicação em contexto escolar - Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção - Implementar atividades junto das crianças e alunos, articuladas com os docentes.
Conteúdos
1. Organização do Sistema Educativo Português. 2. Caraterização da Rede Escolar do Concelho. 3. O Papel e o perfil do AO em contexto escolar. 4. O papel do AO agente ativo na modelação dos comportamentos dos alunos. 5. Estilos Comunicacionais e atitudes facilitadoras da comunicação. 6. Estratégias comunicacionais para mediação e gestão de conflitos.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 09-08-2024 (Sexta-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
2 | 09-08-2024 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Necessidade de organizar os repositórios dos instrumentos de avaliação e recursos pedagógicos dos grupos disciplinares.
Objetivos
Capacitar os docentes para a introdução dos instrumentos de avaliação e recursos pedagógicos no Moodle de acordo com o protocolo definido.
Conteúdos
Demonstração da inserção de termos em glossários do Moodle
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 25-07-2024 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |

Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A Igreja e Mosteiro de Leça do Balio, situados no concelho de Matosinhos, representam um importante património histórico e arquitetónico de Portugal. Este complexo, com origens que remontam ao século X e profundamente ligado à Ordem dos Hospitalários, também conhecida como Ordem do Hospital ou Ordem de São João de Jerusalém, é um exemplo notável da arquitetura românica e gótica portuguesa. Esta Ação de Curta Duração (ACD) visa proporcionar aos professores uma experiência imersiva neste local de grande relevância histórica. Ao explorar in loco os aspectos arquitetónicos, artísticos e históricos do monumento, os docentes poderão enriquecer os seus conhecimentos e obter insights valiosos para a sua prática pedagógica.
Objetivos
Aprofundar o conhecimento histórico sobre a Igreja e Mosteiro de Leça do Balio Explorar a importância deste complexo arquitetónico no contexto da história medieval portuguesa Desenvolver competências para a integração de visitas de estudo no currículo de História Promover metodologias ativas de ensino-aprendizagem através da exploração do património local
Conteúdos
Contextualização histórica da Igreja e Mosteiro de Leça do Balio Análise arquitetónica e artística Figuras históricas associadas ao local O papel do mosteiro na sociedade medieval

Formador
Juliana Maria Pires Masi
Maria de Fátima Almeida Fernandes de Sousa
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 24-07-2024 (Quarta-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 24-07-2024 (Quarta-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 25-07-2024 (Quinta-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
4 | 25-07-2024 (Quinta-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Cláudia Sá
Marta Reis de Almeida
Joana Magalhães Leite de Barros
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Formação solicitada por docentes do Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora, tendo em conta necessidades identificadas relativamente à promoção de saúde mental e gestão de stress laboral.
Objetivos
Sensibilizar os/as participantes para o stress relacionado com o trabalho no contexto educativo: - Identificar as implicações do stress relacionado com o trabalho dos/as professores/as nas instituições e na qualidade dos processos educativos; - Encorajar os/as participantes a identificar fontes de stress no seu contexto de trabalho; - Desenvolver uma maior compreensão do conceito de resiliência nos participantes; - Encorajar os participantes a refletir sobre as suas necessidades no âmbito da construção da resiliência; - Desenvolver nos/nas participantes competências específicas para reforçar a sua resiliência e gerir melhor o stress relacionado com o trabalho.
Conteúdos
Stress Laboral; Resiliência; Discurso Interno Positivo; Assertividade; Técnicas de Relaxamento.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 03/10/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 23-07-2024 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 23-07-2024 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A orientação constitui-se como um conteúdo pedagógico relevante, nomeadamente, entre outras, nas disciplinas de Educação Física e Geografia. Os meios digitais são uma alternativa aos meios convencionais de orientação a que os jovens aderem. Existe um número significativo de aplicações digitais que permitem realizar orientação no terreno conhecido ou desconhecido. O iOrienteering é uma delas, que, para além de ser fácil de parametrizar, é gratuita e bastante amigável, podendo ser utilizada em contexto de aula ou de atividades organizadas pelas escolas.
Objetivos
Capacitar os docentes para a utilização das funcionalidades da aplicação iOrienteering, criando percursos de orientação
Conteúdos
Orientação - conceitos básicos e experimentação da aplicação iOrienteering (1ª parte) Instalar a aplicação no smartphone; Criar uma conta na aplicação (computador); Criar percursos de orientação na aplicação; Criar os códigos QR de acesso ao percurso; Experimentação (2ª parte)
Anexo(s)
Observações
Local de encontro para o dia 22jul2024 - https://maps.app.goo.gl/d46FDBw4HBRX3jba7 ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-07-2024 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 24-07-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Ana Isabel Nogueira de Moura
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
As metodologias ativas colocam o aluno como protagonista do processo de aprendizagem, estimulando a participação ativa, a autonomia e a construção de conhecimento de forma significativa. A reflexão sobre os cenários de aprendizagem apresentados pelas escolas associadas do CFAE_Matosinhos são oportunidades valiosas para promover uma educação mais inovadora, participativa e centrada no aluno. Com esta atividade de formação pretendese capacitar os docentes para a implementação de metodologias ativas usando cenários de aprendizagem que façam uma integração eficaz entre o espaço, a pedagogia e a tecnologia.
Objetivos
Sistematizar os conceitos fundamentais sobre metodologias ativas. Explorar as vantagens da incorporação das metodologias ativas em ambiente educativo. Refletir sobre cenários de aprendizagem elaborados por AE/Escolas Associado(a)s no CFAE_Matosinhos. Motivar os docentes para a implementação das metodologias ativas em contexto educativo.
Conteúdos
Contexto, conceitos, utilização e exemplos práticos de metodologias ativas. Espaços de aprendizagem.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-07-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Ângelo Filipe R.F. de Castro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Na era digital, a integração de ferramentas tecnológicas no espaço de aprendizagem é essencial para enriquecer o processo educativo e preparar os alunos para um mundo cada vez mais digitalizado. As ferramentas digitais oferecem inúmeras possibilidades para tornar as aulas mais interativas, personalizadas e eficientes, além de facilitar a gestão do ensino e a avaliação dos alunos.
Objetivos
Reconhecer a Relevância das Ferramentas Digitais na Educação: Entender a importância e o impacto das ferramentas digitais no processo de ensino e aprendizagem.
Conteúdos
Contexto Atual e Necessidade: Discussão sobre a evolução tecnológica e sua influência na educação. Benefícios das Ferramentas Digitais: Melhoria na interação, personalização da aprendizagem, e eficiência na gestão do ensino. Visão Geral das Ferramentas Digitais: Categorias principais (gestão de aprendizagem, criação de conteúdo, comunicação e colaboração, avaliação).
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-07-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Gina Maria Afonso Chaves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O Plano Nacional de Cinema integra uma coleção de filmes portugueses e internacionais e/ou coproduzidos por Portugal e/ou em Língua Portuguesa, disponibilizados gratuitamente às escolas através da Plataforma de Filmes do PNC, serviço em streaming operacionalizado em ambiente escolar, e/ou através de exibições em sala de cinema. Visa facilitar uma fruição da produção nacional, nomeadamente de jovens autores e de animação, permitindo um acesso diferenciador de gêneros e linguagens audiovisuais, aos alunos. A utilização desta tecnologia em contexto educativo constitui um recurso que permite o desenvolvimento de atividades de interpretação, análise e debate sobre temas, reflexão e assimilação de conhecimentos, bem como a promoção da sensibilidade estética e divulgação do património cinematográfico junto das comunidades educativas.
Objetivos
- Promover formas de articulação e flexibilização curricular através do cinema. - Explorar a utilização da plataforma PNC.gov e respetivos recursos educativos. - Operacionalizar o visionamento de filmes PNC e respetivos dossiês educativos. - Planificar e adequar os recursos educativos PNC, em articulação com o currículo, tendo em vista a integração do filme em sala de aula enquanto instrumento potenciador das aprendizagens dos alunos. - Valorizar práticas que contribuam para a literacia audiovisual, num contexto de Educação para os Média, Educação Artística e Educação para a Cidadania. - Analisar o projeto “Vamos ao cinema hoje?” e os seus impactos.
Conteúdos
1. O Plano Nacional de Cinema (PNC). 2. Plataforma de Filmes do PNC. 3. O projeto “Vamos ao cinema hoje?”
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-07-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
José António Pimentel da Silva
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Apresentar as características das várias disciplinas do atletismo, bem como as formas através das quais podem ser vivenciadas/praticadas no respeito pelas regras de segurança. Conhecer as bases metodológicas ligadas ao ensino do Atletismo para os diferentes níveis etários - 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário. Transmitir os aspetos terminológicos de base próprios da modalidade. Transmitir as principais regras do atletismo.
Objetivos
- Transmitir conhecimentos que permitam, com segurança, confiança e autonomia, lecionar conteúdos básicos de Atletismo na escola, no âmbito da disciplina de Educação Física. - Sensibilizar os docentes para a valência pedagógica do Atletismo.
Conteúdos
• Técnica de corrida e Técnica de barreiras (coordenação, ritmos, mobilidade e técnica). • Corridas com e sem barreiras. • Estafetas. • Dos multi-saltos para os saltos. • Dos multi-lançamentos para os lançamentos.
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-07-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Marta Claudia Ribeiro Marques Valadar
Paula Cristina Moreira Machado Santos
Maria de Fátima Almeida Fernandes de Sousa
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-07-2024 (Segunda-feira) | 09:30 - 11:30 | 2:00 | Presencial |
2 | 22-07-2024 (Segunda-feira) | 12:00 - 13:00 | 1:00 | Presencial |
3 | 22-07-2024 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 23-07-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
5 | 23-07-2024 (Terça-feira) | 11:30 - 13:30 | 2:00 | Presencial |
Formador
Susana Raquel Marques Pereira Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Citando o Guia Prático para a Criação de Escapes Rooms, editado pela Universidade de Aveiro: Uma escape room é um jogo de equipa em tempo real onde os jogadores descobrem pistas, resolvem puzzles e tarefas em uma ou mais salas para atingir um objetivo específico (normalmente escapar da sala) com tempo limitado.” Scott Nicholson, 2015 Nicholson, um especialista no cenário das Escape Room e EER, demonstra os elementos chave que devem ser aplicados para estabelecer EERs nas aprendizagens. Resumindo, ER e EERs requerem trabalho de equipa, comunicação, iniciativa e outras competências inerentes a alunos do Ensino superior (por ex. pensamento crítico e atenção ao detalhe) para aplicar uma vasta gama de conhecimentos e de métodos apropriados sob a pressão do tempo. Existem três elementos no design das EERs, sendo eles (i) gamificação, (ii) objetivos de aprendizagem pretendidos, e (iii) elementos pedagógicos. Tercanli et al, 2021 As Escape Rooms Educacionais contêm elementos de gamificação que apoiam os estudantes na concretização dos objetivos de aprendizagem quando interagem com os puzzles no jogo. Escolhas de design baseadas no construtivismo e na teoria do desenvolvimento social são requeridas para determinar o equilíbrio entre elementos de gamificação e os objetivos de aprendizagem. O enquadramento pedagógico das EERs descreve os conhecimentos, competências, e atitudes que os educadores podem utilizar para fazer essas decisões de design. Esta atividade de formação visa abordar esta “nova tecnologia” e as múltiplas formas da sua implementação em contexto educativo.
Objetivos
- Entender os conceitos de Gamificação e de Escape Room. - Perceber como se podem contruir Escape Rooms Educativos. - Conhecer o potencial desta ferramenta como estratégia educativa capaz de melhorar a aprendizagem dos alunos.
Conteúdos
- Conceitos de Gamificação e de Escape Room. - Benefícios Escape Rooms Educativos no processo ensino/aprendizagem. - Princípios da criação de um Escape Room Educativo. - Recursos e ferramentas para desenhar um Escape Room Educativo. - Exemplos de diferentes Escape Rooms Educativos.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-07-2024 (Sexta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Barbara Mota Teixeira
Destinatários
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Como olha o Sistema Educativo Português para a área da dança? E os nossos professoores? Teóricamente verificamos que a dança está presente nas nossas escolas, desde o ensino Pré escolar, mas será esta uma verdade efetiva? Quando comparada com outras áreas curriculares, a educação artística contínua remetida para um segundo plano e a Dança, quando equiparada com as outras áreas artísticas, ainda mais (Monteiro E.; Moura M.; 2007). Uma realidade é certa, quando está perto uma festa da escola ou uma apresentação, a dança está sempre presente, mas semanalmente ela faz parte das nossas planificações? De que forma? O Paradigma Labaniano pode ser uma excelente ferramenta para nos auxiliar nesta viagem mágica que parte do livro “A mamã pôs um ovo” de Babette Cole.
Objetivos
Fomentar um ensino centrado no aluno, assumindo-se o professor como um mediador e facilitador das aprendizagens; . Conhecer e explorar as Unidades temáticas da Dança e a sua potencialidade multidisciplinar; . A Dança Criativa enquanto ferramenta de construção de conhecimento; . Explorar, criar e observar - as possibilidades de movimentos; Skills temporais e dinâmicos, a improvisação e a projeção artística; . Interpretação de ideias e temas, ações motoras e tipos de dança; . Criar e selecionar frases de movimento e os eixos da abordagem coreográfica.
Conteúdos
A dança e a interdisciplinaridade - sugestões metodológicas do ensino da dança; A atuação do professor numa aula de dança - dispersa, orientada, integrada, aberta, estético-artística e referenciada; Dominantes da dança e a improvisação segundo diferentes estímulos; Saber coreografar: suas potencialidades, objetivos e competências.
Metodologias
O formador, partindo do livro “A mamã pôs um ovo” explorará com os formandos, tendo como base o paradigma de Laban, uma série de propostas que conduzem à exploração e experimentação de movimentos improvisados ou de ações estelizadas, visando o desenvolvimento de skills espaciais, relacionais, temporais e dinâmicos, partindo de uma construção livre para a criação coreográfica, numa abordagem às diferentes formas de intervenção do professor. A formação irá centrar-se nos três eixos fundamentais de aprendizagem e experimentação: (i) o fazer e/ou experimentar (valoriza a experiência de dançar, o trabalho técnico e expressivo) (ii) o criar e/ou compor (valoriza a experiência de coreografar, o trabalho da imaginação e da invenção) e (iii) o analisar e/ou apreciar (valoriza a experiência de sentir, pensar e intervir elaborando um discurso inicialmente oral, posteriormente escrito).
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-07-2024 (Sexta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |

Formador
Ângelo Filipe R.F. de Castro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Apoio Pedagógico aos alunos-atletas de alto rendimento.
Objetivos
Apresentar o conceito de ambiente de aprendizagem ajustado ao processo de conciliação da carreira dupla Desenvolver estratégias para a produção de recursos educativos digitais de apoio ao aluno-atleta Analisar o conceito de guião de aprendizagem para apoio a alunos-atletas
Conteúdos
Ambiente de aprendizagem para conciliação da carreira dupla dos alunos-atletas Recursos e ferramentas digitais no apoio a alunos-atletas Guiões de aprendizagem
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-07-2024 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 19-07-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Norberto Correia Costa
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A robótica em ambiente educativo é uma poderosa ferramenta, que permite uma abordagem de ensino e aprendizagem prática e envolvente. Através da construção e programação simples de robôs e drones, os alunos podem desenvolver competências essenciais, como resolução de problemas, pensamento crítico, criatividade e colaboração. A grande maioria dos docentes, no entanto, enfrenta desafios ao tentar incorporar a robótica nas suas práticas de ensino. A falta de conhecimento sobre os conceitos, aplicações e vantagens da robótica educativa, podem ser barreiras importantes para a sua adoção. Nesse contexto, esta ACD busca preencher essa lacuna, capacitando os docentes com competências básicas para a utilização da robótica de forma eficaz nas suas abordagens pedagógicas.
Objetivos
Introduzir os conceitos fundamentais da robótica educativa e suas aplicações no contexto do ensino básico e secundário; Explorar as vantagens da incorporação da robótica educativa na sala de aula; Sensibilizar os docentes a entender e utilizar a programação simples de robôs e drones como uma ferramenta de ensino eficaz.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-07-2024 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Ângelo Filipe R.F. de Castro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Capacitar os participantes para compreender e aplicar conceitos de literacia digital no contexto educativo, promovendo práticas pedagógicas inovadoras que melhorem a aprendizagem dos alunos.
Objetivos
Salientar a importância na aquisição de Competências em Ferramentas Digitais Promover a Segurança e a Ética Digital Fomentar a Aprendizagem Ativa e Personalizada
Conteúdos
Conceitos básicos de literacia digital. Importância da literacia digital na educação contemporânea. Aplicativos e software de criação de conteúdo educativo. Uso de dados e análises para personalizar a aprendizagem.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 18-07-2024 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Susana Raquel Marques Pereira Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Citando o Guia Prático para a Criação de Escapes Rooms, editado pela Universidade de Aveiro: Uma escape room é um jogo de equipa em tempo real onde os jogadores descobrem pistas, resolvem puzzles e tarefas em uma ou mais salas para atingir um objetivo específico (normalmente escapar da sala) com tempo limitado.” Scott Nicholson, 2015 Nicholson, um especialista no cenário das Escape Room e EER, demonstra os elementos chave que devem ser aplicados para estabelecer EERs nas aprendizagens. Resumindo, ER e EERs requerem trabalho de equipa, comunicação, iniciativa e outras competências inerentes a alunos do Ensino superior (por ex. pensamento crítico e atenção ao detalhe) para aplicar uma vasta gama de conhecimentos e de métodos apropriados sob a pressão do tempo. Existem três elementos no design das EERs, sendo eles (i) gamificação, (ii) objetivos de aprendizagem pretendidos, e (iii) elementos pedagógicos. Tercanli et al, 2021 As Escape Rooms Educacionais contêm elementos de gamificação que apoiam os estudantes na concretização dos objetivos de aprendizagem quando interagem com os puzzles no jogo. Escolhas de design baseadas no construtivismo e na teoria do desenvolvimento social são requeridas para determinar o equilíbrio entre elementos de gamificação e os objetivos de aprendizagem. O enquadramento pedagógico das EERs descreve os conhecimentos, competências, e atitudes que os educadores podem utilizar para fazer essas decisões de design. Esta atividade de formação visa abordar esta “nova tecnologia” e as múltiplas formas da sua implementação em contexto educativo.
Objetivos
- Entender os conceitos de Gamificação e de Escape Room. - Perceber como se podem contruir Escape Rooms Educativos. - Conhecer o potencial desta ferramenta como estratégia educativa capaz de melhorar a aprendizagem dos alunos.
Conteúdos
- Conceitos de Gamificação e de Escape Room. - Benefícios Escape Rooms Educativos no processo ensino/aprendizagem. - Princípios da criação de um Escape Room Educativo. - Recursos e ferramentas para desenhar um Escape Room Educativo. - Exemplos de diferentes Escape Rooms Educativos.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 17-07-2024 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Barbara Mota Teixeira
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O ensino da dança faz parte integrante dos currículos nacionais nos vários ciclos do ensino. No entanto, muitas vezes, observamos que ainda passa por um processo de valorização, já que nem sempre consegue o devido espaço quando comparado com os demais conteúdos curriculares. Tendo em conta a especificidade da Dança como área curricular, e tendo como base a Organização Curricular e Programa e as Aprendizagens Essenciais para cada nível de ensino, nesta ação de formação abordaremos diversas estratégias, diferentes exercícios e exploraremos distintas propostas de atividades, assim como algumas Danças Sociais e Tradicionais Portuguesas, do programa, sempre com o devido apoio teórico, para que desta forma tenhamos mais ferramentas e consequentemente um maior conhecimento para a abordagem desta área, nas nossas escolas.
Objetivos
- Desmistificar a complexidade do ensino da dança. - Experimentar as possibilidades de movimento. - Conhecer e abordar os diferentes estilos de dança, presentes nos programas nacionais, de forma introdutória / elementar de acordo com a evolução do grupo de formandos. - Fomentar um ensino centrado no aluno, assumindo-se o professor como um mediador e facilitador das aprendizagens. - Explorar as vantagens do ensino da dança, como área multidisciplinar no desenvolvimento global dos alunos.
Conteúdos
- A dança enquanto ferramenta no desenvolvimento da criança/Adolescente. - Jogos de socialização. - Jogos de consciencialização do esquema corporal. - Abordagem de passos básicos de dança e suas variáveis. - Danças latino-americanas/não progressivas - Merengue e Rumba Quadrada, Valsa Lenta (simplificada) e Foxtrot Social. - Danças latino-americanas/não progressivas - Rumba Quadrada, Chá-Chá-Chá, Rock (forma simplificada do Jive) e Salsa
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 17-07-2024 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |

Formador
Susana Raquel Marques Pereira Ferreira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com o Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A crescente globalização e diversidade cultural exigem que o Pessoal Não Docente esteja preparado para comunicar eficazmente em inglês. Uma melhor comunicação em inglês pode fortalecer a relação entre a escola, os alunos e seus pais, contribuindo para um ambiente escolar mais inclusivo e acolhedor. Em função dos destinatários: O inglês é a língua franca em muitos contextos internacionais e profissionais, tornando-o numa capacidade valiosa no contexto social. Permitir aos formandos o desenvolvimento das competências comunicativas definidas no nível A.1 do Quadro Europeu Comum de Referência para as línguas.
Objetivos
Apresentar-se a si mesmo e a outros, pedindo e dando informação pessoal básica; Compreender e usar expressões quotidianas e vocabulário de uso frequente e destinados a satisfazer necessidades de tipo imediato; Desenvolver uma conversação em língua inglesa utilizando expressões básicas da língua inglesa; Aplicar as principais regras gramaticais e ortográficas da língua inglesa em contextos orais e escritos.
Conteúdos
Conteúdos: Saudações e Despedidas; Apresentação Pessoal; O Alfabeto; Verbo To Be; Verbo Have Got; Pronomes Interrogativos; A Família; Números; Cores; Artigos Definidos e Indefinidos; Construção de frases simples; Determinantes e Pronomes (possessivos e demonstrativos); Características Físicas e Psicológicas; Singular e Plural dos Nomes; Presente Simples do Verbo To Do; Profissões; Presente Simples dos Verbos Mais Comuns; Presente Contínuo (Present Continuous); Entretenimento e Desporto; Dias da Semana, Estações e Meses do Ano; Estado do Tempo; Horas; Preposições e Expressões de Tempo; Rotina Diária
Avaliação
Avaliação quantitativa
Modelo
Ponderação participação: 20% Ponderação assiduidade: 10% Ponderação testes/trabalhos escritos: 70%
Anexo(s)
PND111-23_24 Introdução ao Inglês Capacitação para Funcionários Escolares - Ficha da Ação
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 17-07-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 18-07-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 23-07-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 24-07-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 25-07-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 30-07-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
8 | 31-07-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |

Formador
Filomena Morais
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com o Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A crescente globalização e diversidade cultural exigem que o Pessoal Não Docente esteja preparado para comunicar eficazmente em inglês. Uma melhor comunicação em inglês pode fortalecer a relação entre a escola, os alunos e seus pais, contribuindo para um ambiente escolar mais inclusivo e acolhedor. Em função dos destinatários: O inglês é a língua franca em muitos contextos internacionais e profissionais, tornando-o numa capacidade valiosa no contexto social. Permitir aos formandos o desenvolvimento das competências comunicativas definidas no nível A.1 do Quadro Europeu Comum de Referência para as línguas.
Objetivos
Apresentar-se a si mesmo e a outros, pedindo e dando informação pessoal básica; Compreender e usar expressões quotidianas e vocabulário de uso frequente e destinados a satisfazer necessidades de tipo imediato; Desenvolver uma conversação em língua inglesa utilizando expressões básicas da língua inglesa; Aplicar as principais regras gramaticais e ortográficas da língua inglesa em contextos orais e escritos.
Conteúdos
Conteúdos: Saudações e Despedidas; Apresentação Pessoal; O Alfabeto; Verbo To Be; Verbo Have Got; Pronomes Interrogativos; A Família; Números; Cores; Artigos Definidos e Indefinidos; Construção de frases simples; Determinantes e Pronomes (possessivos e demonstrativos); Características Físicas e Psicológicas; Singular e Plural dos Nomes; Presente Simples do Verbo To Do; Profissões; Presente Simples dos Verbos Mais Comuns; Presente Contínuo (Present Continuous); Entretenimento e Desporto; Dias da Semana, Estações e Meses do Ano; Estado do Tempo; Horas; Preposições e Expressões de Tempo; Rotina Diária
Avaliação
Avaliação quantitativa
Modelo
Ponderação participação: 20% Ponderação assiduidade: 10% Ponderação testes/trabalhos escritos: 70%
Anexo(s)
PND111-23_24 Introdução ao Inglês Capacitação para Funcionários Escolares - Ficha da Ação
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 17-07-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 18-07-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
4 | 23-07-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
5 | 24-07-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 25-07-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 30-07-2024 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
8 | 31-07-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A plataforma Plataforma Roteiros Educativos Pedonais (REPP) oferece um conjunto de ferramentas que permitem aos professores criar e implementar atividades inovadoras, contextualizadas e com impacto positivo na aprendizagem dos alunos. Participar nesta ação de formação permitirá aos professores adquirir os conhecimentos e competências necessárias para utilizar a plataforma REPP de forma eficaz e contribuir para a construção de uma escola mais inovadora e aberta à comunidade.
Objetivos
Capacitar os docentes para: Utilizar a plataforma REPP de forma autónoma e eficaz. Criar atividades pedagógicas inovadoras com base nos roteiros disponíveis. Integrar os roteiros no currículo, promovendo a interdisciplinaridade.
Conteúdos
Oficina prática: criação de um roteiro educativo pedonal. Apresentação e discussão de exemplos de atividades. Momento de debate: desafios e oportunidades da plataforma.
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Ana Isabel Lage Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Num mundo de mudanças tão rápidas pode ser mais difícil a atualização do conhecimento para o enriquecimento do portfolio de competências de gestão da sala de aula. Os desafios colocados pelos alunos vão-se diversificando e as respostas que antes resultaram, parecem de repente tornar-se obsoletas. Este ciclo de webinars foi pensado com o propósito de fazer chegar a Educadores e Professores a informação e o conhecimento mais relevantes da Psicologia da Educação e do Desenvolvimento, constituindo ponto de partida para outros momentos de exploração e aprofundamento. Neste webinar vamos abordar as temáticas seguintes: - Quais os pontos a considerar numa apresentação? - Como usar técnicas de feedback para capacitar os alunos?
Objetivos
1. Identificar os elementos essenciais de uma apresentação. 2. Aprender e treinar técnicas de feedback. 3. Considerar as apresentações simultaneamente como momento de treino e de avaliação.
Conteúdos
1. Elementos de uma apresentação: a) Conteúdo (estrutura, relevância e clareza da informação); b) Forma (comportamentos verbais e não verbais); 2. Feedback: a) O que fez bem; b) O que pode fazer melhor; c) Como pode fazer melhor.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Juliana Maria Pires Masi
Maria de Fátima Almeida Fernandes de Sousa
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 17-07-2024 (Quarta-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
4 | 17-07-2024 (Quarta-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Marta Reis de Almeida
Samanta Marques
Marta Antunes
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A ação de formação de Curta Duração foi solicitada pela Escola de Música Óscar da Silva ao Serviço de Psicologia do Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora no sentido de melhorar as estratégias e práticas pedagógicas a implementar com alunos com necessidades específicas.
Objetivos
Caracterizar algumas perturbações das crianças/adolescentes na área da saúde mental; esclarecer boas práticas e como adotar uma abordagem preventiva com alunos que têm estas necessidades específicas; gerir situações de crise com alunos que têm estas necessidades específicas.
Conteúdos
Perturbações do Neurodesenvolvimento: Perturbação do Espectro do Autismo, Perturbação da Hiperatividade e Défice de Atenção, Perturbação Específica da Aprendizagem (Dislexia/Disortografia); Perturbações do Comportamento: Perturbação de Oposição e Desafio, Perturbação Explosiva Intermitente Perturbação do Comportamento e da Conduta; Perturbações da Ansiedade, Ansiedade Generalizada e Ansiedade de Realização; Perturbações do Humor: Depressão (sinais).
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 03/10/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Presencial |
Formador
Alexandra Margarida Loureiro de Oliveira Calado
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Uma introdução ao trabalho de preparação do Ator e como este se relaciona com o do Professor.
Objetivos
- Desenvolver consciência do Corpo e da Voz como elementos fundamentais da Comunicação. - Explorar a Criatividade e o sentido de Grupo.
Conteúdos
1. Expressão Corporal e Movimento. 2. Jogos de improvisação. 3. Expressão Oral e Técnica Vocal.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 15-07-2024 (Segunda-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Susana Maria Almeida Silva Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Quando é utilizada de forma adequada e transversal, a Internet pode mudar a vida das crianças e jovens, especialmente dos mais vulneráveis, de meios socioeconómicos desfavorecidos e isolados. Efetivamente, o uso das tecnologias pode dar-lhes acesso a um manancial de conteúdos e de oportunidades, no entanto importa reforçar que a Internet e o seu uso não estão isentos de riscos, especialmente para as crianças e jovens, podendo torná-las mais expostas e suscetíveis a diferentes formas de violência. Fenómenos como o Sexting, Sextortion, Grooming, Ciberbullying, entre outros, cresceram exponencialmente, devido à massificação da Internet, contribuindo para pôr em causa a segurança de crianças e jovens.
Objetivos
Debater e analisar os comportamentos de Risco Online (Grooming, Ciberbullying, Sexting, Sextortion, outros) e a importância do papel da Escola na capacitação de crianças e jovens, na prevenção e combate a estes fenómenos; Criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção que envolvam estas temáticas, em contexto educativo; Articular as temáticas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.º Ciclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Cidadania Digital, assim como com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, nomeadamente nos domínios Direitos Humanos, Media, Sexualidade e Saúde. Pretende-se, ainda, debater estratégias de sensibilização, junto dos alunos, para a Cidadania Digital, nomeadamente no que se refere aos comportamentos de risco online.
Conteúdos
Módulo 1: Comportamentos de Risco Online Grooming, Ciberbullying, Sexting, Sextortion, entre outros (7 horas 3 horas presenciais + 2 horas síncronas + 2 horas assíncronas) O papel da comunidade escolar na prevenção e combate destes fenómenos Reflexão e análise Módulo 2: Os serviços de apoio (6 horas 2 horas síncronas +2 horas síncronas + 2 horas assíncronas) Linha de apoio e linha de denúncia Internet Segura Linha SOS Criança Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República As redes internacionais Insafe e Inhope Módulo 3: Desenvolvimento de projetos de prevenção e combate a Comportamentos de Risco Online na escola. (7 horas 3 horas presenciais + 2 horas síncronas + 2 horas assíncronas) As iniciativas da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima; As iniciativas do Centro de Sensibilização SeguraNet; As iniciativas do Centro Internet Segura e da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (O Selo Protetor). Módulo 4: Avaliação e reflexão (5 horas 3 horas presenciais + 2 horas assíncronas)
Metodologias
Sessões: o Curso irá decorrer na modalidade de b-Learning com sessões presenciais, síncronas e assíncronas, com a seguinte distribuição: 9h presenciais, 8h síncronas e 8h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas Moodle e de videoconferência para dinamizar as sessões. Apresentação, partilha e reflexão dos planos desenvolvidos pelos formandos durante o curso.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. Disponível em: https://apav.ptGabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República. Disponível em: https://www.ministeriopublico.pt/contato/gabinete-cibercrimeLinha SOS Criança. Disponível em: https://iacrianca.pt/intervencao/sos-crianca/ SeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptRede europeia de Centros Internet Segura Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/homeSeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.pt
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 15-07-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 17-07-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 18-07-2024 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 19-07-2024 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
6 | 22-07-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
7 | 23-07-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
8 | 24-07-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
9 | 26-07-2024 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A autonomia e flexibilidade curricular, a cidadania e desenvolvimento, a inclusão e a recuperação de aprendizagens são temas de grande relevância para a educação atual. A implementação de práticas pedagógicas inovadoras e eficazes nestas áreas é fundamental para garantir que todos os alunos tenham acesso a uma educação de qualidade e que se desenvolvam como cidadãos plenos e participativos. O trabalho em rede parece ser uma oportunidade para o desenvolvimento de estratégias mais eficazes entre pares.
Objetivos
Promover a partilha de práticas de referência entre as escolas de Matosinhos: autonomia e flexibilidade curricular, cidadania e desenvolvimento, inclusão recuperação de aprendizagens e avaliação pedagógica. Fomentar a colaboração e o trabalho em rede entre as escolas do de Matosinhos.
Conteúdos
Partilha de boas práticas Trabalho em rede: Interação entre as escolas num ambiente informal para aprofundamento de conhecimento das práticas apresentadas e partilha de informação. Avaliação da atividade
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-07-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Macedo
Catarina Marques Ramalho Ramos Duarte
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Unidade Local de Saúde de Matosinhos/CFAE_Matosinhos
Enquadramento
O compromisso da Câmara Municipal de Matosinhos com a realização regular de formação aos/às AO vem ao encontro das orientações do Ministério da Educação, consubstanciadas noPlano de Recuperação das Aprendizagens (Plano 21|23 – Escola+), tendo sido criado um plano de formação único, entre escolas e autarquia, para estes trabalhadores. No levantamento de necessidades formativas efetuado aos trabalhadores, salientaram-se os temas saúde mental, relacionados com a promoção de bem-estar psicológico e o desenvolvimento de relações interpessoais positivas. O conhecimento do contexto e a relação de proximidade estabelecida com os AO, convergem igualmente no sentido de ser necessário abordar estratégias de gestão emocional e comunicação que façam face às situações desafiantes do seu dia-dia, bem como as novas práticas que trazem repercussões importantes às dinâmicas escolares.
Objetivos
Promover o desenvolvimento de competências pessoais e sociais Promover a expressão e gestão adequada das emoções Promover relacionamentos interpessoais positivos Promover o autocuidado e o bem-estar Promover estratégias de resiliência
Conteúdos
Autoconhecimento e autoestima Gestão emocional Empatia Autocuidado Coesão do grupo Resiliência Comunicação Assertiva Relaxamento/Mindfull
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-07-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 10-07-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Dioclecia Maria da Silva Melo
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O Pickleball e o Padel é nova proposta para a abordagem as modalidades de raquetes no contexto escolar. Modalidades estas em grande crescimento, pelo que é relevante atualizar o conhecimento teórico e prático dos docentes da disciplina.
Objetivos
Divulgar e promover a prática das modalidades na escola; Integrar, no âmbito do Desporto Escolar, as modalidades como prática regular nas atividades desenvolvidas no âmbito do Plano Anual das Escolas; Sensibilizar e formar para as modalidades, em contexto escolar; Criar ligações com outras entidades, nomeadamente, com o Plano de Ética Desportiva para o desenvolvimento das modalidades.
Conteúdos
Iniciação as modalidades de raquetes de Padel e Pickleball
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-07-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Paulo Alexandre Brito Pais Gaspar
Ana Teresa Salgueiro Mendes Juanico
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Irmãos Passos em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Com a internacionalização e a Acreditação Erasmus+ até 2027, o AEIP tem como objetivo a continuação da criação de uma comunidade escolar mais Solidária, Utópica e Crítica (uma Escola SUC) e o desenvolvimento da capacidade de comunicação em Inglês que em contextos internacionais/interculturais é a chave para a integração ativa. O desenvolvimento de competências linguísticas nos professores contribui para a formação do aluno SUC do AEIP, melhor preparado para o digital e mais dinâmico em relação ao ambiente e alterações climáticas. É, neste sentido, que o Inglês se torna essencial para a comunicação/cooperação com outros cidadãos europeus e vital para a internacionalização/desenvolvimento institucional da escola. As metas definidas nos cinco objetivos da Acreditação Erasmus+ estão diretamente ligadas ao Projeto Educativo do AEIP: Ampliar o domínio comunicativo de professores e alunos no contexto da língua inglesa; Partilha e intercâmbio de boas práticas de cidadania através do reforço das capacidades sociais; Adicionar novas práticas inclusivas que permitam melhorar o processo de integração de cada aluno; Incorporar práticas digitais dinâmicas no processo de ensino-aprendizagem; e, por último, Desenvolver a consciência ecológica/melhorar o interesse dos alunos pelo ambiente. Após a realização das mobilidades de alunos e professores é de extrema importância disseminar e reflectir acerca das aprendizagens relevantes e dos possíveis impactos. A Conferência Empower.Ed.24@AEIP, conferência do 1.º ano de Acreditação do Plano Erasmus+ do AEIP, pretende fomentar a reflexão sobre as experiências Erasmus+ no contexto do plano, suas oportunidades e desafios, para professores e alunos, e o impacto destas experiências na educação, abordando tanto as vantagens e oportunidades que ela oferece ao nível da dimensão profissional e pessoal, quanto os desafios que podem surgir na concretização das atividades. Este evento reunirá professores participantes do AEIP e colegas de outros agrupamentos para discutir aprendizagens e práticas educativas resultantes das atividades desenvolvidas, promovendo um momento enriquecedor e esclarecedor sobre as experiências Erasmus+.
Objetivos
- Comprovar a importância da internacionalização da escola através da apresentação de experiências e casos concretos de integração de aprendizagens efectuadas; - Apresentar o ciclo de implementação do Pano Erasmus+ e seus outcomes através da partilha de experiências e aprendizagens realizadas durante as mobilidades dos participantes; - Exemplificar através de diferentes estratégias (com testemunhos orais, apresentações, vídeos, apresentação de resultados, atividades, jogos, etc) e mostrar em que medida estas aprendizagens, e respectivas mobilidades individuais, ajudaram na valorização pessoal e profissional e contribuíram para a construção de mais um pilar da nossa Escola SUC; - Constituir uma mais-valia na aprendizagem de práticas pedagógicas para todos os presentes.
Conteúdos
- Implementação do Plano de Acreditação e a importância da internacionalização na Escola SUC - Dimensão Internacional da Acreditação Erasmus+ - Contribuição do Inglês para práticas mais sustentáveis na era da digitalização - Desenvolvimento Profissional Impacto Psicológico das experiências Erasmus+ - Experiências eTwinning e benefícios alcançados diretamente para as metas do Projeto Educativo do AEIP - Atividades de Mobilidade e integração das experiências vividas: em que medida o Plano Erasmus+ ajuda na valorização do currículo dos professores e na sua prática pedagógica - Oportunidade holística de união; contextualização ao nível de escola: glocalisation=global+local - Desenvolvimento da competência linguística no caminho da internacionalização da escola - Outcomes e produtos finais das mobilidades efetuadas
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 09-07-2024 (Terça-feira) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Ana Macedo
Catarina Marques Ramalho Ramos Duarte
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Unidade Local de Saúde de Matosinhos/CFAE_Matosinhos
Enquadramento
O compromisso da Câmara Municipal de Matosinhos com a realização regular de formação aos/às AO vem ao encontro das orientações do Ministério da Educação, consubstanciadas noPlano de Recuperação das Aprendizagens (Plano 21|23 – Escola+), tendo sido criado um plano de formação único, entre escolas e autarquia, para estes trabalhadores. No levantamento de necessidades formativas efetuado aos trabalhadores, salientaram-se os temas saúde mental, relacionados com a promoção de bem-estar psicológico e o desenvolvimento de relações interpessoais positivas. O conhecimento do contexto e a relação de proximidade estabelecida com os AO, convergem igualmente no sentido de ser necessário abordar estratégias de gestão emocional e comunicação que façam face às situações desafiantes do seu dia-dia, bem como as novas práticas que trazem repercussões importantes às dinâmicas escolares.
Objetivos
Promover o desenvolvimento de competências pessoais e sociais Promover a expressão e gestão adequada das emoções Promover relacionamentos interpessoais positivos Promover o autocuidado e o bem-estar Promover estratégias de resiliência
Conteúdos
Autoconhecimento e autoestima Gestão emocional Empatia Autocuidado Coesão do grupo Resiliência Comunicação Assertiva Relaxamento/Mindfull
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-07-2024 (Segunda-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 08-07-2024 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Marta Claudia Ribeiro Marques Valadar
Paula Cristina Moreira Machado Santos
Maria de Fátima Almeida Fernandes de Sousa
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-07-2024 (Segunda-feira) | 09:30 - 11:30 | 2:00 | Presencial |
2 | 08-07-2024 (Segunda-feira) | 12:00 - 13:00 | 1:00 | Presencial |
3 | 08-07-2024 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 09-07-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Ana Carina Rodrigues Marques
Maria Graça Teixeira Fonseca
Miguel Angelo Teixeira Maia
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas. Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. No que se refere à prestação de primeiros socorros e SBV pode capacitar profissionais de educação para intervirem em situações de emergência (PNSE, 2015).
Objetivos
- Notificação de acidentes/incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 04-07-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Augusta Carmen da Costa Coelho Ramalho Vieira
Catarina Silva Afonso
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas. Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. No que se refere à prestação de primeiros socorros e SBV pode capacitar profissionais de educação para intervirem em situações de emergência (PNSE, 2015).
Objetivos
- Notificação de acidentes/incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-07-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 03-07-2024 (Quarta-feira) | 11:30 - 13:30 | 2:00 | Presencial |
Formador
Carla Luciana da Cunha Dias
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
As mudanças sociais e emergentes das dinâmicas da atualidade colocam novos desafios à comunidade escolar e levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas politicas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Como tal, pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola responsiva, flexível e democrática, onde o clima escolar seja facilitador de melhores aprendizagens.
Objetivos
- Conhecer a organização das escolas e das lideranças formais e informais - Perceber o enquadramento legal da identidade profissional do assistente operacional ‐ Compreender o processo de desenvolvimento da criança e do adolescente - Desenvolver competências de gestão comportamental e de comunicação em contexto escolar - Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção - Implementar atividades junto das crianças e alunos, articuladas com os docentes.
Conteúdos
1. Organização do Sistema Educativo Português. 2. Caraterização da Rede Escolar do Concelho. 3. O Papel e o perfil do AO em contexto escolar. 4. O papel do AO agente ativo na modelação dos comportamentos dos alunos. 5. Estilos Comunicacionais e atitudes facilitadoras da comunicação. 6. Estratégias comunicacionais para mediação e gestão de conflitos.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-07-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
2 | 03-07-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
Formador
Ana Carina Rodrigues Marques
Maria Graça Teixeira Fonseca
Miguel Angelo Teixeira Maia
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas. Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. No que se refere à prestação de primeiros socorros e SBV pode capacitar profissionais de educação para intervirem em situações de emergência (PNSE, 2015).
Objetivos
Notificação de acidentes/incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-07-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
2 | 03-07-2024 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
Formador
Marta Claudia Ribeiro Marques Valadar
Paula Cristina Moreira Machado Santos
Daniela Alexandra Braga Coelho Mota Machado
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Unidade Local de Saúde de Matosinhos - Unidade de Cuidados na Comunidade de Matosinhos em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A intervenção na área da Saúde Escolar tem como objetivo contribuir para a obtenção de ganhos em saúde, através da promoção de contextos escolares favoráveis à saúde. A promoção da saúde, em particular da saúde mental, constitui o núcleo central das intervenções da Saúde Escolar, apoiadas por métodos ativos e trabalho por projeto, que valorizem a promoção de competências sociais e emocionais (DGS, 2015). O Programa Nacional de Saúde Escolar (PNSE, 2015) destina-se a toda a comunidade educativa, que compreende crianças, alunos/as, pessoal docente e não docente, pais/mães ou encarregados/as de educação A Escola é o local de trabalho de muitos grupos profissionais. Um bom ambiente físico e social promove o equilíbrio e o bem-estar. Mas os riscos psicossociais, o stresse inerentes à profissão docente são determinantes do desenvolvimento de mal-estar e de doenças. Melhorar a saúde e o bem-estar de docentes e não docentes implica zelar pela promoção de ambientes escolares seguros e saudáveis e recomendar a vigilância da sua saúde, por serviços de saúde ocupacional disponibilizados pela entidade empregadora. Segundo o Plano de Ação para a Saúde Mental 2013-2020 (WHO, 2013) uma boa saúde mental permite o aumento do potencial, a capacidade de lidar com o stresse da vida, o aumento da produtividade e do bem-estar. O PNSE define a saúde mental como o núcleo central de intervenção em toda a comunidade educativa na complementaridade à aprendizagem, no estabelecimento de relações interpessoais significativas, na gestão de emoções e na adoção de estilos de vida saudáveis. A importância da saúde mental como meio condutor na promoção das competências socioemocionais torna a escola mais desafiadora, envolvente e significativa, com climas favoráveis de aprendizagem, pertença, sucesso e diminuição de comportamentos de risco, traduzindo-se em ganhos para a saúde (DGS, 2015). A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) desenvolveu uma proposta que considera a gestão do risco profissional como um processo dinâmico e técnico-científico que visa eliminar, minimizar ou controlar o risco profissional dos trabalhadores no seu local de trabalho.
Objetivos
Promoção da saúde mental Identificar fatores protetores para a saúde mental Informar sobre estratégias promotoras de saúde mental Aumento das competências interpessoais e intrapessoais Promover gestão emocional
Conteúdos
Saúde Mental- estratégias protetoras Emoções- identificação e gestão Comunicação- estilos e técnicas de resolução de conflitos Stress- tipos e estratégias protetoras Autocontrolo Relaxamento e tranquilização
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 01-07-2024 (Segunda-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 03-07-2024 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Juliana Maria Pires Masi
Sérgio Bruno Santos Sousa
Teresa Maria Silva Cardoso
Miguel Angelo Teixeira Maia
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas. Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. No que se refere à prestação de primeiros socorros e SBV pode capacitar profissionais de educação para intervirem em situações de emergência (PNSE, 2015).
Objetivos
- Notificação de acidentes/incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 01-07-2024 (Segunda-feira) | 09:30 - 11:30 | 2:00 | Presencial |
2 | 01-07-2024 (Segunda-feira) | 12:00 - 13:00 | 1:00 | Presencial |
3 | 01-07-2024 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Miguel Ângelo Pereira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Apesar das melhorias observadas ao nível do processo de evacuação, na parte respeitante à conduta e comportamento dos ocupantes, denota-se, de uma forma geral, que as Estruturas Internas de Segurança (EIS) das escolas não estão preparadas para lidar de uma forma eficaz com as emergências que possam surgir, e disso são exemplo os recentes incidentes e os exercícios levados a cabo nas últimas semanas nas escolas de maior dimensão e efetivo do concelho. O feedback recolhido por parte dos elementos das diversas equipas de resposta à emergência (equipas de evacuação, intervenção, controlo e primeiros socorros) transparece um desconhecimento face às tarefas a realizar em caso de emergência e uma ausência, quase transversal, de indicações por parte dos elementos responsáveis da estrutura, isto é, os delegados de segurança (DS). Apesar de se notar alguns processos já consumados no que diz respeito à evacuação, são observadas múltiplas carências noutras fases da emergência como são os casos do reconhecimento e primeira intervenção, alarme e alerta, concentração e controlo e receção e encaminhamento dos meios de socorro. Um outro aspeto a reter é a ausência de identificação destes elementos, o que poderá dificultar o acesso dos meios de socorro ao contacto com estes. Boa parte destas funções são executadas, ou coordenadas, pelo DS, assumindo este uma importância vital no que diz respeito à gestão de emergência. Este elemento, por norma da direção da escola, deve ter a capacidade e agilidade para dirigir a emergência e gerir as equipas prevista na EIS que possui ao dispor. Para além disso, tem a cargo funções de rotina no que concerne à segurança do estabelecimento escolar como é caso o preenchimento e manutenção dos registos de segurança, a vistoria informal dos equipamentos e sistemas de segurança, o reporte de défices nos equipamentos e sistemas de segurança ou, por exemplo, a promoção de ações de sensibilização e formação para os elementos da EIS e demais comunidade escolar.
Objetivos
Capacitar os formandos com conhecimentos que facilitem a execução das medidas de autoproteção, conforme previsto no Regime Jurídico da Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE) (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, republicado pela Lei n.º 123/2019 de 18 de outubro).
Conteúdos
Visita técnica a um estabelecimento escolar Exercício em contexto simulado
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 27-06-2024 (Quinta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Miguel Ângelo Pereira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Apesar das melhorias observadas ao nível do processo de evacuação, na parte respeitante à conduta e comportamento dos ocupantes, denota-se, de uma forma geral, que as Estruturas Internas de Segurança (EIS) das escolas não estão preparadas para lidar de uma forma eficaz com as emergências que possam surgir, e disso são exemplo os recentes incidentes e os exercícios levados a cabo nas últimas semanas nas escolas de maior dimensão e efetivo do concelho. O feedback recolhido por parte dos elementos das diversas equipas de resposta à emergência (equipas de evacuação, intervenção, controlo e primeiros socorros) transparece um desconhecimento face às tarefas a realizar em caso de emergência e uma ausência, quase transversal, de indicações por parte dos elementos responsáveis da estrutura, isto é, os delegados de segurança (DS). Apesar de se notar alguns processos já consumados no que diz respeito à evacuação, são observadas múltiplas carências noutras fases da emergência como são os casos do reconhecimento e primeira intervenção, alarme e alerta, concentração e controlo e receção e encaminhamento dos meios de socorro. Um outro aspeto a reter é a ausência de identificação destes elementos, o que poderá dificultar o acesso dos meios de socorro ao contacto com estes. Boa parte destas funções são executadas, ou coordenadas, pelo DS, assumindo este uma importância vital no que diz respeito à gestão de emergência. Este elemento, por norma da direção da escola, deve ter a capacidade e agilidade para dirigir a emergência e gerir as equipas prevista na EIS que possui ao dispor. Para além disso, tem a cargo funções de rotina no que concerne à segurança do estabelecimento escolar como é caso o preenchimento e manutenção dos registos de segurança, a vistoria informal dos equipamentos e sistemas de segurança, o reporte de défices nos equipamentos e sistemas de segurança ou, por exemplo, a promoção de ações de sensibilização e formação para os elementos da EIS e demais comunidade escolar.
Objetivos
Capacitar os formandos com conhecimentos que facilitem a execução das medidas de autoproteção, conforme previsto no Regime Jurídico da Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE) (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, republicado pela Lei n.º 123/2019 de 18 de outubro).
Conteúdos
Interpretação de plantas de emergência e plantas de prevenção Formação, Simulacros e Inspeções Regulares Meios e equipamentos de SCIE (Princípios de Funcionamento)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 26-06-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Marco Alexandre Carvalho Bento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
AE Padrão da Légua e AE Sra. da Hora em parceria com o Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
A presença constante da Inteligência Artificial, em diversas áreas da nossa vida, obriga a repensar os papéis de professor e aluno
Objetivos
Sensibilizar para um mundo onde a Inteligência Artificial está já muito presente. Refletir sobre perigos, oportunidades e desafios da Inteligência Artificial. Compreender conceitos básicos da Inteligência Artificial. Identificar potencialidades e implicações do uso da Inteligência Artificial na área da Educação.
Conteúdos
O impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas A Inteligência Artificial em contexto educativo: potencialidades e perigos para professores e alunos A integração da Inteligência Artificial na produção de recursos pedagógicos
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 25-06-2024 (Terça-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Filomena Morais
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com o Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A crescente globalização e diversidade cultural exigem que o Pessoal Não Docente esteja preparado para comunicar eficazmente em inglês. Uma melhor comunicação em inglês pode fortalecer a relação entre a escola, os alunos e seus pais, contribuindo para um ambiente escolar mais inclusivo e acolhedor. Em função dos destinatários: O inglês é a língua franca em muitos contextos internacionais e profissionais, tornando-o numa capacidade valiosa no contexto social. Permitir aos formandos o desenvolvimento das competências comunicativas definidas no nível A.1 do Quadro Europeu Comum de Referência para as línguas.
Objetivos
Apresentar-se a si mesmo e a outros, pedindo e dando informação pessoal básica; Compreender e usar expressões quotidianas e vocabulário de uso frequente e destinados a satisfazer necessidades de tipo imediato; Desenvolver uma conversação em língua inglesa utilizando expressões básicas da língua inglesa; Aplicar as principais regras gramaticais e ortográficas da língua inglesa em contextos orais e escritos.
Conteúdos
Conteúdos: Saudações e Despedidas; Apresentação Pessoal; O Alfabeto; Verbo To Be; Verbo Have Got; Pronomes Interrogativos; A Família; Números; Cores; Artigos Definidos e Indefinidos; Construção de frases simples; Determinantes e Pronomes (possessivos e demonstrativos); Características Físicas e Psicológicas; Singular e Plural dos Nomes; Presente Simples do Verbo To Do; Profissões; Presente Simples dos Verbos Mais Comuns; Presente Contínuo (Present Continuous); Entretenimento e Desporto; Dias da Semana, Estações e Meses do Ano; Estado do Tempo; Horas; Preposições e Expressões de Tempo; Rotina Diária
Avaliação
Avaliação quantitativa
Modelo
Ponderação participação: 20% Ponderação assiduidade: 10% Ponderação testes/trabalhos escritos: 70%
Anexo(s)
PND111-23_24 Introdução ao Inglês Capacitação para Funcionários Escolares - Ficha da Ação
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 20-06-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 11:30 | 2:30 | Presencial |
2 | 25-06-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 11:30 | 2:30 | Presencial |
3 | 26-06-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 11:30 | 2:30 | Presencial |
4 | 27-06-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 02-07-2024 (Terça-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
6 | 04-07-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 09-07-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
8 | 10-07-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
9 | 11-07-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Susana Raquel Marques Pereira Ferreira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com o Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A crescente globalização e diversidade cultural exigem que o Pessoal Não Docente esteja preparado para comunicar eficazmente em inglês. Uma melhor comunicação em inglês pode fortalecer a relação entre a escola, os alunos e seus pais, contribuindo para um ambiente escolar mais inclusivo e acolhedor. Em função dos destinatários: O inglês é a língua franca em muitos contextos internacionais e profissionais, tornando-o numa capacidade valiosa no contexto social. Permitir aos formandos o desenvolvimento das competências comunicativas definidas no nível A.1 do Quadro Europeu Comum de Referência para as línguas.
Objetivos
Apresentar-se a si mesmo e a outros, pedindo e dando informação pessoal básica; Compreender e usar expressões quotidianas e vocabulário de uso frequente e destinados a satisfazer necessidades de tipo imediato; Desenvolver uma conversação em língua inglesa utilizando expressões básicas da língua inglesa; Aplicar as principais regras gramaticais e ortográficas da língua inglesa em contextos orais e escritos.
Conteúdos
Conteúdos: Saudações e Despedidas; Apresentação Pessoal; O Alfabeto; Verbo To Be; Verbo Have Got; Pronomes Interrogativos; A Família; Números; Cores; Artigos Definidos e Indefinidos; Construção de frases simples; Determinantes e Pronomes (possessivos e demonstrativos); Características Físicas e Psicológicas; Singular e Plural dos Nomes; Presente Simples do Verbo To Do; Profissões; Presente Simples dos Verbos Mais Comuns; Presente Contínuo (Present Continuous); Entretenimento e Desporto; Dias da Semana, Estações e Meses do Ano; Estado do Tempo; Horas; Preposições e Expressões de Tempo; Rotina Diária
Avaliação
Avaliação quantitativa
Modelo
Ponderação participação: 20% Ponderação assiduidade: 10% Ponderação testes/trabalhos escritos: 70%
Anexo(s)
PND111-23_24 Introdução ao Inglês Capacitação para Funcionários Escolares - Ficha da Ação
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 20-06-2024 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 26-06-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 28-06-2024 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 02-07-2024 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 03-07-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 09-07-2024 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 10-07-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
8 | 11-07-2024 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |

Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Miguel Ângelo Pereira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Apesar das melhorias observadas ao nível do processo de evacuação, na parte respeitante à conduta e comportamento dos ocupantes, denota-se, de uma forma geral, que as Estruturas Internas de Segurança (EIS) das escolas não estão preparadas para lidar de uma forma eficaz com as emergências que possam surgir, e disso são exemplo os recentes incidentes e os exercícios levados a cabo nas últimas semanas nas escolas de maior dimensão e efetivo do concelho. O feedback recolhido por parte dos elementos das diversas equipas de resposta à emergência (equipas de evacuação, intervenção, controlo e primeiros socorros) transparece um desconhecimento face às tarefas a realizar em caso de emergência e uma ausência, quase transversal, de indicações por parte dos elementos responsáveis da estrutura, isto é, os delegados de segurança (DS). Apesar de se notar alguns processos já consumados no que diz respeito à evacuação, são observadas múltiplas carências noutras fases da emergência como são os casos do reconhecimento e primeira intervenção, alarme e alerta, concentração e controlo e receção e encaminhamento dos meios de socorro. Um outro aspeto a reter é a ausência de identificação destes elementos, o que poderá dificultar o acesso dos meios de socorro ao contacto com estes. Boa parte destas funções são executadas, ou coordenadas, pelo DS, assumindo este uma importância vital no que diz respeito à gestão de emergência. Este elemento, por norma da direção da escola, deve ter a capacidade e agilidade para dirigir a emergência e gerir as equipas prevista na EIS que possui ao dispor. Para além disso, tem a cargo funções de rotina no que concerne à segurança do estabelecimento escolar como é caso o preenchimento e manutenção dos registos de segurança, a vistoria informal dos equipamentos e sistemas de segurança, o reporte de défices nos equipamentos e sistemas de segurança ou, por exemplo, a promoção de ações de sensibilização e formação para os elementos da EIS e demais comunidade escolar.
Objetivos
Capacitar os formandos com conhecimentos que facilitem a execução das medidas de autoproteção, conforme previsto no Regime Jurídico da Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE) (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, republicado pela Lei n.º 123/2019 de 18 de outubro).
Conteúdos
Procedimentos de Prevenção e Vistorias de Rotina Procedimentos em caso de emergência Alerta e receção e encaminhamento dos bombeiros
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-06-2024 (Quarta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Miguel Ângelo Pereira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Apesar das melhorias observadas ao nível do processo de evacuação, na parte respeitante à conduta e comportamento dos ocupantes, denota-se, de uma forma geral, que as Estruturas Internas de Segurança (EIS) das escolas não estão preparadas para lidar de uma forma eficaz com as emergências que possam surgir, e disso são exemplo os recentes incidentes e os exercícios levados a cabo nas últimas semanas nas escolas de maior dimensão e efetivo do concelho. O feedback recolhido por parte dos elementos das diversas equipas de resposta à emergência (equipas de evacuação, intervenção, controlo e primeiros socorros) transparece um desconhecimento face às tarefas a realizar em caso de emergência e uma ausência, quase transversal, de indicações por parte dos elementos responsáveis da estrutura, isto é, os delegados de segurança (DS). Apesar de se notar alguns processos já consumados no que diz respeito à evacuação, são observadas múltiplas carências noutras fases da emergência como são os casos do reconhecimento e primeira intervenção, alarme e alerta, concentração e controlo e receção e encaminhamento dos meios de socorro. Um outro aspeto a reter é a ausência de identificação destes elementos, o que poderá dificultar o acesso dos meios de socorro ao contacto com estes. Boa parte destas funções são executadas, ou coordenadas, pelo DS, assumindo este uma importância vital no que diz respeito à gestão de emergência. Este elemento, por norma da direção da escola, deve ter a capacidade e agilidade para dirigir a emergência e gerir as equipas prevista na EIS que possui ao dispor. Para além disso, tem a cargo funções de rotina no que concerne à segurança do estabelecimento escolar como é caso o preenchimento e manutenção dos registos de segurança, a vistoria informal dos equipamentos e sistemas de segurança, o reporte de défices nos equipamentos e sistemas de segurança ou, por exemplo, a promoção de ações de sensibilização e formação para os elementos da EIS e demais comunidade escolar.
Objetivos
Capacitar os formandos com conhecimentos que facilitem a execução das medidas de autoproteção, conforme previsto no Regime Jurídico da Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE) (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, republicado pela Lei n.º 123/2019 de 18 de outubro).
Conteúdos
Enquadramento legal da Segurança contra Incêndios em Edifícios (SCIE) Conceitos básicos da Fenomenologia da Combustão e Classes de Fogo Medidas de Autoproteção (MAP) Registos de Segurança
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-06-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 13:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio dos Ambientes Educativos Inovadores
Objetivos
- Compreender o conceito de Ambientes Educativos Inovadores. - Compreender a organização de espaços designados por Sala de aula do futuro. - Aplicar dinâmicas pedagógicas inovadoras e ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro. - Compreender o papel do aluno numa Sala do futuro. - Compreender o papel do professor numa Sala do futuro. - Explorar estratégias de trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. - Explorar fatores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro.
Conteúdos
1. Ambientes Educativos Inovadores Conceito e fundamentação. (1 hora) 2. Sala de aula do futuro Espaço físico 6 áreas Criação, Desenvolvimento, Investigação, Apresentação, Interação e Colaboração. (2 horas) 3. Dinâmicas pedagógicas inovadoras assentes em: Aprendizagem por projetos, Aprendizagem colaborativa, Aula invertida, Programação e robótica, Avaliação formativa. (2 horas) 4. Ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro inseridas no processo de ensino e aprendizagem seguindo o modelo SMAR (Substitution, Augmentation, Modification, Redefinition) (3 horas) 5. O papel do aluno numa Sala do futuro Desenvolvimento de competências: Literacia cívica, Consciência global, Literacia ambiental, Literacia financeira, Literacia na saúde, Literacia nos Media, Literacia de informação, Literacia nas TIC, Criatividade, Pensamento crítico, Colaboração, Comunicação, Produtividade, Prestação de contas, Liderança, Responsabilidade, Adaptação, Flexibilidade, Competências sociais e de articulação cultural, Iniciativa, Determinação. (3 horas) 6. O papel do professor numa Sala do futuro. (2 horas) 7. O trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. (1 hora) 8. Factores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro. (1 hora)
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 19-06-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 26-06-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 09-07-2024 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 16-07-2024 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 17-07-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |

Formador
Ana Isabel Lage Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A designação Bullying pode ser nova no vocabulário da escola. Os comportamentos a que se refere, esses são tão (ou mais) antigos como a própria escola. Gozar, ameaçar, humilhar, ridicularizar, diminuir, empurrar, agredir são verbos que vemos conjugados em diferentes tempos e modos nos recreios e salas das nossas escolas. A nossa perceção pode ser que esses comportamentos podem estar a aumentar, ou a tornar-se mais intensos ou mais "maldosos". Pode ser. Uma outra explicação é que, sobretudo, nos últimos 20 anos a forma como os educadores vêem as relações interpessoais mudou. Para isso muito terá contribuído a investigação sobre as causas, os processos e o impacto desses comportamentos abusivos ou Bullying.
Objetivos
Saber mais sobre o que a investigação descobriu pode ajudar-nos a desenhar estratégias e utilizar comportamentos mais eficazes se queremos combater esses comportamentos em contexto educativo. Com esta ação pretendemos responder às questões - Como funciona o Bullying? - O que se pode fazer para prevenir, minimizar e gerir o impacto?
Conteúdos
1. O Bullying nas escolas hoje. 2. Compreender o Bullying e lidar com os intervenientes: o sujeito, o alvo, o(s) observadore(s) 3. Políticas da escola de segurança 4. Criar ambientes de sala de aula positivos
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 25/07/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 12-06-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Luísa Maria Seara Moreira Carneiro Aires
Ana Cristina Maia Nunes e Seabra
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Encontrando-se o processo de ADD – Avaliação Externa 2023 no CFAE_Matosinhos aproximadamente a meio do seu curso, importa monitorizar a primeira parte que se concretizou até à conclusão da observação de aulas e refletir e perspetivar a segunda parte do processo que visa converter o observado em classificação final. Este webinar constitui a segunda parte da formação prevista para Avaliadores Externos em 2022-23.
Objetivos
- Revisitar o enquadramento da ADD – Avaliação Externa. - Analisar Critérios, Parâmetros e Níveis de desempenho da ADD – Avaliação Externa. - Analisar o Preenchimento do Anexos I, II e Parecer, documentos de ADD – Avaliação Externa. - Refletir sobre harmonias e coerências no que concerne à classificação final da ADD – Avaliação Externa e documentos que a suportam. - Analisar o conjunto de procedimentos de ADD – Avaliação Externa após a observação de aulas. até à finalização do processo.
Conteúdos
1. ADD - AE – Revisitar o enquadramento. 2. ADD - AE – Dimensão Científica e Pedagógica - Critérios, Parâmetros e Níveis de desempenho 3. ADD - AE – Preenchimento dos Anexos I, II e Parecer. 4. ADD - AE – Classificação final – Harmonias e Coerências. 5. ADD - AE – Procedimentos relativos à Observação de Aulas - O que falta concretizar.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 05-06-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Miguel Ângelo Pereira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Gabinete de Segurança e Proteção Civil da Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Apesar das melhorias observadas ao nível do processo de evacuação, na parte respeitante à conduta e comportamento dos ocupantes, denota-se, de uma forma geral, que as Estruturas Internas de Segurança (EIS) das escolas não estão preparadas para lidar de uma forma eficaz com as emergências que possam surgir, e disso são exemplo os recentes incidentes e os exercícios levados a cabo nas últimas semanas nas escolas de maior dimensão e efetivo do concelho. O feedback recolhido por parte dos elementos das diversas equipas de resposta à emergência (equipas de evacuação, intervenção, controlo e primeiros socorros) transparece um desconhecimento face às tarefas a realizar em caso de emergência e uma ausência, quase transversal, de indicações por parte dos elementos responsáveis da estrutura, isto é, os delegados de segurança (DS). Apesar de se notar alguns processos já consumados no que diz respeito à evacuação, são observadas múltiplas carências noutras fases da emergência como são os casos do reconhecimento e primeira intervenção, alarme e alerta, concentração e controlo e receção e encaminhamento dos meios de socorro. Um outro aspeto a reter é a ausência de identificação destes elementos, o que poderá dificultar o acesso dos meios de socorro ao contacto com estes. Boa parte destas funções são executadas, ou coordenadas, pelo DS, assumindo este uma importância vital no que diz respeito à gestão de emergência. Este elemento, por norma da direção da escola, deve ter a capacidade e agilidade para dirigir a emergência e gerir as equipas prevista na EIS que possui ao dispor. Para além disso, tem a cargo funções de rotina no que concerne à segurança do estabelecimento escolar como é caso o preenchimento e manutenção dos registos de segurança, a vistoria informal dos equipamentos e sistemas de segurança, o reporte de défices nos equipamentos e sistemas de segurança ou, por exemplo, a promoção de ações de sensibilização e formação para os elementos da EIS e demais comunidade escolar.
Objetivos
Capacitar os formandos com conhecimentos que facilitem a execução das medidas de autoproteção, conforme previsto no Regime Jurídico da Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE) (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, republicado pela Lei n.º 123/2019 de 18 de outubro).
Conteúdos
Visita técnica a um estabelecimento escolar Exercício em contexto simulado
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 28-05-2024 (Terça-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Carla Fernanda Ferreira Guedes
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com o Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A crescente globalização e diversidade cultural exigem que o Pessoal Não Docente esteja preparado para comunicar eficazmente em inglês. Uma melhor comunicação em inglês pode fortalecer a relação entre a escola, os alunos e seus pais, contribuindo para um ambiente escolar mais inclusivo e acolhedor. Em função dos destinatários: O inglês é a língua franca em muitos contextos internacionais e profissionais, tornando-o numa capacidade valiosa no contexto social. Permitir aos formandos o desenvolvimento das competências comunicativas definidas no nível A.1 do Quadro Europeu Comum de Referência para as línguas.
Objetivos
Apresentar-se a si mesmo e a outros, pedindo e dando informação pessoal básica; Compreender e usar expressões quotidianas e vocabulário de uso frequente e destinados a satisfazer necessidades de tipo imediato; Desenvolver uma conversação em língua inglesa utilizando expressões básicas da língua inglesa; Aplicar as principais regras gramaticais e ortográficas da língua inglesa em contextos orais e escritos.
Conteúdos
Conteúdos: Saudações e Despedidas; Apresentação Pessoal; O Alfabeto; Verbo To Be; Verbo Have Got; Pronomes Interrogativos; A Família; Números; Cores; Artigos Definidos e Indefinidos; Construção de frases simples; Determinantes e Pronomes (possessivos e demonstrativos); Características Físicas e Psicológicas; Singular e Plural dos Nomes; Presente Simples do Verbo To Do; Profissões; Presente Simples dos Verbos Mais Comuns; Presente Contínuo (Present Continuous); Entretenimento e Desporto; Dias da Semana, Estações e Meses do Ano; Estado do Tempo; Horas; Preposições e Expressões de Tempo; Rotina Diária
Avaliação
Avaliação quantitativa
Modelo
Ponderação participação: 20% Ponderação assiduidade: 10% Ponderação testes/trabalhos escritos: 70%
Anexo(s)
PND111-23_24 Introdução ao Inglês Capacitação para Funcionários Escolares - Ficha da Ação
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-05-2024 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 24-05-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 31-05-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 07-06-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 14-06-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:45 | 3:15 | Presencial |
6 | 21-06-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:45 | 3:15 | Presencial |
7 | 28-06-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:45 | 3:15 | Presencial |
8 | 05-07-2024 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:45 | 3:15 | Presencial |

Formador
Ana Isabel Lage Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
“A nossa juventude agora adora o luxo. Têm maus modos, desobedecem à autoridade, desrespeitam os mais velhos e preferem conversar a fazer exercício, não se levantam quando os mais entram na sala. Contradizem os seus pais, conversam nas aulas, devoram a comida e tiranizam os seus professores.” Quem será o autor deste texto? Há quanto tempo foi escrito? Parece-lhe algo familiar? Neste workshop vamos abordar estratégias de comunicação e de gestão de comportamento que pode utilizar na sua sala de aula.
Objetivos
1. Tornar-se observador da dinâmica da sala de aula 2. Antecipar cenários e respostas mais ajustadas 3. Utilizar técnicas de comunicação para a gestão da dinâmica de sala de aula.
Conteúdos
1. Ajudar os alunos a lidar com os seus sentimentos 2. Promover a cooperação 3. Alternativas ao castigo 4. Encorajar a autonomia 5. Elogio
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 15-05-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Miguel Ângelo Pereira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Gabinete de Segurança e Proteção Civil da Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Apesar das melhorias observadas ao nível do processo de evacuação, na parte respeitante à conduta e comportamento dos ocupantes, denota-se, de uma forma geral, que as Estruturas Internas de Segurança (EIS) das escolas não estão preparadas para lidar de uma forma eficaz com as emergências que possam surgir, e disso são exemplo os recentes incidentes e os exercícios levados a cabo nas últimas semanas nas escolas de maior dimensão e efetivo do concelho. O feedback recolhido por parte dos elementos das diversas equipas de resposta à emergência (equipas de evacuação, intervenção, controlo e primeiros socorros) transparece um desconhecimento face às tarefas a realizar em caso de emergência e uma ausência, quase transversal, de indicações por parte dos elementos responsáveis da estrutura, isto é, os delegados de segurança (DS). Apesar de se notar alguns processos já consumados no que diz respeito à evacuação, são observadas múltiplas carências noutras fases da emergência como são os casos do reconhecimento e primeira intervenção, alarme e alerta, concentração e controlo e receção e encaminhamento dos meios de socorro. Um outro aspeto a reter é a ausência de identificação destes elementos, o que poderá dificultar o acesso dos meios de socorro ao contacto com estes. Boa parte destas funções são executadas, ou coordenadas, pelo DS, assumindo este uma importância vital no que diz respeito à gestão de emergência. Este elemento, por norma da direção da escola, deve ter a capacidade e agilidade para dirigir a emergência e gerir as equipas prevista na EIS que possui ao dispor. Para além disso, tem a cargo funções de rotina no que concerne à segurança do estabelecimento escolar como é caso o preenchimento e manutenção dos registos de segurança, a vistoria informal dos equipamentos e sistemas de segurança, o reporte de défices nos equipamentos e sistemas de segurança ou, por exemplo, a promoção de ações de sensibilização e formação para os elementos da EIS e demais comunidade escolar.
Objetivos
Capacitar os formandos com conhecimentos que facilitem a execução das medidas de autoproteção, conforme previsto no Regime Jurídico da Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE) (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, republicado pela Lei n.º 123/2019 de 18 de outubro).
Conteúdos
Interpretação de plantas de emergência e plantas de prevenção Formação, Simulacros e Inspeções Regulares Meios e equipamentos de SCIE (Princípios de Funcionamento)
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 14-05-2024 (Terça-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A plataforma Plataforma Roteiros Educativos Pedonais (REPP) oferece um conjunto de ferramentas que permitem aos professores criar e implementar atividades inovadoras, contextualizadas e com impacto positivo na aprendizagem dos alunos. Participar nesta ação de formação permitirá aos professores adquirir os conhecimentos e competências necessárias para utilizar a plataforma REPP de forma eficaz e contribuir para a construção de uma escola mais inovadora e aberta à comunidade.
Objetivos
Capacitar os docentes para: Utilizar a plataforma REPP de forma autónoma e eficaz. Criar atividades pedagógicas inovadoras com base nos roteiros disponíveis. Integrar os roteiros no currículo, promovendo a interdisciplinaridade.
Conteúdos
Oficina prática: criação de um roteiro educativo pedonal. Apresentação e discussão de exemplos de atividades. Momento de debate: desafios e oportunidades da plataforma.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-05-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Raul António Fernandes Macedo
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
AE de Perafita/CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A necessidade de trabalhar para aumentar as capacidades dos alunos e, consequentemente, o seu sucesso escolar e a situação atual de contacto com as novas tecnologias através da distribuição generalizada de computadores aos alunos e às escolas, assim como a aparente motivação para lidar com estes instrumentos de trabalho criam condições favoráveis à aplicação generalizada das tecnologias ao serviço das práticas de ensino (formais ou informais). Assim, o ambiente gráfico de programação Scratch, apresenta-se como um instrumento de trabalho com imensas potencialidades. Esta ACD aborda o contributo do Scratch no desenvolvimento do pensamento computacional, das competências matemáticas e/ou linguísticas (entre outras), num ambiente formal e/ou informal de aprendizagem.
Objetivos
Consciencializar os docentes para o papel do Scratch na promoção do pensamento computacional. Sensibilizar os professores para a possibilidade dos alunos aprenderem pensamento computacional, a brincar, a jogar e a serem desafiados. Convidar os docentes para o desenvolvimento de novas estratégias pedagógicas, incluindo competências de raciocínio, resolução de problemas e trabalho colaborativo. Proporcionar experiências de aprendizagem, mediadas pelo Scratch, que facilitem a criação de estratégias pedagógicas adequadas aos objetivos curriculares.
Conteúdos
O ambiente de programação do Scratch Movimentar personagens no ecrã Desenhar um cenário Criar e rodar um personagem Mudar o traje, esconder e mostrar personagens Ciclos e condições (aplicação prática) Sensores Utilização de variáveis Extensões
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-05-2024 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Miguel Ângelo Pereira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Gabinete de Segurança e Proteção Civil da Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Apesar das melhorias observadas ao nível do processo de evacuação, na parte respeitante à conduta e comportamento dos ocupantes, denota-se, de uma forma geral, que as Estruturas Internas de Segurança (EIS) das escolas não estão preparadas para lidar de uma forma eficaz com as emergências que possam surgir, e disso são exemplo os recentes incidentes e os exercícios levados a cabo nas últimas semanas nas escolas de maior dimensão e efetivo do concelho. O feedback recolhido por parte dos elementos das diversas equipas de resposta à emergência (equipas de evacuação, intervenção, controlo e primeiros socorros) transparece um desconhecimento face às tarefas a realizar em caso de emergência e uma ausência, quase transversal, de indicações por parte dos elementos responsáveis da estrutura, isto é, os delegados de segurança (DS). Apesar de se notar alguns processos já consumados no que diz respeito à evacuação, são observadas múltiplas carências noutras fases da emergência como são os casos do reconhecimento e primeira intervenção, alarme e alerta, concentração e controlo e receção e encaminhamento dos meios de socorro. Um outro aspeto a reter é a ausência de identificação destes elementos, o que poderá dificultar o acesso dos meios de socorro ao contacto com estes. Boa parte destas funções são executadas, ou coordenadas, pelo DS, assumindo este uma importância vital no que diz respeito à gestão de emergência. Este elemento, por norma da direção da escola, deve ter a capacidade e agilidade para dirigir a emergência e gerir as equipas prevista na EIS que possui ao dispor. Para além disso, tem a cargo funções de rotina no que concerne à segurança do estabelecimento escolar como é caso o preenchimento e manutenção dos registos de segurança, a vistoria informal dos equipamentos e sistemas de segurança, o reporte de défices nos equipamentos e sistemas de segurança ou, por exemplo, a promoção de ações de sensibilização e formação para os elementos da EIS e demais comunidade escolar.
Objetivos
Capacitar os formandos com conhecimentos que facilitem a execução das medidas de autoproteção, conforme previsto no Regime Jurídico da Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE) (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, republicado pela Lei n.º 123/2019 de 18 de outubro).
Conteúdos
Procedimentos de Prevenção e Vistorias de Rotina Procedimentos em caso de emergência Alerta e receção e encaminhamento dos bombeiros
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-05-2024 (Terça-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Norberto Correia Costa
Ana Isabel Nogueira de Moura
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio dos Ambientes Educativos Inovadores
Objetivos
- Compreender o conceito de Ambientes Educativos Inovadores. - Compreender a organização de espaços designados por Sala de aula do futuro. - Aplicar dinâmicas pedagógicas inovadoras e ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro. - Compreender o papel do aluno numa Sala do futuro. - Compreender o papel do professor numa Sala do futuro. - Explorar estratégias de trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. - Explorar fatores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro.
Conteúdos
1. Ambientes Educativos Inovadores Conceito e fundamentação. (1 hora) 2. Sala de aula do futuro Espaço físico 6 áreas Criação, Desenvolvimento, Investigação, Apresentação, Interação e Colaboração. (2 horas) 3. Dinâmicas pedagógicas inovadoras assentes em: Aprendizagem por projetos, Aprendizagem colaborativa, Aula invertida, Programação e robótica, Avaliação formativa. (2 horas) 4. Ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro inseridas no processo de ensino e aprendizagem seguindo o modelo SMAR (Substitution, Augmentation, Modification, Redefinition) (3 horas) 5. O papel do aluno numa Sala do futuro Desenvolvimento de competências: Literacia cívica, Consciência global, Literacia ambiental, Literacia financeira, Literacia na saúde, Literacia nos Media, Literacia de informação, Literacia nas TIC, Criatividade, Pensamento crítico, Colaboração, Comunicação, Produtividade, Prestação de contas, Liderança, Responsabilidade, Adaptação, Flexibilidade, Competências sociais e de articulação cultural, Iniciativa, Determinação. (3 horas) 6. O papel do professor numa Sala do futuro. (2 horas) 7. O trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. (1 hora) 8. Factores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro. (1 hora)
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 13-05-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
5 | 07-06-2024 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |

Formador
Elsa Maria Macedo de Oliveira Campos
Carla Maria Faria Gomes
Maria João da Cruz Nogueira
Destinatários
Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Num contexto de alterações do currículo prescrito da disciplina de Matemática A, com implementação a partir de setembro de 2024, urge efetuar uma análise interpretativa dos documentos orientadores à luz das políticas educativas para o processo de Ensino da Matemática. Na verdade, em concordância com os relatórios publicados pela OCDE, dando enfase ao estudo PISA 2023 (itens abertos) perpassa uma urgência fundamentada na transformação intencional das práticas. Ademais, esta Jornada possibilita capacitar os envolvidos para a escolha do manual escolar de forma a que o mesmo consubstancie e dê enfoque ao ideário que subjaz as Aprendizagens Essenciais de Matemática A. A atividade de e para professores emerge de uma necessidade intrínseca sentida por uma comunidade, que partilha a visão Nóvoa (2007) e dá voz à premissa de que “É preciso passar a formação de professores para dentro da profissão”.
Objetivos
Compreender, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A), as suas finalidades e as consequências para o ensino da Matemática; Capacitar os pares com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A); Refletir sobre os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A).
Conteúdos
Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Secundário expressas nas novas AE . Ideias inovadoras do Currículo: Abordagem da geometria sintética e analítica com recurso ao geogebra e ao python. Capacitar os docentes de práticas que envolvam o pensamento computacional.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-05-2024 (Sexta-feira) | 14:45 - 17:45 | 3:00 | Presencial |
Formador
Henrique de Jesus Rodrigues
Miguel Ângelo Pereira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. De acordo com o artigo 15.º da Portaria n.º 192-A/2015, de 29 de junho, esta ação de formação releva para a progressão da carreira dos professores bibliotecários, incluindo-se na dimensão científica e pedagógica.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Gabinete de Segurança e Proteção Civil da Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Apesar das melhorias observadas ao nível do processo de evacuação, na parte respeitante à conduta e comportamento dos ocupantes, denota-se, de uma forma geral, que as Estruturas Internas de Segurança (EIS) das escolas não estão preparadas para lidar de uma forma eficaz com as emergências que possam surgir, e disso são exemplo os recentes incidentes e os exercícios levados a cabo nas últimas semanas nas escolas de maior dimensão e efetivo do concelho. O feedback recolhido por parte dos elementos das diversas equipas de resposta à emergência (equipas de evacuação, intervenção, controlo e primeiros socorros) transparece um desconhecimento face às tarefas a realizar em caso de emergência e uma ausência, quase transversal, de indicações por parte dos elementos responsáveis da estrutura, isto é, os delegados de segurança (DS). Apesar de se notar alguns processos já consumados no que diz respeito à evacuação, são observadas múltiplas carências noutras fases da emergência como são os casos do reconhecimento e primeira intervenção, alarme e alerta, concentração e controlo e receção e encaminhamento dos meios de socorro. Um outro aspeto a reter é a ausência de identificação destes elementos, o que poderá dificultar o acesso dos meios de socorro ao contacto com estes. Boa parte destas funções são executadas, ou coordenadas, pelo DS, assumindo este uma importância vital no que diz respeito à gestão de emergência. Este elemento, por norma da direção da escola, deve ter a capacidade e agilidade para dirigir a emergência e gerir as equipas prevista na EIS que possui ao dispor. Para além disso, tem a cargo funções de rotina no que concerne à segurança do estabelecimento escolar como é caso o preenchimento e manutenção dos registos de segurança, a vistoria informal dos equipamentos e sistemas de segurança, o reporte de défices nos equipamentos e sistemas de segurança ou, por exemplo, a promoção de ações de sensibilização e formação para os elementos da EIS e demais comunidade escolar.
Objetivos
Capacitar os formandos com conhecimentos que facilitem a execução das medidas de autoproteção, conforme previsto no Regime Jurídico da Segurança contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE) (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, republicado pela Lei n.º 123/2019 de 18 de outubro).
Conteúdos
Enquadramento legal da Segurança contra Incêndios em Edifícios (SCIE) Conceitos básicos da Fenomenologia da Combustão e Classes de Fogo Medidas de Autoproteção (MAP) Registos de Segurança
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 30-04-2024 (Terça-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Carla Assunção Breda da Cruz
Destinatários
Professores dos grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
ESE – Escola Superior de Educação do Porto em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A revolução digital que se verificou nas últimas décadas democratizou e massificou o acesso aos mais diversos dispositivos tecnológicos, tornando-os ferramentas essenciais nas rotinas diárias. Na Educação Pré-Escolar a utilização dos meios tecnológicos e informáticos é valorizada, sendo estes, como referido nas OCEPE, recursos de aprendizagem que contribuem para a maior igualdade de oportunidades. No que respeita ao 1.o CEB, a Direção Geral da Educação promove e incentiva o desenvolvimento do pensamento computacional, da literacia digital e das competências transversais. O saber científico, técnico e tecnológico é também uma das áreas de competências do Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, onde se sugere o desenvolvimento de literacias múltiplas. Neste contexto, esta ação de formação contribuirá para que educadores e professores sejam capazes de integrar instrumentos tecnológicos diversos numa abordagem STEAM, proporcionando um processo de ensino e aprendizagem mais holístico e dinâmico e preparando os alunos para enfrentar os desafios do mundo tecnológico contemporâneo.
Objetivos
- Promover o contacto com a diversidade de recursos didáticos eletrónicos, explorando as suas vertentes lúdica e educativa; - Aprofundar o conhecimento pedagógico de conteúdo, tendo como referência as OCEPE e as orientações curriculares para o 1.o CEB, designadamente das áreas do Conhecimento do Mundo, Estudo do Meio e TIC; - Aprofundar conceitos e desenvolver competências para a elaboração de propostas didáticas que promovam o desenvolvimento de capacidades associadas ao pensamento computacional, programação, robótica e literacia digital, fomentando competências transversais; - Colmatar as necessidades de formação de educadores e professores nas áreas de Programação e Robótica, motivando-os a idealizarem estratégias didáticas para o ensino de conteúdos relacionados com o Conhecimento do Mundo, Estudo do Meio e TIC, em atividades ou sala de aula.
Conteúdos
Os conteúdos a desenvolver permitirão uma exploração conceptual e experimental de tópicos teóricos diversos, de acordo com interesses e necessidades dos formandos: a) Ensino STEAM: decifrar uma abordagem inovadora A revolução tecnológica gerou inovação nos modelos educativos. A abordagem de STEAM assenta num modelo pedagógico transversal a diferentes áreas do saber, de forma a reunir 5 áreas: Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. Ao integrar a abordagem STEAM no processo de ensino e aprendizagem é possível proporcionar experiências educativas mais holísticas, promovendo o pensamento crítico, a resolução de problemas, a criatividade, a curiosidade e a compreensão do mundo natural. b) Pensamento computacional como ferramenta para resolução de problemas STEAM. Muitas das competências ligadas ao Pensamento Computacional são trabalhadas no modelo STEAM através da incorporação de conceitos ligados às Ciências da Computação, como por exemplo, decomposição, abstração, generalização de padrões, algoritmia, representação de dados e pensamento iterativo. Estes conceitos são geralmente trabalhados através de metodologias baseadas em realização de projetos (Project-Based Learning) e na resolução de problemas do quotidiano ou relacionados com o meio envolvente. c) Linguagens de Programação Visuais: vantagens das plataformas de codificação por blocos A transcrição de um programa para um dispositivo eletrónico é geralmente realizada através da escrita de um código numa linguagem de programação que permita a comunicação com o dispositivo em causa. Muitas das dificuldades e frustrações sentidas por iniciantes ou utilizadores pouco avançados advêm do facto da sintaxe associada a estas linguagens ser inicialmente complexa. A codificação por blocos permite uma abordagem simplificada, facilitando a aprendizagem de conceitos complexos de programação por parte das crianças de forma lúdica e envolvente. d) Brinquedos programáveis: ferramentas para conhecer o mundo e estudar o meio Vários estudos demonstram as vantagens da robótica no ensino STEAM e no processo de aprendizagem dos alunos, destacando o seu impacto na educação formal e não formal. O desenvolvimento das competências associadas ao Pensamento Computacional nos alunos depende em larga medida das ferramentas utilizadas, podendo estas passar por microprocessadores, sensores, drones e robôs. Através da sua utilização os alunos podem interagir e experimentar conceitos na prática, estimulando a criatividade e pensamento crítico e desenvolvendo competências como a resolução de problemas. e) Laboratórios de Fabricação Os laboratórios de fabricação (Fab Labs) são espaços de aprendizagem equipados com ferramentas e máquinas de fabricação digital, como impressoras 3D, corte laser e CNC e outras tecnologias de prototipagem. Mesmo sendo mais comuns no ensino superior ou profissional, a presença destes espaços está a expandir-se na Educação Pré-escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico, sendo adequados às necessidades das crianças desta faixa etária. Neste contexto, os laboratórios de fabricação têm como principal objetivo fomentar a criatividade, a experimentação e o pensamento crítico, integrando diferentes áreas de conhecimento (STEAM). Assim, com um ambiente prático e “hands-on”, é possível aos alunos explorarem ideias, criarem protótipos e desenvolverem projetos tangíveis.
Metodologias
Enquadramento Teórico (3 horas) Exploração conceptual sobre Pensamento Computacional e Programação, Abordagens STEAM, Programação Desconectada e Linguagens de Programação Visuais. Exploração de projetos de referência. Atividade práticas (6 horas) Realização de atividades que incluam a utilização de recursos programáveis (brinquedos ou outros artefactos) com procedimentos simples, tendo por base tópicos curriculares. Desenho e avaliação de propostas didáticas (12 h) Conceção de propostas de atividade que integrem aspetos relacionados com: pensamento computacional, utilização de recursos programáveis e as valências de um Laboratórios de Fabricação. Apresentação das propostas desenvolvidas (4 horas) Sessão dedicada à apresentação dos trabalhos dos formandos aos restantes colegas e ao formador, à qual se seguirá um momento de discussão. Os formandos desenvolverão atividades nos seus contextos educativos, orientadas pelo formador nas sessões dedicadas. Levarão a cabo pesquisas para aprofundamentos teórico-práticos com as especificidades as atividades que vierem a desenvolver.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações do CFAE_Matosinhos é contínua, participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação e o trabalho individual, na modalidade curso, e, a participação, os resultados do trabalho autónomo e o trabalho individual nas modalidades oficina de formação, círculo de estudos e projetos. Para mais esclarecimentos sugere-se a consulta do Regulamento Interno do CFAE_Matosinhos – https://www.cfaematosinhos.eu/CFAE_Matosinhos_RI_2016_06%20Dez.pdf com especial atenção para o capítulo dedicado à Avaliação dos formandos docentes. A avaliação da ação é feita através do preenchimento pelo formando de um documento que lhe é fornecido no primeiro dia. Elaboração de um relatório detalhado referente ao tratamento dos dados recolhidos.
Anexo(s)
Observações
Ao CFAE_Matosinhos cabe somente a responsabilidade de divulgação e inscrição na ação. O restante processo administrativo e pedagógico é da responsabilidade da ESE-Porto.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 29-04-2024 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 13-05-2024 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
4 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
5 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
6 | 03-06-2024 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
7 | 17-06-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
8 | 26-06-2024 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 24-07-2024 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
6 | 24-07-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 22-05-2024 (Quarta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
5 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 02-07-2024 (Terça-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 29-05-2024 (Quarta-feira) | 08:30 - 11:00 | 2:30 | Presencial |
6 | 29-05-2024 (Quarta-feira) | 11:00 - 13:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 08-07-2024 (Segunda-feira) | 14:30 - 19:30 | 5:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 08-07-2024 (Segunda-feira) | 14:30 - 19:30 | 5:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 22-05-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:00 | 2:30 | Presencial |
5 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 08-07-2024 (Segunda-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 15-05-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Presencial |
4 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 29-05-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 25-06-2024 (Terça-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 25-06-2024 (Terça-feira) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 21-06-2024 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:00 | 2:30 | Presencial |
6 | 26-06-2024 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 23-07-2024 (Terça-feira) | 10:00 - 12:30 | 2:30 | Presencial |
6 | 24-07-2024 (Quarta-feira) | 10:00 - 12:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O desenvolvimento das competências digitais das organizações educativas constitui-se, atualmente, como uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e de aprendizagem realizado nas Escolas e encontra enquadramento em referenciais europeus: o DigCompOrg, que configura as Organizações Educativas para o desenvolvimento das competências digitais, e o DigCompEdu, que configura as competências digitais dos docentes. Os PADDEs, ao incorporar os princípios dos Decretos-Lei 55/2018 e 54/2018, podem impulsionar uma transformação educacional no sistema português, promovendo uma pedagogia mais ativa, tecnológica e inclusiva. Neste contexto, e numa perspetiva sistémica, o propósito deste curso é apoiar as Equipas de Desenvolvimento Digital (EDD) na continuidade da aplicação e reformulação de modelos de acompanhamento e de monitorização das ações definidas e a definir no PADDE, procedendo ao registo de dados com base nos indicadores e à implementação de eventuais ações corretivas tendo em vista a consecução dos objetivos traçados, designadamente a resolução da Assembleia da República n.º 135/2023, propondo a elaboração de um estudo alargado sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital, coloca mais um desafio às EDD, sugerindo uma reflexão sobre a intervenção da escola nos comportamentos sociais dos alunos.
Objetivos
- Refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que promovam a qualidade do processo educativo; - Continuar a implementação de estratégias de monitorização, avaliação e comunicação dos PADDE; - Desenvolver estratégias de diagnóstico e reflexão conducentes à reformulação do PADDE tendo em conta as novas orientações curriculares e pedagógicas; - Promover a criação de redes de comunicação entre Agrupamentos de escolas no sentido da troca de experiências e boas práticas na implementação de mecanismos de monitorização e acompanhamento das ações do PADDE. - Refletir sobre sobre as oportunidades, riscos e desafios representados pelo uso, em contexto escolar, das novas tecnologias e dispositivos, designadamente os que relevam do digital.
Conteúdos
1. Reflexão sobre os resultados atingidos no primeiro ano de implementação do PADDE relativamente aos objetivos traçados (1 hora). 2. Revisitação/Ajustamento das ações e indicadores definidos no PADDE (1 hora). 3. Reflexão e eventual redefinição dos instrumentos de recolha de dados à luz das orientações curriculares e pedagógicas. (1 hora). 4. Organização da recolha de dados e monitorização dos indicadores (2 horas). 5. Relatório de progresso do PADDE e criação de estratégias de comunicação das ações e dos resultados e o seu impacto nas aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. (4 horas). 6. Acompanhamento dos Projeto-Piloto de Manuais Digitais e os Laboratórios de Educação Digital, refletindo sobre as suas potencialidades para uma aprendizagem centrada no aluno. (2 horas). 7. Participação em projetos em curso na ERTE: Seguranet, Academia digital para pais, E-safety label, Clubes de programação e robótica, Etwinning, Apps for Good, PPMD, LED. (2 horas). 8. Benchmarking com outros agrupamentos de escolas, partilhando boas práticas de monitorização e avaliação no contexto da autonomia e flexibilidade curricular (2 horas).
Metodologias
A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona. As sessões a distância decorrerão em espaço virtual organizado com os conteúdos de formação disponibilizados e onde decorrem interações múltiplas (síncronas e assíncronas) entre formador-formando e formando-formando. As sessões presenciais terão lugar no agrupamento da EDD. O contexto de formação visa estimular a criação de momentos de partilha e reflexão no âmbito das práticas de monitorização e avaliação das ações do PADDE e dos seus resultados, incorporando uma reflexão sobre as metodologias centradas no aluno. A ação de formação tem como quadro geral de referência metodológico o construtivismo e a aprendizagem colaborativa, assentando em princípios como a formação participada e experiencial e a ação refletida. O curso terá 6 sessões síncronas de 02:30. Pelo menos duas destas sessões serão alargadas a vários agrupamentos onde será privilegiada a troca de experiências entre as diferentes EDD.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for DigitallyCompetent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfResolução da Assembleia da República n.º 135/2023
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-04-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
2 | 06-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
3 | 20-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
4 | 27-05-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
5 | 03-06-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
6 | 17-06-2024 (Segunda-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
Formador
António Lage Rodrigues de Almeida
Daniela Filipa Lopes Oliveira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CMM - Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
O LeV – Literatura em Viagem define-se como um evento dedicado à literatura de viagem. O seu âmbito temático abarca a literatura e a viagem no sentido literal, mas também metafórico, integrando as tendências e dinâmicas sociais e culturais atuais. Em todas as edições vem reunindo convidados de diversas áreas da cultura, da sociedade e até da ciência em torno da leitura e da palavra. A promoção do livro e da leitura tem vindo a contar com a participação de centenas de personalidades nacionais e internacionais em entrevistas e mesas de debate a performances artísticas, leituras, conferências, exposições, visitas a escolas, abarcando públicos de diferentes perfis e interesses. A paixão pela leitura e pelas viagens, continua a definir o seu percurso em proximidade com a comunidade sem esquecer leitores de outras regiões. Os professores e alunos das escolas de Matosinhos são participantes ativos que recebem os autores convidados, construindo os novos públicos e fortalecendo os laços com a comunidade.
Objetivos
Promover a leitura e o livro numa abordagem transversal onde autores, personalidades da cultura e a comunidade em geral partilham interesses comuns com enfoque nos desafios da atualidade que, inevitavelmente, se cruzam com a literatura. Conhecer os autores convidados e a sua obra, bem como a sua intervenção no panorama cultural e literário; Compreender a cultura como forma de valorização da dimensão social local e regional; Refletir sobre a literatura de viagem no panorama cultural e literário da atualidade;
Conteúdos
Mesa 1 – com Afonso Cruz, Álvaro Cúria, Mário Rufino; Sara Otto Coelho Mesa 2 - com Dulce Maria Cardoso, Madalena Sá Fernandes, Rafael Gallo, Patrícia Fernandes (moderadora). Mesa 3 - com Carlos Matos, Júlio Magalhães, Rui Tavares.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 13-04-2024 (Sábado) | 15:00 - 16:00 | 1:00 | Presencial |
2 | 13-04-2024 (Sábado) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
3 | 13-04-2024 (Sábado) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Presencial |
4 | 13-04-2024 (Sábado) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Presencial |
Formador
Anabela Lopes Rodrigues
Paulo César Basto Cardoso
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Lego Education/CFAE_Matosinhos
Enquadramento
O modelo de ensino, ainda seguido em alguns contextos educativos, é considerado por muitos como restritivo, com um grande foco em conteúdos programáticos, mas algo desajustado da realidade atual e pouco valorizador das particularidades e competências individuais de cada aluno. Pelo que é possível antever, estudos apontam que a grande parte dos trabalhos no futuro estarão ligados às áreas STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática). A metodologia STEAM pretende promover a aquisição de conhecimentos nestas áreas de uma forma integrada, através de projetos que permitam o aluno tornar-se parte ativa no processo de ensino-aprendizagem. As soluções LEGO® Education para o 3º ciclo do Ensino Básico e Secundário oferecem as experiências hands-on e envolventes que os alunos precisam para explorar os principais conceitos de STEAM e vinculá-los à vida real.
Objetivos
Compreender a abordagem da Lego Education ao ensino. Aprender a utilizar o Spike Prime na sua sala de aula Entender como utilizar o Spike Prime para ensinar STEAM Obter dicas de organização do material em sala de aula. Realizar trabalho”Hands-On”
Conteúdos
Modelo instrucional dos 5Es Composição do Spike Prime Atividades praticas com Spike Prime a serem usadas em sala de aula
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 12-04-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
2 | 19-04-2024 (Sexta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
António Lage Rodrigues de Almeida
Daniela Filipa Lopes Oliveira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CMM - Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
O LeV – Literatura em Viagem define-se como um evento dedicado à literatura de viagem. O seu âmbito temático abarca a literatura e a viagem no sentido literal, mas também metafórico, integrando as tendências e dinâmicas sociais e culturais atuais. Em todas as edições vem reunindo convidados de diversas áreas da cultura, da sociedade e até da ciência em torno da leitura e da palavra. A promoção do livro e da leitura tem vindo a contar com a participação de centenas de personalidades nacionais e internacionais em entrevistas e mesas de debate a performances artísticas, leituras, conferências, exposições, visitas a escolas, abarcando públicos de diferentes perfis e interesses. A paixão pela leitura e pelas viagens, continua a definir o seu percurso em proximidade com a comunidade sem esquecer leitores de outras regiões. Os professores e alunos das escolas de Matosinhos são participantes ativos que recebem os autores convidados, construindo os novos públicos e fortalecendo os laços com a comunidade.
Objetivos
Promover a leitura e o livro numa abordagem transversal onde autores, personalidades da cultura e a comunidade em geral partilham interesses comuns com enfoque nos desafios da atualidade que, inevitavelmente, se cruzam com a literatura.
Conteúdos
Promover a leitura e o livro numa abordagem transversal onde autores, personalidades da cultura e a comunidade em geral partilham interesses comuns com enfoque nos desafios da atualidade que, inevitavelmente, se cruzam com a literatura. Conhecer os autores convidados e a sua obra, bem como a sua intervenção no panorama cultural e literário; Compreender a cultura como forma de valorização da dimensão social local e regional; Refletir sobre a literatura de viagem no panorama cultural e literário da atualidade;
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 11-04-2024 (Quinta-feira) | 09:30 - 10:30 | 1:00 | Presencial |
2 | 11-04-2024 (Quinta-feira) | 10:30 - 11:30 | 1:00 | Presencial |
3 | 12-04-2024 (Sexta-feira) | 09:30 - 10:30 | 1:00 | Presencial |
4 | 12-04-2024 (Sexta-feira) | 10:30 - 11:30 | 1:00 | Presencial |
Formador
Norberto Correia Costa
Destinatários
Professores dos grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
ESE – Escola Superior de Educação do Porto em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A revolução digital que se verificou nas últimas décadas democratizou e massificou o acesso aos mais diversos dispositivos tecnológicos, tornando-os ferramentas essenciais nas rotinas diárias. Na Educação Pré-Escolar a utilização dos meios tecnológicos e informáticos é valorizada, sendo estes, como referido nas OCEPE, recursos de aprendizagem que contribuem para a maior igualdade de oportunidades. No que respeita ao 1.o CEB, a Direção Geral da Educação promove e incentiva o desenvolvimento do pensamento computacional, da literacia digital e das competências transversais. O saber científico, técnico e tecnológico é também uma das áreas de competências do Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, onde se sugere o desenvolvimento de literacias múltiplas. Neste contexto, esta ação de formação contribuirá para que educadores e professores sejam capazes de integrar instrumentos tecnológicos diversos numa abordagem STEAM, proporcionando um processo de ensino e aprendizagem mais holístico e dinâmico e preparando os alunos para enfrentar os desafios do mundo tecnológico contemporâneo.
Objetivos
- Promover o contacto com a diversidade de recursos didáticos eletrónicos, explorando as suas vertentes lúdica e educativa; - Aprofundar o conhecimento pedagógico de conteúdo, tendo como referência as OCEPE e as orientações curriculares para o 1.o CEB, designadamente das áreas do Conhecimento do Mundo, Estudo do Meio e TIC; - Aprofundar conceitos e desenvolver competências para a elaboração de propostas didáticas que promovam o desenvolvimento de capacidades associadas ao pensamento computacional, programação, robótica e literacia digital, fomentando competências transversais; - Colmatar as necessidades de formação de educadores e professores nas áreas de Programação e Robótica, motivando-os a idealizarem estratégias didáticas para o ensino de conteúdos relacionados com o Conhecimento do Mundo, Estudo do Meio e TIC, em atividades ou sala de aula.
Conteúdos
Os conteúdos a desenvolver permitirão uma exploração conceptual e experimental de tópicos teóricos diversos, de acordo com interesses e necessidades dos formandos: a) Ensino STEAM: decifrar uma abordagem inovadora A revolução tecnológica gerou inovação nos modelos educativos. A abordagem de STEAM assenta num modelo pedagógico transversal a diferentes áreas do saber, de forma a reunir 5 áreas: Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. Ao integrar a abordagem STEAM no processo de ensino e aprendizagem é possível proporcionar experiências educativas mais holísticas, promovendo o pensamento crítico, a resolução de problemas, a criatividade, a curiosidade e a compreensão do mundo natural. b) Pensamento computacional como ferramenta para resolução de problemas STEAM. Muitas das competências ligadas ao Pensamento Computacional são trabalhadas no modelo STEAM através da incorporação de conceitos ligados às Ciências da Computação, como por exemplo, decomposição, abstração, generalização de padrões, algoritmia, representação de dados e pensamento iterativo. Estes conceitos são geralmente trabalhados através de metodologias baseadas em realização de projetos (Project-Based Learning) e na resolução de problemas do quotidiano ou relacionados com o meio envolvente. c) Linguagens de Programação Visuais: vantagens das plataformas de codificação por blocos A transcrição de um programa para um dispositivo eletrónico é geralmente realizada através da escrita de um código numa linguagem de programação que permita a comunicação com o dispositivo em causa. Muitas das dificuldades e frustrações sentidas por iniciantes ou utilizadores pouco avançados advêm do facto da sintaxe associada a estas linguagens ser inicialmente complexa. A codificação por blocos permite uma abordagem simplificada, facilitando a aprendizagem de conceitos complexos de programação por parte das crianças de forma lúdica e envolvente. d) Brinquedos programáveis: ferramentas para conhecer o mundo e estudar o meio Vários estudos demonstram as vantagens da robótica no ensino STEAM e no processo de aprendizagem dos alunos, destacando o seu impacto na educação formal e não formal. O desenvolvimento das competências associadas ao Pensamento Computacional nos alunos depende em larga medida das ferramentas utilizadas, podendo estas passar por microprocessadores, sensores, drones e robôs. Através da sua utilização os alunos podem interagir e experimentar conceitos na prática, estimulando a criatividade e pensamento crítico e desenvolvendo competências como a resolução de problemas. e) Laboratórios de Fabricação Os laboratórios de fabricação (Fab Labs) são espaços de aprendizagem equipados com ferramentas e máquinas de fabricação digital, como impressoras 3D, corte laser e CNC e outras tecnologias de prototipagem. Mesmo sendo mais comuns no ensino superior ou profissional, a presença destes espaços está a expandir-se na Educação Pré-escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico, sendo adequados às necessidades das crianças desta faixa etária. Neste contexto, os laboratórios de fabricação têm como principal objetivo fomentar a criatividade, a experimentação e o pensamento crítico, integrando diferentes áreas de conhecimento (STEAM). Assim, com um ambiente prático e “hands-on”, é possível aos alunos explorarem ideias, criarem protótipos e desenvolverem projetos tangíveis.
Metodologias
Enquadramento Teórico (3 horas) Exploração conceptual sobre Pensamento Computacional e Programação, Abordagens STEAM, Programação Desconectada e Linguagens de Programação Visuais. Exploração de projetos de referência. Atividade práticas (6 horas) Realização de atividades que incluam a utilização de recursos programáveis (brinquedos ou outros artefactos) com procedimentos simples, tendo por base tópicos curriculares. Desenho e avaliação de propostas didáticas (12 h) Conceção de propostas de atividade que integrem aspetos relacionados com: pensamento computacional, utilização de recursos programáveis e as valências de um Laboratórios de Fabricação. Apresentação das propostas desenvolvidas (4 horas) Sessão dedicada à apresentação dos trabalhos dos formandos aos restantes colegas e ao formador, à qual se seguirá um momento de discussão. Os formandos desenvolverão atividades nos seus contextos educativos, orientadas pelo formador nas sessões dedicadas. Levarão a cabo pesquisas para aprofundamentos teórico-práticos com as especificidades as atividades que vierem a desenvolver.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações do CFAE_Matosinhos é contínua, participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação e o trabalho individual, na modalidade curso, e, a participação, os resultados do trabalho autónomo e o trabalho individual nas modalidades oficina de formação, círculo de estudos e projetos. Para mais esclarecimentos sugere-se a consulta do Regulamento Interno do CFAE_Matosinhos – https://www.cfaematosinhos.eu/CFAE_Matosinhos_RI_2016_06%20Dez.pdf com especial atenção para o capítulo dedicado à Avaliação dos formandos docentes. A avaliação da ação é feita através do preenchimento pelo formando de um documento que lhe é fornecido no primeiro dia. Elaboração de um relatório detalhado referente ao tratamento dos dados recolhidos.
Anexo(s)
Observações
Ao CFAE_Matosinhos cabe somente a responsabilidade de divulgação e inscrição na ação. O restante processo administrativo e pedagógico é da responsabilidade da ESE-Porto.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-04-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
2 | 17-04-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 24-04-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
4 | 08-05-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
5 | 15-05-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
6 | 22-05-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
7 | 29-05-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
8 | 05-06-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória sugere abordagens pedagógicas que promovam a interação, a autonomia e a criatividade. Neste sentido, é essencial que as práticas pedagógicas fomentem a autonomia, a criatividade, o pensamento crítico e a capacidade de comunicação e colaboração. As ferramentas digitais, como o Flipgrid (agora somente FLIP), oferecem um enorme potencial para criar experiências de aprendizagem mais motivadoras e eficazes.
Objetivos
Desenvolver competências para conceber, implementar e gerir atividades pedagógicas interativas utilizando o FLIP. Analisar estratégias para fomentar a participação ativa dos alunos, a discussão e a construção colaborativa do conhecimento através do FLIP. Identificar formas de integrar o FLIP no processo de ensino-aprendizagem e na avaliação, articulando-as com diferentes abordagens metodológicas.
Conteúdos
Apresentação da ferramenta Flipgrid Criação e gestão de atividades no Flipgrid Estratégias para promover a interatividade Prática colaborativa
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-04-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Jorge Manuel Neves Silva
Destinatários
Professores dos grupos 230, 500, 510, 520, 530 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 230, 500, 510, 520, 530 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
ESE – Escola Superior de Educação do Porto em parceria com o CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A revolução digital verificada nos últimos anos massificou o acesso aos mais diversos dispositivos tecnológicos e a um vasto leque de oportunidades no que respeita a novas formas de ensinar e aprender. A educação STEAM (Science, Technology Engineering, Arts, Mathematics) surge nesse contexto e pela necessidade de se formarem jovens e agentes educativos que possam dar resposta aos desafios de um mundo cada vez mais tecnológico e digital, requerendo abordagens interdisciplinares e pensamento crítico. Integrada na abordagem STEAM, esta formação tem como objetivo oferecer propostas, alinhadas com as orientações curriculares, que desenvolvam igualmente múltiplas literacias, fomentando valores como cidadania, participação e inovação, previstos no Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória. Esta ação de formação visa capacitar professores para uma prática pedagógica inovadora, integrando a tecnologia de forma consciente e sustentável, com o intuito de preparar os alunos para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e promover uma educação mais holística, dinâmica e adaptada às necessidades da sociedade atual.
Objetivos
- Promover o contacto com o conceito de Educação STEAM e com as suas aplicações nos diferentes contextos; - Desenvolver competências para a criação de propostas educativas que promovam a inclusão de conceitos/áreas de conhecimento relacionadas com programação, pensamento lógico, literacia e fabricação digital; - Colmatar as necessidades de formação de educadores e professores nas áreas de Programação e Robótica, motivando-os a idealizarem estratégias didáticas para o ensino de conteúdos relacionados com as Ciências Naturais, Física e Química e Biologia e Geologia, em atividades ou sala de aula; - Fomentar a criatividade, inovação e espírito crítico no desenvolvimento de propostas educativas baseadas na abordagem STEAM. - Disseminar a utilização da robótica e de ferramentas controladas por computador em contexto de sala de aula como uma ferramenta pedagógica eficaz em diferentes áreas.
Conteúdos
Os conteúdos a desenvolver permitirão uma exploração conceptual e experimental de tópicos teóricos diversos, de acordo com interesses e necessidades dos formandos: a) Ensino STEAM: decifrar uma abordagem inovadora A revolução tecnológica gerou inovação nos modelos educativos. A abordagem de STEAM assenta num modelo pedagógico transversal a diferentes áreas do saber, de forma a reunir 5 áreas: Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. A integração da abordagem STEAM no processo de ensino e aprendizagem proporciona experiências educativas mais abrangentes, estimulando o pensamento crítico, a resolução de problemas, a criatividade, a curiosidade e a compreensão do mundo natural, preparando os alunos para os desafios contemporâneos e futuros. b) Pensamento computacional como ferramenta para resolução de problemas STEAM Muitas das competências ligadas ao Pensamento Computacional são trabalhadas no modelo STEAM através da incorporação de conceitos ligados às Ciências da Computação, como por exemplo, decomposição, abstração, generalização de padrões, algoritmia, representação de dados e pensamento iterativo. Estes conceitos são geralmente trabalhados através de metodologias baseadas em realização de projetos (Project-Based Learning) e na resolução de problemas do quotidiano ou relacionados com o meio envolvente. c) Linguagens de Programação Visuais: vantagens das plataformas de codificação por blocos A codificação por blocos permite estimular múltiplas aprendizagens, desenvolver competências essenciais e preparar os alunos para um futuro cada vez mais tecnológico. A utilização de interfaces gráficas e blocos de código possibilita a fácil compreensão da lógica de programação sem a complexidade da sintaxe de línguas tradicionais. A codificação por blocos pode ser utilizada de forma interdisciplinar permitindo aos alunos mobilizar conhecimentos de várias áreas nas suas criações e projetos, estruturando algoritmos para desenvolver soluções originais para problemas e projetos. d) Brinquedos programáveis: ferramentas para conhecer o mundo e estudar o meio Os brinquedos programáveis, como robôs, drones, microprocessadores e sensores são ferramentas valiosas no ensino, proporcionando experiências práticas e enriquecedoras no contexto STEAM e permitindo aos alunos explorar e compreender conceitos tecnológicos e científicos de forma concreta. Com o recursos a estes equipamentos, para além do desenvolvimento de várias competências, é possível fazer com que a aprendizagem seja mais significativa, uma vez que os alunos podem observar os resultados das suas ações em tempo real, tornando o processo de ensino e aprendizagem mais envolvente e motivador. e) Laboratórios de Fabricação Os laboratórios de fabricação (FabLabs) podem desempenhar um papel elementar no ensino STEAM, tratando-se de espaços que oferecem aos alunos a oportunidade de explorar e experimentar com diversas tecnologias e ferramentas, numa abordagem prática e “hands-on”. Estes espaços oferecem aos alunos o acesso a equipamentos como impressoras 3D, máquinas de corte laser e CNC, entre outros, ferramentas estas que permitem aos alunos criar protótipos, projetos e objetos reais a partir das suas ideias e designs. Os laboratórios de fabricação são, portanto, ambientes ricos em oportunidades educacionais uma vez que promovem a aprendizagem prática, a resolução de problemas, o trabalho colaborativo, a integração de todas as áreas STEAM e o espírito empreendedor.
Metodologias
Presencial: Enquadramento Teórico (3 h) Exploração conceptual sobre Pensamento Computacional e Programação, Abordagens STEAM, Programação Desconectada e Linguagens de Programação Visuais. Exploração de projetos de referência. Atividade práticas (6 h) Realização de atividades que incluam a utilização de recursos programáveis (brinquedos ou outros artefactos) com procedimentos simples, tendo por base tópicos curriculares. Desenho e avaliação de propostas didáticas (12 h) Conceção de propostas de atividade que integrem aspetos relacionados com: pensamento computacional, utilização de recursos programáveis e as valências de um Laboratórios de Fabricação. Apresentação das propostas desenvolvidas (4 h) Sessão dedicada à apresentação dos trabalhos dos formandos aos restantes colegas e ao formador, à qual se seguirá um momento de discussão
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações do CFAE_Matosinhos é contínua, participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação e o trabalho individual, na modalidade curso, e, a participação, os resultados do trabalho autónomo e o trabalho individual nas modalidades oficina de formação, círculo de estudos e projetos. Para mais esclarecimentos sugere-se a consulta do Regulamento Interno do CFAE_Matosinhos – https://www.cfaematosinhos.eu/CFAE_Matosinhos_RI_2016_06%20Dez.pdf com especial atenção para o capítulo dedicado à Avaliação dos formandos docentes. A avaliação da ação é feita através do preenchimento pelo formando de um documento que lhe é fornecido no primeiro dia. Elaboração de um relatório detalhado referente ao tratamento dos dados recolhidos.
Anexo(s)
Observações
Ao CFAE_Matosinhos cabe somente a responsabilidade de divulgação e inscrição na ação. O restante processo administrativo e pedagógico é da responsabilidade da ESE-Porto.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 09-04-2024 (Terça-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Presencial |
2 | 16-04-2024 (Terça-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Presencial |
3 | 23-04-2024 (Terça-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Presencial |
4 | 30-04-2024 (Terça-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Presencial |
5 | 07-05-2024 (Terça-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Presencial |
6 | 14-05-2024 (Terça-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Presencial |
7 | 28-05-2024 (Terça-feira) | 16:45 - 19:45 | 3:00 | Presencial |
8 | 04-06-2024 (Terça-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Carla Luciana da Cunha Dias
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
As mudanças sociais e emergentes das dinâmicas da atualidade colocam novos desafios à comunidade escolar e levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas politicas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Como tal, pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola responsiva, flexível e democrática, onde o clima escolar seja facilitador de melhores aprendizagens.
Objetivos
- Conhecer a organização das escolas e das lideranças formais e informais - Perceber o enquadramento legal da identidade profissional do assistente operacional ‐ Compreender o processo de desenvolvimento da criança e do adolescente - Desenvolver competências de gestão comportamental e de comunicação em contexto escolar - Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção - Implementar atividades junto das crianças e alunos, articuladas com os docentes.
Conteúdos
1. Organização do Sistema Educativo Português. 2. Caraterização da Rede Escolar do Concelho. 3. O Papel e o perfil do AO em contexto escolar. 4. O papel do AO agente ativo na modelação dos comportamentos dos alunos. 5. Estilos Comunicacionais e atitudes facilitadoras da comunicação. 6. Estratégias comunicacionais para mediação e gestão de conflitos.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 04-04-2024 (Quinta-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
2 | 04-04-2024 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
Formador
Teresa Maria Silva Cardoso
Sérgio Bruno Santos Sousa
Marta Claudia Ribeiro Marques Valadar
Ana Paula de Almeida Gomes
Maria de Fátima Almeida Fernandes de Sousa
Juliana Maria Pires Masi
Paula Cristina Moreira Machado Santos
Augusta Carmen da Costa Coelho Ramalho Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Unidade Local de Saúde de Matosinhos: Unidade de Saúde Pública e equipas de saúde escolar das Unidades de Cuidados na Comunidade (UCC)
Enquadramento
O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas. Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. No que se refere à prestação de primeiros socorros e SBV pode capacitar profissionais de educação para intervirem em situações de emergência (PNSE, 2015).
Objetivos
- Notificação de acidentes/incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 04-04-2024 (Quinta-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 04-04-2024 (Quinta-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Débora Filipa Fontes Pina Leite de Azevedo
Sara Cristina Soares Correia
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Unidade Local de Saúde de Matosinhos/CFAE_Matosinhos
Enquadramento
O compromisso da Câmara Municipal de Matosinhos com a realização regular de formação aos/às AO vem ao encontro das orientações do Ministério da Educação, consubstanciadas noPlano de Recuperação das Aprendizagens (Plano 21|23 – Escola+), tendo sido criado um plano de formação único, entre escolas e autarquia, para estes trabalhadores. No levantamento de necessidades formativas efetuado aos trabalhadores, salientaram-se os temas saúde mental, relacionados com a promoção de bem-estar psicológico e o desenvolvimento de relações interpessoais positivas. O conhecimento do contexto e a relação de proximidade estabelecida com os AO, convergem igualmente no sentido de ser necessário abordar estratégias de gestão emocional e comunicação que façam face às situações desafiantes do seu dia-dia, bem como as novas práticas que trazem repercussões importantes às dinâmicas escolares.
Objetivos
Promover o desenvolvimento de competências pessoais e sociais Promover a expressão e gestão adequada das emoções Promover relacionamentos interpessoais positivos Promover o autocuidado e o bem-estar Promover estratégias de resiliência
Conteúdos
Autoconhecimento e autoestima Gestão emocional Empatia Autocuidado Coesão do grupo Resiliência Comunicação Assertiva Relaxamento/Mindfull
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 04-04-2024 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 04-04-2024 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Marta Claudia Ribeiro Marques Valadar
Ana Paula de Almeida Gomes
Sérgio Bruno Santos Sousa
Teresa Maria Silva Cardoso
Maria de Fátima Almeida Fernandes de Sousa
Juliana Maria Pires Masi
Paula Cristina Moreira Machado Santos
Augusta Carmen da Costa Coelho Ramalho Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Unidade Local de Saúde de Matosinhos: Unidade de Saúde Pública e equipas de saúde escolar das Unidades de Cuidados na Comunidade (UCC)
Enquadramento
O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas. Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. No que se refere à prestação de primeiros socorros e SBV pode capacitar profissionais de educação para intervirem em situações de emergência (PNSE, 2015).
Objetivos
- Notificação de acidentes/incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 13/06/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-04-2024 (Quarta-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 03-04-2024 (Quarta-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Fernanda Maria Agostinho Moedas
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Em função do plano de atividades: O compromisso da Câmara Municipal de Matosinhos com a realização regular de formação aos/às AO vem ao encontro das orientações do Ministério da Educação, consubstanciadas no Plano de Recuperação das Aprendizagens (Plano 21|23 – Escola+), tendo sido criado um plano de formação único, entre escolas e autarquia, para estes trabalhadores. Em função dos destinatários: No levantamento de necessidades formativas efetuado aos trabalhadores, salientaram-se os temas saúde mental ansiedade e stress e ainda pedagogia/psicologia do desenvolvimento e relações interpessoais. O conhecimento do contexto e a relação de proximidade estabelecida com os AO, convergem igualmente no sentido de ser necessário abordar as situações de conflito e as situações-problema, bem como as novas práticas que trazem repercussões importantes às dinâmicas escolares.
Objetivos
Dotar os/as Assistentes Operacionais de literacia e de estratégias promotoras da Saúde e da Saúde Mental Específicos: Encorajar os/as participantes a aprender qual o conceito atualmente em vigor de saúde mental; Sensibilizar os/as Assistentes Operacionais para ameaças e fatores protetores da saúde mental na vida e no contexto educativo; Identificar as fontes de stress dos/as AOs na vida e nas instituições educativas e suas consequências; Encorajar os/as participantes a identificar fatores de proteção e práticas para lidar de forma satisfatória com o stress na vida e no contexto de trabalho; Desenvolver uma maior compreensão do conceito de resiliência nos participantes; Encorajar os/as participantes a aprender e a praticar atividades e técnicas específicas para reforçar a sua resiliência e gerir melhor o stress
Conteúdos
1. Literacia em saúde mental nos domínios: a) Capacidade de reconhecimento de perturbações específicas e de stress excessivo; b) Conhecimento e crenças sobre fatores de risco e causas; c) Conhecimento e crenças sobre intervenções de autoajuda; d) Conhecimento e crenças sobre a ajuda profissional disponível. 2. Stress - definição, causas e sintomas. 3. Resiliência - definição, perspetivas em torno da resiliência, aspetos chave: a) Desenvolvimento de um discurso interno positivo; b) Desafio aos pensamentos negativos; c) Desenvolvimento de um locus de controlo interno; d) Promoção de uma perspetiva auto-aceitante e otimista. 4. Estilos de comunicação. Exercícios para desenvolver a Assertividade. 5. Exercícios de Relaxamento e de Mindfulness.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 03-04-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 03-04-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Isabel Iria da Silva Carneiro
Joana Queirós Fisteus Macedo Amaral Alegre
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Em função do plano de atividades: O compromisso da Câmara Municipal de Matosinhos com a realização regular de formação aos/às AO vem ao encontro das orientações do Ministério da Educação, consubstanciadas no Plano de Recuperação das Aprendizagens (Plano 21|23 – Escola+), tendo sido criado um plano de formação único, entre escolas e autarquia, para estes trabalhadores. Em função dos destinatários: No levantamento de necessidades formativas efetuado aos trabalhadores, salientaram-se os temas saúde mental ansiedade e stress e ainda pedagogia/psicologia do desenvolvimento e relações interpessoais. O conhecimento do contexto e a relação de proximidade estabelecida com os AO, convergem igualmente no sentido de ser necessário abordar as situações de conflito e as situações-problema, bem como as novas práticas que trazem repercussões importantes às dinâmicas escolares.
Objetivos
Aumento dos conhecimentos sobre a temática do stress laboral; Reconhecer e nomear emoções e sentimentos; Aumento do conhecimento sobre comunicação positiva e não violenta Gestão de stress e conflitos
Conteúdos
Identificação boas práticas entre pares Comunicação positiva e não violenta Gestão de conflitos
Bibliografia
MAYER, Bernard S. (2000). The dinamics of Conflit Resolution. A Practioner´s Guide. Chapter One, The Nature of Conflits FORMOSINHO, J e MACHADO, J. (2014). As equipas educativas e o desenvolvimento das escolas e dos professores, in Melhorar a Escola – Sucesso Escolar, disciplina, motivação, direção de escolas e políticas educativas. Universidade católica editora. Porto. P. 95-110
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 28-03-2024 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 28-03-2024 (Quinta-feira) | 13:30 - 17:00 | 3:30 | Presencial |
Formador
Marta Claudia Ribeiro Marques Valadar
Ana Paula de Almeida Gomes
Teresa Maria Silva Cardoso
Sérgio Bruno Santos Sousa
Miguel Angelo Teixeira Maia
Ana Carina Rodrigues Marques
Augusta Carmen da Costa Coelho Ramalho Vieira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Quando os acidentes ocorrem, os primeiros socorros são o tratamento inicial e temporário ministrado a acidentado e/ou vítima de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento. Consiste, conforme a situação, na proteção de feridas, imobilização de fraturas, controlo de hemorragias externas, desobstrução das vias respiratórias, atuação em situações de agudização de doença crónica e realização de manobras de Suporte Básico de Vida (SBV). É importante que a Escola, perante um acontecimento inesperado e/ou traumático que ameaça a vida e/ou a segurança, disponha de um local próprio para prestação de primeiros socorros e que a maioria dos/as profissionais de educação possua formação em SBV. A equipa de Saúde Escolar apoia a Escola na promoção da segurança e na prevenção dos acidentes escolares e peri escolares, na gestão do risco e na monitorização dos acidente e/ou doença súbita. O risco existe sempre, e a Escola deve estar preparada para lidar com ele. Prevenir os acidentes e saber como atuar são condições básicas para salvar vidas.
Objetivos
Que os formandos adquiram as seguintes competências: - Notificação de acidentes / incidentes escolares e peri escolares do estabelecimento de ensino; - Identificação e execução de técnicas de primeiros socorros e/ou Suporte Básico de Vida que visem a estabilização da(s) vítima(s) em situação de doença súbita ou de acidente.
Conteúdos
- Principais causas de acidente / incidente escolar; medidas preventivas; notificação; - Procedimentos de atuação em primeiros socorros; - Atuação em situações de agudização de doença crónica; - Algoritmo de suporte básico de vida; Posição lateral de segurança; Desobstrução da via área (de acordo com European Resuscitation Council).
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 27-03-2024 (Quarta-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
2 | 27-03-2024 (Quarta-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
3 | 28-03-2024 (Quinta-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
4 | 28-03-2024 (Quinta-feira) | 13:30 - 16:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Macedo
Catarina Marques Ramalho Ramos Duarte
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Unidade Local de Saúde de Matosinhos/CFAE_Matosinhos
Enquadramento
O compromisso da Câmara Municipal de Matosinhos com a realização regular de formação aos/às AO vem ao encontro das orientações do Ministério da Educação, consubstanciadas noPlano de Recuperação das Aprendizagens (Plano 21|23 – Escola+), tendo sido criado um plano de formação único, entre escolas e autarquia, para estes trabalhadores. No levantamento de necessidades formativas efetuado aos trabalhadores, salientaram-se os temas saúde mental, relacionados com a promoção de bem-estar psicológico e o desenvolvimento de relações interpessoais positivas. O conhecimento do contexto e a relação de proximidade estabelecida com os AO, convergem igualmente no sentido de ser necessário abordar estratégias de gestão emocional e comunicação que façam face às situações desafiantes do seu dia-dia, bem como as novas práticas que trazem repercussões importantes às dinâmicas escolares.
Objetivos
Promover o desenvolvimento de competências pessoais e sociais Promover a expressão e gestão adequada das emoções Promover relacionamentos interpessoais positivos Promover o autocuidado e o bem-estar Promover estratégias de resiliência
Conteúdos
Autoconhecimento e autoestima Gestão emocional Empatia Autocuidado Coesão do grupo Resiliência Comunicação Assertiva Relaxamento/Mindfull
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 27-03-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 27-03-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Fernanda Maria Agostinho Moedas
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Em função do plano de atividades: O compromisso da Câmara Municipal de Matosinhos com a realização regular de formação aos/às AO vem ao encontro das orientações do Ministério da Educação, consubstanciadas no Plano de Recuperação das Aprendizagens (Plano 21|23 – Escola+), tendo sido criado um plano de formação único, entre escolas e autarquia, para estes trabalhadores. Em função dos destinatários: No levantamento de necessidades formativas efetuado aos trabalhadores, salientaram-se os temas saúde mental ansiedade e stress e ainda pedagogia/psicologia do desenvolvimento e relações interpessoais. O conhecimento do contexto e a relação de proximidade estabelecida com os AO, convergem igualmente no sentido de ser necessário abordar as situações de conflito e as situações-problema, bem como as novas práticas que trazem repercussões importantes às dinâmicas escolares.
Objetivos
Dotar os/as Assistentes Operacionais de literacia e de estratégias promotoras da Saúde e da Saúde Mental Específicos: Encorajar os/as participantes a aprender qual o conceito atualmente em vigor de saúde mental; Sensibilizar os/as Assistentes Operacionais para ameaças e fatores protetores da saúde mental na vida e no contexto educativo; Identificar as fontes de stress dos/as AOs na vida e nas instituições educativas e suas consequências; Encorajar os/as participantes a identificar fatores de proteção e práticas para lidar de forma satisfatória com o stress na vida e no contexto de trabalho; Desenvolver uma maior compreensão do conceito de resiliência nos participantes; Encorajar os/as participantes a aprender e a praticar atividades e técnicas específicas para reforçar a sua resiliência e gerir melhor o stress
Conteúdos
1. Literacia em saúde mental nos domínios: a) Capacidade de reconhecimento de perturbações específicas e de stress excessivo; b) Conhecimento e crenças sobre fatores de risco e causas; c) Conhecimento e crenças sobre intervenções de autoajuda; d) Conhecimento e crenças sobre a ajuda profissional disponível. 2. Stress - definição, causas e sintomas. 3. Resiliência - definição, perspetivas em torno da resiliência, aspetos chave: a) Desenvolvimento de um discurso interno positivo; b) Desafio aos pensamentos negativos; c) Desenvolvimento de um locus de controlo interno; d) Promoção de uma perspetiva auto-aceitante e otimista. 4. Estilos de comunicação. Exercícios para desenvolver a Assertividade. 5. Exercícios de Relaxamento e de Mindfulness.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 27-03-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 27-03-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Cláudia Sá
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Unidade Local de Saúde de Matosinhos/CFAE_Matosinhos
Enquadramento
O compromisso da Câmara Municipal de Matosinhos com a realização regular de formação aos/às AO vem ao encontro das orientações do Ministério da Educação, consubstanciadas no Plano de Recuperação das Aprendizagens (Plano 21|23 – Escola+), tendo sido criado um plano de formação único, entre escolas e autarquia, para estes trabalhadores. No levantamento de necessidades formativas efetuado aos trabalhadores, salientaram-se os temas saúde mental ansiedade e stress e ainda pedagogia/psicologia do desenvolvimento e relações interpessoais. O conhecimento do contexto e a relação de proximidade estabelecida com os AO, convergem igualmente no sentido de ser necessário abordar as situações de conflito e as situações-problema, bem como as novas práticas que trazem repercussões importantes às dinâmicas escolares.
Objetivos
Sensibilizar os/as AOS/AT para o stress relacionado com o trabalho no contexto educativo: Identificar as implicações do stress relacionado com o trabalho dos/as AOS/AT, nas instituições e na qualidade dos processos educativos; Encorajar os/as participantes a identificar fontes de stress no seu contexto de trabalho; Desenvolver uma maior compreensão do conceito de resiliência nos participantes; Encorajar os participantes a refletir sobre as suas necessidades no âmbito da construção da resiliência; Desenvolver nos/nas participantes competências específicas para reforçar a sua resiliência e gerir melhor o stress relacionado com o trabalho.
Conteúdos
Criação de relação de confiança com o grupo de formação. Stress relacionado com o trabalho: definição, causas e sintomas; Resiliência: definição, perspetivas em torno da resiliência, aspetos chave; Desenvolvimento um discurso interno positivo Desafiar pensamentos negativos Desenvolvimento de um locus de controlo interno Promover uma perspetiva otimista Desenvolver a assertividade: estilos de comunicação Exercícios de relaxamento
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 26-03-2024 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
2 | 26-03-2024 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
3 | 27-03-2024 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
4 | 27-03-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Elsa Maria Macedo de Oliveira Campos
Carla Maria Faria Gomes
Maria João da Cruz Nogueira
Destinatários
Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Num contexto de alterações do currículo prescrito da disciplina de Matemática A, com implementação a partir de setembro de 2024, urge efetuar uma análise interpretativa dos documentos orientadores à luz das políticas educativas para o processo de Ensino da Matemática. Na verdade, em concordância com os relatórios publicados pela OCDE, dando enfase ao estudo PISA 2023 (itens abertos) perpassa uma urgência fundamentada na transformação intencional das práticas. Ademais, esta Jornada possibilita capacitar os envolvidos para a escolha do manual escolar de forma a que o mesmo consubstancie e dê enfoque ao ideário que subjaz as Aprendizagens Essenciais de Matemática A. A atividade de e para professores emerge de uma necessidade intrínseca sentida por uma comunidade, que partilha a visão Nóvoa (2007) e dá voz à premissa de que “É preciso passar a formação de professores para dentro da profissão”.
Objetivos
Compreender, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A), as suas finalidades e as consequências para o ensino da Matemática; Capacitar os pares com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A); Refletir sobre os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A).
Conteúdos
Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Secundário expressas nas novas AE ‐ Ideias inovadoras do Currículo: Matemática para a Cidadania - abordagem exploratória de ideias e conceitos matemáticos, com recurso à folha de cálculo e exploração de aplicativos digitais (simuladores).
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 27/03/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-03-2024 (Sexta-feira) | 14:45 - 17:45 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A formação "Interatividade pedagógica com ferramentas digitais – H5P no Moodle – Atividades Interativas" enquadra-se no contexto de atualização e aperfeiçoamento das competências digitais dos docentes, essenciais para a incorporação de tecnologia nas metodologias de ensino e adaptado às novas realidades educativas. Esta necessidade de incorporação de tecnologias educativas no processo de ensino-aprendizagem é reforçada pela diversidade de perfis dos alunos e pela constante evolução digital. O H5P (integrada no Moodle a partir da versão 3.9), com as diversas possibilidades para criar atividades interativas, é uma ferramenta com elevado potencial pedagógico e que pode ser considerada para tornar a aprendizagem mais atrativa para os alunos.
Objetivos
Estimular os docentes para a incorporação da ferramenta H5P na criação de atividades interativas que potencializem a aprendizagem dos alunos. Estimular a reflexão crítica sobre a importância da interatividade pedagógica e o papel das tecnologias na educação
Conteúdos
Introdução ao H5P: O que é o H5P? Quais são os tipos de conteúdo interativo que podem ser criados com o H5P? Quais são as vantagens do uso do H5P na educação? Criar atividades utilizando H5P: Selecionar e preparar os recursos necessários; Utilizar as ferramentas do H5P para criar atividades pedagógicas interativas
Metodologias
Webinar
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 27/03/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 06-03-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Daniela Ferreira
Mónica Cristina Nogueira Soares
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Esta ACD enquadra-se nas necessidades mais urgentes das escolas de hoje que se prendem com os desafios de atender de formas diferenciadas a alunos estrangeiros. Neste sentido, pretendemos abordar a mudança paradigmática de Inclusão, bem como conceitos como diferenciação pedagógica, abordagem multinível e desenho universal para a aprendizagem.
Objetivos
Promover a compreensão do conceito de ilusão no seu sentido mais alargado Promover a reflexão em torno da importância da diferenciação pedagógica Promover a reflexão em torno do conceito de abordagem multinível Promover a reflexão em torno da importância do desenho universal para a aprendizagem Discutir estratégias para a inclusão de crianças e jovens estrangeir
Conteúdos
Inclusão Diferenciação pedagógica Abordagem Multinível Desenho Universal para a Aprendizagem
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 27/03/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 05-03-2024 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A presente ação de formação surge da necessidade de capacitar os docentes da secção de formação para a utilização da PGF e, dessa forma, poderem auxiliar os colegas das suas escolas na utilização da mesma. Esta plataforma visa facilitar a gestão da formação, desde a criação de contas até à obtenção de certificados.
Objetivos
Capacitar os elementos da Secção de Formação e Monitorização para auxiliarem os seus colegas na utilização da plataforma:
Conteúdos
Criação de contas na plataforma; Consulta da formação disponível; Submissão de documentos; Obtenção de certificados.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 27/03/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 04-03-2024 (Segunda-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |

Formador
Norberto Correia Costa
Ana Isabel Nogueira de Moura
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio dos Ambientes Educativos Inovadores
Objetivos
- Compreender o conceito de Ambientes Educativos Inovadores. - Compreender a organização de espaços designados por Sala de aula do futuro. - Aplicar dinâmicas pedagógicas inovadoras e ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro. - Compreender o papel do aluno numa Sala do futuro. - Compreender o papel do professor numa Sala do futuro. - Explorar estratégias de trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. - Explorar fatores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro.
Conteúdos
1. Ambientes Educativos Inovadores Conceito e fundamentação. (1 hora) 2. Sala de aula do futuro Espaço físico 6 áreas Criação, Desenvolvimento, Investigação, Apresentação, Interação e Colaboração. (2 horas) 3. Dinâmicas pedagógicas inovadoras assentes em: Aprendizagem por projetos, Aprendizagem colaborativa, Aula invertida, Programação e robótica, Avaliação formativa. (2 horas) 4. Ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro inseridas no processo de ensino e aprendizagem seguindo o modelo SMAR (Substitution, Augmentation, Modification, Redefinition) (3 horas) 5. O papel do aluno numa Sala do futuro Desenvolvimento de competências: Literacia cívica, Consciência global, Literacia ambiental, Literacia financeira, Literacia na saúde, Literacia nos Media, Literacia de informação, Literacia nas TIC, Criatividade, Pensamento crítico, Colaboração, Comunicação, Produtividade, Prestação de contas, Liderança, Responsabilidade, Adaptação, Flexibilidade, Competências sociais e de articulação cultural, Iniciativa, Determinação. (3 horas) 6. O papel do professor numa Sala do futuro. (2 horas) 7. O trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. (1 hora) 8. Factores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro. (1 hora)
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 28-02-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 06-03-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 13-03-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
4 | 20-03-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
5 | 10-04-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |

Formador
Carla Luciana da Cunha Dias
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
As mudanças sociais e emergentes das dinâmicas da atualidade colocam novos desafios à comunidade escolar e levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas politicas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Como tal, pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola responsiva, flexível e democrática, onde o clima escolar seja facilitador de melhores aprendizagens.
Objetivos
- Conhecer a organização das escolas e das lideranças formais e informais - Perceber o enquadramento legal da identidade profissional do assistente operacional ‐ Compreender o processo de desenvolvimento da criança e do adolescente - Desenvolver competências de gestão comportamental e de comunicação em contexto escolar - Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção - Implementar atividades junto das crianças e alunos, articuladas com os docentes.
Conteúdos
1. Organização do Sistema Educativo Português. 2. Caraterização da Rede Escolar do Concelho. 3. O Papel e o perfil do AO em contexto escolar. 4. O papel do AO agente ativo na modelação dos comportamentos dos alunos. 5. Estilos Comunicacionais e atitudes facilitadoras da comunicação. 6. Estratégias comunicacionais para mediação e gestão de conflitos.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 14-02-2024 (Quarta-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
2 | 14-02-2024 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Num mundo cada vez mais digital, é fundamental que os professores estejam capacitados para tirar partido das várias ferramentas tecnológicas disponíveis para comunicação, partilha de informação e trabalho em equipa. Esta formação irá focar-se em estratégias e recursos que permitam melhorar os processos de colaboração a distância entre docentes. Ao longo da formação, serão exploradas plataformas online colaborativas como o Google Drive ou Microsoft Teams, bem como outras ferramentas como videoconferência, chats, fóruns de discussão ou redes sociais.
Objetivos
Pretende-se que, após a formação, os docentes sejam capazes de implementar soluções digitais adequadas para facilitar o trabalho colaborativo a distância, melhorando assim a comunicação, partilha de conhecimento e o trabalho em equipa entre profissionais.
Conteúdos
Plataformas online colaborativas (Google Drive, Microsoft Teams, etc.) Comunicação digital - Ferramentas para comunicação em tempo real (chat, videoconferência); Fóruns online para discussão assíncrona. Gestão e organização de projetos (Google Sheets e Tarefas , Excel, etc.)
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 27/03/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 07-02-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Maria de Fátima Leite Correia Pais
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Observação de aulas no contexto da ADD – Avaliação Externa
Objetivos
- Debater o processo de Observação de Aulas no contexto da ADD – Avaliação Externa - Dimensão Científica e Pedagógica. - Contribuir para a problematização e a reflexão pedagógica.
Conteúdos
- Metodologias e práticas de Observação de Aulas. - O ciclo da supervisão pedagógica aplicado à ADD – Avaliação Externa.
Formador
Maria de Fátima Leite Correia Pais
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Observação de aulas no contexto da ADD – Avaliação Externa
Objetivos
- Debater o processo de Observação de Aulas no contexto da ADD – Avaliação Externa - Dimensão Científica e Pedagógica. - Contribuir para a problematização e a reflexão pedagógica.
Conteúdos
- Metodologias e práticas de Observação de Aulas. - O ciclo da supervisão pedagógica aplicado à ADD – Avaliação Externa.
Formador
Norberto Correia Costa
Ana Isabel Nogueira de Moura
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio dos Ambientes Educativos Inovadores
Objetivos
- Compreender o conceito de Ambientes Educativos Inovadores. - Compreender a organização de espaços designados por Sala de aula do futuro. - Aplicar dinâmicas pedagógicas inovadoras e ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro. - Compreender o papel do aluno numa Sala do futuro. - Compreender o papel do professor numa Sala do futuro. - Explorar estratégias de trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. - Explorar fatores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro.
Conteúdos
1. Ambientes Educativos Inovadores Conceito e fundamentação. (1 hora) 2. Sala de aula do futuro Espaço físico 6 áreas Criação, Desenvolvimento, Investigação, Apresentação, Interação e Colaboração. (2 horas) 3. Dinâmicas pedagógicas inovadoras assentes em: Aprendizagem por projetos, Aprendizagem colaborativa, Aula invertida, Programação e robótica, Avaliação formativa. (2 horas) 4. Ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro inseridas no processo de ensino e aprendizagem seguindo o modelo SMAR (Substitution, Augmentation, Modification, Redefinition) (3 horas) 5. O papel do aluno numa Sala do futuro Desenvolvimento de competências: Literacia cívica, Consciência global, Literacia ambiental, Literacia financeira, Literacia na saúde, Literacia nos Media, Literacia de informação, Literacia nas TIC, Criatividade, Pensamento crítico, Colaboração, Comunicação, Produtividade, Prestação de contas, Liderança, Responsabilidade, Adaptação, Flexibilidade, Competências sociais e de articulação cultural, Iniciativa, Determinação. (3 horas) 6. O papel do professor numa Sala do futuro. (2 horas) 7. O trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. (1 hora) 8. Factores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro. (1 hora)
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações de formação é contínua e participada por todos os intervenientes. As dimensões a avaliar são: a participação, o trabalho autónomo (se aplicável) e o trabalho individual. O resultado final é depois traduzido numa classificação quantitativa expressa na escala de 1 a 10 valores a que acresce uma menção qualitativa.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 31-01-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
2 | 07-02-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
3 | 21-02-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
4 | 28-02-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
5 | 06-03-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A aprendizagem ativa é uma abordagem pedagógica que coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem, incentivando-o a ser mais autónomo, participativo e colaborativo. A inteligência artificial (IA) tem o potencial de revolucionar a aprendizagem ativa. A IA pode ser usada para criar experiências de aprendizagem mais envolventes e interativas, que motivem os alunos a aprender, apoiando o desenvolvimento das competências essenciais definidas no perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória.
Objetivos
Capacitar os docentes para integrar a IA na sua prática pedagógica, de forma a promover uma aprendizagem ativa, eficaz e envolvente, que contribua para o desenvolvimento das competências do perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória.
Conteúdos
IA - modelos de linguagem IA - criação de produtos multimédia IA - ferramentas de produção
Metodologias
Webinar
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 27/03/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 24-01-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
PNA - Plano Nacional das Artes em parceria com o CEIIA - Centro de Engenharia e Desenvolvimento
Enquadramento
A sustentabilidade ambiental do planeta e o combate ao aquecimento global são um tema presente, cada vez mais, no nosso dia a dia. Esta ACD visa capacitar os professores para promoverem, junto dos jovens, agentes de mudança, uma compreensão da dimensão deste desafio, assente em factos científicos, e das ferramentas através das quais podem agir para defender o planeta e as cidades onde vivem. O que é a Sustentabilidade Social e Ambiental? Quais os objetivos das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável? Em que consiste o aquecimento global? O que são as emissões de carbono que geramos todos os dias? Como podemos contribuir para a descarbonização das nossas cidades? Como podemos influenciar os decisores públicos e privados para tomarem decisões mais sustentáveis? Como criar um Manifesto que reclame as mudanças que queremos ver nas nossas cidades? Qual é o poder da arte como uma plataforma de reflexão, de convite ao diálogo e de expressão das nossas ideias?
Objetivos
No final desta ACD os professores deverão ter recursos para desenvolver com rigor científico temas como Sustentabilidade, Descarbonização, Nova Bauhaus Europeia, Ativismo através da Arte, Manifesto.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 24-01-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A sustentabilidade ambiental do planeta e o combate ao aquecimento global são um tema presente, cada vez mais, no nosso dia a dia. Esta ACD visa capacitar os professores para promoverem, junto dos jovens, agentes de mudança, uma compreensão da dimensão deste desafio, assente em factos científicos, e das ferramentas através das quais podem agir para defender o planeta e as cidades onde vivem. O que é a Sustentabilidade Social e Ambiental? Quais os objetivos das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável? Em que consiste o aquecimento global? O que são as emissões de carbono que geramos todos os dias? Como podemos contribuir para a descarbonização das nossas cidades? Como podemos influenciar os decisores públicos e privados para tomarem decisões mais sustentáveis? Como criar um Manifesto que reclame as mudanças que queremos ver nas nossas cidades? Qual é o poder da arte como uma plataforma de reflexão, de convite ao diálogo e de expressão das nossas ideias?
Objetivos
No final desta ACD os professores deverão ter recursos para desenvolver com rigor científico temas como Sustentabilidade, Descarbonização, Nova Bauhaus Europeia, Ativismo através da Arte, Manifesto.
Conteúdos
Os motores da (in)sustentabilidade O Novo Bauhaus Europeu: o contributo das artes para a transição verde Políticas para a neutralidade carbónica: o papel das cidades e das novas gerações Descarbonizar a mobilidade na comunidade escolar: o caso de estudo AYR Mobilizar a comunidade escolar: um manifesto artístico pela sustentabilidade
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 24-01-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
PNA - Plano Nacional das Artes em parceria com o CEIIA - Centro de Engenharia e Desenvolvimento
Enquadramento
A sustentabilidade ambiental do planeta e o combate ao aquecimento global são um tema presente, cada vez mais, no nosso dia a dia. Esta ACD visa capacitar os professores para promoverem, junto dos jovens, agentes de mudança, uma compreensão da dimensão deste desafio, assente em factos científicos, e das ferramentas através das quais podem agir para defender o planeta e as cidades onde vivem. O que é a Sustentabilidade Social e Ambiental? Quais os objetivos das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável? Em que consiste o aquecimento global? O que são as emissões de carbono que geramos todos os dias? Como podemos contribuir para a descarbonização das nossas cidades? Como podemos influenciar os decisores públicos e privados para tomarem decisões mais sustentáveis? Como criar um Manifesto que reclame as mudanças que queremos ver nas nossas cidades? Qual é o poder da arte como uma plataforma de reflexão, de convite ao diálogo e de expressão das nossas ideias?
Objetivos
No final desta ACD os professores deverão ter recursos para desenvolver com rigor científico temas como Sustentabilidade, Descarbonização, Nova Bauhaus Europeia, Ativismo através da Arte, Manifesto.
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 24-01-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A sustentabilidade ambiental do planeta e o combate ao aquecimento global são um tema presente, cada vez mais, no nosso dia a dia. Esta ACD visa capacitar os professores para promoverem, junto dos jovens, agentes de mudança, uma compreensão da dimensão deste desafio, assente em factos científicos, e das ferramentas através das quais podem agir para defender o planeta e as cidades onde vivem. O que é a Sustentabilidade Social e Ambiental? Quais os objetivos das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável? Em que consiste o aquecimento global? O que são as emissões de carbono que geramos todos os dias? Como podemos contribuir para a descarbonização das nossas cidades? Como podemos influenciar os decisores públicos e privados para tomarem decisões mais sustentáveis? Como criar um Manifesto que reclame as mudanças que queremos ver nas nossas cidades? Qual é o poder da arte como uma plataforma de reflexão, de convite ao diálogo e de expressão das nossas ideias?
Objetivos
No final desta ACD os professores deverão ter recursos para desenvolver com rigor científico temas como Sustentabilidade, Descarbonização, Nova Bauhaus Europeia, Ativismo através da Arte, Manifesto.
Conteúdos
Os motores da (in)sustentabilidade O Novo Bauhaus Europeu: o contributo das artes para a transição verde Políticas para a neutralidade carbónica: o papel das cidades e das novas gerações Descarbonizar a mobilidade na comunidade escolar: o caso de estudo AYR Mobilizar a comunidade escolar: um manifesto artístico pela sustentabilidade
Anexo(s)
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 24-01-2024 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Daniela Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A necessidade de formação surge da decisão de rever os critérios de avaliação dos alunos no AEPL.
Objetivos
- Refletir sobre a importância da definição de critérios de avaliação transparentes - Refletir sobre as mudanças na avaliação por domínios
Conteúdos
Avaliação Pedagógica Critérios de Avaliação
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 27/03/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 22-01-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
A interatividade pedagógica é uma estratégia de ensino-aprendizagem que visa promover a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem. Através da interatividade, os estudantes são estimulados a interagir com os conteúdos, a refletir sobre o que estão aprendendo e a construir o seu próprio conhecimento. O H5P é um módulo de plugins para o Moodle que permite criar rapidamente conteúdos interativos e envolventes, como vídeos interativos, apresentações multimédia, questionários, entre outros. Nesta ACD abordaremos o vídeo interativo. Através de uma abordagem prática, com exemplos concretos, os formandos irão aprender a criar vídeos interativos no Moodle, com questões integradas de escolha múltipla, verdadeiro/falso, preenchimento de espaços, e outras. Esta interatividade mantém os alunos focados no conteúdo e permite verificar a sua compreensão ao longo do vídeo.
Objetivos
Capacitar os formandos para utilizar o módulo H5P no Moodle, compreendendo as suas potencialidades para a criação de conteúdos interativos. Dotar os formandos de competências práticas para a produção de vídeos interativos no Moodle, utilizando as diferentes opções de questões integradas do H5P. Habilitar os formandos a inserir vídeos interativos em cursos no Moodle, configurando elementos como o feedback, pontuação e respetiva análise. Promover a exploração criativa do H5P pelos formandos, motivando a adoção de vídeos interativos nas suas estratégias pedagógicas digitais no Moodle.
Conteúdos
Introdução ao H5P: O que é o H5P?; Quais são os tipos de conteúdo interativo que podem ser criados com o H5P? Quais são as vantagens do uso do H5P na educação? Criar vídeos interativos no H5P: Selecionar e preparar os recursos necessários; Utilizar as ferramentas do H5P para criar um vídeo interativo; Avaliar a qualidade do vídeo interativo criado.
Metodologias
Webinar
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 16/01/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-01-2024 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Formador
Daniela Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A necessidade de formação surge da decisão de rever os critérios de avaliação dos alunos no AEPL.
Objetivos
- Refletir sobre a importância da definição de critérios de avaliação transparentes - Refletir sobre as mudanças na avaliação por domínios
Conteúdos
Avaliação Pedagógica Critérios de Avaliação
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 27/03/2024.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 08-01-2024 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Esta formação específica visa criar conhecimento no ensino da modalidade de Escalada
Objetivos
Conhecer os conceitos e terminologia; Conhecer o material e equipamento utilizado; Conhecer conceitos fundamentais da Segurança na prática de Escalada de Bloco; Conhecer os principios de aprendizagem da Escalada de Bloco
Conteúdos
Contextualizar a temática Equipamento Sistema de Segurança na prática de Escalada de Bloco Conceitos fundamentais da aprendizagem da Escalada de Bloco Propostas de Situações de Aprendizagem Reflexão sobre as práticas desenvolvidas
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 16/01/2024.
Formador
Ana Isabel Lage Ferreira
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação das Escolas de Matosinhos
Enquadramento
É a nossa identidade que se expressa na cultura ou é a cultura que molda a nossa identidade? Olhando para a história fica muitas vezes difícil perceber exatamente onde começou ou quê. Quando damos conta os fenómenos estão instalados e há uma influência recíproca. Na escola é onde muitas vezes esses fenómenos emergem. As crianças, e sobretudo os adolescentes, nos seus movimentos de exploração trazem para o contexto de sala de aula novas formas de linguagem e expressão. Para os professores pode ser um desafio distinguir o que é extemporâneo do que está já instalado e vem para ficar. As questões associadas ao tema da identidade do género cabem nestes desafios e preocupações. Neste contexto, compreender a diferença entre o sexo atribuído ao nascimento, a identidade de género, a expressão de género e a orientação sexual pode ser o ponto de partida da construção de um conhecimento que traga guidelines para uma atuação mais segura.
Objetivos
Compreender a diferença entre o sexo atribuído ao nascimento, a identidade de género, a expressão de género e a orientação sexual. Conhecer termos e linguagem associada a uma comunicação inclusiva. Entender o processo de exploração na formação da identidade.
Conteúdos
Conceitos: sexo atribuído ao nascimento, a identidade de género, a expressão de género e a orientação sexual. Legislação associada. Riscos e estratégias de proteção contra bullying ou exclusão. Quais os limites da ação do/a professor/a na escola?
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 14/12/2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 13-12-2023 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |

Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 14/12/2023.
Destinatários
Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Portugal tem vindo a realizar um caminho de progressão na qualidade da Educação, com particular destaque para as questões de Inclusão e Equidade Assegurar o direito de todos à educação é garantir acesso, presença, participação e sucesso em processos educativos de qualidade. Os atores educativos, nomeadamente os docentes e as lideranças de topo e intermédias, são figuras essenciais na educação e na transformação social. Acolher e apoiar todos os alunos, independentemente das suas capacidades e exigências, são dois compromissos éticos e profissionais indiscutíveis. Uma escola inclusiva exige uma liderança eficaz, capaz de apoiar e promover o envolvimento de toda a comunidade escolar. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.
Objetivos
- Identificar práticas de gestão e organização pedagógica, de topo e intermédias, à luz dos normativos/documentos de referência sobre políticas de inclusão. - Explorar fatores que se constituem como obstáculo à inclusão na escola e sociedade. - Consolidar uma perspetiva de abordagem integrada de práticas que concorrem para a inclusão. - Refletir sobre a relevância das aprendizagens informais, os meios de as incorporar na promoção de ambientes educativos favoráveis à participação de alunos na condução do processo educativo. - Promover estratégias de otimização da participação dos alunos na vida da escola. - Elencar mecanismos de promoção do envolvimento das famílias na criação de ambientes inclusivos. - Refletir sobre o papel das lideranças na criação de ambientes promotores de aprendizagens não-formais e informais consistentes com os objetivos da educação inclusiva. - Equacionar os termos da cooperação interinstitucional em ordem à inclusão. - Refletir sobre instrumentos de monitorização das práticas de inclusão.
Conteúdos
- Enquadramento teórico e normativo; Gestão da educação inclusiva; Diversidade, equidade e inclusão; Desenho Universal para a Aprendizagem; A inclusão na sala de aula; Ambientes de aprendizagem inclusivos;
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 16/01/2024.
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 14/12/2023.
Formador
Ana Isabel Lage Ferreira
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Enquadramento A Assembleia de Turma pode ser usada duplamente como ferramenta de aprendizagem. Por um lado oferece à comunidade educativa um espaço de conhecimento dos seus membros e dos assuntos que os preocupam. Por outro pode constituir-se como um espaço de desenvolvimento de competências de escuta, empatia, organização e resolução de problemas. Seguindo uma estrutura e respeitando alguns critérios essenciais ao seu bom funcionamento, a Assembleia de Turma ou de Escola, pode ser um excelente instrumento de desenvolvimento e integração dos alunos.
Objetivos
Objetivos 1. Dar a conhecer a estrutura e o funcionamento de uma Assembleia de Turma, 2. Identificar as potencialidades de integração e desenvolvimento dos alunos que participam em Assembleias de Turma. 3. Lançar as bases para o desenvolvimento do projeto de “Assembleia de Turma”.
Conteúdos
1. O que é uma Assembleia de Turma (AT). 2. Como organizar uma AT. 3. Cuidados na condução de uma AT. 4. O que fazer com o resultado obtido numa AT.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 21/11/2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 16-11-2023 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Rita Costa Andrade
Fatima Gabriela Soares de Azevedo
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Esta ação surge no âmbito do projeto“MaRvel: Masculinidades (re)veladas”, financiado ao abrigo do mecanismo financeiros EEA Grants, sendo a CIG o operador do projeto e a Associação Plano i o seu promotor. Este projeto tem como objetivo a desconstrução de estereótipos de género associados às masculinidades dominantes, em prol do desenvolvimento integral de rapazes e homens, com vista à promoção do autocuidado e do cuidado com as outras pessoas, desenvolvimento de competências de autorregulação emocional, prevenção da prática da violência e do envolvimento em comportamentos de risco. Neste sentido, esta ação visa capacitar profissionais que atuem em contexto escolar, não só para a aquisição de conhecimentos no âmbito das questões de género (e, em particular, das masculinidades), como para o trabalho prático com jovens, em torno desta temática, a partir de metodologias de educação não-formal.
Objetivos
● Distinguir a diferença entre os conceitos de sexo (i.e., dimensão biológica) e género (i.e., dimensão social), compreendendo a influência do género na construção das relações interpessoais e dos percursos de vida; ● Compreender conceitos relacionados com a diversidade, como a orientação sexual, identidade de género e expressão de género; ● Compreender a construção social de estereótipos que sustentam preconceitos e comportamentos de discriminação e violência; ● Compreender de que forma a violência praticada por rapazes (entre rapazes e em relação às mulheres) é legitimada à luz dos papéis sociais de género (e.g., a honra masculina, as provas de coragem, assédio, homofobia). ● Refletir acerca do envolvimento em comportamentos de risco e de comportamentos de oposição enquanto mecanismos de provar a masculinidade (e.g., consumo de substâncias, condução violência, comportamento de oposição em contexto escolar). ● Caracterizar o fenómeno e promover o conhecimento relativo aos modelos de masculinidade hegemónica, compreendendo o seu impacto para os percursos de vida de rapazes e homens (e.g., autorregulação emocional, autocuidado, trabalho doméstico); ● Compreender o conceito de masculinidades, remetendo para as negociações de género e de poder que ocorrem nas relações entre homens (e.g., dominação em função da orientação sexual, etnia) e em relação às mulheres. ● Refletir acerca de metodologias de educação não formal e os seus princípios na ação com jovens; ● Experimentar dinâmicas de grupo e atividades dirigidas ao trabalho destas temáticas com jovens, nomeadamente a partir do documentário “Entre Homens” (realizado no âmbito do projeto) e do respetivo manual de facilitação criado; ● Refletir acerca de boas práticas e metodologias a implementar no trabalho com jovens; ● Refletir acerca de desafios que podem surgir na prática (e.g., resistência, partilha de informação sensível).
Conteúdos
Estereótipos de género, desigualdades de género, masculinidades, comportamentos de risco, violências, autocuidado, autorregulação emocional, trabalho doméstico, direitos humanos, educação não formal
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 27/03/2024.
Formador
Ana Isabel Nogueira de Moura
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 21/11/2023.
Formador
Cristiana Helena de Assunção Bessa Pereira
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 21/11/2023.
Formador
Ana Isabel Lage Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
Depressão e (perturbação de) ansiedade são as perturbações de humor mais comuns no campo da saúde mental. De acordo com os últimos dados de relatórios da OMS e da OCDE a prevalência destas duas condições tem aumentado de forma preocupante nos mais jovens, e ainda mais depois da pandemia. Sendo a escola o contexto onde muitas vezes aparecem os primeiros sinais de alerta, importa que os docentes tenham mais informação sobre o que é afinal cada uma destas perturbações e quais os sintomas a que devem estar mais atentos. Neste webinar iremos também abordar que respostas/estratégias podem ser usadas numa fase inicial e quais os limites dessas respostas a partir do qual é necessário uma sinalização ou encaminhamento.
Objetivos
Objetivos Identificar os sinais/sintomas que caracterizam a depressão e ansiedade Distinguir depressão e ansiedade de manifestações “benignas” do desenvolvimento Usar estratégias para despiste, sinalização e encaminhamento destas situações.
Conteúdos
Temas abordados Afinal. que é a depressão e ansiedade? Os pensamentos, comportamentos e emoções. De que forma estão ligados? Como responder face aos primeiros sinais? Quais os limites da ação do/a professor/a na escola?
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 21/11/2023.
Formador
Maria Isabel Borges Canela Lopes Monteiro da Silva
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 21/11/2023.
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CMM - Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Acreditamos que o potencial e valor de um povo reside na riqueza do seu passado, na sua História e no legado a ser projetado no presente para as gerações futuras, tornando os públicos verdadeiros atores culturais. Seguimos estes preceitos no que diz respeito à História e Património do Concelho de Matosinhos, perpetuando os valores e memórias, resgatando e defendendo a essência da nossa Comunidade. Matosinhos é uma cidade rica em marcos históricos, elementos patrimoniais, tradições, lendas e demais aspetos que permitem dar a conhecer e preservar a memória das suas raízes culturais e sociais.
Objetivos
Objetivos Pretende-se proporcionar o convívio e a partilha de conhecimento e experiências entre profissionais da Educação formal e informal. Apresentar o Programa de Serviço Educativo do Departamento da Cultura da Câmara Municipal de Matosinhos para refletir e discutir as metodologias e enquadramentos adotados na prossecução das atividades delineadas. E, por fim, uma componente prática orientada pelo Serviço Educativo com vista a pensar e experienciar propostas de mediação cultural e educativa.
Conteúdos
Temas abordados Enquadramento e apresentação: - Programa de Serviço Educativo do Departamento da Cultura da Câmara Municipal de Matosinhos. História e Património do Concelho de Matosinhos: - Senhor do Padrão - Centro Histórico - Igreja do Bom Jesus de Matosinhos - Paços do Concelho. Dinâmicas com o Serviço Educativo.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 21/11/2023.
Formador
Cristina Maria Sereno Augusto de Albuquerque
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CMM - Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Este curso enquadra-se no Plano de Ação para a Transição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Medida 1. Programa de Digitalização para as Escolas. A formação do pessoal não docente destinada a alargar e consolidar as suas competências digitais é uma vertente importante da implementação dos processos de digitalização das Escolas. Por outro lado, corresponde a uma necessidade de formação sistematicamente apontada como prioritária nas auscultações feitas a este grupo profissional. Com este curso pretende-se contribuir para o desenvolvimento profissional dos não docentes, melhorando a sua integração no ambiente crescentemente digital da Escola, agilizando a comunicação e a colaboração entre todos e, pela via do recurso ao digital, tornar o seu desempenho mais eficiente e eficaz.
Objetivos
- Melhorar a literacia digital do pessoal não docente. - Desenvolver competências e aptidões digitais básicas ao nível da comunicação, da interação e da colaboração. - Explorar ferramentas digitais facilitadoras do desempenho profissional dos participantes. - Reconhecer as vantagens das TIC - Tecnologias de Informação e Comunicação.
Conteúdos
- Apresentação dos conteúdos/competências da formação. - Vantagens das TIC - Tecnologias de Informação e Comunicação. - Produtividade, trabalho eficiente, gestão de tempo. - Segurança na Internet: prevenção, ameaças e cibercrime. - Gerir contas online (email, calendário, contactos…). - Manipular ferramentas digitais – Microsoft Office, serviços na Cloud. - Usar vários canais de comunicação e dominar a etiqueta digital.
Metodologias
As sessões serão teórico-práticas com a apresentação dos conteúdos propostos, realização de exercícios práticos e trabalhos individuais e/ou em grupo.
Anexo(s)

Formador
Sílvia Maria Ferreira Cardoso Conde
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CMM - Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
Este curso enquadra-se no Plano de Ação para a Transição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Medida 1. Programa de Digitalização para as Escolas. A formação do pessoal não docente destinada a alargar e consolidar as suas competências digitais é uma vertente importante da implementação dos processos de digitalização das Escolas. Por outro lado, corresponde a uma necessidade de formação sistematicamente apontada como prioritária nas auscultações feitas a este grupo profissional. Com este curso pretende-se contribuir para o desenvolvimento profissional dos não docentes, melhorando a sua integração no ambiente crescentemente digital da Escola, agilizando a comunicação e a colaboração entre todos e, pela via do recurso ao digital, tornar o seu desempenho mais eficiente e eficaz.
Objetivos
- Melhorar a literacia digital do pessoal não docente. - Desenvolver competências e aptidões digitais básicas ao nível da comunicação, da interação e da colaboração. - Explorar ferramentas digitais facilitadoras do desempenho profissional dos participantes. - Reconhecer as vantagens das TIC - Tecnologias de Informação e Comunicação.
Conteúdos
- Apresentação dos conteúdos/competências da formação. - Vantagens das TIC - Tecnologias de Informação e Comunicação. - Produtividade, trabalho eficiente, gestão de tempo. - Segurança na Internet: prevenção, ameaças e cibercrime. - Gerir contas online (email, calendário, contactos…). - Manipular ferramentas digitais – Microsoft Office, serviços na Cloud. - Usar vários canais de comunicação e dominar a etiqueta digital.
Metodologias
As sessões serão teórico-práticas com a apresentação dos conteúdos propostos, realização de exercícios práticos e trabalhos individuais e/ou em grupo.
Anexo(s)

Formador
Cristina Maria de Melo Paes Moreira
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfMinistério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME
Anexo(s)

Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CMM - Câmara Municipal de Matosinhos com a colaboração do CFAE_Matosinhos
Enquadramento
A Câmara Municipal de Matosinhos, Biblioteca Municipal Florbela Espanca – CLE – Centro de Leitura Especial irá celebrar o dia 15 de outubro – Dia da Bengala branca, com um conjunto de iniciativas com as quais se pretende assinalar a independência dos deficientes e a sua plena inclusão e participação na sociedade, contribuindo para a sensibilização da população para a problemática e, consequentemente para a construção de uma sociedade mais inclusiva.
Objetivos
- Contribuir para a construção de uma sociedade inclusiva para todos; - Contribuir para a igualdade de oportunidades; - Partilhar experiências culturais
Conteúdos
Temas abordados (dia 10) Encontro com escritores cegos, (dia 12) apresentação das instituições; Identificação de atividades culturais adequadas a públicos com incapacidades; Partilha de experiências culturais.
Anexo(s)
Observações
ACD reconhecida e certificada no Concelho de Diretores da Comissão Pedagógica em 21/11/2023.
Cronograma
Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
1 | 10-10-2023 (Terça-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
2 | 12-10-2023 (Quinta-feira) | 10:00 - 12:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Franklim Alberto Silva
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfMinistério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME
Anexo(s)

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. (3 horas) - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. (4 horas) - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. (4 horas) - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. (4 horas) - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. (4 horas) - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. (4 horas) - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação. (4 horas)
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf
Anexo(s)

Formador
Susana Maria Almeida Silva Vieira
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O uso e acesso da tecnologia aumentou exponencialmente na última década. As preferências online, de crianças e jovens, estão relacionadas com a socialização e o entretenimento. Para compreensão dos comportamentos online das crianças e jovens é importante uma supervisão adequada nos diferentes contextos onde estão inseridas. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de planos de intervenção, cujo objetivo é a prevenção das dependências online de crianças e jovens refletindo sobre a integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Objetivos
Identificar os sinais de alarme para a dependência online. Analisar a importância da avaliação tripartida da deteção de uma dependência online. Refletir sobre o impacto da promoção do uso saudável da tecnologia. Conhecer os diversos programas nacionais e europeus promotores de Cidadania Digital nas Escolas. Capacitar para a utilização de diferentes abordagens de prevenção das dependências online em contexto escolar.
Conteúdos
Módulo 1 | Conceptualização dos comportamentos e dependências online: o jogo, as redes socias e a multimédia. Reflexão e análise de documentação de referência. Módulo 2 | Deteção precoce do uso excessivo das TIC. Reflexão e análise de documentação de referência. Módulo 3 | Fatores associados às dependências online. Desenvolver à posterior em contexto educativo, práticas relativas à prevenção das dependências online. Módulo 4 | Promoção de um uso saudável das TIC. Análise de programas nacionais e europeus promotores de Cidadania Digital. Desenvolvimento de planos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando. Módulo 5 | Avaliação e Reflexão. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos.
Metodologias
O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning , com a seguinte distribuição: 15h síncronas e 10h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Zoom) para dinamizar as sessões. Planificar atividades, tendo em vista a sua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões, refletindo sobre a importância da integração curricular e da transversalidade destas temáticas, refletir sobre a importância da sensibilização e da prevenção das dependências online envolvendo neste processo toda a comunidade educativa.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final de cada um dos formandos.
Bibliografia
Rede europeia de Centros Internet Segura Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/homeCentro de Sensibilização SeguraNet. Disponível em: https://www.seguranet.pt/Geração Cordão. Disponível em: https://www.geracaocordao.com/Centro Internet Segura. Disponível em: https://www.internetsegura.pt/
Anexo(s)
Observações
Nota: esta ação é considerada como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, ao abrigo do estabelecido no artº 3º do Despacho nº 779/2019, publicado em 18 de janeiro do Diário da República, 2ª série, nº 13, com a nova redação que lhe foi conferida pelo artº 2º do Despacho nº 4840/2023, de 21 de Abril de 2023.

Formador
Susana Maria Almeida Silva Vieira
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfMinistério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME
Anexo(s)

Formador
Sílvia Maria Ferreira Cardoso Conde
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfMinistério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME
Anexo(s)

Formador
Ana Isabel de Melo Paes
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. (3 horas) - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. (4 horas) - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. (4 horas) - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. (4 horas) - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. (4 horas) - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida. (4 horas)
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfMinistério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME
Anexo(s)

Formador
Pedro João Ramos Amorim Sá
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.
Objetivos
Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. (2 horas) - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. (3 horas) - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. (4 horas) - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. (4 horas) - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. (4 horas) - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. (4 horas) - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. (4 horas) - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação. (4 horas)
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENEU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-toolLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf
Anexo(s)

Formador
Norberto Correia Costa
Ana Isabel Nogueira de Moura
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Tansição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio dos Ambientes Educativos Inovadores
Objetivos
- Compreender o conceito de Ambientes Educativos Inovadores. - Compreender a organização de espaços designados por Sala de aula do futuro. - Aplicar dinâmicas pedagógicas inovadoras e ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro. - Compreender o papel do aluno numa Sala do futuro. - Compreender o papel do professor numa Sala do futuro. - Explorar estratégias de trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. - Explorar fatores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro.
Conteúdos
1. Ambientes Educativos Inovadores Conceito e fundamentação. (1 hora) 2. Sala de aula do futuro Espaço físico 6 áreas Criação, Desenvolvimento, Investigação, Apresentação, Interação e Colaboração. (2 horas) 3. Dinâmicas pedagógicas inovadoras assentes em: Aprendizagem por projetos, Aprendizagem colaborativa, Aula invertida, Programação e robótica, Avaliação formativa. (2 horas) 4. Ferramentas digitais de suporte de uma Sala do Futuro inseridas no processo de ensino e aprendizagem seguindo o modelo SMAR (Substitution, Augmentation, Modification, Redefinition) (3 horas) 5. O papel do aluno numa Sala do futuro Desenvolvimento de competências: Literacia cívica, Consciência global, Literacia ambiental, Literacia financeira, Literacia na saúde, Literacia nos Media, Literacia de informação, Literacia nas TIC, Criatividade, Pensamento crítico, Colaboração, Comunicação, Produtividade, Prestação de contas, Liderança, Responsabilidade, Adaptação, Flexibilidade, Competências sociais e de articulação cultural, Iniciativa, Determinação. (3 horas) 6. O papel do professor numa Sala do futuro. (2 horas) 7. O trabalho colaborativo docente no contexto de uma Sala do futuro. (1 hora) 8. Factores que suportam a consolidação do modelo da Sala de aula do futuro. (1 hora)
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Bibliografia
Barret, Peter et al. (2015) The impact of classroom design on pupil´s learning: Final results of a holistic multi-level analysis.Building and Environment, v.8 https://fcl.eun.org/tool2p2 Laboratórios de Aprendizagem: Cenários e Histórias de Aprendizagem, Disponível emhttps://erte.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos/Laboratorios_aprendizagem/magazine_la_final.pdf
Anexo(s)

Formador
Cristina Sofia Oliveira da Costa Reis
Destinatários
Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação enquadra-se no Plano de Ação para a Transição Digital, determinado pela Resolução do Conselho de Ministros nº30, de 21 de Abril de 2020, Pilar I. Capacitação e inclusão digital das Pessoas, Subpilar I. Educação Digital, Medida 1: Programa de Digitalização para as Escolas, Dimensão. Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturada de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu – Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, está desenhada para realização em regime a distância, tirando partido das vantagens deste regime de formação no contexto pandémico em que foi criada e visa o desenvolvimento de competências no domínio da utilização de plataformas digitais em contexto escolar - Google Classroom (Sala de aula).
Objetivos
- Conhecer o Google Classroom (GC) enquanto plataforma digital utilizável em contexto escolar. - Conhecer as áreas e funcionalidade do GC. - Comunicar usando o GC. - Utilizar os tipos de trabalhos disponíveis no GC. - Avaliar trabalhos e questões e fornecer feedback usando o GC. - Criar, configurar e gerir turmas no GC. - Integrar o GC com outras plataformas digitais.
Conteúdos
1. Introdução ao Google Classroom (Sala de aula) (GC). Definição. Metáfora que preside à organização e estrutura. Aceder ao GC. 2. O ambiente de trabalho da turma em GC. Áreas e funcionalidades: Stream, Trabalhos da turma, Pessoas, Classificações. 3. Comunicar usando o GC. Convidar alunos. Associar outros docentes à turma. Enviar anúncios e e-correio. Usar o Google Meet. 4. Associar materiais à turma em GC. 5. Trabalhos no GC. Tipos de trabalhos: trabalhos e questões. Criar e calendarizar trabalhos e questões. Criar uma rubrica para um trabalho ou questão. Usar Google Forms a partir do GC. 6. Avaliar trabalhos e questões e fornecer feedback usando o GC. Estabelecer critérios de avaliação para um trabalho ou questão. Avaliar um trabalho ou questão. Fornecer feedback. 7. Criar, configurar e gerir turmas no GC. 8. Integração do GC com outras plataformas digitais (Ex: Edpuzzle).
Metodologias
As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime a distância, síncronas, divididas em segmentos com tarefas individuais e de grupo, promovendo o trabalho autónomo e colaborativo, recorrendo às metodologias: método expositivo, demonstrativo, interrogativo e ativo, resolução de problemas e realização de trabalhos práticos.
Avaliação
A avaliação dos formandos docentes nas ações do CFAE_Matosinhos é contínua, participada por todos os intervenientes. As dimensões de avaliação são: a participação e o trabalho individual, na modalidade curso, e, a participação, os resultados do trabalho autónomo e o trabalho individual nas modalidades oficina de formação, círculo de estudos e projetos. Para mais esclarecimentos sugere-se a consulta do Regulamento Interno do CFAE_Matosinhos – https://www.cfaematosinhos.eu/CFAE_Matosinhos_RI_2016_06%20Dez.pdf com especial atenção para o capítulo dedicado à Avaliação dos formandos docentes. A avaliação da ação é feita através do preenchimento pelo formando de um documento que lhe é fornecido no primeiro dia. Elaboração de um relatório detalhado referente ao tratamento dos dados recolhidos.
Anexo(s)
